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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Marca brasiliense ganha prêmio de melhor café

Pelo terceiro ano consecutivo, o Café do Chef, marca sediada no Distrito Federal há quase 17 anos, foi premiado no 10º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café – Safra 2013. Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o certame reconhece empresas que mais investiram em produtos de qualidade na safra 2013. 

A marca Café do Chef venceu na principal categoria, a Diamante, e também na categoria Especial, pela aquisição do melhor café do concurso, produzido no município de Barra do Choça (BA), no Sítio Boa Vista, pelo agricultor familiar Eufrásio Souza Lima. Dessa forma, o Café do Chef passa a contar com outros quatro rótulos gourmet, totalizando 11 cafés especiais e premiados pela ABIC.  

Os novos quatro rótulos gourmet Café do Chef são: Café da Bahia, também considerado o melhor grão do concurso, produzido no Sítio Boa Vista, em Barra do Choça (BA), pelo agricultor familiar Eufrásio Souza Lima; Café de São Paulo Mogiana, cultivado na Fazenda Laje, em São Sebastião da Grama (SP), por Asdrubal Marques Cardoso; Café do Paraná, da Fazenda Boranelli, em Curiúva (PR) - município localizado na Mesorregião do Norte Pioneiro Paranaense e na Microrregião de Ibaiti -, de Luiz Boranelli; e Café do Paraná, do Sítio Ponte Nova, situado em Santo Antônio da Platina (PR), de Lupércio Bufalari. 

Todos os rótulos premiados e certificados da marca Café do Chef possuem selo único numerado, que atesta a origem do produto. O Café da Bahia e o Café do Paraná, Curiúva, são da variedade Catuaí Vermelho, da espécie Arábica. Na degustação do primeiro (o café campeão do concurso da ABIC), é possível perceber notas adocicadas com mel e aromas de frutas de compotas. A bebida caracteriza-se pela doçura marcante e alta complexidade de sabores, com toque de xarope de maple, uvas maduras e mel, além de acidez média, equilibrada e finalização persistente e agradável. 

O segundo também possui acidez e doçura equilibradas com percepção média de corpo. É uma bebida mole (fácil de degustar e, inclusive, não requer uso de açúcar) com notas de mel e cereais. 

O Café de São Paulo Mogiana, da Fazenda Laje, é da variedade Mundo Novo, da espécie Arábica. Seus grãos resultam em uma bebida com notas olfativas intensas de chocolate dark, caramelo e capim-limão; equilibrada, com boa composição de sabores, com toque de frutas e uvas-passas, e acidez média. 

O Café do Paraná, de Santo Antônio da Platina, é da variedade Bourbon, da espécie Arábica. Trata-se de uma bebida mole com notas florais e frutadas no aroma e no sabor, acidez cítrica, corpo delicado (suave) e doçura equilibrada. 

Esses quatros novos rótulos premiados estão disponíveis na loja da grife, na 108 Norte, a R$ 22,00 (250g – torrado em grão). 

Ao todo, o Café do Chef trabalha com 11 rótulos premiados e certificados. Além desses quatro da safra 2013, há três de 2012 e quatro de 2011. São eles: 

- Café do Sul de Minas (Safra 2012), produzido na Fazenda Monte Verde, em Carmo de Minas (MG); 
- Café do Cerrado Mineiro (Safra 2012), da Fazenda Apucarana, em Patrocínio (MG); 
- Café de São Paulo Mogiana (Safra 2012), cultivado na Fazenda Recreio, em São Sebastião da Grama (SP); 
- Café de São Paulo (Safra 2011), da fazenda de José Romeu Aith Favaro, em Tejupá (SP); 
- Café do Sul de Minas Gerais (Safra 2011), da propriedade de José Wagner Ribeiro, também da região de Carmo de Minas (MG); 
- Café Norte Pioneiro do Paraná (Safra 2011), cultivado nas terras de Shige Kuwano Sera, em Congonhinhas (PR); 
- Café da Bahia (Safra 2011), do município de Piatã, na Chapada Diamantina (BA), produzido por Cristiano Miranda Santana.

Esses sete rótulos premiados também estão disponíveis na loja da grife, na 108 Norte), na versões 250g (torrado e moído), a R$ 22,00, e 500g (torrado em grão), a R$ 40,00. 

A indústria 
A marca Café do Chef existe há 17 anos. Sob o comando de Jackson Machado desde fevereiro de 2007, a indústria – localizada no Setor de Expansão Econômica de Sobradinho – assumiu novos rumos em relação à tecnologia e, consequentemente, à qualidade do produto. A empresa ganhou máquinas mais modernas e passou por uma reforma estrutural completa para atender as normas de Secretaria de Saúde do DF para processamento de alimentos.

Jackson buscou especialização: fez cursos de classificação de grãos, degustação, preparo de blends. Ele também participa constantemente de congressos na área e é integrante da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). “Optei por caminhar em direção à qualidade”, afirma Jackson Machado.

Café do Chef
CLN 108, Bloco A, Loja 20; (61) 3222-0021.
Domingo e feriado, das 9h às 20h. 
De segunda a sexta, das 8h às 23h. Sábado, das 9h às 23h.


Imagem:Rener Oliveira

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Laudo reafirma origem do óleo que atingiu Lago Paranoá

Um novo laudo apresentado hoje (28) pela Universidade de Brasília (UnB) reafirma que o produto responsável pela mancha que atingiu o Lago Paranoá no último dia 17 foi óleo diesel da caldeira do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).

Análise de três amostras extinguiu a hipótese de contaminação por piche de asfalto das obras de recapeamento da cidade. "De fato, o perfil é identifico entre as duas amostras (óleo retirado do lago e da caldeira) e bastante diferente do piche asfáltico", revelou o documento.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Brandão, a nova análise confirma o resultado da inspeção feita na semana do acidente. "Um robô já tinha caminhado pelas galerias e mostrado que a mancha começa no posto de inspeção do óleo que sai (da caldeira) do HRAN", explicou.

Limpeza
Brandão afirmou hoje que a descontaminação do Lago Paranoá, iniciada imediatamente após o vazamento e reforçada no dia 21 com a atuação de uma empresa ligada à Petrobrás, pode ser concluída até sexta-feira. O prazo inicial de 20 dias termina só no próximo dia 10.

"Após entendimento entre o GDF e a Petrobrás, a companhia aceitou absorver os custos (da despoluição)", acrescentou o secretário. O serviço realizado pela empresa Suatrans Cotec estava orçado em R$ 2,5 milhões.

Enquanto técnicos ainda removem óleo das margens, fundo e superfície do lago, há pequenas restrições aos banhistas, que devem evitar a área isolada próxima ao Iate Clube, e às embarcações, que devem passar pelo local com velocidade reduzida para evitar o transbordo do óleo.

Prevenção
Após o incidente do dia 17, a Secretaria de Saúde afirmou que o processo licitatório para a troca das caldeiras do hospital já havia sido iniciado e agora foi acelerado para evitar novos acidentes.
 
"A caldeira será substituída, mas isso levará alguns meses, então a Novacap está instalando uma nova caixa separadora de óleo (no HRAN). Mesmo que vaze novamente, não atingirá o Lago", esclareceu o secretário de Meio Ambiente, à frente das ações do comitê criado após o incidente.

A multa de aproximadamente R$ 280 mil pelo dano ambiental foi aplicada à Secretaria de Saúde, que deverá repassá-la à empresa terceirizada responsável pela operação e manutenção da caldeira do HRAN.

Fonte:Agência Brasília/imagem:PedroVentura