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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Produtor quer expandir e popularizar conceito do café gourmet

Em Brasília, o consumo do café gourmet cresce em paralelo a exigência por qualidade, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) o consumo fora do lar segue crescendo e representa 36% do consumo total, com um número cada vez maior de cafeterias, restaurantes, padarias e outros pontos, quase todos oferecendo cafés de alta qualidade. O Café Fontenelle é exemplo da procura por qualidade, desde o espresso até outras bebidas e sobremesas com o grão.

Ao fim de 2012, a Abic divulgou dados que mostraram que cada brasileiro consome em média o equivalente a 83 litros de café a cada 12 meses. Ainda de acordo com a associação, os brasileiros estão consumindo mais xícaras de café por dia e diversificando as formas da bebida, adicionando ao café consumido nos lares também os cafés expressos, cappuccinos e outras combinações com leite.

No Park Design, centro comercial famoso por suas lojas sofisticadas para casa e escritório, o Black Café optou pelo espresso Fontenelle. O café utiliza os grãos também no Afogatto, bebida gelada com sorvete de creme, espresso, chocolate e chantilly. A delícia sai por R$ 7,50.

A Dona Lenha, tradicional pizzaria há 17 anos na cidade, também aderiu aos grãos gourmet brasilienses. Lá, o espresso custa R$ 5,50, para ser tomado antes ou depois das famosas massas da casa.

Outro renomado espaço da cidade que adotou o Café Fontenelle foi o Rider’s Café, na concessionária da mundial Harley Davidson, na quadra 510 norte. Lá, o cappuccino sai por R$ 9,50, e o Shake de Café, com sorvete de creme, café espresso e leite, sai por R$ 17. 

Na Fazenda Santa Rosa, onde os grãos Fontenelle são produzidos, torrados e embalados, o controle de qualidade é rigoroso. Desde a preparação da terra até o processo final da torrefação e ensacamento, e em seguida as leituras ótica e eletrônica, tudo depende dos mais modernos equipamentos.

De acordo com o Embrapa Café, os trabalhos de pesquisa são fundamentais para a diversificação, melhoria da qualidade e aumento da produtividade das lavouras. A atenção meticulosa nos processos serve para garantir a melhoria da qualidade e agregação de valor ao produto, em sintonia com as demandas de mercado.

Serviço
Onde: Showroom Café Fontenelle
SIA sul quadra 4c lote 56 subsolo 05 – ed. SIA Center I
Torrefação Fontenelle Ltda
Fazenda Santa Rosa, BR 251, Km 55, Rodovia Unaí
CEP: 71570-050 - Brasília-DF
Horário de funcionamento
segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado de 8h às 12h
Mais informações: (61) 3234-5133

Imagem:Felipe Menezes

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Café Fontenelle é a única em Brasília a colher, torrar e distribuir seu próprio café

O processo começa na Fazenda Santa Rosa, na BR 251, e traz o primeiro café gourmet 100% Brasília, perfeito para os paladares mais exigentes. O Distrito Federal tem todas as características que influenciam determinantemente na qualidade e pureza do café, e o investimento em equipamentos de ponta aproveita essas características e finaliza o processo, completamente sustentável. O resultado é um café que chega às xícaras até 20 dias após a torra.

A qualidade de um café deve ser garantida desde a preparação da terra até o processo final da torrefação e ensacamento, e isso depende dos mais modernos equipamentos. Não à toa, os grãos do cerrado são reconhecidos como um dos melhores do mundo, e isso se deve à combinação especial entre o solo do cerrado e o processo empregado.

Com uma fazenda a mil metros de altitude e, o Café Fontenelle é o único a produzir café de qualidade 100% arábica em Brasília. E o grão é o único ingrediente desde  2008, quando as atividades começaram. De acordo com a proprietária da marca, Thamis Fontenelle, a proposta era de gerenciar todos os processos do início ao fim. “Desde a colheita, classificação, beneficiamento, torra, embalagem e distribuição, nenhuma operação da fábrica é terceirizada. Tudo acontece na fazenda”, acrescenta.  

Para os clientes mais meticulosos, que reconhecem as vantagens de comprar o grão, os benefícios são completamente preservados e garantidos. Antioxidante, anticancerígeno e estimulante natural, são apenas algumas das propriedades principais.  O café produzido é preparado e industrializado no mesmo local em que é plantado, o que favorece a produção de grãos especiais e frescos.

Thamis garante que os clientes da marca valorizam o processo de extração do café como ele é embalado pela Fontenelle, e a possibilidade de se visualizar os grãos antes do consumo. “Com as tecnologias que temos hoje nas máquinas de grão, podemos manter a praticidade nesses equipamentos e preservar os benefícios do café, respeitando a sustentabilidade e o baixo custo”, explica Fontenelle.

História 
O Café Fontenelle pertence a Brasília e foi fundado por Eurípedes Fontenelle em 2008, pai de Thamis. Falecido em março deste ano, era produtor há mais de 20 anos na área do café e já produzia outros grãos há mais de 30 anos. O sobrenome da família virou marca pela confiança que Eurípedes tinha na qualidade de seu produto.

Mesmo com tantos anos de trajetória, o Café Fontenelle ainda enfrenta concorrência de outras regiões do Brasil como São Paulo, Minas Gerais, e Espírito Santo, que vendem seus produtos na capital. A produção na fazenda é anual, e atualmente mais de 500 kg são torrados mensalmente. Aí é que aparece o grande diferencial do Café Fontenelle, de acordo com Thamis. “Nossa capacidade e objetivo é de quadruplicar esses números. Podemos oferecer aos clientes o café mais fresco, às vezes com apenas 20 dias de torra”, garante Fontenelle.

Hoje o café pode ser consumido nos melhores restaurantes, cafeterias e estabelecimentos de Brasília, e em alguns dos pontos é possível comprar a embalagem do produto e levar o sabor do Café Fontenelle para casa. Além disso, os grãos podem ser vistos e comprados no showroom da marca, no SIA. Thamis Fontenelle afirma que “temos todos os elementos necessários para garantir a produção de uma bebida com aroma, corpo e doçura, propriedades identificadas nos melhores grãos e valorizadas entre baristas e consumidores”. Em ritmo de expansão, Fontenelle garante que a empresa trabalha para tornar o café gourmet mais acessível.

Serviço
Café Fontenelle
Onde: Showroom – SIA sul quadra 4c lote 56 subsolo 05 – ed. SIA Center I
Torrefação - Fazenda Santa Rosa, BR 251, Km 55, Rodovia Unaí
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado de 8h às 12h

Imagem:Felipe Menezes

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Marca brasiliense ganha prêmio de melhor café

Pelo terceiro ano consecutivo, o Café do Chef, marca sediada no Distrito Federal há quase 17 anos, foi premiado no 10º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café – Safra 2013. Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o certame reconhece empresas que mais investiram em produtos de qualidade na safra 2013. 

A marca Café do Chef venceu na principal categoria, a Diamante, e também na categoria Especial, pela aquisição do melhor café do concurso, produzido no município de Barra do Choça (BA), no Sítio Boa Vista, pelo agricultor familiar Eufrásio Souza Lima. Dessa forma, o Café do Chef passa a contar com outros quatro rótulos gourmet, totalizando 11 cafés especiais e premiados pela ABIC.  

Os novos quatro rótulos gourmet Café do Chef são: Café da Bahia, também considerado o melhor grão do concurso, produzido no Sítio Boa Vista, em Barra do Choça (BA), pelo agricultor familiar Eufrásio Souza Lima; Café de São Paulo Mogiana, cultivado na Fazenda Laje, em São Sebastião da Grama (SP), por Asdrubal Marques Cardoso; Café do Paraná, da Fazenda Boranelli, em Curiúva (PR) - município localizado na Mesorregião do Norte Pioneiro Paranaense e na Microrregião de Ibaiti -, de Luiz Boranelli; e Café do Paraná, do Sítio Ponte Nova, situado em Santo Antônio da Platina (PR), de Lupércio Bufalari. 

Todos os rótulos premiados e certificados da marca Café do Chef possuem selo único numerado, que atesta a origem do produto. O Café da Bahia e o Café do Paraná, Curiúva, são da variedade Catuaí Vermelho, da espécie Arábica. Na degustação do primeiro (o café campeão do concurso da ABIC), é possível perceber notas adocicadas com mel e aromas de frutas de compotas. A bebida caracteriza-se pela doçura marcante e alta complexidade de sabores, com toque de xarope de maple, uvas maduras e mel, além de acidez média, equilibrada e finalização persistente e agradável. 

O segundo também possui acidez e doçura equilibradas com percepção média de corpo. É uma bebida mole (fácil de degustar e, inclusive, não requer uso de açúcar) com notas de mel e cereais. 

O Café de São Paulo Mogiana, da Fazenda Laje, é da variedade Mundo Novo, da espécie Arábica. Seus grãos resultam em uma bebida com notas olfativas intensas de chocolate dark, caramelo e capim-limão; equilibrada, com boa composição de sabores, com toque de frutas e uvas-passas, e acidez média. 

O Café do Paraná, de Santo Antônio da Platina, é da variedade Bourbon, da espécie Arábica. Trata-se de uma bebida mole com notas florais e frutadas no aroma e no sabor, acidez cítrica, corpo delicado (suave) e doçura equilibrada. 

Esses quatros novos rótulos premiados estão disponíveis na loja da grife, na 108 Norte, a R$ 22,00 (250g – torrado em grão). 

Ao todo, o Café do Chef trabalha com 11 rótulos premiados e certificados. Além desses quatro da safra 2013, há três de 2012 e quatro de 2011. São eles: 

- Café do Sul de Minas (Safra 2012), produzido na Fazenda Monte Verde, em Carmo de Minas (MG); 
- Café do Cerrado Mineiro (Safra 2012), da Fazenda Apucarana, em Patrocínio (MG); 
- Café de São Paulo Mogiana (Safra 2012), cultivado na Fazenda Recreio, em São Sebastião da Grama (SP); 
- Café de São Paulo (Safra 2011), da fazenda de José Romeu Aith Favaro, em Tejupá (SP); 
- Café do Sul de Minas Gerais (Safra 2011), da propriedade de José Wagner Ribeiro, também da região de Carmo de Minas (MG); 
- Café Norte Pioneiro do Paraná (Safra 2011), cultivado nas terras de Shige Kuwano Sera, em Congonhinhas (PR); 
- Café da Bahia (Safra 2011), do município de Piatã, na Chapada Diamantina (BA), produzido por Cristiano Miranda Santana.

Esses sete rótulos premiados também estão disponíveis na loja da grife, na 108 Norte), na versões 250g (torrado e moído), a R$ 22,00, e 500g (torrado em grão), a R$ 40,00. 

A indústria 
A marca Café do Chef existe há 17 anos. Sob o comando de Jackson Machado desde fevereiro de 2007, a indústria – localizada no Setor de Expansão Econômica de Sobradinho – assumiu novos rumos em relação à tecnologia e, consequentemente, à qualidade do produto. A empresa ganhou máquinas mais modernas e passou por uma reforma estrutural completa para atender as normas de Secretaria de Saúde do DF para processamento de alimentos.

Jackson buscou especialização: fez cursos de classificação de grãos, degustação, preparo de blends. Ele também participa constantemente de congressos na área e é integrante da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). “Optei por caminhar em direção à qualidade”, afirma Jackson Machado.

Café do Chef
CLN 108, Bloco A, Loja 20; (61) 3222-0021.
Domingo e feriado, das 9h às 20h. 
De segunda a sexta, das 8h às 23h. Sábado, das 9h às 23h.


Imagem:Rener Oliveira

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Brasília receberá a primeira edição do Deguste!

Em 19 de outubro, das 16h às 22h, o Calçadão da Asa Norte será ocupado por renomados chefs, expositores de produtos gourmet e artistas locais. Eles irão às ruas na primeira edição do Deguste! – um evento gastrocultural com a proposta de oferecer uma experiência gastronômica, de forma acessível, ao ar livre e valorizando os produtos e profissionais da região.

O formato – embora menor – lembra o de eventos semelhantes já realizados internacionalmente, como os consagrados Smorgasburg, em Nova York, e o Taste of London, na capital britânica. Dispostos em quiosques, cada chef apresentará um cardápio próprio, com comidinhas feitas especialmente para o festival, a preços que não irão ultrapassar os R$ 15,00. A ideia é que cada visitante tenha a oportunidade de experimentar mais de um prato, prestigiando todos os estandes e degustando vários sabores a noite inteira.

A primeira edição do Deguste! reunirá seis renomados chefs de Brasília: Simon Lau, Mara Alcamim (Universal Diner), Gil Guimarães (representando o grupo Bom Gastronomia - Oliver, Parrilla Madri e Bacco), Renata Carvalho (do gastropub Loca Como Tu Madre), Daniel Vieira (4Doze Bistrô) e Sebastian Parasole (como representante do Melhor Gourmet).

Todos eles aceitaram o desafio e, inclusive, criaram pratos abaixo de R$ 15,00. Nos cardápios, também há opções de R$ 10,00 e até de R$ 5,00. Entre as sugestões, sanduíches gourmet, releituras sofisticadas de preparos regionais, receitas populares em outros países e fáceis de serem degustadas ao ar livre.

O premiado chef dinamarquês Simon Lau, por exemplo, servirá o smorgasbord - um sanduíche aberto típico da Escandinávia, principalmente da Dinamarca, elaborado com pão preto de centeio e diferentes coberturas como salmão, carnes defumadas e picles. No Deguste!, ele fará um smorgasbord com salmão, endro (dill), alface e ouef royal, a R$ 15,00.

O smorgasbord é também uma homenagem de Simon Lau às suas origens. A valorização da receita atraiu os olhares do mundo para a cozinha tradicional daquela região assim como o ceviche fez com a gastronomia do Peru. O grande responsável por divulgar esse sanduíche aberto internacionalmente foi o chef dinamarquês Adam Aamann. Ele é reconhecido por modernizar a culinária clássica da Dinamarca, especialmente por meio desse preparo. Em 2011, abriu uma filial de sua casa dedicada à iguaria em Nova York - o Aamanns.

Completam a lista da barraca de Simon, o bisque de lagostim com cogumelos (R$ 10,00), a salada de manga com vagem, amêndoas e molho shoyu com manjericão, salpicada com pipoca de arroz selvagem (R$ 15,00) e doses de Aquavit (R$ 10,00).

Gil Guimarães, do Grupo Bom Gastronomia, por sua vez, fará uma homenagem ao ceviche – a tradicional comida de rua do Peru que popularizou a gastronomia do país mundo afora. O ceviche de peixe branco marinado no limão com cebola roxa, acompanhado de batata doce e pimenta, custará R$ 15,00.

"Já oferecemos o ceviche no Oliver e vamos passar a fazer o mesmo no Parrilla Madri. Além disso, no Peru, originalmente, o ceviche é uma comida de rua, vendida em barracas. Estamos precisando disso aqui: popularizar pratos mais frescos e hábitos alimentares saudáveis", defende Gil. No quiosque do Grupo Bom Gastronomia, também terá focaccia com alecrim, a R$ 5,00.

A chef Renata Carvalho, do Loca Como Tu Madre, servirá três receitas no Deguste! Dentre elas, uma pensada para os vegetarianos (incluindo os veganos), celíacos e intolerantes à lactose. Trata-se do Yakisoba de Pupunha, no qual o espaguete será elaborado com o palmito da palmeira, enriquecido com acelga, repolho roxo e cenoura salteados no óleo de gergelim com molho oriental, a 15,00.

Os dadinhos de rabada são outra criação da chef para o Deguste! - uma proposta de resgate da culinária regional de forma contemporânea. Eles serão apresentados em um espetinho, a R$ 10,00. Para o preparo da receita, a rabada passa por um processo de cozimento que leva três dias. Completa o menu, o arroz de pato com especiarias que ressaltam o sabor da ave, a R$ 15,00

O chef Daniel Vieira oferecerá três pratos, a R$ 10,00 cada. O primeiro tem tudo a ver com a proposta do seu 4Doze Bistrô: o ragu de rabada com purê de mandioquinha e pesto de agrião. A receita é uma releitura de preparo regional, valoriza ingredientes brasileiros e é elaborada com técnicas de alta cozinha.

As outras duas receitas - Chili Tradicional (elaborado com feijão vermelho, carne moída, pomodoro pelati e cinco tipos de pimentas) e Chili Vegan (com proteína de soja em vez de carne moída) - são tradicionais num outro evento ao ar livre, criado por Daniel: o Chili na Rua.

O projeto é itinerante e já teve seis edições, realizadas no Eixão, no Calçadão da Asa Norte, na 304 Norte e no Parque da Cidade. Além da venda de chili, Daniel também comanda o som e convida seus amigos DJs para tocarem. "É um projeto menor, mas bem divertido", conta. No Deguste!, os frequentadores poderão adequar pimenta de acordo com o paladar, dosando a quantidade de molho, que é servido à parte.

Mara Alcamim, do Universal Diner, trabalhará com quatro pratos, a R$ 15 e a R$ 10,00. Na faixa dos R$ 15,00, estão o picadinho de filé-mignon au poivre vert com purê de batata americano e o arroz de bacalhau com costelinha suína defumada, limão siciliano e três batatas. No primeiro, a chef faz releitura de uma das receitas mais vendidas no seu Universal Diner (o medalhão de filé-mignon acompanhado de arroz à piemontese). O segundo foi inspirado na elaboração natalina mais disputada da Quitinete, quando de sua propriedade.

Completam a lista, dois sanduíches no pão ciabatta, a R$ 10,00 cada: um recheado com cordeiro assado, mostarda Dijon, frutas vermelhas e rúcula, e outro vegetariano, com brie, Dijon, frutas vermelhas e rúcula.

O chef Sebastian Parasole, por sua vez, participará com uma única sugestão: pescoço de porco em duas cocções com molho barbacoa mais salada de coentro com raspas de limão, crocante de alho, curry e sal grosso no pão francês, a R$ 15,00.

A carne de pescoço suíno é facilmente encontrada no comércio em forma de copa, ou seja, curada e defumada, mas in natura fica muito saborosa. Essa parte é a continuação do lombo, embora mais suculenta. É o ingrediente perfeito para petiscos e lanches e combina bem com os acompanhamentos do nosso churrasco. Daí a inspiração de Sebastian para a salada de coentro com raspas de limão, crocante de alho, curry e sal grosso.

Expositores
Além dos chefs, o Deguste! contará com a participação de 12 expositores gourmet, cuidadosamente selecionados pela organização do evento para apresentar aos brasilienses tudo o que a cidade tem de melhor quando o assunto é gastronomia.

Entre eles, o mixologista Victor Quaranta, que promete surpreender o público com drinques de diferentes sabores e texturas. Ele criou um exclusivo para o festival! O Drink Deguste!, que leva melancia, maçã verde, suco de limões taiti e siciliano, pimenta-rosa, manjericão e rum Big Apple. Para decorar, canela em pó, manjericão, maçã verde e pimenta-rosa, a R$ 12,00.

Outro expositor é O Realejo, uma marca de produtos artesanais lançada em janeiro deste ano, que tem como carro-chefe patês franceses elaborados pelo chef Eduardo Sedelmaier. Os patês Royalle e Campestre, por exemplo, serão ingredientes de ensaduíches com pão francês e chornicons (picles).

Também estarão presentes as Quiches da Guida, incluindo opções veganas, sem glúten e sem lactose; o Germinar Alimentos, que tem proposta de alimentação viva e saudável e vende produtos veganos, vivos e orgânicos; o Clickvinho, criado em abril deste ano para acabar com o mito "o vinho para ser bom, tem que ser caro"; e Oh my beer!, com rótulos de cerveja do mundo inteiro, para agradar aos mais diferentes paladares.

Completam a lista, comidinhas com sabor caseiro Da Cuia (cheesecake com geleia artesanal de morangos e tortinha integral de maçã ou banana); pães artesanais com recheios inspirados nas tradicionais padarias francesas da La Boutique Padaria Francesa; massa e molhos da Pestare; brownies tradicionais ou duplos e recheados com doce de leite Havana, da Brownie Bites; espressos, cappuccinos e chás com preços promocionais, da Lavazza; e brigadeiros gourmet, cupcakes e macorrons da Kaza Chique.

O Deguste!
O festival gastrocultural é um projeto do chef Daniel Vieira, do 4Doze Bistrô, das produtoras Luciana Fabrino e Priscilla Araújo, dos publicitários Cynthia Machado e Thiago Muzzi e da agência FLAP. Nesta primeira edição, o evento conta com o apoio da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel DF).

A ideia é fortalecer a realização de eventos ao ar livre, que reúnam alta gastronomia, música e outras formas de manifestações artísticas. Para esta edição, estão previstos shows de jazz; soul, funk e blues ao som de vinil com o coletivo Bolachas Borachas, dos DJs Thiago Freitas, Felipe Romero e Gabriel Hargreaves; e grafite ao vivo com o artista Ônio (Adriano Cinelli).

Serviço
Deguste!
Dia 19 de outubro
Hora: das 16h às 22h
Local: Calçadão da Asa Norte
Entrada franca. Classificação indicativa: livre.