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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Especialista ensina prevenções e tratamentos antirrugas

Existe coisa pior do que se olhar no espelho e encontrar uma ruga ou marca de expressão? Para muitos homens e mulheres, a resposta é não. Isso ajuda a explicar o resultado do relatório anual que o Internacional Master Courser on Aging Skin (IMCAS) publicou no começo do ano, que mostra que o mercado mundial de produtos e procedimentos anti-idade cresceu 14,3% em 2014, com um faturamento estimado em € 5,7 bilhões de euros.

As rugas não são nada mais do que pequenas dobras na pele decorrentes do processo de envelhecimento, onde tanto sua superfície como as camadas mais profundas se dobram sobre a pele. O Dr. Luciano Morgado é dermatologista e diretor da Clínica Monte Parnaso e explica que existem dois tipos de rugas. “Existem as rugas de expressão, que são decorrentes da contração muscular repetida ao longo dos anos, e se concentram especialmente ao redor dos olhos (pés de galinha), testa e lábios. E existem as rugas estáticas, que por sua vez são produto do envelhecimento da pele”, explica.

Mas como preveni-las? Segundo o Dr. Luciano Morgado, o primeiro passo é saber quais são as principais causas. “O aparecimento das rugas está relacionado ao envelhecimento da pele, como consequência da idade e de uma predisposição genética individual, mas existem outros fatores que podem influenciar na formação prematura, como por exemplo, a exposição contínua ao sol sem usar protetor solar, que resulta em degeneração das fibras colágenas e elásticas da pele, e o tabagismo, que resulta em uma pele mais pálida, espessa e com maior quantidade de rugas em volta dos lábios”, conta.

Ou seja, a melhor maneira de preveni-las é evitando exposição solar excessiva e sempre usar protetores, além é claro, de evitar o tabagismo e procurar ter uma alimentação equilibrada. “Para os casos genéticos e de idade, existem cremes hidrantes e com ativos antirrugas, que são fatores que podem amenizar a formação de rugas”, explica o dermatologista.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Cuidados com a pele durante o inverno

O inverno é a época mais indicada para a realização de certos tratamentos estéticos para a pele. A estação permite procedimentos mais ablativos, ou seja, aqueles que descamam a pele. “Como a exposição ao sol tende a ser menor, os efeitos desses procedimentos são mais intensos. Além de expor menos a pele, evitando queimaduras, as roupas usadas no inverno ainda ajudam a cobrir possíveis hematomas, vermelhidões e descamações.”, explica o dermatologista Ricardo Fenelon.

Os procedimentos mais indicados para esta época do ano são: tratamento para rugas, retirada de pintas, manchas, vasos, tratamento para flacidez, procedimentos que estimulem a produção de colágeno, e remoção de tatuagem. Esses tratamentos costumam ser à base de ácidos, laser e peeling químico, que deixam a pele mais sensível e delicada.

Mas o inverno não traz apenas boas notícias para a pele. Com a baixa umidade, a tendência é sentir a pele mais seca, especialmente nas mãos, pés e lábios. A dermatite seborreica, inflamação que causa descamação e vermelhidão em áreas como couro cabeludo e cantos do nariz é comum nessa estação, também. “Nesses casos, o ideal é passar por tratamentos especializados em hidratação e até fazer uma limpeza de pele, de acordo com a faixa etária. Hidratação é fundamental nessa época do ano”, alerta Fenelon.

Tratamentos
Peelings químicos: Utilizado para estimular a renovação celular e a produção de colágeno, melhora a textura da pele e atenua manchas e rugas. Os peelings superficiais melhoram a textura da pele. Os peelings médios provocam a descamação mais espessa da pele e são indicados para fotoenvelhecimento mais intenso. Já o peeling profundo é mais agressivo, e o pós-procedimento exige o uso de curativos e a recuperação pode durar até um mês.

Luz intensa pulsada
O aparelho emite luz e atinge vários tipos de alvos: a melanina (sardas e melanoses solares), os vasos sanguíneos (face e colo) e estimula a produção de colágeno (flacidez e rugas). Esta técnica permite corrigir lesões faciais e corporais decorrentes do fotoenvelhecimento, como rugas finas, manchas no dorso das mãos, vasos faciais muito finos, rosácea, manchas solares, mudanças de textura da pele, olheiras, entre outras. As sessões são realizadas mensalmente.

Depilação a laser
Utiliza o laser de diodo na remoção dos pelos. O laser produz um feixe de luz de alta energia que é absorvida pelo pigmento do pelo, neutralizando a raiz e impedindo-o de crescer. A pele fica sensível nos primeiros cinco dias, por isso, a recomendação é não se expor ao sol neste período.

Laser fracionado
Permite o tratamento das camadas mais profundas da pele sem perfurá-la, ou seja, sem causar feridas ou crostas. Ele é indicado para tratar estrias novas e antigas, cicatrizes de acne, cicatrizes em geral, textura da pele e para o rejuvenescimento da face, pescoço e mãos.

Laser fracionado de CO2
Atua sobre rugas profundas e cicatrizes de acne. Atingindo até a segunda camada da pele, promovendo a descamação, a renovação das células e a estimulação da produção de colágeno para suavizar os sinais da idade e as marcas deixadas pelas espinhas.

Mais informações
Clínica de Dermatologia DR. Ricardo Fenelon
SCN, Shopping Liberty Mall, Torre B, Cj. 1212
Brasília – DF
Tel.: (61) 3326.2213

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Dicas para manter a pele hidratada

O inverno começou oficialmente, neste domingo (21), e as condições climáticas mais baixas devem vir acompanhadas de cuidados com a saúde e a pele. Em algumas regiões do país, como Brasília, a estação é marcada não só pelas baixas temperaturas, mas também pela queda da umidade no ar. Nesse período, há uma série de atitudes que podem ajudar a diminuir os problemas causados pela falta de chuva.

No início de seca e tempo frio, os lábios racham, a pele fica ressecada e descamando, os olhos ficam secos e vermelhos e o nariz sangra. Em casos mais avançados pode chegar a apresentar coceiras, vermelhidão e manifestações alérgicas.  Crianças e pessoas com mais de 60 anos são as que mais sofrem. “Evitar que a pele desidrate é a principal dica. Por isso, lembre-se que a água que chega à superfície da pele e a mantém hidratada vem das camadas mais profundas, portanto, a importância de se ingerir muito líquido nesta época do ano”, ressalta o dermatologista Ricardo Fenelon.

O dermatologista alerta ainda para outros cuidados que se deve ter nesse período como evitar banhos quentes e demorados, uso excessivo de sabonetes ou buchas, hidratar a pele com cremes, aplicar soro fisiológico no nariz e olhos e manter uma alimentação leve – rica em frutas e verduras. Outro grande problema que requer atenção, nesta época de seca em Brasília, é o sol quente durante o dia. Quem anda muito ao ar livre, deve procurar a sombra, usar boné, óculos de sol com proteção UVB e protetor solar.

Veja seis dicas para amenizar o impacto da estação na pele
1-    O banho deve ser rápido, para evitar o ressecamento da pele. A temperatura da água deve oscilar entre fria e morna.
2-    Os sabonetes contribuem para o ressecamento da pele. O uso deve ser restrito aos pés, axilas e partes íntimas.
3-    Ainda no banho, evite esfregar o corpo. Dispense o uso de buchas ou outros materiais que provoquem atrito com a pele. Esse atrito remove a chamada emulsão epicutânea – hidratante natural produzido pelo próprio corpo.
4-    Após o banho, aplique hidratante em todo o corpo. Se não houver acesso a produtos industrializados, óleo de amêndoa, glicerina ou vaselina surtem os mesmos resultados.
5-    Os idosos devem passar hidratante várias vezes ao dia. Com a idade, as glândulas diminuem a secreção natural, tornando a pele mais ressecada.
6-    Importante: ingerir bastante líquido. A hidratação da pele começa de dentro para fora, feita pelo próprio organismo, enviando água às células, das camadas mais profundas às mais superficiais da pele.

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Clínica de Dermatologia Dr. Ricardo Fenelon

terça-feira, 16 de junho de 2015

Tratamento e cuidados especiais para evitar o envelhecimento

A área ao redor dos olhos é a parte mais sensível, fina e delicada do rosto e deve ser tratada com cuidados especiais. São eles que revelam, em primeira mão, quando e o quanto estamos envelhecendo. Por ser uma pele mais seca e com quantidade menor de colágeno, essa região sofre com o aparecimento de rugas precoces, além de ser mais propícia à flacidez. “Essa região realiza muitas contrações e é a parte mais exposta do rosto, por isso, é a mais propença a revelar primeiro os sinais do tempo”, conta o dermatologista Ricardo Fenelon.

Rugas, linhas de expressão, pés-de-galinha, olheiras, bolsas e inchaços são os principais problemas encontrados nessa região. Eles se iniciam lentamente e, se não forem combatidos, dão um aspecto envelhecido à pele. “É recomendado o uso de produtos com substâncias hidratantes após os 25 anos. Aos 30 anos, quando começam a se manifestar rugas de expressão e de fotoenvelhecimento, acrescentamos ao tratamento o uso de produtos com substâncias ativas - aquelas a que são atribuídas a capacidade de renovar a pele -, como os ácidos retinóico e glicólico e a Vitamina C”, explica o dermatologista.

Para os casos de flacidez na pálpebra devido à fina pele envolvida na região, o laser de CO2 fracionado é indicado para combater o problema. O laser atua como estimulador de colágeno devido ao seu efeito térmico, que penetra até as camadas profundas da derme, ultrapassando toda a epiderme. O tratamento é realizado com anestesia local e requer o uso de protetor intra ocular para não causar danos aos olhos durante o procedimento. “É importante lembrar que qualquer medicamento ou tratamento só deve ser aplicado seguindo orientação de um especialiasta de sua confiança” alerta Fenelon.

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Clínica de Dermatologia Dr. Ricardo Fenelon
Tel.: (61) 3326.2213

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Defesa Civil declara estado de atenção no DF devido à baixa umidade do ar

A Secretaria de Defesa Civil  informa que o Distrito Federal entrou em estado de atenção, após uma avaliação das variações climáticas quanto à umidade relativa do ar. Há cinco dias consecutivos, é registrada umidade relativa do ar entre 20% de 30%. Isso tem implicações importantes para o meio ambiente e requer maior atenção da população com os cuidados com a saúde.

"A temperatura está elevada, e a umidade do ar vem baixando nos últimos dias, o que pode ocasionar problemas de saúde à população do Distrito Federal. Por isso, decidimos, estabelecer o estado de atenção, como medida preventiva", explicou o secretário de Defesa Civil, coronel Luiz Carlos Ribeiro.

Pelos padrões da Organização Mundial de Saúde (OMS), a umidade relativa do ar ideal é de 60%. A OMS recomenda a declaração do estado de atenção quando os índices ficam entre 20% e 30%.

Esta época do ano é caracterizada pela longa estiagem e baixa umidade relativa do ar, o que provoca ressecamento das mucosas (que pode causar problemas respiratórios) e da pele. Assim, algumas precauções devem ser tomadas.

A Secretaria de Defesa Civil do DF pede atenção especial para as escolas e sugere a adoção dos seguintes procedimentos:
- Manter bebedouros, inclusive de emergência (potes e garrafas) em número acima dos já existentes, com boas condições de higiene e qualidade da água;
- Perguntar com frequência (a cada 20 minutos) se algum aluno está com vontade de beber água;
- Estar atento aos alunos com ânimo abatido ou queda rápida de rendimento e comunicar a direção da escola;
- Estar atento para detectar crianças enfermas, principalmente naqueles quadros com perda de líquidos (febril, diarreia, gripe, tosse etc);
- Manter as salas de aula com a máxima ventilação possível;
- Nas salas de aulas muito aquecidas pelo sol e com pouca aeração, planejar atividades externas intercaladas e sugerir o rodízio de salas para que os mesmos alunos e professores não permaneçam muito tempo naquelas condições;
- Recomendar a merenda com alimentos mais úmidos e leves, de fácil digestão;
- Recomendar aos alunos menores que tragam copos à escola;
- Criar oportunidade para que as crianças umedeçam as narinas e a face, pelo menos uma vez no período;
- Promover reuniões com os pais ou responsáveis, se possível com apoio de um médico ou agente de saúde dos organismos locais da Secretaria de Saúde, e orientá-los sobre procedimentos domiciliares para prevenção da desidratação;
- Manter elevada vigilância de higiene no ambiente escolar, pátios, sanitários e salas de aula;
- Umedecer diariamente, se possível, o piso das salas de aula e pátios cimentados ou cerâmicos;
- Acompanhar com maior atenção às crianças com aspectos de aparente desnutrição;
- Promover atividades educativas com alunos em torno do assunto "Desidratação", ensinar sobre higiene pessoal do ambiente e dos alimentos e dar maior atenção aos procedimentos para amenizar os efeitos da baixa umidade do ar.

A Defesa Civil também orienta os brasilienses a adotarem os seguintes procedimentos a fim de minimizar os efeitos à saúde:
- Evitar aglomerações em ambientes;
- Aumentar a ingestão diária de líquidos, independentemente de apresentar sede ou não. Beber pelo menos seis copos d'água de tamanho médio;
- Evitar os banhos prolongados com água quente, bem como o uso excessivo de sabonete para não eliminar totalmente a oleosidade natural da pele;
- Pingar duas gotas de soro fisiológico em cada narina, pelo menos seis vezes ao dia. Esse procedimento evita o ressecamento nasal e a ocorrência de sangramento;
- Evitar ligar aparelhos de ar-condicionado, que retiram ainda mais a umidade do ambiente;
- Trajar roupas adequadas às condições do tempo. No calor, usar roupas leves e, se possível, de algodão;
- Fazer refeições leves, incluindo frutas e verduras sempre que possível;
- Evitar exercícios físicos entre 10h às 17h. Nesse período, a insolação e evaporação atingem seus índices máximos;
- Usar creme hidratante ou óleo vegetal em abundância para evitar o ressecamento da pele;
- Optar pelo uso de sombrinha ou guarda-chuva no período mais quente.
- Os pequenos merecem cuidados ainda mais especiais, pois têm a pele mais sensível e vulnerável. A hidratação é essencial, principalmente de dentro para fora com a ingestão de bastante líquido. Os pais precisam redobrar os cuidados para garantir que as crianças estejam sempre bem hidratadas.
- Os idosos, suscetíveis a problemas respiratórios, também exigem atenção.

No prazo de 72 horas, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil divulgará avaliação quanto ao estado de atenção e a necessidade de novas medidas.

Fonte:Agência Brasília

terça-feira, 22 de julho de 2014

Cuidados com a pele durante a seca

O período mais seco do Capital chegou e como os moradores do Distrito Federal sofrem som a baixa umidade e a pele é bastante atingida nessa época, dermatologista dá dicas para manter a pele hidratada.

Com duas estações bem definidas (chuvosa e seca), Brasília tem como principal característica climática castigar seus habitantes com a escassez de umidade durante o inverno. Nesse período, há uma série de cuidados a serem adotados, para que a pele sofra menos com a redução da umidade. “O corpo começará a sofrer os sintomas tradicionais da estação. A pele, como maior órgão do corpo humano, é uma das áreas mais afetadas”, afirma o dermatologista Ricardo Fenelon. 

A mistura entre alta radiação solar, baixa temperatura e umidade baixa são a combinação perfeita para os problemas de pele. Nessa época do ano, a pele fica desidratada, caracterizada por uma pele ressecada, descamativa e, em casos mais avançados pode apresentar coceiras, vermelhidão e manifestações alérgicas.

Evitar que a pele desidrate é a principal dica para esse período, pois nos casos extremos de irritabilidade e coceira da pele, algumas feridas podem aparecer, sendo a partir daí uma porta de entrada para bactérias. Nesses casos, o tratamento será mais profundo. “A água que chega à superfície da pele e a mantém hidratada, vem das camadas mais profundas, por isso, a importância de se ingerir muito líquido nesta época do ano”, ressalta Fenelon.

Veja algumas dicas para amenizar o impacto da estação na pele
1-    O banho deve ser rápido. Um por dia é o suficiente. Para evitar o ressecamento da pele, a temperatura da água deve oscilar entre fria e morna.
2-    Os sabonetes contribuem para o ressecamento da pele. Por mais que as propagandas divulguem, nenhum deles é “neutro”. Por isso, seu uso deve ser retrito aos pés, axilas e genitais.
3-    Ainda no banho, evite esfregar o corpo. Dispense o uso de buchas ou outros materiais que provoquem atrito com a pele. Esse atrito remove a chamada emulsão epicutânea – um hidratante natural produzido pelo próprio corpo.
4-    Após o banho, aplique hidratantes em todo o corpo. Se não houver acesso a produtos industrializados, óleo de amêndoa, glicerina ou vaselina surtem os mesmos resultados.
5-    Use hidratantes que sejam associados a filtro solar.
6-    Os idosos devem passar hidratante várias vezes ao dia. Com a idade, as glândulas diminuem a secreção natural, tornando a pele mais ressecada. O ressecamento acentua coceiras, vermelhidão e descamações. 
7-    Para os lábios, a hidratação contínua também é necessária. Evita ressecamento e rachaduras. Vale aplicar manteiga de cacau, vaselina, batons, pomadas indicadas para os lábios ou protetores labiais.
8-    Importante: ingerir bastante líquido. A hidratação da pele começa de dentro para fora, feita pelo próprio organismo, enviando água às células, das camadas mais profundas às mais superficiais da pele.
9-    Atenção: a pele ressecada coça. É uma conseqüência natural. O uso contínuo de hidratante pode evitar esse sintoma. 

segunda-feira, 31 de março de 2014

Não abra mão do chocolate na Páscoa


Com a proximidade da Páscoa, uma antiga discussão volta à tona: comer  chocolate faz mesmo mal à pele? Provoca, de fato, o aparecimento de cravos e espinhas? Há anos a questão vem sendo investigada pela comunidade científica e de fato o chocolate não faz mal a pele, mas seu componente, o açúcar, pode sim causar sérios danos a saúde da pele. 

Estudos revelam que o chocolate apresenta alto índice glicêmico, o que pode, sim, piorar o quadro de quem apresenta acne. Ao comer chocolates e doces em geral, o organismo enfrenta picos de glicose e dispara uma grande quantidade de insulina para controlar a taxa de açúcar no sangue. Como os picos são elevados, acontece uma desregulação hormonal que desencadeiam a acne. “Nos casos de relatos em que a acne piora com a ingestão de chocolate, recomendamos que o paciente suspenda a substância”, explica o dermatologista Ricardo Fenelon, presidente da Sociedade Brasileira de Laser no Centro-Oeste. 

Para evitar o aparecimento de cravos e espinhas sem abrir mão do chocolate, o mais importante é a moderação. Recomendamos os chocolates amargos, com maior concentração de cacau e menos gordura que as versões ao leite. O chocolate branco deve ser a última opção, pois não contém pasta de cacau, só a manteiga, sendo assim o mais gorduroso. “Além da moderação e de escolher o chocolate certo, é importante os cuidados com a limpeza da pele. Lavar o rosto duas ou três vezes por dia ajuda a controlar a oleosidade”, explica o dermatologista. 

A acne é uma doença dermatológica que acomete indistintamente pacientes de ambos os sexos, a partir da adolescência, e pode ser desencadeada por vários fatores. Entre eles, alteração da flora bacteriana normal da pele, tensão emocional, período menstrual, medicamentos (vitaminas do complexo B e corticóides, principalmente), fator hereditário e excesso de produção de gordura na pele – no caso do chocolate, o açúcar aumenta essa produção desencadeando espinhas e cravos. 

Além da preocupação com a saúde da pele, deve-se lembrar que o alto índice de gordura e açúcar contidos no chocolate podem afetar também o coração, alterando os índices de glicose e triglicerídeos, afetando a parte odontológica e até mesmo contribuindo para a obesidade. Contudo, com equilíbrio e autocontrole, pode-se aproveitar a Páscoa, saborear os chocolates e proteger a saúde. 

Para saber mais
Clínica de dermatologista Ricardo Fenelon
SCN, Shopping Liberty Mall, Torre B, Cj. 1212
Tel.: (61) 3326.2213

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Caia na folia sem esquecer os cuidados com a pele

Com a proximidade do Carnaval todos já estão em ritmo de folia, ansiosos por um tempo na rotina para se entregar a dias de praia, sol, piscina e muita animação nos blocos de rua. Independentemente do seu destino, os cuidados com a pele são essenciais. “A exposição exagerada ao sol sem proteção adequada e a desidratação, se não forem evitadas, podem trazer problemas e acabar estragando os dias de festa”, alerta o dermatologista Ricardo Fenelon, presidente da Sociedade Brasileira de Laser no Centro-Oeste.

Tão importante quanto o uso de filtros solares é o horário de exposição, devendo ser evitado entre as 10 e 16 horas, período de maior incidência de radiação ultravioleta. Lembre-se que dias nublados (com mormaço) também emitem radiações com riscos de queimadura solar. O ideal é utilizar um filtro solar adequado para cada tipo de pele. O fator de proteção deve variar entre 15 e 60, devendo ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar e reaplicado várias vezes durante o período de exposição direta. “Não esqueça de proteger também regiões como orelhas, pescoço, colo, mãos e dorso dos pés. Os lábios também não podem ser deixados de lado. Além disso, proteger-se com o uso de chapéus e roupas adequadas também ajuda a evitar danos maiores para a pele”, explica o dermatologista.

Outra dica importante para aguentar os dias de folia é manter o corpo hidratado. O ideal é ingerir, pelo menos, 2 litros de água por dia. Inclua também água de coco, que repõe os sais minerais perdidos no suor. Um organismo desidratado fica fadigado, o que pode acabar com a diversão. Além disso, o corpo também precisa de descanso, por isso, recomendamos de seis a oito horas por dia para se regenerar, caso contrário será difícil manter o ritmo nos quatro dias de folia. “Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Um bom cochilo durante o dia também ajuda”, diz Fenelon.

Mais informações
Clínica de Dermatologia DR. Ricardo Fenelon
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Especialistas dão dicas para recuperar a pele e o cabelo danificado

No ritmo de férias, muita gente aproveita esta época do ano para passar alguns dias na praia. O que muitos esquecem é que, além de diversão, são necessários cuidados fundamentais com a pele. “A falta de proteção, o uso inadequado do filtro solar ou a exposição aos raios solares nos horários de maior incidência dos raios UV têm como resultado: pele vermelha, ardência, inchaço e, algumas vezes, descamação”, explica o dermatologista Ricardo Fenelon, presidente da Sociedade Brasileira de Laser no Centro-Oeste.

As queimaduras solares podem variar em intensidade, mas exigem o mesmo cuidado: muita hidratação. Para diminuir o vermelhidão e ardência, devem ser usados cremes e compressas frias, que podem ser feitas com camomila. “As compressas e também os hidratantes – de preferência em loção, por serem mais fáceis de espalhar – ajudam a aliviar aquela sensação de calor na pele. Outra opção são os banhos frios e mornos”, aconselha o dermatologista.

Para recuperar a pele descamada, a principal orientação é não puxar a pele, nem acelerar a descamação. “Dependendo da área atingida e da intensidade da queimadura, a pele deve se recuperar em uma semana, em média. O paciente deve hidratar muito e esperar”. O dermatologista lembra ainda que como qualquer inflamação, a exposição ao sol com a pele queimada ou descascada pode resultar em manchas. “Alguns tratamentos ajudam a repor o que o sol tirou da pele, retiram manchas, fortalecem a cútis e estimulam a produção de colágeno. Ácido retinoico, luz pulsada, vitamina C e sessões de laser são algumas opções que ajudam a reverter a situação”, explica o dermatologista.

Trato com os Cabelos - Mas, nessa época do ano não é só a pele que sofre com os danos solares, os cabelos também sofrem, necessitando de atenção especial. A areia, o cloro da piscina, os raios solares, o vento e o sal do mar prejudicam a saúde dos cabelos e fazem com que percam muita água e proteína, resultando em fios ressecados, desbotados e com pontas duplas. “É aconselhável a procura por xampus, condicionadores, máscaras e cremes para pentear que contenham filtros solares”, explica a especialista em coloração da equipe do Ricardo Maia Hair e Make-Up, Tânia de Souza.

Outra dica importante é controlar a temperatura da água. Um cabelo danificado não deve ser lavado com água quente, pois ela estimula a oleosidade da raiz e o ressecamento das pontas. “Procure utilizar água fria para lavar os fios, pois mantêm a oleosidade balanceada”, diz a colorista. Outro cuidado que devemos ter é com o uso exagerado de condicionador. “Quando os fios estão ressecados, as pessoas tendem a usar mais condicionador e não enxaguá-los direito. Sem enxágue, o creme forma um resíduo e deixa o cabelo sem brilho e pesado”, ressalta.

Tânia ainda ressalta a importância do uso de leave in no dia-a-dia para manter a nutrição dos fios. “É como se fosse uma máscara de tratamento com uma textura mais leve, evita que o cabelo embarace com facilidade e dificulta a perda de nutrientes. Ele ainda protege do sol, umidade e poluição”, explica.  Além disso, ao retornar de férias ou de um período de exposição ao sol o ideal é procurar um profissional para manutenção do corte e uma hidratação.

Independentemente do clima, mas com um cuidado especial no verão, devemos cuidar da saúde da pele e dos fios não esquecendo de manter sempre ao alcance da mãos produtos como filtro solar, sprays, hidratantes, máscaras, entre outros produtos que ajudarão na prevenção e recuperação da pele ou cabelo danificado. “Sempre procure um especialista para indicar os produtos adequados para cada tipo de pele e cabelo”, alerta Fenelon.

Serviço
Clínica de Dermatologia Dr. Ricardo Fenelon 
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Brasília – DF
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terça-feira, 28 de maio de 2013

DF é primeira do país a receber aparelhos de revista em presídios

A visitação aos quase 12 mil presos do sistema prisional será, a partir de agora, mais segura e humanizada no Distrito Federal com a instalação de oito scanners de corpo, entregues pelo GDF em parceria com o governo federal.

"Brasília é a primeira unidade da Federação a ter esse scanner de corpo. Nossos investimentos vão continuar para que nosso sistema continue sendo referência em todo o país, seja no rigor, na capacidade e na eficiência", destacou o governador Agnelo Queiroz.

Adquiridos por R$3,152 milhões - R$394 mil cada um -, os aparelhos possuem alta tecnologia e proporcionam a visualização das camadas da pele e cavidades do corpo humano sem que os visitantes tirem a roupa, procedimento esse considerado necessário, mas constrangedor.

A compra dos equipamentos foi possível com base em convênio entre o GDF e o governo federal e coloca o DF em uma situação privilegiada ao ser a primeira unidade Federação a ter esse tipo de tecnologia.

"Esses equipamentos são inovações em um sistema que utiliza a revista de forma invasiva. Vamos dignificar a situação das pessoas que vêm visitar os presos", explicou o diretor de políticas penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), Luiz Vieira.

O Complexo Penitenciário da Papuda receberá quatro scanners no total, e os demais serão enviados para outros pontos do DF: o Centro de Internamento e Reeducação, o Centro de Detenção Provisória, o Centro de Progressão Penitenciária e o Presídio Feminino.

Os scanners parecem elevadores onde as pessoas ficam por um minuto, sem a necessidade de tirar peças de roupas ou sapatos e ter contato físico com os técnicos penitenciários. A expectativa é que os aparelhos beneficiem 3,5 mil familiares ou parentes de detentos.

Os equipamentos têm garantia de dois anos contra qualquer tipo de defeito, e, segundo o contrato, a empresa fabricante, Nuctech Company Ltda., atenderá as unidades prisionais em até duas horas em caso de falhas ou problemas técnicos, ou em até 72 horas se for necessário fazer reparos ou manutenção.

Fonte: Agência Brasília/imagem: Pedro Ventura