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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Transporte oferecido por meio de aplicativo é considerado irregular

A Secretaria de Mobilidade do Distrito Federal considera irregular o serviço oferecido por meio do aplicativo para celular Uber, que proporciona transporte em carros de luxo como uma alternativa aos táxis. De acordo com a pasta, o dispositivo não tem aval nem reconhecimento das entidades públicas de trânsito. O secretário de Mobilidade, Carlos Tomé, se reuniu com representantes dos taxistas de Brasília para tratar do assunto.

Os principais itens abordados pelos trabalhadores foram a falta de fiscalização e de segurança e o enfraquecimento da categoria. "O serviço regular de táxi é autorizado e acompanhado de perto pelas entidades responsáveis. Esses aplicativos não passam por tais procedimentos. Assim, tal prática precisa e será coibida, com possibilidade de multa a quem praticá-la", enfatiza Tomé.

Para o secretário, o Uber pode até oferecer um serviço de qualidade, mas é fundamental pensar na questão da segurança do usuário. "Não há como saber se esses motoristas são pessoas idôneas e confiáveis ou se vão colocar em risco a vida dos passageiros."

A página na internet do Uber destaca que "todo motorista é analisado por meio de um rigoroso processo desenvolvido com padrões em constante aprimoramento. Isso inclui, nos Estados Unidos, uma análise de antecedentes criminais". Quanto aos demais países, não fica especificada qualquer avaliação prévia dos motoristas.

O site ainda destaca que se trata de "uma viagem segura e relaxante (...). E os motoristas são profissionais e amigáveis, e respeitam a privacidade".

Categoria mobilizada
Na manhã desta quarta, cerca de 200 taxistas fizeram carreata partindo do Estádio Nacional Mané Garrincha. Após reunião de representantes com o secretário de Mobilidade no Palácio do Buriti, o grupo seguiu rumo à Praça dos Três Poderes.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Taxistas de Brasília, Maria Bonfim, outras sete unidades da Federação também se mobilizaram para pedir providências do poder público em relação ao aplicativo. Segundo ela, esse transporte alternativo afeta em pelo menos 15% no faturamento de quem está legalizado. "Entramos com uma representação junto ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e pretendemos também sensibilizar o Poder Legislativo para que sejam pensados projetos de lei a favor da categoria e contra o transporte ilegal."

Combate à irregularidade
A utilização do Uber começou no DF há cerca de quatro meses e, desde março, recebe a atenção devida. "Em um evento de música no Estádio Nacional, vários motoristas se cadastraram para oferecer esse serviço. Identificamos e recomendamos que não o fizessem. Um deles insistiu e acabou conduzido à delegacia, onde foi classificado caso de exercício irregular de profissão de taxista", lembra o subsecretário de Fiscalização, Auditoria e Controle, Fernando Pires.

Seis equipes da secretaria atuam diariamente em pontos de maior incidência de transporte ilegal. As ações geralmente são feitas em parceria com a Polícia Militar, o Departamento de Trânsito (Detran) e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER).

Esse trabalho constatou, apenas no primeiro trimestre deste ano, 126 infrações de transporte ilegal de passageiros — 81 a mais em relação a 2014.

Fonte:Agência Brasília

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ministério da Saúde seleciona hospitais para projeto de incentivo ao parto normal

O Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Hospital Israelita Albert Einstein anunciaram, as 28 instituições selecionadas para participar de projeto de incentivo ao parto normal. O grupo que fará parte do piloto reúne 23 hospitais privados e cinco maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS), escolhidas pelo Ministério da Saúde. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI), busca identificar modelos inovadores de atenção ao parto, capazes de promover a melhor qualidade do cuidado e a segurança da mulher e do bebê. O objetivo é incentivar o parto normal e reduzir a ocorrência de cesarianas desnecessárias, tanto na saúde suplementar como no sistema público.

Entre as instituições privadas selecionadas, oito estão entre as 30 maiores em volume de partos do país e 11 entre as 100 maiores, o que demonstra o compromisso social com a melhoria da qualidade da atenção ao parto e nascimento. Esses hospitais possuem taxa de cesarianas de 88,7% - superior à identificada na saúde suplementar (84%) e na rede pública (40%). Já os estabelecimentos do SUS foram escolhidos por apresentarem percentual de cesarianas acima de 60% e por realizarem mais de mil partos por ano.

“Estamos lançando um projeto que valoriza a qualificação do parto normal e as entidades que aderiram a essa iniciativa voluntariamente aceitaram esse desafio de qualificar sua assistência obstétrica. Queremos melhorar a qualidade e as condições de atendimento para enfrentarmos o que temos hoje, que é uma verdadeira epidemia de parto cesariano no sistema privado. Fico feliz em ver que as instituições abraçaram a causa e se propuseram a mudar essa realidade", destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A estratégia de ação desenvolvida para os participantes do projeto envolve adequação de recursos humanos para a incorporação de equipe multiprofissional nos hospitais e maternidades; capacitação profissional para ampliar a segurança na realização do parto normal; engajamento do corpo clínico, da equipe e das próprias gestantes; e revisão das práticas relacionadas ao atendimento das gestantes e bebês, desde o pré-natal até o pós-parto.

De acordo com a diretora-presidente substituta da ANS, Martha Oliveira, a Agência coordenará e monitorará o projeto, o Albert Einstein fará a coordenação técnico-científica, com capacitação e laboratório de excelência, e caberá ao IHI a transferência de tecnologia. Marta afirmou que a principal inovação é a mudança no processo de cuidado à gestante. "Pela primeira vez, a gente vai conseguir mexer em todos os elos da cadeia, mudando o modelo de atenção ao parto. É um processo irreversível, ou seja, as outras maternidades irão correr atrás da melhoria na atenção ao parto", ressaltou.

Três propostas de modelos assistenciais alternativos serão apresentadas aos participantes como ponto de partida. Eles foram construídos com base em evidências científicas e em experiências exitosas desenvolvidas por outras maternidades do país e serão aperfeiçoados e customizados junto com os hospitais do projeto-piloto.

No primeiro modelo, o parto é realizado pelo plantonista do hospital. O segundo propõe que o parto seja realizado pelo médico pré-natalista do corpo clínico, com suporte da equipe multidisciplinar de plantão, que irá fazer o acompanhamento inicial da parturiente até a chegada de seu médico. No terceiro modelo, o parto é assistido por um dos membros de uma equipe de profissionais, composta por três ou mais médicos e enfermeiras obstetras. Neste caso, a parturiente se vinculará à equipe que terá sempre um médico e uma enfermeira obstetra de sobreaviso para realizar a assistência do trabalho de parto e parto.

Além disso, estão previstas outras ações complementares, como adequações na ambiência da maternidade, estímulo à participação de acompanhantes, visitas guiadas à maternidade, cursos de gestantes durante o pré-natal e avaliação da experiência do cuidado no pós-parto pelas mulheres, com retorno à equipe para melhorar o cuidado.

As mudanças sugeridas no âmbito do projeto Parto Adequado poderão ser feitas em todos os atendimentos ou em uma parcela da população atendida pelos hospitais. O hospital deverá seguir integralmente as recomendações e diretrizes propostas, testando o conjunto completo de mudanças. Os resultados dessa intervenção serão observados em médio e longo prazo e as ações devem ser introduzidas gradativamente, permitindo aperfeiçoamento antes de serem adotadas em larga escala.

Além dos 28 hospitais selecionados, outros 16 estabelecimentos inscritos formarão um grupo de seguidores. Estas instituições participarão do projeto através do acesso a vídeo-aulas e materiais informativos sobre como melhorar a qualidade da atenção ao parto e nascimento e terão encontros presenciais com técnicos da ANS para discutir os resultados atingidos. Além desses dois grupos, outras três instituições participarão do projeto compartilhando suas experiências com os demais participantes. Em maio, os hospitais assinarão os termos de adesão ao projeto e darão início às atividades.

Ao propor uma mudança no modelo de atenção ao parto, o Ministério da Saúde e a ANS buscam promover o parto normal, qualificar os serviços de assistência no pré-parto, parto e pós-parto e favorecer a redução de cesáreas desnecessárias e de possíveis eventos adversos decorrentes de um parto mal assistido, seja normal ou cesáreo. Isso significa reduzir riscos desnecessários e melhorar a segurança do paciente e a experiência do cuidado para mães e bebês.

Em experiências pontuais já realizadas no Brasil, a aplicação da metodologia do Institute for Healthcare Improvement (IHI) obteve resultados positivos: o percentual de partos normais mais do que dobrou, as admissões em UTI neonatal caíram e houve melhoria da remuneração dos profissionais que contribuíram para aumentar a eficiência dos serviços.

Cenário
As altas taxas de cesáreas verificadas no país - 84% na saúde suplementar e 40% no sistema público – são motivo de preocupação do governo brasileiro. Quando não tem indicação clínica, a cesariana ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados à prematuridade.

Para enfrentar essa situação, o Ministério da Saúde e a ANS está propondo uma série de medidas coordenadas, que se somam às iniciativas que vem sendo implementadas pela Agência desde 2005. Além do projeto-piloto que está em andamento, em julho entrará em vigor a Resolução Normativa nº 368, com medidas que garantem o acesso de beneficiárias de planos de saúde aos percentuais de cirurgias cesáreas (por operadora, por hospital e por médico) e a utilização do partograma e do cartão da gestante. Entre as ações previstas para este ano está a elaboração de diretrizes clínicas para o parto, trabalho realizado por um grupo coordenado pelo Ministério da Saúde.

Para conhecer os hospitais selecionados para o projeto-piloto clique aqui.

Fonte:Agência Saúde

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Café Fontenelle é a única em Brasília a colher, torrar e distribuir seu próprio café

O processo começa na Fazenda Santa Rosa, na BR 251, e traz o primeiro café gourmet 100% Brasília, perfeito para os paladares mais exigentes. O Distrito Federal tem todas as características que influenciam determinantemente na qualidade e pureza do café, e o investimento em equipamentos de ponta aproveita essas características e finaliza o processo, completamente sustentável. O resultado é um café que chega às xícaras até 20 dias após a torra.

A qualidade de um café deve ser garantida desde a preparação da terra até o processo final da torrefação e ensacamento, e isso depende dos mais modernos equipamentos. Não à toa, os grãos do cerrado são reconhecidos como um dos melhores do mundo, e isso se deve à combinação especial entre o solo do cerrado e o processo empregado.

Com uma fazenda a mil metros de altitude e, o Café Fontenelle é o único a produzir café de qualidade 100% arábica em Brasília. E o grão é o único ingrediente desde  2008, quando as atividades começaram. De acordo com a proprietária da marca, Thamis Fontenelle, a proposta era de gerenciar todos os processos do início ao fim. “Desde a colheita, classificação, beneficiamento, torra, embalagem e distribuição, nenhuma operação da fábrica é terceirizada. Tudo acontece na fazenda”, acrescenta.  

Para os clientes mais meticulosos, que reconhecem as vantagens de comprar o grão, os benefícios são completamente preservados e garantidos. Antioxidante, anticancerígeno e estimulante natural, são apenas algumas das propriedades principais.  O café produzido é preparado e industrializado no mesmo local em que é plantado, o que favorece a produção de grãos especiais e frescos.

Thamis garante que os clientes da marca valorizam o processo de extração do café como ele é embalado pela Fontenelle, e a possibilidade de se visualizar os grãos antes do consumo. “Com as tecnologias que temos hoje nas máquinas de grão, podemos manter a praticidade nesses equipamentos e preservar os benefícios do café, respeitando a sustentabilidade e o baixo custo”, explica Fontenelle.

História 
O Café Fontenelle pertence a Brasília e foi fundado por Eurípedes Fontenelle em 2008, pai de Thamis. Falecido em março deste ano, era produtor há mais de 20 anos na área do café e já produzia outros grãos há mais de 30 anos. O sobrenome da família virou marca pela confiança que Eurípedes tinha na qualidade de seu produto.

Mesmo com tantos anos de trajetória, o Café Fontenelle ainda enfrenta concorrência de outras regiões do Brasil como São Paulo, Minas Gerais, e Espírito Santo, que vendem seus produtos na capital. A produção na fazenda é anual, e atualmente mais de 500 kg são torrados mensalmente. Aí é que aparece o grande diferencial do Café Fontenelle, de acordo com Thamis. “Nossa capacidade e objetivo é de quadruplicar esses números. Podemos oferecer aos clientes o café mais fresco, às vezes com apenas 20 dias de torra”, garante Fontenelle.

Hoje o café pode ser consumido nos melhores restaurantes, cafeterias e estabelecimentos de Brasília, e em alguns dos pontos é possível comprar a embalagem do produto e levar o sabor do Café Fontenelle para casa. Além disso, os grãos podem ser vistos e comprados no showroom da marca, no SIA. Thamis Fontenelle afirma que “temos todos os elementos necessários para garantir a produção de uma bebida com aroma, corpo e doçura, propriedades identificadas nos melhores grãos e valorizadas entre baristas e consumidores”. Em ritmo de expansão, Fontenelle garante que a empresa trabalha para tornar o café gourmet mais acessível.

Serviço
Café Fontenelle
Onde: Showroom – SIA sul quadra 4c lote 56 subsolo 05 – ed. SIA Center I
Torrefação - Fazenda Santa Rosa, BR 251, Km 55, Rodovia Unaí
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado de 8h às 12h

Imagem:Felipe Menezes

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Marca brasiliense ganha prêmio de melhor café

Pelo terceiro ano consecutivo, o Café do Chef, marca sediada no Distrito Federal há quase 17 anos, foi premiado no 10º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café – Safra 2013. Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o certame reconhece empresas que mais investiram em produtos de qualidade na safra 2013. 

A marca Café do Chef venceu na principal categoria, a Diamante, e também na categoria Especial, pela aquisição do melhor café do concurso, produzido no município de Barra do Choça (BA), no Sítio Boa Vista, pelo agricultor familiar Eufrásio Souza Lima. Dessa forma, o Café do Chef passa a contar com outros quatro rótulos gourmet, totalizando 11 cafés especiais e premiados pela ABIC.  

Os novos quatro rótulos gourmet Café do Chef são: Café da Bahia, também considerado o melhor grão do concurso, produzido no Sítio Boa Vista, em Barra do Choça (BA), pelo agricultor familiar Eufrásio Souza Lima; Café de São Paulo Mogiana, cultivado na Fazenda Laje, em São Sebastião da Grama (SP), por Asdrubal Marques Cardoso; Café do Paraná, da Fazenda Boranelli, em Curiúva (PR) - município localizado na Mesorregião do Norte Pioneiro Paranaense e na Microrregião de Ibaiti -, de Luiz Boranelli; e Café do Paraná, do Sítio Ponte Nova, situado em Santo Antônio da Platina (PR), de Lupércio Bufalari. 

Todos os rótulos premiados e certificados da marca Café do Chef possuem selo único numerado, que atesta a origem do produto. O Café da Bahia e o Café do Paraná, Curiúva, são da variedade Catuaí Vermelho, da espécie Arábica. Na degustação do primeiro (o café campeão do concurso da ABIC), é possível perceber notas adocicadas com mel e aromas de frutas de compotas. A bebida caracteriza-se pela doçura marcante e alta complexidade de sabores, com toque de xarope de maple, uvas maduras e mel, além de acidez média, equilibrada e finalização persistente e agradável. 

O segundo também possui acidez e doçura equilibradas com percepção média de corpo. É uma bebida mole (fácil de degustar e, inclusive, não requer uso de açúcar) com notas de mel e cereais. 

O Café de São Paulo Mogiana, da Fazenda Laje, é da variedade Mundo Novo, da espécie Arábica. Seus grãos resultam em uma bebida com notas olfativas intensas de chocolate dark, caramelo e capim-limão; equilibrada, com boa composição de sabores, com toque de frutas e uvas-passas, e acidez média. 

O Café do Paraná, de Santo Antônio da Platina, é da variedade Bourbon, da espécie Arábica. Trata-se de uma bebida mole com notas florais e frutadas no aroma e no sabor, acidez cítrica, corpo delicado (suave) e doçura equilibrada. 

Esses quatros novos rótulos premiados estão disponíveis na loja da grife, na 108 Norte, a R$ 22,00 (250g – torrado em grão). 

Ao todo, o Café do Chef trabalha com 11 rótulos premiados e certificados. Além desses quatro da safra 2013, há três de 2012 e quatro de 2011. São eles: 

- Café do Sul de Minas (Safra 2012), produzido na Fazenda Monte Verde, em Carmo de Minas (MG); 
- Café do Cerrado Mineiro (Safra 2012), da Fazenda Apucarana, em Patrocínio (MG); 
- Café de São Paulo Mogiana (Safra 2012), cultivado na Fazenda Recreio, em São Sebastião da Grama (SP); 
- Café de São Paulo (Safra 2011), da fazenda de José Romeu Aith Favaro, em Tejupá (SP); 
- Café do Sul de Minas Gerais (Safra 2011), da propriedade de José Wagner Ribeiro, também da região de Carmo de Minas (MG); 
- Café Norte Pioneiro do Paraná (Safra 2011), cultivado nas terras de Shige Kuwano Sera, em Congonhinhas (PR); 
- Café da Bahia (Safra 2011), do município de Piatã, na Chapada Diamantina (BA), produzido por Cristiano Miranda Santana.

Esses sete rótulos premiados também estão disponíveis na loja da grife, na 108 Norte), na versões 250g (torrado e moído), a R$ 22,00, e 500g (torrado em grão), a R$ 40,00. 

A indústria 
A marca Café do Chef existe há 17 anos. Sob o comando de Jackson Machado desde fevereiro de 2007, a indústria – localizada no Setor de Expansão Econômica de Sobradinho – assumiu novos rumos em relação à tecnologia e, consequentemente, à qualidade do produto. A empresa ganhou máquinas mais modernas e passou por uma reforma estrutural completa para atender as normas de Secretaria de Saúde do DF para processamento de alimentos.

Jackson buscou especialização: fez cursos de classificação de grãos, degustação, preparo de blends. Ele também participa constantemente de congressos na área e é integrante da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). “Optei por caminhar em direção à qualidade”, afirma Jackson Machado.

Café do Chef
CLN 108, Bloco A, Loja 20; (61) 3222-0021.
Domingo e feriado, das 9h às 20h. 
De segunda a sexta, das 8h às 23h. Sábado, das 9h às 23h.


Imagem:Rener Oliveira

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Projeto de lei prevê captação da água da chuva nas escolas públicas

O deputado Professor Israel protocolou na Câmara Legislativa projeto de lei que visa implantar mecanismos de captação da água da chuva e sua reutilização em todas as escolas públicas do Distrito Federal. O programa Torneira Verde pretende usar a água recolhida na limpeza, rega de plantas e descarga de sanitários.

A intenção é, de acordo com o parlamentar, promover o uso racional da água e estimular práticas sustentáveis. “O projeto aposta na educação ambiental como ferramenta de conscientização dos estudantes. A necessidade de preservação dos recursos hídricos é iminente e esse é o tipo de ação que gera resultados”, disse.

Os custos para instalação dos equipamentos poderão ser disponibilizados pela direção de cada escola ou por meio de parceria com a iniciativa privada. A fiscalização da qualidade e eficiência dos mecanismos implantados ficará a cargo das secretarias de Educação e Meio Ambiente. O projeto foi inspirado em iniciativa do Parlamento Jovem Paulista, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Brasília terá certificadora de orgânicos

O Sindicato dos Produtores Orgânicos do DF (Sindiorgânicos), em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater), a Secretaria de Agricultura e o Sebrae, lança, amanhã (2), um projeto de certificação de procedência e qualidade de produtos orgânicos.

O projeto, denominado "Organismo Participativo de Avaliação da Conformidade Orgânica" (Opac-Cerrado), vai avaliar, verificar e atestar quais produtos e estabelecimentos, produtores ou comerciais estão dentro dos critérios do regulamento da produção orgânica. 

Quem atender às exigências terá direito a usar o Selo de Produto Orgânico. O evento de lançamento, aberto ao público, será no Auditório do Sebrae no DF, às 9h.

Serviço
Lançamento da Certificadora Opac-Cerrado
Data: Quarta-feira (2)
Horário: 9h
Local: Auditório do Sebrae no DF, SIA Trecho 3 - Lote 1.580
Fonte:Agência Brasília/imagem:Pedro Ventura

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Quase 2 mil espaços de lazer serão recuperados

Mais de R$18 milhões serão investidos na recuperação de 1,7 mil espaços públicos de lazer como quadras esportivas, pistas de skate, parquinhos infantis, Pontos de Encontro Comunitário (PEC's). O governador Agnelo Queiroz assinou a ordem de serviço para as obras na manhã de hoje.

"Não se trata de uma obra, mas de um programa contínuo. Durante muito tempo o governo fazia obras e não cuidava. Ela ia se deteriorando e o governo precisava investir novamente na construção. Agora vamos manter continuamente o bom funcionamento desses equipamentos", afirmou o governador do Distrito Federal.

As obras serão em todas as regiões administrativas e foram definidas conforme as prioridades apontadas pela população das cidades.

Oito empresas foram contratadas pela Secretaria de Obras e pela Novacap para realizar a reestruturação dos espaços pelos próximos 60 meses - duração da primeira etapa do programa.

"Após esse período a população poderá indicar novos espaços para serem recuperados, e a manutenção de todas as áreas continuará a ser feita", destacou Agnelo Queiroz.

Na 406 sul, por exemplo, onde foi assinada a ordem para o início das obras, e onde os trabalhos começaram, serão recuperados três parques infantis, o conjunto de aparelhos de ginástica, e as quadras poliesportivas e de areia.

"Estamos cuidando da qualidade de vida de nossas pessoas. Com os parquinhos bem cuidados, por exemplo, as crianças poderão descer, tomar sol, se exercitar e se apropriar desses espaços", concluiu o chefe do Executivo distrital.

Os investimentos se somam aos que são realizados pelo GDF na construção de novos espaços de lazer que, em 2013, somam R$7,7 milhões para a construção de seis parques infantis, 24 quadras poliesportivas, quatro campos de grama sintética e sete praças.

Fonte: Agência Brasília

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Hotéis aprovados pela Vigilância Sanitária receberão selo de qualidade

Começa em agosto a distribuição dos selos de qualidade dos hotéis aprovados pela fiscalização da Vigilância Sanitária do DF, ação que faz parte do Programa de Categorização de estabelecimentos para a Copa do Mundo de 2014, que aprova ou reprova o local.

"Os que receberem aprovação ganharão certificados para colocarem na entrada. Os não aprovados terão um prazo para se adequar às exigências", explicou o gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária do DF, André Godoy.

Até agora, foram vistoriados 46 hotéis: 41 nos setores hoteleiros Sul e Norte e no Setor de Hotéis de Turismo Norte, dois no Gama e três em Taguatinga.

Entre os itens avaliados estão serviços de alimentação, lavanderia, treinamento de pessoal, higienização de quartos e de piscinas e qualidade da água.

O levantamento dos hotéis existentes no DF começou em 2011, e o programa começou a ser executado no início do ano passado.

A fiscalização é uma das ações definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a Copa do Mundo de 2014 -Brasília é uma das 12 cidades-sede e receberá sete jogos no mundial do próximo ano. 
Fonte:Agência Brasília/imagem:Mary Leal

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Selo de qualidade para bares e restaurantes será lançado hoje

A Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) da Secretaria de Saúde lança hoje (27), às 17.00, o selo que irá certificar a qualidade sanitária de bares e restaurantes do DF, com o objetivo de melhorar as condições do serviço que é atualmente oferecido aos clientes.

"Os estabelecimentos são classificados, após inspeção, com as letras A, B ou C, de acordo com o risco sanitário oferecido. Dessa forma o consumidor saberá as reais condições do estabelecimento que frequenta", explicou Manoel Neto, diretor da Divisa.

Segundo o gerente de Alimentos do órgão, André Godoy, "a categorização" dos serviços de alimentação a partir de critérios sanitários é "uma realidade em cidades como Nova York e Londres".

"Todas essas experiências apontam uma grande aceitação por parte dos consumidores e uma melhoria significativa do perfil sanitário dos serviços de alimentação", enfatizou o gerente de Alimentos da Divisa.

Os primeiros 15 selos de certificação sanitária serão entregues aos estabelecimentos do setor em cerimônia no restaurante Soho, no Pontão do Lago Sul.

A ideia é traçar estratégias mais efetivas para melhorar os serviços ofertados ao consumidor e também fazer com que a população leve em conta a questão sanitária ao escolher o estabelecimento que vai frequentar.

Além da certificação por meio do selo, a Vigilância Sanitária espera ajudar todos os estabelecimentos que atuam de forma irregular, ao treinar e orientar os funcionários dos bares e restaurantes.

Fonte: Agência Brasília

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Selo de qualidade para bares e restaurantes


A Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), da Secretaria de Saúde, apresentou, em reunião com representantes de órgãos ligados ao ramo de alimentos, proposta de classificação dos bares e restaurantes a fim de melhorar as condições dos serviços e diminuir ainda mais os riscos sanitários.

"Após a inspeção, os estabelecimentos serão classificados com as letras A, B ou C, de acordo com o risco sanitário oferecido", explicou o diretor da Divisa, Manoel Neto, quem explicou que a ideia é implementar um selo de certificação no DF.

Muito além da certificação, a Vigilância Sanitária espera ajudar todos os estabelecimentos que atuam de forma irregular, treinando e orientando os funcionários com o objetivo de melhorar as condições tanto para eles quanto para o consumidor.

Segundo André Godoy, gerente de Alimentos da Divisa, a classificação dos serviços de alimentação segundo critérios sanitários existe em cidades, como Nova York e Londres, e países, como Nova Zelândia e Dinamarca.

"Todas essas experiências apontam uma grande aceitação por parte dos consumidores e uma melhoria significativa do perfil sanitário dos serviços de alimentação", explicou Godoy.

A reunião, realizada ontem, teve a participação de representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas empresas (Sebrae) e Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), que apresentarão a proposta aos empresários do setor.

Os primeiros selos de certificação sanitária deverão ser entregues até o fim do mês aos bares e restaurantes do DF.

Fonte: Agência Brasília - Imagem: Sindhobar/DF

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Planos de saúde terão que implantar Ouvidorias


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vinculada ao Ministério da Saúde, vai adotar novas medidas que beneficiam os usuários dos planos de saúde. A partir de agora, as operadoras têm obrigação de criar Ouvidorias vinculadas às suas estruturas organizacionais, com objetivo de reduzir conflitos entre as operadoras e os consumidores, ampliando a qualidade do atendimento oferecido pelas empresas. E as ouvidorias devem ser capazes de responder demandas no prazo máximo de sete dias úteis.

“Trata-se de mais uma medida para defender os consumidores, usuários de planos de saúde e garantir um atendimento de qualidade. A esta iniciativa, soma-se a análise coletiva dos processos que dará mais rapidez ao trabalho, além da notificação de investigação preliminar que, em 2012, conseguiu resolver 78% das queixas de usuários dos planos de saúde”, anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha nesta quarta-feira (3), durante audiência pública conjunta das comissões de Seguridade Social e Família; de Fiscalização Financeira e Controle e a de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

O prazo para criação das Ouvidorias é de 180 dias para as operadoras com número igual ou superior a 100 mil beneficiários e de 365 dias para as que tenham menos de 100 mil beneficiários. Já as operadoras de planos de saúde com menos de 20 mil beneficiários e as exclusivamente odontológicas - com até 100 mil beneficiários - não necessitam criar essas Ouvidorias, podendo apenas designar um representante institucional junto à ANS.

A determinação é da Agência Nacional de Saúde Suplementar, em norma que será publicada hpje (4), no Diário Oficial da União (DOU). A medida está disposta na Resolução Normativa nº 323.

Atendimento
As Ouvidorias deverão ter estrutura composta por titular e substituto designados especialmente para esse fim, além de ter canais de contato específicos, protocolos de atendimento e equipes capazes de responder demandas em no máximo sete dias úteis.

Entre as atribuições, está a apresentação de relatórios estatísticos e de recomendações ao representante legal da operadora e à Ouvidoria da ANS.

Segundo a Ouvidora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Stael Riani é necessário que as operadoras avaliem suas demandas nas relações com os clientes para dimensionar a estrutura de cada Ouvidoria, para instituir um canal eficiente de atendimento ao consumidor. A criação dessas estruturas é uma obrigação já exigida pelo Banco Central e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Para Stael Riani, esse estreitamento de contato entre os planos de saúde e o consumidor é mais uma forma de as operadoras tomarem conhecimento dos problemas de seus clientes e encontrarem soluções a um custo mais baixo e reduzir a mediação de conflitos.

Esta medida visa ainda o melhor funcionamento dessas estruturas e gerar subsídios para aprimorar os processos de trabalho nas operadoras, principalmente quanto ao relacionamento com o público e com a racionalização do fluxo de demandas encaminhadas à ANS. “Com esta iniciativa, o consumidor terá uma segunda instância de análise de sua reclamação, dentro da própria operadora. Cabendo à ANS, como órgão regulador, intervir nas questões mais complexas e não em queixas como atraso no envio de boleto bancário, por exemplo,”, acrescenta.

A ouvidora disse ainda que há avanços significativos nas empresas que já criaram suas Ouvidorias: “Esses órgãos contribuem de forma significativa na melhoria do atendimento ao usuário e no relacionamento das operadoras com os órgãos de defesa do consumidor”, reitera.

Parceria
A redação da Resolução Normativa nº 323 foi amplamente discutida entre os representantes do setor da saúde suplementar. Foram realizadas duas câmaras técnicas e uma consulta pública. No período de 18 de setembro a 18 de outubro do ano passado - a sociedade (representantes de operadoras, prestadores de serviços de saúde, órgãos de defesa do consumidor e entidades civis de proteção ao consumidor) colaborou com 447 contribuições para a elaboração da norma.

Medidas
O Ministério da Saúde, por meio da ANS, tem adotado uma série de medidas inéditas para tornar mais rígido o monitoramento das operadoras de planos de saúde com objetivo de melhorar o atendimento do cidadão aos serviços contratados. Ao longo de 2012, por exemplo, foi suspensa temporariamente a venda de 396 planos de 56 operadoras que não atenderam os seus clientes dentro dos prazos máximos previstos para marcação de exames, consultas e cirurgias. É um resultado da avaliação sobre o acesso e a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras que não se adequaram aos critérios estabelecidos na Resolução Normativa 259 da ANS.

A resolução determinou prazos máximos para consultas, exames e cirurgias. O monitoramento começou em dezembro de 2011. As operadoras que não cumprem os prazos estão sujeitas a multas de R$ 80 mil a R$ 100 mil. Em casos de reincidência, podem sofrer medidas administrativas, como suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com afastamento dos dirigentes.

Outra medida importante é que as operadoras de planos de saúde são obrigadas a justificar, por escrito, em até 48 horas, o motivo de ter negado autorização para algum procedimento médico, sempre que o usuário solicitar. Cada vez que deixar de informar a cláusula do contrato ou dispositivo legal que explique a negativa, o plano de saúde será penalizado em R$ 30 mil. A medida começa a ser aplicada em 7 de maio.

Fonte: Agência Saúde

quinta-feira, 7 de março de 2013

Queijo é apreendido em Vicente Pires


A Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) apreendeu mais de 4 toneladas de queijo, ontem (6). O produto possuía, ao menos, três irregularidades: parte era produzido sem inspeção sanitária – feita pela Seagri DF – parte estava embalada com Selo de Inspeção Estadual (SIE) de Goiás e, por isso, só poderia ser comercializada naquele estado e outra parte estava embalada e com o Selo de Inspeção Federal (SIF), mas estava com o prazo de validade vencido.

O queijo estava armazenado em um galpão e numa câmara fria construídos numa área residencial da Vila São José, no Vicente Pires. A carga ficará apreendia e o dono do produto responderá a uma sanção administrativa que poderá resultar na perda definitiva do queijo até pagamento de multa, que pode passar dos R$ 120 mil, caso seja reincidente. Até a definição da sanção administrativa, a carga ficará na câmara fria ou no caminhão frigorífico da Secretaria de Agricultura.

O produto foi encontrado enquanto a policia civil cumpria um mandado de prisão no local. Ao constatar que havia uma grande quantidade de queijo, os policiais contactaram a Secretaria de Agricultura para vistoriar o local.

Fonte e imagens: Seagri-DF