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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Fundação investe R$ 393 mil em projetos de pesquisa

A Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) vai colocar R$ 393 mil à disposição para projetos de pesquisa, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica. O Edital nº 4, de 2015, referente à segunda chamada do projeto, foi publicado nesta segunda-feira (21) no Diário Oficial do Distrito Federal.

Serão oferecidas 82 cotas de bolsas de R$ 400 mensais, com duração de um ano, para que instituições de ensino e empresas do DF repassem a alunos de graduação.

As entidades interessadas em se inscrever devem manter programas de iniciação científica. As bolsas são concedidas diretamente às instituições e às empresas, públicas ou privadas, responsáveis pela seleção dos projetos de orientadores, que indicam os estudantes para se tornarem bolsistas.

As propostas poderão ser enviadas de 28 de setembro até 25 de outubro. O resultado preliminar da seletiva será divulgado até 6 de novembro, e o final, até 18 do mesmo mês.

O número de cotas para cada instituição será estabelecido proporcionalmente ao número de pesquisadores nos quadros da entidade e daqueles com mestrado e doutorado, além da quantidade de pesquisadores de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, ligado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, é voltado para o desenvolvimento do pensamento científico, tecnológico e de inovação e para iniciação à pesquisa de estudantes de graduação do ensino superior. Este ano, a primeira chamada do projeto, em julho, ofereceu R$ 5 milhões para 500 cotas de bolsas.

Fonte:Agência Brasília

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Taxa de desemprego diminui em julho no DF

A taxa de desemprego em Brasília diminuiu em julho, se comparada com o mês anterior. A Pesquisa de Emprego e Desemprego divulgada nesta manhã (26), na Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo, mostra que houve variação de 14,2%, em junho, para 13,6%. O número de desempregados está estimado em 212 mil.

A redução da população economicamente ativa, com a saída de 7 mil pessoas da força de trabalho, foi um dos fatores determinantes para a queda no total de desocupados, segundo aponta o levantamento. A estimativa do nível de ocupação também variou e ficou em 1,349 milhão de pessoas, 4 mil a mais do que no mês anterior. O resultado vem de um aumento de postos de trabalho na indústria de transformação (14%) e, em menor intensidade, no comércio (0,8%). O ramo de construção apresentou oscilação negativa (-1,2%), e o de serviços, relativa estabilidade (-0,3%).

O número de assalariados reduziu em 1,5%, consequência do desempenho negativo dos setores privado (-0,8%) e público (-3,1%). No primeiro, diminuiu a quantidade de pessoas com carteira de trabalho assinada (-1,6%) e aumentou a de sem carteira (4%). A parcela de autônomos ampliou (8,1%), e a de empregados domésticos teve pouca variação (1,2%).

Regiões
Entre junho e julho de 2015, a análise das taxas de desemprego por grupos de regiões administrativas, segundo nível de renda, indica que Lago Sul, Lago Norte e Plano Piloto — as de maior poder aquisitivo — registraram relativa estabilidade na taxa de desemprego, ao passar de 7,4% para 7,5%. Candangolândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Planaltina, Riacho Fundo, Sobradinho e Taguatinga, com renda intermediária, assinalaram redução de 12,0% para 11,0%. Já Brazlândia, Ceilândia, Paranoá, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria e São Sebastião, com menor poder aquisitivo, tiveram queda de 16,9% para 16,4%.

A pesquisa é realizada pela Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo, pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, em parceria com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados.

Fonte:Agência Brasília

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Mais de 30% das crianças consomem refrigerante antes dos 2 anos

O consumo de produtos com alto teor de açúcar e gordura começa cedo no Brasil. Estudo inédito do Ministério da Saúde revelou que 60,8% das crianças com menos de dois anos de idade comem biscoitos, bolachas e bolos e que 32,3% tomam refrigerantes ou suco artificial. Este é o terceiro volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que traz medidas inéditas da população do país, como peso, pressão arterial e circunferência da cintura. Além das mudanças nos hábitos alimentares na infância, os dados alertam para os crescentes índices de excesso de peso e obesidade em adultos.

“O excesso de peso é um problema grave, porque é um fator de risco para doenças do coração e outros problemas crônicos. É fundamental trabalharmos o incentivo a prática de exercícios e alimentação saudável desde cedo com as nossas crianças para reverter esse quadro. As crianças, muitas vezes, ajudam na conscientização e mudança de hábito dos pais”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Apesar da presença de produtos industrializados na alimentação das crianças, o estudo demonstrou que as mães brasileiras continuam amamentando seus filhos mesmo após os seis meses de idade, período preconizado para o aleitamento exclusivo. Mais da metade (50,6%) das crianças entre nove e 12 meses estão em aleitamento materno de modo complementar. Meninos e meninas com menos de dois anos representavam, no período estudado, 5,7 milhões de pessoas.

Os dados apontaram também que a maior parte das primeiras consultas dos bebês (até sete dias depois da saída da maternidade) foi na rede pública de saúde – 62,5% nas unidades básicas de saúde e hospitais públicos e 26,4% em consultório particular. Também mostrou índice de 70,8% de crianças com menos de dois anos que fizeram o teste do pezinho e 75,9% com um ano que já haviam tomado três doses da vacina tetravalente (difteria, tétano, coqueluche e meningite), ofertada aos dois, quatro e seis meses de idade.

A Pesquisa Nacional de Saúde foi feita em 64 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o país entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014. É o mais completo inquérito de saúde do Brasil, com dados sobre informações do domicílio, equipe de saúde da família, pessoas com deficiências, saúde dos indivíduos com 60 anos e mais, crianças com menos de 2 anos, acidentes e violência, estilos de vida, doenças crônicas, saúde da mulher, atendimento pré-natal, saúde bucal e atendimento médico. Essas informações servem de base para que o Ministério da Saúde possa traçar suas políticas públicas para os próximos anos.

Obesidade e hipertensão
As mudanças no padrão de alimentação do brasileiro, bem como o menor tempo dedicado a atividades físicas, levam cada vez mais pessoas ao excesso de peso e obesidade. A Pesquisa Nacional de Saúde pesou e mediu a circunferência da cintura dos entrevistados e os dados demonstram que 56,9% dos brasileiros com 18 anos ou mais estão acima do peso, 82 milhões de pessoas. O índice é superior ao calculado em 2003 pela POF/IBGE, que registrou 42%.

Preocupa também a massa de gordura abdominal, que pela primeira vez foi medida por uma pesquisa no Brasil. Mais da metade das mulheres (52,1%) apresentaram prevalência superior de obesidade abdominal, com cintura acima de 88 cm, segundo parâmetros da Organização Mundial de Saúde. O índice é menor entre os homens: 21,8% têm a cintura acima de 102 cm, o que aponta circunferência aumentada no caso masculino.

Essa medida é importante porque está associada a doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, que levam a problemas cardíacos. O público feminino também foi o que registrou maior índice de obesidade. Uma em cada quatro mulheres (24,4%) brasileiras estão obesas. Esse índice era 14% em 2003. Entre os homens o percentual é menor, 16,8%.

Já a pressão alta atinge mais os homens. O estudo mediu a pressão dos entrevistados, algo inédito para um levantamento desta escala, e apontou que 22% dos brasileiros têm pressão arterial elevada. O índice sobre para 25,3% entre homens e, nas mulheres, fica em 19,5%.

Promoção da Saúde
O excesso de peso e obesidade são fatores de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que constituem um problema global de saúde e corresponderam por 74% dos óbitos no Brasil no ano de 2012. Já a hipertensão é uma das principais causas de morbidade cardiovascular e fator de risco para complicação de AVC, acidente vascular cerebral. A doença causa 7,5 milhões de mortes no mundo, equivalente a 12,8% do total. Por meio do Farmácia Popular, a população tem acesso a seis medicamentos para hipertensão.

O Ministério da Saúde firmou, em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil (2011-2022), com o objetivo de deter o avanço das doenças crônicas e os fatores de risco, com ações também voltadas às crianças. A meta é reduzir em 2% ao ano o número de mortes por estas doenças. Uma das principais ações é a expansão da atenção básica responsável por resolver até 80% dos problemas de saúde. O investimento nesta área cresceu 106% em quatro anos, chegando a R$ 20 bilhões em 2014. São quase 40 mil equipes de Saúde da Família, capazes de atender 60% da população.

Também são realizadas ações de promoção à saúde com mais de 18 milhões de alunos do ensino fundamental por meio do Programa Saúde na Escola. Em 2014, mais de 4.000 municípios que participam da iniciativa adotaram também medidas nas creches para avaliação antropométrica e promoção de alimentação saudável das crianças de até dois anos. A partir de acordo firmado entre Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação foi possível retirar entre 2011 e 2014, 7.652 toneladas de sódio da mesa do brasileiro.

Sobre o incentivo a prática de atividade física destaca-se o Programa Academia da Saúde, que já conta com 1.568 polos com equipamentos e profissionais qualificados e a publicação do guia alimentar a população brasileira que orientam as famílias a optarem por refeições caseiras.

Fonte:Agência Saúde

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Startups Brasília investirá R$ 5 milhões em atividades de pesquisa

Empresas já estabelecidas e pessoas que pretendem iniciar negócios próprios têm nova oportunidade para desenvolver empreendimentos. O governador Rodrigo Rollemberg lançou oficialmente, nesta segunda-feira (17), no mezanino da Torre de TV, o edital do programa Startups Brasília, que investirá R$ 5 milhões em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou inovação.  O prazo para envio de propostas termina em 25 de agosto, e o resultado da seleção sairá até 6 de novembro.

Com esse apoio financeiro, o governo espera estimular a competitividade entre empresas de base tecnológica — conhecidas como startups — que contribuam com ideias promissoras que poderão resultar em novas organizações capazes de colocá-las em prática. "O investimento em tecnologia, na agregação de valor e de conhecimento à nossa produção é o caminho correto para superarmos a crise e fazer de Brasília a vanguarda de um novo modelo de desenvolvimento para o País", destacou o chefe do Executivo.

O edital, lançado oficialmente hoje, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 3 de agosto pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. "Esse é o primeiro passo no sentido de ampliar as oportunidades de modernização da tecnologia no Distrito Federal e de criar uma nova base para o desenvolvimento econômico de Brasília", afirmou o secretário Paulo Salles.

A diretora-presidente da FAP-DF, Ivone Rezende Diniz, destacou o ineditismo do edital em Brasília e disse que ele proporcionará um salto qualitativo nessa área. "Resultará em oportunidades e melhoria da distribuição de renda e da qualificação dos jovens para conseguirem os melhores empregos."

Participaram do evento os presidentes da Federação das Indústrias do Distrito Federal, Jamal Bittar, do Conselho Deliberativo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do DF, Luís Afonso Bermúdez, e da Associação de Startups e Empreendedores Digitais, Hugo Giallanza, os subsecretários de Empreendedorismo, da Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo, Thiago Jarjour, e de Promoção e Marketing, da Secretaria de Turismo, Sandro Cunha, a administradora regional de Águas Claras, Patrícia Fleury de Matos, e o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Hermes de Paula, entre outras autoridades.

O edital
Podem participar pessoas físicas que ainda não constituíram empresas, microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas das áreas de tecnologia, administração pública, agronegócios, construção civil e biotecnologia, entre outras, estabelecidas no Distrito Federal ou na Região Integrada de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal.

Cada projeto apresentado por pessoa física e microempreendedores individuais receberá até R$ 50 mil, caso seja selecionado. O teto sobe para R$ 200 mil quando se tratar de micro ou empresa de pequeno porte. O recurso será liberado em duas parcelas, conforme cronograma de trabalho aprovado e disponibilidade orçamentária da fundação.

A seleção ocorrerá em três etapas distintas e eliminatórias: mostra simplificada das ideias inovadoras, habilitação para a seleção do projeto de empreendimento e apresentação da proposta financeira e a viabilidade do negócio.

A formalização da empresa será exigida somente após a aprovação do projeto, quando o selecionado deverá entregar toda a documentação necessária. Acesse a íntegra do edital.

Fonte:Agência Brasília

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Pesquisa aponta alta do desemprego em maio no DF

A taxa de desemprego em Brasília apresentou alta em maio e chegou a 14,4%, contra os 14,1% verificados em abril. O número de desempregados foi estimado em 225 mil pessoas, 10 mil a mais do que o registrado no mês anterior. As informações são da Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal (PED-DF), realizada pela Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo, pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Sistema Estadual de Análises de Dados vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado de São Paulo.

O estudo mostra que a população em idade ativa — maiores de 10 anos — cresceu de 2,480 milhões em abril, para 2,483 milhões em maio, enquanto a população economicamente ativa — parcela em idade ativa que está ocupada ou desempregada — subiu de 1,532 milhão para 1,555 milhão, ou seja, um acréscimo de 23 mil trabalhadores.

O levantamento também aponta que o crescimento do nível de ocupação — 14 mil vagas foram geradas em maio — foi insuficiente para absorver o aumento do número de pessoas (23 mil) que passaram a integrar a força de trabalho da região.

A criação dessas 14 mil vagas deveu-se ao crescimento de 2,8% ocorrido no comércio, que contratou 7 mil trabalhadores, e nos serviços, que recebeu 5 mil novos funcionários — alta de 0,5% em relação a abril. Os setores de construção e indústria de transformação mantiveram-se estáveis, com geração de mil postos de trabalho em cada segmento a mais do que em abril.

Embora tenham crescido em quantidade — aumentou 5,5%, ou 8 mil pessoas —, os autônomos viram seu rendimento médio cair 1,7%, passando de R$ 1.747 para R$ 1.718. O total de empregados domésticos subiu 3,6% com 3 mil contratações.

Metodologia
A PED mostra que, entre abril e maio de 2015, a alta do desemprego atingiu as 19 regiões administrativas do Distrito Federal, que são divididas em três grupos e formam a área de cobertura da PED-DF. No primeiro, que reúne as regiões de renda mais alta — Brasília, Lago Sul e Lago Norte —, a taxa de desemprego passou de 6,1% para 6,4%; no grupo 2, que compreende as regiões do Gama, de Taguatinga, de Sobradinho, de Planaltina, do Núcleo Bandeirante, do Guará, do Cruzeiro, da Candangolândia e do Riacho Fundo, consideradas de renda intermediária, passou de 11,9% para 12,2%.

No 3, formado por Brazlândia, Ceilândia, Samambaia, Paranoá, São Sebastião, Santa Maria e Recanto das Emas, tidas como de renda baixa, cresceu de 16,9% para 17,3%.

O estudo é realizado com base na seleção de aproximadamente 2,9 mil domicílios/mês, sem repetições das unidades escolhidas. Isso garante amostra de, no mínimo, 6 mil residências por trimestre. As informações são agregadas em trimestres. Por exemplo, a taxa de desemprego de fevereiro corresponde aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Dessa forma, o índice equivalente a maio decorre das informações colhidas em março, abril e maio.

O levantamento coleta informações sobre todos os moradores do domicílio, sendo realizadas entrevistas individuais com as pessoas de 10 ou mais anos de idade.

Veja aqui a íntegra da Pesquisa de Emprego e Desemprego do DF.

Fonte:Agência Brasília

terça-feira, 2 de junho de 2015

Cirurgia de rejuvenescimento revela traços de personalidade

Permanecer com o rosto jovem é o desejo de muitas pessoas, mas preservar os traços faciais pode revelar mais que uma boa aparência. É o que descobriu um grupo de estudiosos do Hospital Universitário MedStar Georgetown, em Washington, nos Estados Unidos. A pesquisa, recém-publicada na Revista Científica da Associação Médica Americana (JAMA), comprova que os traços da face melhoram a percepção à simpatia, habilidades sociais, atração e a feminilidade.

De acordo com o médico Michael J. Reilly, um dos autores da pesquisa, a cirurgia plástica de rejuvenescimento facial pode contribuir para uma aparência menos agressiva, o que permite um rosto extrovertido, amável e transmite, até mesmo, confiabilidade. Para chegar a esses resultados, foram fotografados de 2009 a 2013, trinta pacientes mulheres.  “Realizamos o lifting de face, sobrancelha e pescoço, a cirurgia da pálpebra inferior e o implante de silicone no queixo. Houve melhora significativa no rosto das pacientes, evidenciando os traços de personalidade e deixando perceptível a extroversão, amabilidade, confiabilidade e atratividade”, detalhou.

Os resultados, de acordo com os pesquisadores, mostram que a avaliação integral da paciente que é submetida ao rejuvenescimento facial exige uma compreensão mais ampla das muitas mudanças - na percepção dos sentimentos que o rosto pode transmitir. Ou seja, não se trata apenas de um procedimento para deixar a face com aspecto jovial, pois várias características influenciam o resultado final.

O cirurgião plástico Gustavo Guimarães, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica explica como tirar proveito do rejuvenescimento facial destacando a simetria do rosto com a proporcionalidade correta. “O rosto feminino geralmente é mais bonito quando se alcança uma forma mais triangular entre maça do rosto e o queixo, ou seja, o osso malar mais proeminente e queixo mais fino”, ensina o médico.

Dr. Gustavo esclarece que os homens que querem aderir à intervenção cirúrgica, também podem conseguir vantagens com os traços faciais. O queixo mais quadrado e proeminente, por exemplo, mostra mais virilidade e força.

Sem perder a essência
O objetivo da cirurgia de rejuvenescimento facial, não é mudar por completo a face, mas deixar o rosto mais jovem e com a aparência melhor. Embora essas sejam as indicações, existem pessoas que insistem em se submeterem a muitos procedimentos e sofrem com resultados desastrosos. Segundo Dr. Gustavo Guimarães, os exageros sempre devem ser evitados. “Preenchimentos e pequenos implantes quando mal planejados podem transformar o rosto, diminuir expressão e mímicas faciais a ponto de mudar a fisionomia. Por isso, sempre optar por pequenas mudanças sequenciais é a melhor alternativa”.

Para quem planeja fazer mudanças na face, Gustavo Guimarães explica que não existe idade certa, pois varia com a ação do tempo, que pode formar as temidas linhas de expressão que denunciam a idade. “Não existe época certa, as queixas e o excesso de pele são os critérios, podendo fazer desde os 35 anos. Mas a média dos pacientes procuram esse tipo de procedimento após os 45 anos”, finaliza o médico.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Desemprego no Distrito Federal aumenta em abril

A taxa de desemprego total no Distrito Federal passou de 13,2% em março deste ano para 14,1% em abril. No último mês, o número de desocupados foi estimado em 215 mil pessoas — 17 mil a mais que em março. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada nesta quarta-feira (27), isso ocorreu porque os postos de trabalho criados (15 mil) foram insuficientes para absorver as 32 mil pessoas que passaram a pressionar o mercado por emprego.

A pesquisa foi realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) e pela Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo.

Pesquisa de emprego e desemprego do DF AgenciaBrasilia "Em abril, a pressão do mercado de trabalho é mais forte. Dessa vez, porém, foi além do que esperávamos", comenta a coordenadora da PED pelo Dieese, Adalgiza Amaral. Segundo ela, normalmente, no primeiro trimestre do ano, as pessoas não costumam pressionar fortemente o mercado por ser um período de ajustes sazonal — em que as empresas ainda estão revendo contratações —, com menos ofertas de emprego.

Dos 215 mil desempregados, 54,4% são do sexo feminino e 45,6%, do sexo masculino; 75% são negros e 25%, não negros; 32,1% têm de 18 a 24 anos, enquanto 13,7% têm de 25 a 29 anos.

Em abril, a população economicamente ativa representou 1,532 milhão de pessoas. No mesmo período de 2013, esse número era de 1,452 milhão. Já o número de ocupados, que em abril de 2015 foi de 1,317 milhão de pessoas, na mesma época de 2013 representou 1,265 milhão.

A pesquisa também mostra aumento em abril deste ano, em relação ao mês anterior, no número de pessoas com carteira assinada no setor privado: sete mil a mais.

Setores
No último mês, o nível de ocupação teve aumento de 1,2%, em comparação a março deste ano. O setor com maior crescimento no número de postos de trabalho gerados foi o de construção (10,8%). Em seguida, está o de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, com 2,9%. A indústria de transformação, a exemplo da têxtil e da metalúrgica, foi o único setor que apresentou redução (-6,1%).

Já a análise das taxas de desemprego por grupos de regiões administrativas mostra que o grupo 1, que reúne as de renda mais alta, como Lagos Sul e Norte, foi o único que registrou diminuição: passou de 6,7% em março para 6,1% em abril. No grupo 2, que engloba as de renda intermediária, a exemplo de Taguatinga, o número passou de 10,8% para 11,9%. Já no grupo 3, de renda mais baixa, como Samambaia e Ceilândia, o dado passou de 16% em março para 16,9% em abril de 2015.



Fonte:Agência Brasília

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Excesso de peso atinge 51,3% da população do Centro-Oeste

O índice de obesidade está estável no país, mas o número de brasileiros acima do peso é cada vez maior. Pesquisa do Ministério da Saúde, Vigitel 2014, alerta que o excesso de peso já atinge 52,5% da população adulta do país. Essa taxa, nove anos atrás, era de 43% - o que representa um crescimento de 23% no período. Na região Centro-Oeste, o índice de pessoas com sobrepeso está abaixo da média nacional, 51,3%. Os quilos a mais na balança são fatores de risco para doenças crônicas, como as do coração, hipertensão e diabetes, que respondem por 72% dos óbitos no Brasil.

Também preocupa a proporção de pessoas com mais de 18 anos com obesidade, 17,9%, embora este percentual não tenha sofrido alteração nos últimos anos. Considerando somente a população da região Centro-Oeste, a proporção é de 17,1%.

“O mais importante para o Brasil neste momento é deter o crescimento da obesidade. E nós conseguimos segurar esse aumento. Isso já é um grande ganho para a sociedade brasileira. Em relação ao sobrepeso, não temos o mesmo impacto da obesidade, de estabilização, mas também não temos nenhuma tendência de crescimento disparando”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “No Brasil não há tendência de disparos como nos outros países em que o crescimento da obesidade é avassalador. Em comparação com nossos vizinhos conseguimos deter o crescimento, quando é essa a tendência”, reforça. O índice de obesidade do Brasil está abaixo, por exemplo, da Argentina (20,5%), Paraguai (22,8%) e Chile (25,1%).

Entre os homens e as mulheres brasileiros, são eles que registram os maiores percentuais. O índice de excesso de peso na população masculina chega a 56,5% contra 49,1% entre elas, embora não exista uma diferença significativa entre os dois sexos quando o assunto é obesidade. Em relação à idade, os jovens (18 a 24 anos) são os que registram as melhores taxas, com 38% pesando acima do ideal, enquanto as pessoas de 45 a 64 anos ultrapassam 61%.

A pesquisa demonstra ainda que as pessoas com menor escolaridade, 0 a 8 anos de estudo, registram a maior índice, 58,9%, enquanto 45% do grupo que estudou 12 anos ou mais está acima do peso. O impacto da escolaridade é ainda maior entre as mulheres, em que o índice entre os mais escolarizados é ainda menor, 36,1%. As mesmas diferenças se repetem com os dados de obesidade. O índice é maior entre os que estudaram por até 8 anos (22,7%) e menor entre os que estudaram 12 anos ou mais (12,3%).

O Vigitel 2014 entrevistou, por inquérito telefônico, entre fevereiro e dezembro de 2014, 40.853 pessoas com mais de 18 anos que vivem nas capitais de todos os estados do país e do Distrito Federal. Realizada desde 2006 pelo Ministério da Saúde, a pesquisa, ao medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira, serve para subsidiar as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças.

“O Brasil tem feito algo inédito no mundo, que é manter esse sistema de monitoramento durante tantos anos. Nós sabemos que a obesidade e o excesso de peso são problemas generalizados no mundo e por essa razão o Vigitel é importante para subsidiar as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças”, destacou a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

Além do avanço do excesso de peso e da obesidade, outros indicadores levantados pelo Vigitel também apontam para o maior risco de doenças crônicas entre os brasileiros. Do total de entrevistados em todo o país, 20% disseram ter diagnóstico médico de colesterol alto. Nesse caso, são as mulheres que registram percentual acima da média nacional, de 22,2%, contra 17,6% entre os homens. Em ambos os sexos, a doença se torna mais comum com o avanço da idade e entre as pessoas de menor escolaridade. Entre os que têm mais de 55 anos o índice ultrapassa 35%. O percentual de colesterol alto no Centro-Oeste do país é 18,9%.

Mais exercícios
Apesar do avanço de fatores de risco como excesso de peso e colesterol alto, a população brasileira está mais atenta a hábitos saudáveis, com crescimento do número de pessoas que se exercitam regularmente e daquelas que mantém uma alimentação adequada, com maior presença de frutas e hortaliças e menos gordura.

Fonte:Agência Saúde

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Consumo de álcool associado à direção reduz 45% após lei seca

Um estudo do Ministério da Saúde revela que a frequência de adultos que dirigem após o consumo abusivo de álcool foi reduzida em 45% em sete anos. O índice passou de 2% em 2007, para 1,1% em 2013. A redução mostra uma mudança significativa nos hábitos da população após a aprovação das duas edições da lei seca (2008-2012), tornando mais rígida a proibição do consumo de álcool associado à direção. Os dados são da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) do Ministério da Saúde, que entrevistou 52,9 mil pessoas maiores de 18 anos durante o ano de 2013.

A coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, explica que a redução significativa pode ser atribuída ao rigor da legislação, implantada pelo Governo Federal. “Uma lei mais rígida, mexe com o comportamento da população de todo o país”, destaca a coordenadora. 

De acordo com o estudo, houve uma queda de 47% no consumo de bebidas alcoólicas entre os homens associado à direção. De 4,0% em 2007 para 2,1% em 2013. Já entre as mulheres, este percentual se manteve estável 0,3 no mesmo período.  A pesquisa identificou também queda de 62% no consumo de álcool relacionado ao volante na faixa etária de 35 a 44 anos, passando de 2,1% para 0,8%. Houve ainda uma redução no consumo de álcool quando se trata do número de anos de escolaridade. Entre pessoas com mais de 12 de escolaridade, a redução passou de 2.8% para 1.7%.

Os dados apontam ainda diminuição no consumo de álcool associado à direção entre os homens nos estados: Salvador, Maceió, Macapá, Porto Velho, Palmas e Belo Horizonte. E um aumento significativo entre as mulheres, de 0.1 para 0.4%  entre 2007 e 2013 em São Paulo. Já entre os homens, o consumo em São Paulo registrou 2.9%.

Foram encontradas também diferenças entre as regiões entre homens e mulheres. Na região Norte a redução foi 54% - passando de 2.2% para 1.0% - e no Nordeste de 50% - de 2.4% para 1.2%. Na região sul, a queda de consumo de álcool associado ao volante foi de 47% - de 2.1% para 1.1%; na região Centro-Oeste a diminuição foi de 40% - passando de 3.0% para 1.8% - e  no Sudeste também foi 40%, de 1.5% para 0.9%.

Acidentes
No Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortes. Em 2012, 44.812 mil pessoas perderam a vida no trânsito Essa violência reflete diretamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2013, foram registradas 169.869 mil internações no SUS relacionadas a acidentes de trânsito, o que representou um custo de mais de 229 milhões de reais.

Com o objetivo de reduzir as mortes e número de pessoas feridos em decorrência de acidentes no trânsito, em junho de 2010, o Ministério da Saúde implantou o Projeto Vida no Trânsito. Entre suas as ações está a realização de campanhas educativas e a qualificação dos sistemas de informação sobre acidentes, feridos e vítimas fatais. Com o banco de dados atualizado, os gestores de saúde podem identificar os fatores de risco e as vítimas mais vulneráveis nos respectivos municípios, assim como os locais onde o risco de acidente é maior. Desde a implantação do Vida no Trânsito, já foram liberados cerca de R$ 41,3 milhões para as atividades do projeto.

Lei Seca
Para inibir o consumo de bebidas alcoólicas antes de dirigir, em dezembro de 2012, o Governo Federal sancionou e tornou mais rígida a Lei 12.760, conhecida como Lei Seca. A medida autoriza o uso de testemunhos, exame clínico, imagens e vídeos como meios de provas para confirmar a embriaguez de motoristas. Quem for pego dirigindo sob influência de álcool ou outra substância psicoativa terá a carteira de habilitação recolhida e o veículo retido. O motorista está sujeito à multa, no valor de R$ 1.915,40, e à suspensão do direito de dirigir por 12 meses. O valor da multa dobrará em caso de reincidência.

terça-feira, 22 de julho de 2014

FAPDF divulga os resultados dos editais de apoio à eventos de CT&I para agosto

Os resultados dos editais 01/2014 e 02/2014 para o mês de agosto, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), foram publicados no Diário Oficial (DODF), nesta segunda-feira (14). Ao todo, serão investidos cerca de R$ 700 mil para participação e organização de eventos científicos, tecnológicos e de inovação. 

A chamada pública 01/2014 beneficiará 85 proponentes. Serão investidos R$ 601,5 mil para apoiar a apresentação de trabalhos em congressos ou similares; cursos de curta duração em instituições públicas ou privadas, que desenvolvam atividades e visitas técnicas e em instituições voltadas à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no país ou no exterior.

Já o edital 02/2014, de apoio à realização de eventos científicos e tecnológicos, habilitou três proponentes, que  vão receber cerca de 95 mil, no total. A chamada visa financiar a execução de congresso, simpósio, workshop, seminário, ciclo de palestra ou outro evento, de abrangência local, regional, nacional ou internacional, relacionados à CT&I, que contribuirá para o desenvolvimento do Distrito Federal.

Os contemplados devem aguardar o e-mail de convocação para comparecimento na sede da FAPDFQualquer esclarecimento sobre os resultados podem ser encaminhados para o e-mail sudicfapdf@gmail.com.  

Fonte:Agência de Notícias FAPDF

sexta-feira, 30 de maio de 2014

FAPDF e CNPq iniciam negociação para a Chamada Universal 2014


A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) está em negociação com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para firmarem um acordo de cooperação para a Chamada Universal 2014. As inscrições seguem abertas até o dia 16 de junho.

A chamada pública visa selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que contribuam para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do País, em qualquer área do conhecimento.
  
De acordo com o superintendente  técnico-científico da FAPDF, Joel Rubim, “as propostas de pesquisadores do DF que alcançarem mérito, mas não puderem ser contempladas com recursos do CNPq, poderão vir a ser apoiadas pela Fundação”.

Para participar, os candidatos devem se inscrever via internet, pelo Formulário de Propostas Online disponível na Plataforma Integrada Carlos Chagas. As propostas devem ser acompanhadas de um arquivo do projeto.

Fonte:Agência de Notícias FAPDF

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Concessionários emplacam 7.533 unidades em março

A alegria do Carnaval não trouxe surpresas agradáveis para o mercado de concessionárias do DF. Pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Distrito Federal (SINCODIV/DF) mostra que foram comercializadas 7.533 unidades, ante as 9.680 do mês de fevereiro. O acumulado do ano soma 28.549 unidades.

No mês da folia, os estabelecimentos da cidade registraram uma queda de 22,18% nas vendas. Em comparação com o mesmo período de 2013, a redução foi de 2,64%. Mesmo assim, a marca obtida pelos concessionários é aceitável em razão do feriado ocorrer no mês em que as vendas impulsionam, alcançando melhor resultado que em 2012, quando 26.142 unidades foram comercializadas no Distrito Federal.

“Pode parecer pouco, mas para quem atua com vendas, três dias úteis a menos no mês fazem toda diferença”, alerta Hélio Aveiro, vice-presidente do SINCODIV/DF, que lembra o fato do carnaval ter interferido no número de dias úteis no mês, o que influenciou nos resultados. Por conta do feriado, as concessionárias não abriram no domingo, segunda e terça-feira, retomando as atividades na Quarta-Feira de Cinzas, após o almoço. Segundo Aveiro, as frequentes greves do metrô e a má qualidade do transporte público fazem com que as pessoas sintam vontade de adquirir o próprio carro. “O setor está com novidades para a próxima semana que poderão alavancar as vendas em abril”, acrescenta.   

Ranking
Dentre as cinco marcas que mais venderam no DF no terceiro mês de 2014, a Fiat fechou o mês na liderança mais uma vez: foram 1.756 carros emplacados, o que representa 25,57% do total de vendas em março. A Volkswagen vem logo em seguida, na segunda posição, com 1.022 emplacamentos e 13,85% da fatia do mercado. Em terceiro lugar, a GM fechou março com 854 emplacamentos, abocanhando 12,65% das vendas no DF em 2014. Ford e Renault fecham o ranking das cinco marcas mais vendidas no último mês. Juntas, as duas marcas representam 16,55% das vendas no terceiro mês do ano.

Motocicletas
Em março, o mercado de motocicletas se manteve estável em relação ao segundo mês do ano. Foram 1.109 emplacamentos em março contra 1279 em fevereiro. Em relação a março de 2013 – que teve 1.278 emplacamentos – a diminuição foi de 13,22%. Neste ano, o acumulado de motos até março chegou a 3.555 emplacamentos, contra 3175 no mesmo período do ano passado – representando crescimento de 11,96%.

Entre as montadoras mais vendidas, o primeiro lugar é da Honda, com 817 emplacamentos. Em segundo lugar, a Yamaha vendeu 169 motocicletas no mês passado. Na terceira posição, a Harley Davidson emplacou 45 motos no terceiro mês do ano. Triumph e Kawasaki ocuparam os quarto e quinto lugares, respectivamente, com 25 e 23 emplacamentos cada uma.

terça-feira, 15 de abril de 2014

FAPDF prorroga inscrições para o PPSUS


A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) publicou, no Diário Oficial (DODF) a prorrogação do prazo para inscrições no Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS). Os interessados em participar devem submeter a proposta até o dia 22 de abril.

O objetivo do edital 03/2014 é apoiar a execução de projetos de pesquisa que promovam a formação e a melhoria da qualidade de atenção à saúde no Distrito Federal no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação também visa contribuir para o desenvolvimento da ciência, tecnologia & inovação (CT&I) em saúde e para a implantação de redes de atenção à saúde no DF.

Podem participar pesquisadores atuantes na área com, no mínimo, título de mestre, ser cadastrado no Currículo Lattes, possuir vínculo funcional com universidades, institutos, centros e fundações de pesquisa, entre outras exigências.

Serão aplicados recursos da ordem de R$ 2,1 milhões e as propostas a serem financiadas devem estar entre R$ 50.000,00 a R$ 300.000,00. Os projetos devem abordar linhas temáticas como vigilância em saúde, tecnologia e inovação em saúde e políticas, gestão em saúde e direito sanitário.

A iniciativa é resultado da parceria entre a FAPDF, o Ministério da Saúde/MS, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/CNPq e a Secretaria de Estado da Saúde (SESDF).

Fonte:Agência de Notícias FAPDF 

quinta-feira, 20 de março de 2014

4ª Conferência ICA América Latina

Entre os dias 26 e 28 de março, a UnB vai receber a 4ª Conferência ICA América Latina, realizada pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB), em colaboração com a International Communication Association (ICA). O evento será realizado no prédio da Finatec, no Campus Darcy Ribeiro, que fica na Asa Norte.

O encontro pretende contribuir para a difusão da pesquisa em comunicação e desenvolver alianças acadêmicas e de pesquisas, em âmbito regional e internacional. Outro objetivo é criar um espaço de diálogo entre pesquisadores e estudiosos sobre os processos da comunicação e, também, entre diferentes tradições acadêmicas, de diferentes escolas de pensamento das comunicações na América Latina e do mundo.

De acordo com o coordenador da conferência, o professor Luiz Claudio Martino, a conferência é um marco para a pesquisa em comunicação, já que promoverá uma integração latino-americana acadêmica. “Receber um evento como este é prestigioso tanto para a UnB quanto para o Distrito Federal, já que fomos escolhidos para sediá-lo. Eles são muito assertivos, não vão para qualquer cidade”, explica o coordenador. A Conferência da ICA já foi realizada em Santiago (Chile), na cidade do México (México) e em Lima (Peru).

As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de março ou até o limite de vagas disponíveis, no valor de R$300 para o público geral e R$ 250 para as associações parceiras (Intercom, Alaic, ICA) e estudantes universitários. Ouvintes também poderão inscrever-se de forma gratuita para os painéis, realizados todos os dias, das 10h às 11h.

Ao final da conferência, dez textos serão escolhidos para serem publicados na Journal of Comunication, uma revista de comunicação de abrangência internacional, publicada pela ICA. Os Anais do evento serão disponibilizados no site. Confira a programação da 4ªConferência ICA América Latina.

Serviço
4ª Conferência ICA América Latina
Quando: 26 e 28 de março, 
Onde: UnB

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Pesquisa vai avaliar uso de medicamentos pela população brasileira

O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (19) uma pesquisa inédita no país sobre o acesso da população a medicamentos. A Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM) vai entrevistar, a partir de segunda-feira, 38,4 mil pessoas, em 245 municípios brasileiros, sobre temas como o uso de remédios, acesso aos produtos no Sistema Único de Saúde (SUS), uso racional de medicamentos e a automedicação. O público entrevistado será dividido por gênero, escolaridade e em sete faixas etárias - desde crianças a idosos. As informações serão transmitidas em tempo real por tablets e a previsão é que, no início de 2014, os dados do inquérito estejam finalizados.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, os resultados da pesquisa vão possibilitar conhecer os hábitos da população e possibilitar o uso racional de medicamentos. Só nos últimos cinco anos, houve quase 60 mil internações por intoxicação medicamentosa. “A pesquisa vai oferecer um diagnóstico sobre a relação da população com o remédio e mostrar o que ainda podemos melhorar. Já aumentamos a oferta de remédios e o orçamento para a compra de medicamentos subiu quase seis vezes nos últimos dez anos. Queremos garantir que toda a população saiba que o tratamento está à disposição e como fazê-lo da forma mais segura possível”, afirmou.

Ainda segundo Gadelha, o medicamento é um bem somente se for usado de forma adequada.  “Queremos mostrar para as pessoas que a saúde é composta por uma série de bons hábitos, desde uma boa alimentação a prática regular de exercícios. Precisamos evitar que o brasileiro continue com esta ideia de que somente o medicamento que traz saúde e a qualidade de vida. A saúde é um conjunto de ações”, destacou o secretário. 

Apuração
Os 140 entrevistadores estarão em campo na próxima segunda-feira (23) para coletar os dados que serão analisados por professores-pesquisadores de 12 instituições parceiras do Ministério: Universidades Federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), Minas Gerais (UFMG), Ceará (UFC), Brasília (UnB), Santa Catarina (UFSC), Bahia (UFBA), São Paulo (Unifesp), Pelotas (UFPel) e Campinas (Unicamp), Faculdade de Medicina da Santa Casa de São
 
A pesquisa também vai revelar como ocorre o acesso a esses produtos no SUS, pelo programa Farmácia Popular e pelas drogarias privadas; se as pessoas seguem as prescrições médicas e se persistem no tratamento com medicamentos; se há variação no acesso aos remédios de acordo com condições sociais, econômicas e demográficas; e a avaliação dos serviços de assistência farmacêutica na Atenção Básica e uso racional de medicamentos da população. O levantamento vai contar um investimento de R$ 9,4 milhões e vai mostrar como é a utilização dos medicamentos para as doenças mais comuns e para as doenças crônicas.

Entrevista
A pesquisa será dividida em duas etapas. A primeira, que começa na próxima semana, será realizada nos domicílios dos 26 estados e no Distrito Federal. Os entrevistadores, identificados com crachás e com a carta de apresentação do Ministério da Saúde, vão questionar sobre os hábitos e, inclusive, verificar quais os medicamentos que a população possui em casa.

O questionário será respondido em um tablet e, em caso de haver conexão 3G no município, será transmitido em tempo real para o instituto de pesquisa. Quando esse tipo de conexão não estiver disponível, o entrevistador enviará os dados assim que tiver acesso à internet.

A segunda parte da PNAUM será a aplicação de questionário nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos locais de entrega dos medicamentos nesses serviços. Nesta etapa, secretários de saúde, coordenadores municipais da assistência farmacêutica, responsáveis pela distribuição de medicamentos nas farmácias ligadas ao SUS, médicos e usuários também serão entrevistados. O enfoque será o funcionamento dos serviços de assistência farmacêutica.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Estudo vai medir impacto do Entorno sobre o DF


A Fundação de Apoio à Pesquisa, por meio de convênio firmado com a Universidade de Brasília, inicia o primeiro estudo completo de toda a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE-DF). O objetivo da pesquisa, com duração de cinco meses, é dar suporte para a criação de políticas públicas em toda a área de desenvolvimento econômico da RIDE, que engloba serviços públicos comuns ao Distrito Federal e a 22 municípios dos Estados de Goiás e Minas Gerais. A iniciativa conta com o apoio das Secretarias de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Entorno.

Uma equipe formada por 317 pesquisadores e 25 supervisores está em campo desde a última quinta-feira (7), coletando informações que resultarão em uma radiografia detalhada sobre saúde, segurança, educação, transporte, geração de renda e emprego, entre outros. Para assegurar a precisão do resultado, todas as ruas de todas as cidades terão questionários aplicados. O que significa que serão ouvidos mais de 200 mil habitantes em quase 60 mil domicílios. Após coletados, os dados serão analisados por mestres e doutores da UnB. A pesquisa deve ser concluída entre o fim de julho e o início de agosto. 

O estudo tornará possível identificar a pressão que o entorno exerce sobre o Distrito Federal, facilitando a implementação de políticas públicas que diminuam esses impactos e melhorem a qualidade de vida dos moradores.

Metodologia
A pesquisa é do tipo amostral, em que cada cidade está dividida em partes, denominadas setores censitários. Ao todo, são 1.707 setores censitários. Cada um deles pode contar com a composição máxima de 300 domicílios. O objetivo é alcançar o maior número de dados, resultando em uma descrição exata da realidade local. A coleta de informações ocorre por meio de “visita in loco”, aplicando-se em cada residência um questionário quantitativo que capta dados de todos os moradores. 

Também são feitas entrevistas com os representantes locais, como prefeitos, vereadores e líderes comunitários. O intuito é identificar as visões e perspectivas dos responsáveis sobre a sua região. Esse processo dá margem ao entendimento de ocorrências de algumas situações específicas de cada município. 
Fonte e imagem: SECTI/DF

terça-feira, 10 de abril de 2012

Quase metade da população do DF está acima peso


Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde aponta que quase metade da populacao do Distrito Federal está  acima do peso.O percentual de obesos passou de 10%, em 2006, para 15%, em 2011. Com relação ao excesso de peso, os números passaram de 39,8% para 49%.

De acordo com o estudo, a proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o resultado desse levantamento mostra que é necessário continuar investindo em ações preventivas, sobretudo aos mais jovens. “Com o resultado desse levantamento nós conseguimos resultados que permitem aprimorar nossas políticas públicas, que são essenciais para prevenir uma geração de pessoas com excesso de peso”, disse.

Na capital do país, 10,5% dos homens estavam obesos em 2006, já em 2011, este número subiu para 16,5%. Entre as mulheres, o número aumentou de 9,6% para 13,5%. Em seis anos, o percentual de homens com excesso de peso passou de 48% para 53%, em 2011, e entre as mulheres os números passaram de 31,6% para 45,2%.

O estudo que retrata os hábitos da população brasileira e é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde preventiva.  Foram entrevistados 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011.

Os altos percentuais podem ser explicados pelo estilo de vida comum à grande parcela da população que vive nas capitais do país, que alia estresse, falta de exercício físico e má alimentação.

Um dos objetivos do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), lançado em 2011, é parar o crescimento da proporção de adultos brasileiros com excesso de peso ou com obesidade. Para enfrentar este desafio, que começa na mesa, o Ministério da Saúde tem investido em promoção de hábitos saudáveis e firmado parcerias com o setor privado e com outras pastas do governo.

O consumo excessivo de sal, por exemplo, é apontado como fator de risco para a hipertensão arterial.  Para diminuir o consumo de sódio entre a população, o Ministério da Saúde firmou acordo voluntário com a indústria alimentícia que prevê a diminuição, gradual, do uso do sódio em 16 categorias de alimentos. 

As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. O pão francês, as massas instantâneas e a maionese são alguns dos alimentos que vão sofrer redução de sal.

Fonte: Ascom/MS