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terça-feira, 2 de junho de 2015

HRAN faz mutirão de cirurgia plástica em pacientes com queimaduras

O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) realiza uma série de ações de prevenção e combate a queimaduras, com início nesta terça-feira (2), quando ocorrerá um mutirão de cirurgias plásticas, para atender 20 pessoas com sequelas graves de acidente provocados por algum tipo de queimadura profunda. A ação ocorre no hall de entrada do hospital, em frente à cirurgia plástica. (entrada pelo ambulatório). Será uma semana inteira de atividades, com encerramento no Dia Nacional de Prevenção de Queimaduras, comemorado em 6 de junho.

 “Além de operar, a ação pretende chamar a atenção para traumas provocados por queimaduras, sequelas e como se prevenir contra esse tipo de acidente”, diz o coordenador de Cirurgia Plástica da Secretaria de Saúde e cirurgião plástico do Hran, José Adorno. “Com o mutirão, pretendemos diminuir a demanda reprimida. Hoje, cerca de 60 pacientes aguardam por este tipo de cirurgia na rede”, ressalta.

Participam do mutirão 40 profissionais de cirurgia plástica, de outras unidades da Federação e também de países como Dinamarca, Argentina e México. Os especialistas serão distribuídos em quatro salas cirúrgicas e trabalharão, simultaneamente. 

Cirurgia de rejuvenescimento revela traços de personalidade

Permanecer com o rosto jovem é o desejo de muitas pessoas, mas preservar os traços faciais pode revelar mais que uma boa aparência. É o que descobriu um grupo de estudiosos do Hospital Universitário MedStar Georgetown, em Washington, nos Estados Unidos. A pesquisa, recém-publicada na Revista Científica da Associação Médica Americana (JAMA), comprova que os traços da face melhoram a percepção à simpatia, habilidades sociais, atração e a feminilidade.

De acordo com o médico Michael J. Reilly, um dos autores da pesquisa, a cirurgia plástica de rejuvenescimento facial pode contribuir para uma aparência menos agressiva, o que permite um rosto extrovertido, amável e transmite, até mesmo, confiabilidade. Para chegar a esses resultados, foram fotografados de 2009 a 2013, trinta pacientes mulheres.  “Realizamos o lifting de face, sobrancelha e pescoço, a cirurgia da pálpebra inferior e o implante de silicone no queixo. Houve melhora significativa no rosto das pacientes, evidenciando os traços de personalidade e deixando perceptível a extroversão, amabilidade, confiabilidade e atratividade”, detalhou.

Os resultados, de acordo com os pesquisadores, mostram que a avaliação integral da paciente que é submetida ao rejuvenescimento facial exige uma compreensão mais ampla das muitas mudanças - na percepção dos sentimentos que o rosto pode transmitir. Ou seja, não se trata apenas de um procedimento para deixar a face com aspecto jovial, pois várias características influenciam o resultado final.

O cirurgião plástico Gustavo Guimarães, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica explica como tirar proveito do rejuvenescimento facial destacando a simetria do rosto com a proporcionalidade correta. “O rosto feminino geralmente é mais bonito quando se alcança uma forma mais triangular entre maça do rosto e o queixo, ou seja, o osso malar mais proeminente e queixo mais fino”, ensina o médico.

Dr. Gustavo esclarece que os homens que querem aderir à intervenção cirúrgica, também podem conseguir vantagens com os traços faciais. O queixo mais quadrado e proeminente, por exemplo, mostra mais virilidade e força.

Sem perder a essência
O objetivo da cirurgia de rejuvenescimento facial, não é mudar por completo a face, mas deixar o rosto mais jovem e com a aparência melhor. Embora essas sejam as indicações, existem pessoas que insistem em se submeterem a muitos procedimentos e sofrem com resultados desastrosos. Segundo Dr. Gustavo Guimarães, os exageros sempre devem ser evitados. “Preenchimentos e pequenos implantes quando mal planejados podem transformar o rosto, diminuir expressão e mímicas faciais a ponto de mudar a fisionomia. Por isso, sempre optar por pequenas mudanças sequenciais é a melhor alternativa”.

Para quem planeja fazer mudanças na face, Gustavo Guimarães explica que não existe idade certa, pois varia com a ação do tempo, que pode formar as temidas linhas de expressão que denunciam a idade. “Não existe época certa, as queixas e o excesso de pele são os critérios, podendo fazer desde os 35 anos. Mas a média dos pacientes procuram esse tipo de procedimento após os 45 anos”, finaliza o médico.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Técnica cirúrgica minimamente invasiva proporciona controle de suor excessivo

Se você tem problemas com transpiração vai gostar de saber que técnica cirúrgica minimamente invasiva proporciona controle de suor excessivo. A transpiração é um mecanismo do organismo para controle da temperatura corporal. O suor excessivo, muitas vezes, pode trazer problemas para o dia a dia, como, por exemplo, transtornos sociais causados pela sudorese nas axilas e seu odor ou ainda o toque úmido das mãos e pés. 

Algumas pessoas apresentam um tipo de sudorese excessiva, conhecida como hiperidrose primária ou essencial que acomete cerca de 2% da população. A hiperidrose primária é geralmente causada por estresse emocional ou fatores psicológicos. O antecedente familiar é observado em 50% dos pacientes.

Um exame clínico identifica qual o tipo da doença o paciente possui e onde é sua localização no corpo. Os pacientes com hiperidrose primária apresentam sudorese excessiva localizada, principalmente, nas palmas das mãos, axilas, plantas dos pés, face e couro cabeludo.

O tratamento é dividido em clínico e cirúrgico. O clínico é, geralmente, paliativo e pouco eficaz, sendo realizado através de diversas modalidades como: medicações orais, anti-transpirantes, iontoforese e aplicação da toxina botulínica (botox), considerado método mais eficaz. Seu efeito é apenas temporário, durando cerca de 04 a 06 meses.

Já a atuação cirúrgica é realizada por cirurgiões torácicos, através de método minimamente invasivo e de bastante eficácia, conhecida como simpatectomia torácica videotoracoscópica.

O cirurgião Flávio Brito, doutor em cirurgia torácica pela Universidade de São Paulo, explica que o tratamento definitivo, feito através de cirurgia, possui eficácia próxima a 100%. “O cirurgião identifica a cadeia simpática de cada lado do corpo e faz um bloqueio dela com clipes metálicos de titânio nas regiões determinadas para cada caso, por exemplo: para a face e couro cabeludo, o 2º gânglio simpático é bloqueado”. Ainda segundo o médico o bloqueio interrompe a condução do estimulo nervoso, reduzindo a hiperestimulação nas glândulas do suor na região afetada.

A cirurgia é realizada sob anestesia geral e através de duas pequenas incisões de 5 mm em cada lado do corpo. Como o método é minimamente invasivo, o pós-operatório é geralmente curto e os pacientes recebem alta hospitalar em 12 horas.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Primeiros animais são castrados pelo Castra Móvel

O lançamento do Castra Móvel reuniu dezenas de pessoas, acompanhadas dos seus cães e gatos, neste domingo (23). Durante a apresentação da primeira carreta veterinária do DF à população, dois animais passaram pelo procedimento cirúrgico.

"A (gata) Safira é filha de outra gata que resgatamos na pista do Colorado, e o (cachorro) Fubá foi colocado na porta da nossa casa bem magro, maltratado e cheio de pulgas", afirmou a dona dos animais Ithana Souza, 22 anos. Ela e o marido são defensores dos animais e criam 12 cães e gatos vítimas de abandono e maus tratos.

Segundo o subsecretário de Saúde Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente (Semarh), Luiz Maranhão, o evento aconteceu para apresentar o Castra Móvel, demonstrar como os serviços serão prestados e cadastrar os animais. "O objetivo é castrar 70% da população animal de cada região administrativa. Os animais de pessoas inscritas em programas sociais, de ONGs e abrigos de proteção dos animais terão prioridade nos atendimento", ressaltou.

"Estamos muito felizes por conseguir realizar mais esse projeto. O primeiro Hospital Veterinário do DF já esta em obras, e o Castra Móvel vem para completar esse sistema de atenção aos animais domésticos que fazem parte da nossa família", comemorou o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Brandão.

Segundo a Semarh, após o levantamento da necessidade de cada região administrativa, os animais começaram a ser castrados. Poderão passar pelo procedimento cães e gatos com mais de 2 meses de idade.

"É um procedimento simples e minimamente evasivo, demora de 5 a 10 minutos e não precisa de internação, devendo retornar apenas para tirar os pontos, depois de 10 dias", explicou a veterinária do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Ana Junqueira.

No local, também foram distribuídas coleiras repelentes Scalilbor, usada no combate à Leishmaniose. A doação foi feita pela Associação Protetora dos Animais do DF, ProAnima, que orientou os participantes sobre a forma correta de usar o repelente.

Fonte:Agência Brasília/imagem: Hmenon Oliveira

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Espera por tratamento contra o câncer não pode passar de 60 dias


Pacientes com câncer deverão ter o início de seu tratamento assegurado em no máximo 60 dias após a inclusão da doença em seu prontuário. Prevista na Lei 12.732/12, sancionada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, a medida, que entra em vigor no próximo dia 23, teve sua regulamentação detalhada nesta quinta-feira (15) pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, conforme prescrição médica.

“É um grande desafio o que a Lei propõe, mas a presidenta Dilma Rousseff e o seu governo entendem que esta obrigatoriedade vai mobilizar a sociedade e os gestores locais para que seja oferecido tratamento adequado do câncer”, avaliou Padilha.

Antes mesmo da vigência da Lei, 78% dos pacientes em estágio inicial da doença têm seu tratamento iniciado em menos de 60 dias, sendo que 52% têm esse direito assegurado em até duas semanas, conforme registros do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Para casos avançados, o acesso em até dois meses já ocorre para 79% dos pacientes, sendo 74% destes em até uma quinzena.

A formação de médicos especialistas no tratamento do câncer, segundo Padilha, é fundamental para o cumprimento da Lei e para a redução das desigualdades regionais. “Estamos formando especialistas em oncologia clínica, pediátrica, cirúrgica, entre outras áreas. Criamos um incentivo financeiro no valor de R$ 200 mil, além de incentivo mensal de custeio. A medida é para que os hospitais tenham estímulo para abrir novas vagas de residência em áreas prioritárias como a oncologia”, explicou.

Segundo o Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, “as novas regras, além de decisivas para a redução do tempo de espera, deixam claras as atribuições da União, dos estados e dos municípios no diagnóstico e no tratamento do paciente com câncer e estruturam uma lógica para atendimento ágil e de qualidade”, disse.

Para auxiliar estados e municípios, que são os gestores dos serviços oncológicos da rede pública, a gerenciar sua fila de espera e acelerar o atendimento, o Ministério da Saúde criou o Sistema de Informação do Câncer (Siscan). O software, disponível gratuitamente para as secretarias de saúde a partir dessa semana, reunirá o histórico dos pacientes e do tratamento, possibilitando acompanhar o panorama da doença.

A partir de agosto, todos os registros de novos casos de câncer terão de ser feitos pelo Siscan. Estados e Municípios que não implantarem o sistema até o fim do ano terão suspensos os repasses feitos pelo Ministério da Saúde para atendimento oncológico.

Patrícia Chueiri, coordenadora geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, aponta o avanço na reestruturação do atendimento, que deve funcionar em rede. “O SUS está se reorganizando para oferecer o diagnóstico precoce do câncer e o tratamento adequado para a doença”, avaliou.

Monitoramento Permanente
Outra medida adotada pelo Ministério da Saúde para garantir o cumprimento da lei em todo o País é a realização de visitas aos hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para avaliar as condições de funcionamento e a capacidade de ofertar o atendimento com agilidade.

Este trabalho será desempenhado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação do cumprimento da Lei nº 12.732, de caráter permanente, que terá entre suas atribuições acompanhar os processos de implantação do Siscan e a execução dos planos regionais de oncologia.

Reforço no Atendimento
Com apoio técnico e recursos do Ministério da Saúde, unidades de saúde que ofertam serviços de radioterapia serão estimuladas a adotar um terceiro turno de funcionamento – atualmente, o atendimento costuma ocorrer pela manhã e pela tarde -, de cinco horas de duração. Até agora, 93 serviços demonstraram interesse em expandir o horário de funcionamento. Outra alternativa é a contratação de hospitais da rede privada para prestação de serviços ao SUS.

Também está em curso a seleção de empresa que instalará 80 serviços de radioterapia em todo o país, considerando a ampliação de 39 serviços já existentes e a criação de outros 41, com investimento federal da ordem de mais de R$ 500 milhões.

Ampliação do Acesso
O Ministério da Saúde tem investido na melhoria do acesso da população a prevenção, exames e tratamentos do câncer. De 2010 a 2012, o investimento do Governo Federal em oncologia disparou 26% - de R$ 1,9 bilhão para R$ 2,1 bilhões. Com estes recursos, foi possível ampliar em 17,3% no número de sessões de radioterapia, saltando de 7,6 milhões para mais de nove milhões. Para a quimioterapia houve aumento de 14,8%, passando de 2,2 milhões para 2,5 milhões.

Em decorrência da inclusão de novos tipos de cirurgia oncológica e da ampliação dos investimentos no setor, a expectativa para 2013 é que o número de operações supere a marca dos 120 mil, 25% a mais que as 96 mil realizadas no ano passado. A expansão está sendo custeada por uma elevação de 120% no orçamento destinado a estes procedimentos - de R$ 172,1 milhões em 2012 para R$ 380,3 milhões em 2013.

Por outro lado, houve expansão no rol de medicamentos de alto custo ofertados gratuitamente pelo SUS, com a inclusão de drogas biológicas modernas como o mesilato de imatinibe (contra leucemia), o rituximabe (para o tratamento de linfomas) e o trastuzumabe (contra o câncer de mama). A ampliação veio acompanhada de aperfeiçoamento na gestão dos insumos, que passaram a ser comprados de maneira centralizada pelo Ministério da Saúde, reduzindo custos com o ganho da escala de compras.

Câncer no Brasil
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que surgirão aproximadamente 518 mil novos casos de câncer no Brasil em 2013. A previsão é de que 60.180 homens tenham câncer de próstata e 52,6 mil mulheres sejam diagnosticadas com câncer de mama. Em 2012, foram realizadas cerca de mais de 500 mil internações na rede pública para tratamento do câncer, ao custo de R$ 806 milhões.

Em 2010 (último dado consolidado), o Brasil registrou 179 mil mortes pela doença. O câncer dos brônquios e dos pulmões foi o tipo que mais matou (21.779 pessoas), seguido do de estômago (13.402), da próstata (12.778), da mama (12.853), e do cólon (8.385).

Fonte: Agência Saúde

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Fila única para realização de cirurgias


Desde o inicio deste ano começou a funcionar o programa que estabelece uma fila única para a realização de cirurgias cardíaca pediátrica no DF. A criação desta fila é resultado de um acordo firmado entre o Instituto de Cardiologia do DF (ICDF) e o Governo do Distrito Federal, através da Secretária de Saúde, com o objetivo de realizar um melhor gerenciamento do tratamento cirúrgico das doenças cardíacas pediátricas.

O objetivo deste acordo é garantir que toda criança com cardiopatia congênita, nascida no DF e entorno, possa ter o tratamento cirúrgico, quando necessário e no momento adequado, sem a necessidade da interferência judicial. Desta forma, o programa permitirá que as crianças em tratamento ambulatorial, assim como as crianças internadas em hospitais da rede pública possam ter a cirurgia cardíaca realizada o mais breve possível.

Uma cirurgia cardíaca pediátrica é uma intervenção de muita complexidade, que exige não apenas equipamentos específicos, como também uma equipe médica especializada e treinada para realizar esse procedimento. Nesse sentido, o ICDF, hospital filantrópico conveniado à Secretária de Saúde, destaca-se como referência no atendimento de alta complexidade na região centro-oeste.

Há a expectativa de que a partir de março, juntamente com Central de Regulação de Leitos SES-DF seja possível expandir o programa para o atendimento desde a vida intrauterina. Atualmente, nascem aproximadamente 4.000 crianças por mês no DF e entorno. Estima-se que deste total, aproximadamente 20 crianças, nascem com alguma cardiopatia congênita grave que necessite de tratamento cirúrgico em centro especializado, como é o caso do ICDF.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Transplante cresce 52% no DF



Dados do Ministério da Saúde revelam que o Distrito Federal realizou 601 transplantes em 2012, o que representa 52% a mais em relação a 2011. Por órgão transplantado, o resultado mostra que o estado fez 429 cirurgias de transplante de córnea, 104 de rim, 39 de fígado, 18 de coração e 11 de medula óssea. Em toda a Região Centro-Oeste, o total chegou a 2.160, um incremento de 19% no mesmo período avaliado. Em todo país, o aumento geral foi de 2,6% em 2012, quando o total de cirurgias chegou a 23,9 mil.

“Em 2012, o Brasil superou seu próprio recorde mundial de ser o país que mais faz transplantes totalmente públicos e gratuitos”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Estamos conseguindo levar essa cirurgia tão complexa para perto das pessoas e salvando mais vidas”, completa o ministro.

Também cresceu a quantidade de doadores. No país, o número passou de 2.207, em 2011, para 2.439, no ano passado. Com isso, pela primeira vez, o Brasil ultrapassou a marca de 10 doadores por milhão de população (PMP), atingindo a 12,7 em 2012. No DF, o número de doares aumentou de 37 para 56, o que elevou de 14,4 para 21,7 a quantidade de doadores por milhão de população.

Com a tendência de aumento nos transplantes e de doadores, houve redução no número de pessoas que estão na lista de espera por uma cirurgia. No país, 26.662 pessoas aguardam por transplantes – redução de 4,2 em relação a 2011 (27.827).

Além do Centro-Oeste, o Norte também apresentou aumento percentual de 47%, com a realização de 613 cirurgias – em 2011 o total foi de 416. O Nordeste passou de 3.912 cirurgias, em 2011, para 4.706, no ano passado, o que representa crescimento de 20% no período.

Em números absolutos, São Paulo se destaca com 8.585 transplantes realizados, sendo a maior parte de córnea (5.541). O segundo estado com volume maior de transplantes é Minas Gerais – 2.179, seguido pelo Paraná (1.721), Pernambuco (1.678) e Rio Grande do Sul (1.673).

No ano passado, estados de Ceará, Pernambuco, Acre, Mato Grosso do Sul, Paraná, Espirito Santo, Distrito Federal e São Paulo já eliminaram a lista de espera para o transplante de córnea.

Fonte: Agência Saúde - Ascom/MS

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

HRAS vai realizar mutirão de cirurgia pediátrica

No próximo sábado, dia 08 de Outubro, o Hospital Regional da Asa Sul realizará mais uma etapa do Mutirão de Cirurgia Pediátrica, desta vez homenageando a criança, que tem o seu dia celebrado em 12 de Outubro.

Nesta nova edição, estão previstas cirurgias em 60 crianças portadoras de hérnia inguinal, com mobilização dos profissionais das Unidades de Cirurgia Pediátrica, Anestesiologia, Enfermagem, Nutrição, Lavanderia, Limpeza, Segurança e Administrativo.

O objetivo do mutirão é resolver o problema da criança que, por causa da hérnia, sente dores e tem as suas atividades diárias, brincadeiras e escola, limitadas. Uma das anomalias cirúrgicas mais comuns na infância é a hérnia inguinal. A doença se constitui na persistência de comunicação entre o abdome e o canal inguinal, com o risco adicional de encarceramento do intestino e conseqüente obstrução intestinal. O mutirão funciona, ainda, como motivação para o servidor, que se sente realizado  ao ver o resultado imediato que o trabalho qualificado em equipe pode oferecer.

A novidade neste mutirão será a parceria estabelecida com a Receita Federal que permitirá a doação de um brinquedo a cada criança operada. “ Iniciativas dessa natureza fortalecem o movimento de qualificação da assistência prestada aos usuários da rede pública do DF”, explica Roselle Bugarin Steenhouwer, diretora geral de Saúde da Asa Sul.

“O projeto acelera a fila de espera do pequeno paciente que necessita de tratamento cirúrgico, permitindo agilidade na intervenção de média e alta complexidade, que podem ser atendidas em tempo hábil pela rotina dos serviços”, esclarece Acimar Cunha, chefe da Unidade de Cirurgia Pediátrica do hospital. No ano corrente, com os dois mutirões que aconteceram no Hras, 163 pacientes foram beneficiados pelo serviço.

Fonte e imsgem: Ascom-SES/DF

terça-feira, 5 de julho de 2011

Hospitais do DF terão novos médicos

Fonto: Gerson Lucas
Na manhã desta terça-feira (5), 43 médicos tomaram posse, em solenidade no auditório da sede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Os novos profissionais, de diversas especialidades, passam agora a integrar o quadro de pessoal da SES e serão lotados nos hospitais regionais e no Base.

A posse dos novos servidores faz parte do esforço da Secretaria de Saúde na recomposição do seu quadro de pessoal. Os profissionais são especialistas em acupuntura, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia vascular, endocrinologia e metabologia, gastroenterologia, otorrinolaringologia e urologia.
O início do exercício profissional dos novos servidores será no dia 11 de julho, também no auditório da Secretaria de Saúde, às 14h. Os profissionais empossados participam do Curso de Acolhimento de Novos Servidores da Secretaria de Saúde nos dias 12 e 13 das 8h às 12h no auditório da Fundação Hemocentro, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte.

Fonte: Ascom SES-DF

terça-feira, 29 de março de 2011

Secretaria de Saúde do Distrito Federal realiza mutirão de cirurgias

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica vai realizar nesta quarta-feira, dia 30, um mutirão de cirurgia de reconstrução mamária.  A ação visa reduzir a fila de espera pela operação.

Ao todo serão feitas 64 cirurgias em mulheres mastectomizadas pelo tratamento contra o câncer. A assistente educacional, Paulina Rabelo, 49 anos é uma delas e contou que o procedimento é a realização de um sonho. “Poder voltar a me olhar no espelho é sem dúvidas um dos meus maiores desejos. Quero voltar a viver e a sorrir”, concluiu, Paulina.  

Na ação, cerca de 120 médicos do distrito federal e de outras localidades participarão de maneira voluntária, ao todo 30 salas foram disponibilizadas para a realização do mutirão. De acordo com o Subsecretário de Atenção à Saúde, Ivan Castelli, as pacientes não terão de arcar com custo hospitalar ou pagamento de honorários médicos. “Se for necessário prótese de silicone, o governo distrital irá ceder o produto”, afirmou o subsecretário.

O coordenador do mutirão, Luciano Chaves, ressalta a importância do projeto para a autoestima das mulheres. De acordo com ele, 65% das pacientes separam-se do marido ou companheiro depois de passarem por uma mastectomia. “É uma cirurgia de apelo social”, disse.