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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Sindicatos anunciam greve

O governo de Brasília se reuniu com representantes de sindicatos do Distrito Federal, para atualizar as categorias sobre a situação orçamentária do DF, pedir contribuição com sugestões e a compreensão de todos. A conversa terminou na noite desta segunda-feira (21), sem muitos avanços.

Os representantes dos sindicatos, não aceitam perder direitos, já que o GDF teria planos de mudanças em relação a aumentos e nas regras da licença-prêmio. Sem acordo as categorias anunciam paralisação geral, para quinta-feira (24).

Diante da dificuldade de negociação com os servidores, o governo agendou nova reunião para a próxima segunda-feira (28).

Imagem:Toninho Tavares/Agência Brasília

terça-feira, 9 de junho de 2015

Marcada audiência de conciliação entre rodoviários e empresas

O desembargador André Damasceno, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10), agendou para a manhã desta quarta-feira (10) — em horário a ser definido — uma audiência de conciliação e instrução entre rodoviários e empresas que atuam no sistema de transporte público de Brasília.

Um dissídio coletivo de greve foi ajuizado nesta terça-feira (9) pelas cinco empresas que operam no Distrito Federal, em razão da greve dos rodoviários, iniciada nessa segunda-feira (8) e que deixou 100% da frota fora de circulação. A paralisação total contraria liminar expedida pelo TRT10 que determina a manutenção de 70% dos ônibus durante os horários de pico e de 50% no restante do dia.

Resolução de conflitos
O dissídio coletivo de greve é um tipo de ação utilizada para a resolução de conflitos entre partes que mantêm relações trabalhistas, como empregados e patrões. O ajuizamento de um dissídio só é possível quando as possibilidades de negociação direta entre as partes estão totalmente esgotadas.

No primeiro passo do processo, a audiência, rodoviários e empresários serão incentivados a celebrar um acordo. O tribunal tem a prerrogativa, inclusive, de formular propostas para tentar atingir um consenso.

Caso o impasse seja mantido, uma turma de desembargadores julgará a questão e poderá impor uma solução às partes, além de se manifestar sobre a legalidade do movimento grevista.

Nos últimos anos, segundo a Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, a maior parte dos dissídios tem sido resolvida pela via da conciliação.

Fonte:Agência Brasília

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Greve dos rodoviários prejudica passageiros

Motoristas e cobradores do transporte público do Distrito Federal decidiram cruzar os braços, nesta segunda-feira (8/6), em protesto por reajuste salarial e outros benefícios. A greve começou à meia-noite e foi decidida em assembleia, realizada no domingo.

Os trabalhadores pedem 20% de reajuste salarial e 30% no tíquete refeição e plano de saúde familiar, mas sa empresas oferecem 8,34% de reajuste nos salários com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

A paralisação prejudica mais de 1 milhão de passageiros de todas as regiões do DF. A opção de não cumprir a liminar do Tribunal Regional do Trabalho que determina que 70% dos ônibus circulem em horário de pico e 50% no entrepico (5h às 9h30, das 11h às 13h e das 15h às 19h30), é contrária à indicação do sindicato da categoria. A multa diária por descumprimento da decisão é de R$ 100 mil. 

Quem está ganhando com a paralisação é o transporte pirata, que chega a cobrar até R$ 10 por uma viajem ao Plano Piloto, dependendo da região administrativa que sai.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Agentes Federais paralisam atividades por 72 horas


Nesta semana, nos dias 11, 12 e 13, ocorre mais uma etapa da greve nacional dos agentes, escrivães e papiloscopistas federais. O ponto alto do evento acontece na quarta-feira (12), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, onde haverá uma passeata com centenas de policiais vindos de todas as partes do país, com enormes elefantes brancos infláveis, que simbolizam a burocracia e a politicagem na Segurança Pública.

A Federação Nacional dos Policiais Federais representa sindicalmente mais de 20 mil policiais federais, e protesta por uma Segurança Pública eficiente, “padrão FIFA”. A entidade denuncia que servidores burocratas, sem experiência operacional em campo, estão sendo indicados por critérios políticos para planejarem e coordenarem a segurança da Copa 2014.

Os agentes federais estão preocupados, pois a cúpula do Governo aparenta estar mal assessorada, sem noção da realidade. Na tomada de decisões, policiais especializados e experientes em campo não são ouvidos. E devido às falhas gerenciais, o que se observa é uma tendência emergencial à militarização, com tanques e fuzis apontados para os brasileiros.

Por conta do amadorismo e pressão do ano eleitoral, a entidade reclama que o verdadeiro trabalho de prevenção não tem sido feito. Os policiais federais criticam o sensacionalismo usado para divulgar estatísticas improdutivas, e para anunciar medidas paliativas, que só surtirão efeito se forem utilizadas para combater tragédias, que podem ser evitadas.

Para os investigadores experientes, acostumados a produzir anonimamente as grandes operações da PF, as maiores fragilidades da Segurança Pública no Brasil estão nas fronteiras e nos aeroportos. E nestas duas frentes o que se observa são falhas graves de gestão, enquanto são gastos milhões em soluções maquiadas “para inglês ver”.

Segundo Jones Borges Leal, presidente da Fenapef, “em todos os aeroportos e unidades de fronteiras brasileiras, sem exceção, não existe uma quantidade suficiente de agentes federais para cuidar do policiamento aeroportuário, de fronteiras e combate ao crime organizado. Em alguns aeroportos não tem nenhum. E infelizmente mais de 250 policiais federais abandonam a profissão todos os anos, pois a carreira tem sido duramente sucateada pelo governo”.

Segundo a federação, a gestão da Polícia Federal é monopolizada por servidores burocratas, e devido à diminuição no número de agentes federais, funções policiais estratégicas são ilegalmente terceirizadas para pessoas sem vínculo estatal, sem formação acadêmica, sem treinamento ou experiência, escolhidas por licitações baseadas no critério menor preço.

Leal adverte, “a porta de entrada de um país é o desembarque dos aeroportos internacionais e as fronteiras. Nestes locais, a análise e a investigação, assim como as técnicas de entrevista, fiscalização e trabalho em equipe com os policiais especializados no combate ao crime organizado são coisas que não podem ser terceirizadas de maneira irresponsável”.

O Governo Federal anunciou que caças estarão em alerta para abater as ameaças durante a Copa. Mas a federação protesta contra o descaso com o policiamento aeroportuário, e abandono de agentes federais treinados e experientes. Afinal, é mais inteligente evitar o embarque de um terrorista, e não ter que abater um voo comercial com 300 passageiros em áreas urbanas.
Enquanto compras milionárias de equipamentos luxuosos são anunciadas como soluções, a Polícia Federal continua em crise, e as fronteiras do país continuam abertas para o tráfico de drogas e armas. Devido à politicagem na Segurança Pública, a sociedade brasileira sofre com o aumento da violência e da criminalidade, que aterrorizam toda a população.

Nos gastos com a Segurança dos Grandes Eventos, o foco deveria ser o investimento permanente nas estruturas das polícias. Porém, devido à péssima gestão, grande parcela será gasta em segurança privada, sem licitação, ou diárias e passagens para os milhares de policiais que vão ser deslocados de suas cidades de origem, onde as populações ficarão mais vulneráveis à criminalidade.

Com a continuidade da greve, novas pesquisas vão detalhar os resultados dos investimentos federais em segurança pública. Enquanto isso, os agentes federais idealizam propostas de emenda à Constituição que buscam a desmilitarização e o profissionalismo na Segurança Pública, através das PEC´s 51, 73 e 361. E a luta para a extinção dos elefantes brancos continua.

Greve da PF
11 de março
Local: Ed. Sede da Polícia Federal - SAS Quadra 6, lotes 09/10
Horário: 14h

12 de março
Local: Ministério da Justiça - Esplanada dos Ministérios
Horário: 14h

13 de março
Local: Ed. Sede da Polícia Federal - SAS Quadra 6, lotes 09/10
Horário: 09h

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Assembleia e Carreata de Bombeiros e Policiais Militares do DF

Hoje (18), às 20h, Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal irão realizar mais uma Assembleia Geral da Categoria, na Praça do relógio, em Taguatinga, que será finalizada com uma carreata até a residência oficial do governador Agnelo Queiroz, em Águas Claras. Como prometido no último encontro, caso não haja negociação com o GDF, o grupo irá partir para ações mais enérgicas.

Desde julho deste ano, o Fórum de Associações Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares do DF (PM e BM/DF) enviou um ofício com os seguintes pedidos: o aumento do auxílio moradia, auxílio inatividade e o encaminhamento imediato da reestruturação das carreiras,a equivalência de cursos na PMDF semelhante à aplicada no CBMDF, além da cobrança das treze promessas de campanha que Agnelo Queiroz fez para a categoria. Porém, até o momento o governo não cumpriu as reivindicações da categoria.

Carreata
Em assembleia realizada no dia 13 de setembro de 2013, cerca de aproximadamente mil policiais e bombeiros militares seguiram o mesmo trajeto, em carros e motos, fechando um trecho da EPTG. Moradores dos prédios de Águas Claras, que beiram a estrada, acendiam e apagavam as luzes em solidariedade à carreata, além dos aplausos de pedestres e “buzinaço” de outros motoristas.

Durante todo o mês, policiais e bombeiros militares, além de executarem a Operação Legalidade, estenderam faixas de protesto em suas próprias residências e restringiram as entrevistas sobre ocorrências durante o trabalho, evitando a divulgação das ações da PM. Também foram realizadas as assembléias setorizadas que formaram as pautas a serem decididas hoje.

No último encontro, o diretor-presidente da Associação Recreativa e de Assistência aos Policiais Militares do Distrito Federal (Cifais), Major Cruz, pediu que todos fizessem uma reflexão sobre a situação dos militares e cobrou a união entre os postos e graduações, sejam bombeiros ou policiais militares.

“Nós não temos o costume de fazer movimento, sempre esperamos que o governo re conheça o nosso valor e dê tudo sem muita luta. Mas, agora, se não fizermos algo, vamos ficar com a sobra, e se sobrar”, argumentou o Major Cruz.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Policiais e bombeiros realizarão assembleia em Taguatinga

Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal promoverão Assembleia Geral, na sexta-feira (13/9), às 20h, na Praça do Relógio, em Taguatinga. O objetivo é decidir os próximos passos a serem tomados para exigir o cumprimento das promessas feitas pelo governador Agnelo Queiroz para a categoria, durante as eleições.

No dia 11 de julho deste ano, Agnelo recebeu do Fórum de Associações Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares do DF (PM e BM/DF) um ofício contendo, entre outras, as seguintes pautas: o aumento do auxílio moradia, auxílio inatividade e o encaminhamento imediato da reestruturação das carreiras da categoria. O governador prometeu analisar as reivindicações, mas, até o momento, não houve retorno.

Em agosto, o GDF enviou para a Câmara Legislativa proposta de reestruturação de 23 categorias de servidores públicos do DF, mas não cumpriu a promessa de encaminhar os pedidos dos PM e BM/DF para o Governo Federal. “Essa atitude demonstra mais uma vez que o governador não tem compromisso com os servidores da segurança pública”, afirmou o diretor presidente da CIFAIS, Major José Ribamar de Sousa Cruz.

Repúdio
Em nota, os Policiais e Bombeiros Militares reprovam o posicionamento do governador Agnelo Queiroz. Afirmam que estão presentes em todos os eventos promovidos pela sociedade e governo distrital. De acordo com a nota, centenas de trabalhadores arriscam suas vidas diariamente para manter o bem-estar da população. E, mesmo sendo peças fundamentais para a segurança das cidades, estes profissionais sentem-se desrespeitados pelo GDF.

Fonte: Assessora CIFAIS

sábado, 28 de janeiro de 2012

Greve dos vigilantes continua

A greve dos vigilantes que teve inicio nesta quinta-feira (26), continua sem data prevista para terminar. O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT), no Distrito Federal, rejeitou no fim da tarde deste sábado (28), o pedido de detalhamento do cumprimento da decisão que obriga o Sindicato dos Vigilantes do DF a manter pelo menos 60% dos empregados nos postos de vigilância durante a paralisação.

A greve da categoria atingiu diretamente a rotina da vida do brasiliense. Hospitais, bancos, áreas de lazer, órgãos públicos, entre outros estão com o funcionamento prejudicado desde quinta-feira. Os bancos quase 90% e o Jardim Zoológico, por exemplo não funcionaram, já o Parque Nacional Aguá Mineral e hospitais só funcionaram porque conseguiram reforço da polícia ambiental e de servidores do administrativo respectivamente.

A categoria reivindica aumento de 15% no salário e tíquete-refeição diário de R$ 25. Hoje, o salário base é de R$ 1.299 e o tíquete, de R$ 13,50. Os trabalhadores pedem também o cumprimento de um acordo que dizem terem fechado com os empregadores no ano passado. Uma nova reunião entre sindicato patronal e sindicato dos empregados está marcada para a tarde de segunda-feira (30).