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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Dicas para manter a pele hidratada

O inverno começou oficialmente, neste domingo (21), e as condições climáticas mais baixas devem vir acompanhadas de cuidados com a saúde e a pele. Em algumas regiões do país, como Brasília, a estação é marcada não só pelas baixas temperaturas, mas também pela queda da umidade no ar. Nesse período, há uma série de atitudes que podem ajudar a diminuir os problemas causados pela falta de chuva.

No início de seca e tempo frio, os lábios racham, a pele fica ressecada e descamando, os olhos ficam secos e vermelhos e o nariz sangra. Em casos mais avançados pode chegar a apresentar coceiras, vermelhidão e manifestações alérgicas.  Crianças e pessoas com mais de 60 anos são as que mais sofrem. “Evitar que a pele desidrate é a principal dica. Por isso, lembre-se que a água que chega à superfície da pele e a mantém hidratada vem das camadas mais profundas, portanto, a importância de se ingerir muito líquido nesta época do ano”, ressalta o dermatologista Ricardo Fenelon.

O dermatologista alerta ainda para outros cuidados que se deve ter nesse período como evitar banhos quentes e demorados, uso excessivo de sabonetes ou buchas, hidratar a pele com cremes, aplicar soro fisiológico no nariz e olhos e manter uma alimentação leve – rica em frutas e verduras. Outro grande problema que requer atenção, nesta época de seca em Brasília, é o sol quente durante o dia. Quem anda muito ao ar livre, deve procurar a sombra, usar boné, óculos de sol com proteção UVB e protetor solar.

Veja seis dicas para amenizar o impacto da estação na pele
1-    O banho deve ser rápido, para evitar o ressecamento da pele. A temperatura da água deve oscilar entre fria e morna.
2-    Os sabonetes contribuem para o ressecamento da pele. O uso deve ser restrito aos pés, axilas e partes íntimas.
3-    Ainda no banho, evite esfregar o corpo. Dispense o uso de buchas ou outros materiais que provoquem atrito com a pele. Esse atrito remove a chamada emulsão epicutânea – hidratante natural produzido pelo próprio corpo.
4-    Após o banho, aplique hidratante em todo o corpo. Se não houver acesso a produtos industrializados, óleo de amêndoa, glicerina ou vaselina surtem os mesmos resultados.
5-    Os idosos devem passar hidratante várias vezes ao dia. Com a idade, as glândulas diminuem a secreção natural, tornando a pele mais ressecada.
6-    Importante: ingerir bastante líquido. A hidratação da pele começa de dentro para fora, feita pelo próprio organismo, enviando água às células, das camadas mais profundas às mais superficiais da pele.

Mais informações
Clínica de Dermatologia Dr. Ricardo Fenelon

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Excesso de peso atinge 51,3% da população do Centro-Oeste

O índice de obesidade está estável no país, mas o número de brasileiros acima do peso é cada vez maior. Pesquisa do Ministério da Saúde, Vigitel 2014, alerta que o excesso de peso já atinge 52,5% da população adulta do país. Essa taxa, nove anos atrás, era de 43% - o que representa um crescimento de 23% no período. Na região Centro-Oeste, o índice de pessoas com sobrepeso está abaixo da média nacional, 51,3%. Os quilos a mais na balança são fatores de risco para doenças crônicas, como as do coração, hipertensão e diabetes, que respondem por 72% dos óbitos no Brasil.

Também preocupa a proporção de pessoas com mais de 18 anos com obesidade, 17,9%, embora este percentual não tenha sofrido alteração nos últimos anos. Considerando somente a população da região Centro-Oeste, a proporção é de 17,1%.

“O mais importante para o Brasil neste momento é deter o crescimento da obesidade. E nós conseguimos segurar esse aumento. Isso já é um grande ganho para a sociedade brasileira. Em relação ao sobrepeso, não temos o mesmo impacto da obesidade, de estabilização, mas também não temos nenhuma tendência de crescimento disparando”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “No Brasil não há tendência de disparos como nos outros países em que o crescimento da obesidade é avassalador. Em comparação com nossos vizinhos conseguimos deter o crescimento, quando é essa a tendência”, reforça. O índice de obesidade do Brasil está abaixo, por exemplo, da Argentina (20,5%), Paraguai (22,8%) e Chile (25,1%).

Entre os homens e as mulheres brasileiros, são eles que registram os maiores percentuais. O índice de excesso de peso na população masculina chega a 56,5% contra 49,1% entre elas, embora não exista uma diferença significativa entre os dois sexos quando o assunto é obesidade. Em relação à idade, os jovens (18 a 24 anos) são os que registram as melhores taxas, com 38% pesando acima do ideal, enquanto as pessoas de 45 a 64 anos ultrapassam 61%.

A pesquisa demonstra ainda que as pessoas com menor escolaridade, 0 a 8 anos de estudo, registram a maior índice, 58,9%, enquanto 45% do grupo que estudou 12 anos ou mais está acima do peso. O impacto da escolaridade é ainda maior entre as mulheres, em que o índice entre os mais escolarizados é ainda menor, 36,1%. As mesmas diferenças se repetem com os dados de obesidade. O índice é maior entre os que estudaram por até 8 anos (22,7%) e menor entre os que estudaram 12 anos ou mais (12,3%).

O Vigitel 2014 entrevistou, por inquérito telefônico, entre fevereiro e dezembro de 2014, 40.853 pessoas com mais de 18 anos que vivem nas capitais de todos os estados do país e do Distrito Federal. Realizada desde 2006 pelo Ministério da Saúde, a pesquisa, ao medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira, serve para subsidiar as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças.

“O Brasil tem feito algo inédito no mundo, que é manter esse sistema de monitoramento durante tantos anos. Nós sabemos que a obesidade e o excesso de peso são problemas generalizados no mundo e por essa razão o Vigitel é importante para subsidiar as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças”, destacou a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

Além do avanço do excesso de peso e da obesidade, outros indicadores levantados pelo Vigitel também apontam para o maior risco de doenças crônicas entre os brasileiros. Do total de entrevistados em todo o país, 20% disseram ter diagnóstico médico de colesterol alto. Nesse caso, são as mulheres que registram percentual acima da média nacional, de 22,2%, contra 17,6% entre os homens. Em ambos os sexos, a doença se torna mais comum com o avanço da idade e entre as pessoas de menor escolaridade. Entre os que têm mais de 55 anos o índice ultrapassa 35%. O percentual de colesterol alto no Centro-Oeste do país é 18,9%.

Mais exercícios
Apesar do avanço de fatores de risco como excesso de peso e colesterol alto, a população brasileira está mais atenta a hábitos saudáveis, com crescimento do número de pessoas que se exercitam regularmente e daquelas que mantém uma alimentação adequada, com maior presença de frutas e hortaliças e menos gordura.

Fonte:Agência Saúde

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Audiência pública debaterá problemas do Setor Habitacional Tororó

Para debater os problemas de segurança e infraestrutura do Setor Habitacional Tororó, a Câmara Legislativa realizará audiência pública nesta sábado (22), às 9h30, no estacionamento do Centro Comercial Alpha Center, DF-140. O evento, de autoria do deputado Professor Israel (PV), contará com a presença de moradores do local que, na oportunidade, apresentarão as suas demandas.

Criado há cerca de 20 anos, o bairro reúne 12 grandes condomínios, centenas de chácaras e um total de 10 mil moradores. Entre as reclamações recorrentes estão a falta de pavimentação asfáltica, policiamento na região e captação de águas pluviais, além de iluminação pública precária.

A expectativa do morador Juliano Suzin dos Santos, 37 anos, é obter respostas para essas questões. “Vamos fazer uma grande mobilização na nossa comunidade e desejamos que os representantes do executivo atendam as reivindicações”, disse ele, ao confirmar presença na audiência.

Durante o evento, Israel apresentará aos participantes minuta de projeto de lei para que o Setor seja transformado em região administrativa. “Encaminharemos esse documento ao executivo para que o Tororó tenha autonomia e orçamento próprio. Isso resolveria os problemas”, afirmou. Caso se concretize, a proposta viabilizaria a construção de escolas, postos de saúde e policial na região.

Serviço
Data: 22 de fevereiro (sábado)
Horas: 9h30
Local: Setor Habitacional Tororó
estacionamento do Centro Comercial Alpha Center – DF-140