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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Atestado Médico Digital vai acabar com falsificações

O projeto de Lei nº452/2015, que obriga a emissão de atestados médicos digitais em toda a rede hospital pública e privada, foi aprovado na última sessão plenária antes do recesso parlamentar da Câmara Legislativa. O texto seguirá nos próximos dias para sanção do governador do DF, Rodrigo Rollemberg.

A iniciativa, de autoria da deputada Sandra Faraj (Solidariedade), vai ajudar a combater a falsificação de atestados, que, segundo denúncias do Sindivarejista e de outras entidades, são comercializados no centro da cidade por até R$10. “A situação hoje é tão crítica, que é comum a oferta dos atestados em sites e faixas espalhadas pela cidade”, afirma a parlamentar.

Para a deputada, a lei vai ajudar principalmente os trabalhadores, que não serão mais contestados da autenticidade dos laudos médicos. “Com a emissão de atestados digitalizados estão todos protegidos. Os trabalhadores que não serão mais contestados em relação à validade; o comércio, que ganha mais um aliado contra falsificações; e, até mesmo, os médicos, que muitas vezes são vítimas desses falsários”, conclui.

Após aprovada, a lei prevê que os hospitais e clinicas médicas se adaptem a nova exigência num prazo de 12 meses. A regulamentação da lei deverá ser feita pelo Executivo.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Excesso de peso atinge 51,3% da população do Centro-Oeste

O índice de obesidade está estável no país, mas o número de brasileiros acima do peso é cada vez maior. Pesquisa do Ministério da Saúde, Vigitel 2014, alerta que o excesso de peso já atinge 52,5% da população adulta do país. Essa taxa, nove anos atrás, era de 43% - o que representa um crescimento de 23% no período. Na região Centro-Oeste, o índice de pessoas com sobrepeso está abaixo da média nacional, 51,3%. Os quilos a mais na balança são fatores de risco para doenças crônicas, como as do coração, hipertensão e diabetes, que respondem por 72% dos óbitos no Brasil.

Também preocupa a proporção de pessoas com mais de 18 anos com obesidade, 17,9%, embora este percentual não tenha sofrido alteração nos últimos anos. Considerando somente a população da região Centro-Oeste, a proporção é de 17,1%.

“O mais importante para o Brasil neste momento é deter o crescimento da obesidade. E nós conseguimos segurar esse aumento. Isso já é um grande ganho para a sociedade brasileira. Em relação ao sobrepeso, não temos o mesmo impacto da obesidade, de estabilização, mas também não temos nenhuma tendência de crescimento disparando”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “No Brasil não há tendência de disparos como nos outros países em que o crescimento da obesidade é avassalador. Em comparação com nossos vizinhos conseguimos deter o crescimento, quando é essa a tendência”, reforça. O índice de obesidade do Brasil está abaixo, por exemplo, da Argentina (20,5%), Paraguai (22,8%) e Chile (25,1%).

Entre os homens e as mulheres brasileiros, são eles que registram os maiores percentuais. O índice de excesso de peso na população masculina chega a 56,5% contra 49,1% entre elas, embora não exista uma diferença significativa entre os dois sexos quando o assunto é obesidade. Em relação à idade, os jovens (18 a 24 anos) são os que registram as melhores taxas, com 38% pesando acima do ideal, enquanto as pessoas de 45 a 64 anos ultrapassam 61%.

A pesquisa demonstra ainda que as pessoas com menor escolaridade, 0 a 8 anos de estudo, registram a maior índice, 58,9%, enquanto 45% do grupo que estudou 12 anos ou mais está acima do peso. O impacto da escolaridade é ainda maior entre as mulheres, em que o índice entre os mais escolarizados é ainda menor, 36,1%. As mesmas diferenças se repetem com os dados de obesidade. O índice é maior entre os que estudaram por até 8 anos (22,7%) e menor entre os que estudaram 12 anos ou mais (12,3%).

O Vigitel 2014 entrevistou, por inquérito telefônico, entre fevereiro e dezembro de 2014, 40.853 pessoas com mais de 18 anos que vivem nas capitais de todos os estados do país e do Distrito Federal. Realizada desde 2006 pelo Ministério da Saúde, a pesquisa, ao medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira, serve para subsidiar as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças.

“O Brasil tem feito algo inédito no mundo, que é manter esse sistema de monitoramento durante tantos anos. Nós sabemos que a obesidade e o excesso de peso são problemas generalizados no mundo e por essa razão o Vigitel é importante para subsidiar as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças”, destacou a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

Além do avanço do excesso de peso e da obesidade, outros indicadores levantados pelo Vigitel também apontam para o maior risco de doenças crônicas entre os brasileiros. Do total de entrevistados em todo o país, 20% disseram ter diagnóstico médico de colesterol alto. Nesse caso, são as mulheres que registram percentual acima da média nacional, de 22,2%, contra 17,6% entre os homens. Em ambos os sexos, a doença se torna mais comum com o avanço da idade e entre as pessoas de menor escolaridade. Entre os que têm mais de 55 anos o índice ultrapassa 35%. O percentual de colesterol alto no Centro-Oeste do país é 18,9%.

Mais exercícios
Apesar do avanço de fatores de risco como excesso de peso e colesterol alto, a população brasileira está mais atenta a hábitos saudáveis, com crescimento do número de pessoas que se exercitam regularmente e daquelas que mantém uma alimentação adequada, com maior presença de frutas e hortaliças e menos gordura.

Fonte:Agência Saúde

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Número de casos de dengue reduziu mais de 43%

Entre janeiro a abril, deste ano, o Distrito Federal apresentou uma redução de 43,63% nos casos confirmados de dengue em residentes da capital, em comparação ao mesmo período do ano passado. Isso corresponde a quase 1,5 mil casos a menos. Os dados constam no informe epidemiológico de Dengue de nº 14, produzido semanalmente pela Secretaria de Saúde.

"Alguns fatores contribuem para esse resultado. Um deles foi que nós fizemos a reorganização dos grupos de trabalho e planejamento com relação à investigação dos focos do mosquito. Começamos logo a inspeção nas cidades, com o apoio das administrações regionais e incluímos nesse trabalho o Corpo de Bombeiros e o Exército", destacou o subsecretário de Vigilância à Saúde, José Carlos Valença, lembrando também da importância da colaboração da população.

As regiões de Planaltina, Sobradinho II e Gama são as que registraram o maior número de casos, somando 715, o que corresponde a 36,9%. Mesmo assim, ao comparar os dados do mesmo período do ano passado, é possível verificar redução nos casos. Em 2014, as três cidades registraram juntas, 1197 ocorrências da doença. Uma redução de 40,3%.

De todos os casos confirmados, a Secretaria de Saúde registrou quatros casos de morte por dengue, sendo três deles de moradores do DF. As vítimas moravam em São Sebastião, Paranoá e Cidade Estrutural. A quarta pessoa infectada morava no Novo Gama (GO).

Período crítico
Segundo Valença, estamos prestes a entrar em um período crítico para a doença, quando se encerram as chuvas e aumento de temperatura. "Por isso, vamos incrementar as ações de promoção e mobilização da população", diz o subsecretário.

Fonte:Ascom-SES/DF

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Dia Mundial da Luta contra o Câncer

O câncer é a doença mais temida do século 21 e sua característica mais comum é o crescimento das células de um respectivo local de forma descontrolada, invadindo e destruindo tecidos próximos. A genética também é uma das causadoras de câncer, porém existem hábitos que aumentam o risco de se desenvolver a doença.

No Dia Mundial da Luta contra o Câncer, o Núcleo de Prevenção ao Câncer da Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) lembra os riscos que hábitos como o tabagismo causam ao organismo. O chefe do Núcleo de Prevenção ao tabagismo, Celso Antônio Rodrigues da Silva, fala sobre os tipos de câncer mais comumente associados ao fumo. "O câncer de pulmão, de laringe, de boca e de mama são os mais comuns. Assim como, os outros órgãos do nosso organismo também estão suscetíveis ao câncer por conta do tabaco", explica Celso.

O fumante passivo também corre o risco de desenvolver doenças relacionadas ao tabaco. "O fumante passivo, como o nome já fala, se expõe à fumaça do cigarro e está sujeito a todas as doenças que o fumante ativo pode adquirir. No Brasil, morrem 7 pessoas por dia devido ao tabagismo passivo", comenta o chefe do Núcleo.

Para conscientizar a população quanto ao cigarro, o Núcleo de Prevenção realiza trabalho educativo nas unidades de Saúde, nas escolas e nas empresas. O objetivo é criar um ambiente 100% livre da fumaça de cigarro e oferecer tratamento para aqueles que desejam parar de fumar, enfatizando a prevenção. Os números são bastante favoráveis. "A significativa redução na prevalência dos fumantes no DF é um bom indicativo da efetividade das ações do Núcleo. Segundo dados da VIGITEL de 2012, em 2006 havia uma prevalência de 16% de fumantes, e em 2012 esse percentual caiu para 10%. Em 1996, a prevalência era de 39,6%", comemora Celso.

Além desse número, a diminuição de mortes causadas por doenças relacionadas ao tabagismo diminuiu de 200 mil para 130 mil em 2013. Porém, segundo Celso, ainda há um longo caminho a percorrer. "O Governo brasileiro arrecadou R$ 6 bilhões e R$ 300 milhões de reais no ano passado com impostos arrecadados do comércio derivado de tabaco (fonte do Ministério da Saúde), mas gasta cerca de R$ 21 bilhões de reais por ano com o tratamento de doenças relacionadas ao tabaco", explica Celso Antônio.

Outros fatores de risco - Além do tabaco, existem outros fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer. Sedentarismo, álcool, exposição solar, irradiações, doenças sexuais transmissíveis (DSTs) e alimentação desregulada são alguns dos fatores mais comumente associados ao desenvolvimento da doença.

Para aqueles que desejarem mais informações sobre o câncer e os tratamentos oferecidos pela SES/DF para fumantes, o Núcleo de Prevenção e Gerência do Câncer atende nos números 3214-3801 e 3214-3813.

Fonte:Ascom/SES-DF

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Chikungunya: casos serão confirmados por critério clínico

O Ministério da Saúde adota, a partir desta semana, o critério clínico-epidemiológico para confirmação da febre Chikungunya nas localidades que registram casos autóctones (originários no país). A partir da confirmação dos primeiros casos notificados por laboratório, a recomendação da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) é que os casos sejam confirmados por critérios epidemiológicos. Neste cenário, para a confirmação de um caso serão levados em conta fatores como: sintomas apresentados e a proximidade dele com pessoas que já contraíram a doença. Onde não há os primeiros casos originários de Chikungunya, a comprovação continuará sendo por meio do exame de laboratório.

A confirmação de casos suspeitos por critério clínico-epidemiológico no cenário de transmissão da Chikungunya tornar a confirmação mais rápida e eficaz. “Além da rapidez da comprovação da febre, o critério clínico-epidemiológico evita a superlotação de amostras nos laboratórios onde há transmissão sustentada, na medida em que os exames de sangue só serão realizados em casos atípicos ou óbitos”, esclarece o Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, ressaltando que os óbitos são raros no caso desta doença.

Confira o boletim dos casos da doença
O tratamento para a febre Chikungunya não depende de exame. Como não existe uma terapia específica contra a doença, os sintomas são cuidados com medicação para a febre (paracetamol) e dores articulares (antiinflamatórios), além de repouso absoluto do paciente, que deve beber líquidos em abundância. Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia.

LIRAa
Como parte das ações para o combate à dengue e à febre Chikungunya, o Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, realiza até o final de outubro, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa ). O objetivo é identificar as larvas do mosquito Aedes Albopictus e Aedes Aegypti (transmissor da dengue) nos locais onde estão os focos. “É um instrumento fundamental para orientar as ações de controle do mosquito transmissor das duas doenças, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção”, explica Jarbas Barbosa. O LIRAa será divulgado na primeira quinzena de novembro.

Desde que foram confirmados os casos da febre Chikungunya no Caribe, no final de 2013, o Ministério da Saúde elaborou um plano nacional de contingência da doença, que tem como metas a intensificação das atividades de vigilância; a preparação de resposta da rede de saúde; o treinamento de profissionais; a divulgação de medidas às secretarias e a preparação de laboratórios de referência para diagnósticos da doença.

Também foram intensificadas as medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre foram constituídas equipes, com técnicos das secretarias locais, para orientar a busca ativa de casos suspeitos e emitir alerta às unidades de saúde e às comunidades. E, para controle dos mosquitos transmissores da doença, são realizadas ações de bloqueio de casos suspeitos e eliminação de criadouros.

Balanço
Até o dia 4 de outubro, o Ministério da Saúde registrou 211 casos de Febre Chikungunya no Brasil, sendo 74 confirmados por critério laboratorial e 137 por critério clínico-epidemiológico. Do total, são 38 casos importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa. Os outros 173 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Desses casos, chamados de autóctones, 17 foram registrados no município de Oiapoque (AP) e 156 no município de Feira de Santana (BA).

Desde 2010, quando o Brasil registrou três casos importados (contraídos no exterior) da doença, o Ministério da Saúde passou a acompanhar e monitorar continuamente a situação do vírus causador da Febre Chikungunya. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2004, o vírus havia sido identificado em 19 países. Porém, a partir do final de 2013, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, em março de 2014, na República Dominicana e Haiti – até então, só África e Ásia tinham circulação do vírus.

Prevenção
A febre Chikungunya é uma doença causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores.

Para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, verificar se a caixa d ¿água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras iniciativas deste tipo.

Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A letalidade da Chikungunya, segundo a Opas, é rara, sendo menos frequente que nos casos de dengue.

Fonte:Agência Saúde

terça-feira, 25 de março de 2014

Ministério da Saúde entrega equipamentos para teste rápido de tuberculose

O Ministério da Saúde começa nesta semana a distribuição de 50 equipamentos de teste rápido de tuberculose aos estados de Amazonas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, além do Distrito Federal. Até maio, todos os estados brasileiros devem receber os equipamentos, possibilitando a introdução do teste no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda neste primeiro semestre do ano. A oferta do diagnóstico, que tem capacidade de detectar a presença do bacilo causador da doença em duas horas, foi anunciada nesta segunda-feira (24) pelo secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, durante cerimônia alusiva ao Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose.

A previsão é que os testes, denominados “Gene Xpert”,  já estejam disponíveis na rede de saúde, dos cinco estados e do Distrito Federal, a partir desta semana. Além de detectar a presença do bacilo causador da doença em duas horas, o novo equipamento identifica se há resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento da doença.

Durante o evento, o secretário Jarbas Barbosa ressaltou a importância do novo teste para o controle da tuberculose. “Em duas horas a pessoa já recebe o resultado, sendo que o diagnóstico tradicional pode levar de um a dois meses”, observou. Segundo ele, além de ser mais preciso, o teste rápido indica se a pessoa tem resistência ao medicamento da tuberculose, permitindo ao médico ajustar o esquema terapêutico do paciente ao resultado.

O secretário explicou que, embora o Brasil tenha apresentado uma redução importante nos últimos 10 anos, a tuberculose ainda merece atenção especial por parte das autoridades de saúde, principalmente em algumas localidades ou públicos específicos. “A pessoa que apresente  tosse por mais de três semanas, deve procurar um médico porque pode ser tuberculose. Se a doença for identificada rapidamente e o tratamento começar de imediato, o paciente, certamente, não evolui para uma forma grave, parando de transmitir”, alertou o secretário.

Casos
No ano passado, a taxa de incidência foi de 35,4 por 100 mil habitantes, contra 44,4/100 mil em 2003. Foram registrados - em 2013 -  71.123 casos novos de tuberculose. Em 2012, ocorreram 4.406 mortes pela doença, taxa de mortalidade de 2,3 óbitos por 100 mil habitantes. São mais vulneráveis à doença as populações indígenas, presidiários, moradores de rua - estes devido à dificuldade de acesso aos serviços de saúde e às condições específicas de vida -; além das pessoas vivendo com o HIV.

Campanha
Para o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, o Ministério da Saúde preparou uma campanha publicitária que tem como slogan “O tratamento foi o maior sucesso da minha vida”. A campanha é protagonizada pelo cantor e compositor Thiaguinho, que foi diagnosticado com a doença em julho de 2013. Ele fez o tratamento corretamente e, em fevereiro deste ano, anunciou que havia se curado da doença.

A tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, é o principal sintoma da tuberculose. Qualquer pessoa com este indício deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Para atingir a cura, o paciente deve realizar o tratamento oferecido, gratuitamente, pelo SUS, durante seis meses, sem interrupção.

Fonte:Agência Saúde

terça-feira, 18 de março de 2014

Pacientes com doenças raras terão acompanhamento de serviços especializados

O Ministério da Saúde incluirá na assistência a pacientes com doenças raras o acompanhamento por especialistas que atuam nos principais centros de referência do país. Profissionais de saúde da Atenção Básica poderão utilizar a ferramenta Telessaúde, que permite a troca de dados e orientações com especialistas sem sair dos postos de atendimento e em tempo real. Esta ferramenta será implantada no primeiro semestre de 2014 e auxiliará no conhecimento sobre sinais e sintomas dessas doenças, que reúnem cerca de 8 mil tipos e afetam aproximadamente 15 milhões de brasileiros. Estima-se que 80% das doenças raras têm causa genética.   

A medida integra a política de atenção às doenças raras implementada pelo Ministério da Saúde e foi anunciada pelo ministro Arthur Chioro a especialistas como mais uma ação para estruturar a rede de atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). O Telessaúde já é utilizado pelo Ministério da Saúde para auxiliar no atendimento a pacientes com hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas. É uma ferramenta presente em todas as regiões do país, que utiliza a internet, telefone e videoconferência como ferramentas para trocar informações entre profissionais. Atualmente, o programa Telessaúde Brasil Redes está em funcionamento em mais de 3 mil municípios, com mais de 5 mil pontos em todo o país. Com isso, o Telessaúde garante o acesso à ferramenta a mais de 30 mil profissionais vinculados a equipes de saúde da Atenção Básica.

Outra proposta do Ministério da Saúde é a utilização do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) na estruturação de cursos em aconselhamento genético no país. Integram o PROADI os hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, Hospital do Coração (HCor), Samaritano, Alemão Oswaldo Cruz e Moinhos de Vento (RS). No PROADI, projetos de formação profissional são colocados em prática em parceria com outras unidades hospitalares da rede pública e beneficiam aos pacientes do SUS.

Atendimento
Nesta segunda-feira (17), representantes do Ministério se reuniram com membros das sociedades brasileiras de Genética (SBG) e de Genética Médica (SBGM) para debater novas estratégias de assistência a pacientes com doenças raras. O encontro integra o cronograma de reuniões proposto pelo Ministério da Saúde após o lançamento da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, publicada em fevereiro deste ano. A política foi construída, após consulta pública e contou com a participação de entidades ligadas à genética humana e de associações de familiares e portares de doenças raras.

Dentro do processo de implementação da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, o Ministério da Saúde publicará nova portaria neste mês que atualiza e define as regras para a realização do aconselhamento genético. O aconselhamento poderá ser realizado por equipe multiprofissional habilitada para sua realização. Quando se tratar de diagnóstico médico, tratamento clínico e medicamentoso será obrigatória a presença de um médico geneticista. É obrigatória também a elaboração de laudo pelo profissional que realiza o aconselhamento genético e que ele seja anexado ao prontuário do paciente.

Política
Entre os avanços da nova política está a organização da rede de atendimento para diagnóstico e tratamento para cerca de oito mil doenças raras existentes, que passam a ser estruturadas em eixos e classificados de acordo com suas características. Também foram incorporados 15 novos exames de diagnóstico em doenças raras, além da oferta do aconselhamento genético no SUS, e o repasse de recursos para custeio das equipes de saúde dos serviços especializados. Para isso, o Ministério da Saúde investirá R$ 130 milhões. Atualmente, existem mais de 240 serviços para promover ações de diagnóstico e assistência completa, com a oferta de tratamento adequado e internação nos casos recomendados.

Fonte:Agência Saúde

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

População de fumantes cai 38% no DF


A parcela da população brasileira acima de 18 anos que fuma caiu 20% nos últimos seis anos, de acordo com a pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde.  Já no Distrito Federal, o número de fumantes reduziu 38%, passando de 16%, em 2006, para 10%, em 2012.

A pesquisa revelou, ainda, que os homens continuam fumando mais. Em 2006, o índice era de 18%, passando para 13%, no ano passado. Já entre as mulheres, esse dado era de 14%, em 2006, reduzindo para 9%, em 2012.

“A queda do número de fumantes no país comprova que o Ministério da Saúde, em parceria com a sociedade, está no caminho certo ao investir em ações de prevenção e controle e também na oferta de tratamento para os fumantes. Estamos investindo cada vez mais na formulação de políticas públicas que promovam, continuamente, a melhoria da qualidade de vida da população brasileira”, completa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Fumo Passivo

O levantamento revela ainda que, na capital do país, a frequência de fumantes passivos no domicílio é de 10%, sendo 9% em homens e 11% em mulheres. Além disso, a frequência entre pessoas que fumam 20 ou mais cigarros por dia no Distrito Federal é de 3%: 5% homens e 2% mulheres.

Em relação ao número de adultos fumantes por cidade, o levantamento mostra que a capital com a maior concentração é Porto Alegre (RS) com 18%, que também detém a maior proporção de pessoas que fumam 20 cigarros ou mais por dia (7%). Já a capital com o menor índice é Salvador (BA), onde 6% da população adulta diz ser fumante. No Distrito Federal, a frequência de adultos fumantes é de 10%.

Enfrentamento
O Ministério da Saúde oferece o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) criado em 1996 no Sistema Único de Saúde (SUS), que oferta o tratamento contra o fumo no país. Em abril deste ano, o governo anunciou a ampliação do atendimento oferecido pelo programa. O controle do tabaco é uma importante medida de prevenção das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DNCT). O tabagismo – assim como a alimentação não saudável, a inatividade física e o uso abusivo de álcool – está entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de infarto agudo do miocárdio, AVC e câncer.

Esse ano, a adesão ao programa para as equipes de Atenção Básica – feita pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) – contou com 24.515 equipes inscritas, em 4.371 municípios brasileiros. A meta é reduzir de 15% para 9% a proporção de fumantes na população adulta até 2022.

O Ministério da Saúde investe ainda na ampliação da assistência às pessoas que querem parar de fumar, oferecendo desde o acompanhamento do paciente por profissionais de saúde a medicamentos (entre adesivos, pastilhas, gomas de mascar e o antidepressivo bupropiona).

Combate ao Tabagismo
Outra iniciativa prevista é a capacitação de profissionais em cada unidade, que atenderão quem quer largar o tabaco. A capacitação não abordará somente o tratamento medicamentoso. Incluirá também abordagem comportamental qualificada para incentivar o fumante a prosseguir com o tratamento até o final. O Ministério da Saúde também investe em ações educativas.

O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento de Doenças Crônicas não transmissíveis prevê o fortalecimento do Programa Saúde na Escola, voltado para prevenção e redução do uso do álcool e tabaco entre crianças e adolescentes.

Pesquisa
O Vigitel tem objetivo de medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira e subsidiar ações de promoção da saúde e de prevenção de doenças. O levantamento monitorou 45,4 mil adultos residentes em domicílios com telefone fixo em todas as capitais do país.

Uma novidade nesta edição do Vigitel é a atualização dos dados da população de referência levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No estudo deste ano foi utilizado o censo demográfico de 2010, e não de 2000. Ao utilizar informações mais atuais, os dados revelam uma população maior, mais escolarizada e também mais idosa.

Em função disso, as análises de tendência foram refeitas para o período de 2006 a 2012 - para todas as variáveis, incluindo o tabagismo – o que explica as possíveis diferenças nos números impressos em anos anteriores.

Fonte: Agência Saúde

terça-feira, 4 de junho de 2013

Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (4) a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, em Brasília. Realizada em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, a meta é vacinar 12,2 milhões de crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, o que corresponde a 95% da população alvo de 12,9 milhões de crianças no país. A ação começa neste sábado (8), com o Dia D de mobilização nacional, e vai até 21 de junho.

Para a campanha, estão sendo distribuídas 19,4 milhões de doses da vacina oral nos 115 mil postos abertos em todo o país para a vacinação. Para operacionalização da campanha, o Ministério da Saúde está investindo um total de R$ 32,3 milhões em repasses do Fundo Nacional de Saúde para os estados e municípios, sendo destinados R$ 13,7 milhões para aquisição das vacinas.

Ao lançar a campanha, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o poder de mobilização para a vacina chegar a todas as regiões do país.Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na realização da campanha. Serão utilizados 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais.

“Em muitos países, o vírus da paralisia infantil ainda circula, por isso é importante mantermos as nossas crianças protegidas do vírus. A ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), com a ampliação da oferta de vacinas, têm demonstrado a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de atingir os grupos alvos dos calendários de vacinação. Isso só reforça o nosso papel de liderar no mundo inteiro a campanha para erradicação da poliomielite”, ressaltou o ministro, lembrando que o PNI completa 40 anos em 2013.

No ano passado, foram vacinadas mais de 14 milhões de crianças, o que representou 99% do público alvo. Desde 2012, o Brasil passou a realizar somente uma etapa exclusiva da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, no mês de junho. No ano passado, todas as crianças até cinco anos incompletos participavam da campanha.

Entenda a campanha
Neste ano, o público alvo a ser vacinado na campanha é a partir dos 6 meses, com a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas. Isso porque as crianças menores de 6 meses já estão sendo vacinadas com a injetável (VIP) nos postos de vacinação. É importante reforçar que os pais não esqueçam de levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo).

Os pais devem levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo). “Além da proteção contra a pólio, a campanha contribui para atualização do calendário de vacinação. Caso esteja faltando alguma vacina, os pais podem programar junto com o posto de saúde a melhor data para a criança tomar as doses que estão faltando”, explicou o ministro.

Calendário básico de vacinação
Esquema sequencial para crianças que iniciam a vacinação contra a poliomielite

           Idade             Qual a vacina
  • 2 meses        Vacina inativada poliomielite – VIP (injetável)
  • 4 meses        VIP
  • 6 meses        Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP (oral)
  • 15 meses      VOP (reforço)
Fonte Agência Saúde

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Lei dos 60 dias para tratamento do câncer entra em vigor

Entra em vigor nesta quinta-feira (23) a Lei 12.732/12, que assegura aos pacientes com câncer o início do tratamento em no máximo 60 dias após a inclusão da doença em seu prontuário, no Sistema Único de Saúde (SUS). A Lei, que foi sancionada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, teve sua regulamentação no SUS detalhada recentemente pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, conforme prescrição médica. Hoje, são 277 habilitações na assistência em alta complexidade em oncologia para 298 unidades hospitalares distribuídas nas 27 unidades da federação.

''O Governo Federal, Ministério da Saúde e a presidenta Dilma Rousseff acreditam fortemente na importância da Lei dos 60 dias. Essa determinação vai mobilizar os gestores estaduais e municipais, os hospitais e a sociedade, para que possamos não só tratar adequadamente, mas no tempo correto as pessoas que são vitimas do câncer. Também vamos continuar intensificando as ações de prevenção ao câncer no nosso País''. 

Para auxiliar estados e municípios - gestores dos serviços oncológicos da rede pública - a gerenciar sua fila de espera e acelerar o atendimento, o Ministério da Saúde criou o Sistema de Informação do Câncer (Siscan). O software, disponível gratuitamente para as secretarias de saúde, traz uma série de inovações no monitoramento do atendimento oncológico. O sistema funcionará em plataforma web, facilitando o acesso e o preenchimento pelo gestor local.

O funcionamento (via internet) permitirá a integração dos dados dos atuais sistemas do Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama (SISMAMA) e do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero (SISCOLO), que hoje são independentes. A cobertura das informações também se estenderá a todos os tipos de cânceres.

Outra novidade da nova ferramenta é o acompanhamento individualizado de todo usuário. O Siscan está integrado ao Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CADSUS web), permitindo a identificação dos usuários pelo número do seu cartão e a atualização automática do seu histórico de seguimento (se for atendido em outro serviço de saúde/município/estado).

No sistema constará todo o caminho percorrido pelo paciente, desde a Atenção Básica até a Especializada. Estarão disponíveis informações sobre data da consulta, nome do médico, data do laudo, nome do profissional que assinou o lado, quando fez o exame de diagnóstico, entre outras informações.

Este sistema tem ainda como diferencial o módulo de gerenciamento do tempo entre o diagnóstico e o tratamento do câncer com diagnóstico confirmado. Com isso, será possível acompanhar o acesso ao tratamento no tempo esperado, contribuindo para a organização da rede de atenção oncológica e o cumprimento da Lei dos 60 dias.

A partir de agosto, todos os registros de novos casos de câncer terão de ser feitos através do Siscan. Estados e Municípios que não implantarem o sistema até o fim do ano terão suspensos os repasses feitos pelo Ministério da Saúde para atendimento oncológico. O acesso ao sistema já foi liberado para os estados do Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Santa Catarina, São Paulo e Maranhão.

Fonte: Agência Saúde

Cuidado na hora de fazer as unhas

“SPA dos Pés e das Mãos” pode ser um termo que ainda cause estranhamento em algumas pessoas. Diferente de uma ida ao salão para “fazer as unhas”, estes locais estão se especializando em promover um ritual completo de cuidado com as mãos e os pés, membros submetidos frequentemente ao estresse do dia-a-dia. 

Cuidar das unhas é apenas um item. O processo envolve massagem relaxante, hidratação e até sessões de reflexologia – a milenar terapia chinesa que trabalha todo o corpo, pressionando pontos nos pés do paciente. Com o avanço do tratamento, cresce também a preocupação em garantir a higiene em todas as etapas do serviço. 

O SPA & Cia é excelência quando o assunto é cuidar dos pés e das mãos. Todos os utensílios utilizados são esterilizados após cada sessão. “Usamos ainda o óleo essencial de Melaleuca (Tea Trea), que tem resultados excelentes na higienização de pés e mãos, mas também em ambientes e superfícies”, explica Pedro Vasco, sócio-proprietário do SPA.

A falta de higiene no cuidado com os pés e as mãos pode acarretar na transmissão de doenças contagiosas: de alergias a condições mais graves como hepatite B. Micoses, inflamações na cutícula e ondulações nas unhas também são comuns. Conhecer o local e a forma como os profissionais trabalham é fundamental. 

No SPA & Cia a higiene é questão de ordem. “Utilizamos luvas descartáveis, produtos esterelizados, higienização do ambiente entre as sessões, todos os cuidados para garantir que os nossos clientes recebam o cuidado merecido, sem se preocuparem com possíveis contratempos”, destaca Pedro Vasco.

O SPA dos Pés e Mãos pode também incluir o escalda pés.  No SPA & Cia, o cliente inicia com uma esfoliação nos pés e mãos, seguida de uma hidratação com massagem. Por último, manicure e pedicure. 

Para saber mais sobre as terapias, basta entrar em contato com o SPA & Cia, do Shopping Pier 21, por meio do telefone (61) 3224 2540.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Fila única para realização de cirurgias


Desde o inicio deste ano começou a funcionar o programa que estabelece uma fila única para a realização de cirurgias cardíaca pediátrica no DF. A criação desta fila é resultado de um acordo firmado entre o Instituto de Cardiologia do DF (ICDF) e o Governo do Distrito Federal, através da Secretária de Saúde, com o objetivo de realizar um melhor gerenciamento do tratamento cirúrgico das doenças cardíacas pediátricas.

O objetivo deste acordo é garantir que toda criança com cardiopatia congênita, nascida no DF e entorno, possa ter o tratamento cirúrgico, quando necessário e no momento adequado, sem a necessidade da interferência judicial. Desta forma, o programa permitirá que as crianças em tratamento ambulatorial, assim como as crianças internadas em hospitais da rede pública possam ter a cirurgia cardíaca realizada o mais breve possível.

Uma cirurgia cardíaca pediátrica é uma intervenção de muita complexidade, que exige não apenas equipamentos específicos, como também uma equipe médica especializada e treinada para realizar esse procedimento. Nesse sentido, o ICDF, hospital filantrópico conveniado à Secretária de Saúde, destaca-se como referência no atendimento de alta complexidade na região centro-oeste.

Há a expectativa de que a partir de março, juntamente com Central de Regulação de Leitos SES-DF seja possível expandir o programa para o atendimento desde a vida intrauterina. Atualmente, nascem aproximadamente 4.000 crianças por mês no DF e entorno. Estima-se que deste total, aproximadamente 20 crianças, nascem com alguma cardiopatia congênita grave que necessite de tratamento cirúrgico em centro especializado, como é o caso do ICDF.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Carreata de combate a dengue


Na semana do combate a Dengue, a Administração do Riacho Fundo II, junto com a Diretoria Regional de Saúde, realiza uma carreata para alertar a população sobre os cuidados que devem ser tomados para combater a dengue. Os veículos vão sair a partir das 9h desta sexta-feira da QN 08D e vão seguir até o posto da QC 06.

O objetivo da manifestação será a conscientização da população sobre os cuidados para combater o mosquito transmissor da dengue. Mostrar por exemplo que a mudança de alguns hábitos e pequenos cuidados podem evitar a proliferação da larva do mosquito Aëdes aegypti (transmissor). Haverá também, a distribuição de panfletos com dicas de como combater o mosquito, como por exemplo:

Manter a caixa d’água sempre fechada e com tampa adequada
Não deixar água da chuva acumulada sobre a laje
Encher de areia ate as bordas dos pratinhos de plantas
Guardar garrafas sempre de cabeça para baixa
Entregar  pneus velhos ao serviço de limpeza urbana ou guarda-los sem água em local coberto abrigado da chuva
Lavar semanalmente por dentro com escova e sabão os tanques utilizados para armazenar água
Remover folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Hospital da Criança realiza mutirão inédito


Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) reúne, pela primeira vez, especialistas de vários estados (SP, RJ, GO, AM, SC, PR, RS e DF) para examinar 72 pacientes no dia 8 de
 outubro, segunda, das 8h às 18h. O mutirão de Doppler transcraniano serve para detectar
a possibilidade de acidente vascular cerebral (AVC) em crianças e adolescentes com doença
falciforme. A cada meia hora quatro pacientes serão atendidos.

“É um privilégio receber quase 25 médicos especialistas de outros estados em nossa instituição. Além de prevenir o AVC, essa mobilização permite a troca de experiências”, diz o
diretor do Hospital da Criança, Renilson Rehem.

Atualmente, o ambulatório de Doppler transcraniano do HCB é o único em funcionamento na rede pública de Saúde do DF. Para que o número de exames seja alcançado, os médicos voluntários disponibilizarão equipamentos próprios.

“A iniciativa além de beneficiar um número expressivo de pacientes do Distrito Federal e região, mobilizará a comunidade de neurologistas de todo o país para o tema da doença falciforme. É uma grande oportunidade para ressaltar a importância da inclusão do médico neurologista nas equipes multidisciplinares, necessária para uma atenção integral a estes pacientes, que hoje tem atendimento conduzido apenas pelos hematologistas“, ressalta a oncohematologista e diretora Técnica do HCB, Isis Magalhães.

A mobilização é resultado de parceria do Hospital da Criança com a Academia Brasileira de Neurologia e a Coordenação de Neuropediatria da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, que aproveitou a vinda dos médicos para o 8º Congresso Mundial de AVC, que será realizado em Brasília, do dia 10 a 13 de outubro.

Serviço
Mutirão inédito de exames (Doppler transcraniano)
Data: 08/10/12, segunda-feira
Hora: 10h
Local: Hospital da Criança de Brasília José Alencar - SAIN - Setor de Áreas Isoladas Norte, lote 4B – Asa Norte, ao lado do Hospital de Apoio

terça-feira, 10 de abril de 2012

Quase metade da população do DF está acima peso


Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde aponta que quase metade da populacao do Distrito Federal está  acima do peso.O percentual de obesos passou de 10%, em 2006, para 15%, em 2011. Com relação ao excesso de peso, os números passaram de 39,8% para 49%.

De acordo com o estudo, a proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o resultado desse levantamento mostra que é necessário continuar investindo em ações preventivas, sobretudo aos mais jovens. “Com o resultado desse levantamento nós conseguimos resultados que permitem aprimorar nossas políticas públicas, que são essenciais para prevenir uma geração de pessoas com excesso de peso”, disse.

Na capital do país, 10,5% dos homens estavam obesos em 2006, já em 2011, este número subiu para 16,5%. Entre as mulheres, o número aumentou de 9,6% para 13,5%. Em seis anos, o percentual de homens com excesso de peso passou de 48% para 53%, em 2011, e entre as mulheres os números passaram de 31,6% para 45,2%.

O estudo que retrata os hábitos da população brasileira e é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde preventiva.  Foram entrevistados 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011.

Os altos percentuais podem ser explicados pelo estilo de vida comum à grande parcela da população que vive nas capitais do país, que alia estresse, falta de exercício físico e má alimentação.

Um dos objetivos do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), lançado em 2011, é parar o crescimento da proporção de adultos brasileiros com excesso de peso ou com obesidade. Para enfrentar este desafio, que começa na mesa, o Ministério da Saúde tem investido em promoção de hábitos saudáveis e firmado parcerias com o setor privado e com outras pastas do governo.

O consumo excessivo de sal, por exemplo, é apontado como fator de risco para a hipertensão arterial.  Para diminuir o consumo de sódio entre a população, o Ministério da Saúde firmou acordo voluntário com a indústria alimentícia que prevê a diminuição, gradual, do uso do sódio em 16 categorias de alimentos. 

As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. O pão francês, as massas instantâneas e a maionese são alguns dos alimentos que vão sofrer redução de sal.

Fonte: Ascom/MS

sábado, 10 de setembro de 2011

Comunicado de risco a toda a população

Foto: Pedro Ventura
A Secretaria de Defesa Civil do Distrito Federal divulgou alerta a toda a população do Distrito Federal, devido às condições meteorológicas e da queda da umidade relativa do ar, que registra máxima de 10%. Esta situação está agravada em virtude dos incêndios florestais que afetam toda a cidade, vulnerabilizando a saúde das pessoas.

Como medida de proteção à saúde e para minimizar riscos de doenças e outros agravos, a Secretaria de Estado de Defesa Civil recomenda, veementemente, que as instituições públicas e privadas suspendam suas atividades quando forem percebidos sinais de agravo à saúde, tais como tosse, dificuldade de respirar e mal estar, entre outras, ou quando focos de incêndios estiverem afetando atividades laborais ou letivas.

As instituições devem disponibilizar ou as pessoas, individualmente, devem ter acesso a no mínimo 2 litros de água potável por dia. Instituições que não disponibilizem essa quantidade de água diária às pessoas, individualmente, devem suspender suas atividades.

Não espere sentir sede, beba muita água.

Fonte: Ascom/GDF

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Secretaria de Saúde notifica caso de sarampo

A Secretaria de Saúde está em alerta para detectar casos suspeitos de sarampo. A doença não era registrada na Capital Federal desde 2000, mas no mês passado houve uma notificação. O caso é considerado importado, já que o contágio ocorreu durante viagem do paciente à Europa. “Já estamos tomando medidas para evitar a reintrodução do vírus no Distrito Federal”, afirma Cristina Segatto, da Gerência de Vigilância Epidemiológica.

O paciente não era vacinado e apresentou os primeiros sintomas em meados de abril. O atendimento ocorreu em um hospital particular e a notificação só foi encaminhada à SES no dia 5 de maio. Tratar de um homem de 34 anos, não vacinado, residente em Brasília que realizou viagem recente à Europa. A investigação e a busca ativa foram iniciadas bem como a vacinação dos contatos do paciente. Até o momento não foi identificado outro caso suspeito de sarampo relacionado ao caso. 

Como medida de controle e prevenção foi realizada o bloqueio vacinal no local de trabalho e na academia onde o paciente freqüenta. Está sendo realizada busca ativa no hospital do atendimento do caso e essa busca será ampliada a outros hospitais públicos e privados para a detecção de possíveis casos suspeitos.

Entre as recomendações estão o alerta às unidades de saúde (públicas e particulares) para identificar a ocorrência de novos casos suspeitos. Também está sendo realizada busca ativa de não vacinados, na faixa etária de 1 a 39 anos para identificar e atualizar a vacinação.

A Vigilância adotou as medidas para evitar uma eventual reintrodução do vírus do sarampo, uma vez que a doença ainda ocorre nos continentes europeu, africano e asiático. “Como Brasília é um local de escolha de turistas internacionais, residentes de outros países e tem um grande fluxo de viajantes que viajam para o exterior, é necessária a manutenção da vigilância ativa e adoção das medidas de prevenção e controle permanentes”, informa Cristina Segatto.

O sarampo é doença viral altamente contagiosa. É transmitido diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O período de incubação é geralmente de 10 dias e de transmissibilidade é de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema (manchas vermelhas na pele), até quatro dias depois. Os sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite. As complicações mais freqüentes são a pneumonite, encefalite, otites e gastroenterites.
 No Distrito Federal, em 1999, foram confirmados os últimos casos de sarampo, onze no total. Desde então todos os casos suspeitos foram descartados. Quem tiver dúvidas ou precisar de orientações sobre o sarampo pode ligar para a GVEI (telefone: 33237461) ou para o Centro de Informações Estratégica de Vigilância em Saúde (telefone: 3001-7642, com atendimento 24 horas).

Fonte: Ascom SES/DF