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segunda-feira, 17 de março de 2014

Projeto Rios Voadores aposta em professores de escolas públicas para a preservação das águas


O fenômeno denominado “rios voadores”, massas de ar úmido que trazem vapor de água da Amazônia para outras regiões do Brasil e da América do Sul, é a inspiração de uma nova campanha educacional que será lançada pelo Projeto Rios Voadores na próxima sexta (21/3), na Escola da Natureza, em Brasília (DF). A iniciativa, patrocinada pela Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, consiste em transformar conteúdo científico e ambiental em material de fácil compreensão do público jovem e infantil por meio da capacitação de professores da rede pública de ensino. A distribuição de material didático específico conta com uma novidade: o livro Rios que voam, de Yana Marull. O objetivo é despertar a conscientização de crianças e adolescentes sobre o papel das florestas – e de cada árvore – na preservação das águas doces do Brasil.  No dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água.

O projeto teve início em 2007, com a ideia de aproximar o público em geral aos resultados de pesquisas científicas (em curso há três décadas) sobre a floresta amazônica e o regime de chuvas no Brasil. Numa parceria com cientistas brasileiros renomados, como os professores Enéas Salati e Antonio Nobre, o piloto aventureiro Gérard Moss percorreu principalmente a Amazônia e o Centro-Oeste coletando amostras de vapor de água em um pequeno avião adaptado. A análise das amostras no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) teve o objetivo de levantar mais dados técnicos sobre os rios voadores oriundos da Amazônia, conhecidos assim devido ao enorme volume de água que transportam na forma de vapor. A umidade provem da evapotranspiração das árvores da floresta amazônica (com 5,5 milhões de km²), e tem forte impacto no clima do Brasil.

Educação ambiental
Segundo o piloto e ambientalista Gérard Moss, diretor do Projeto Rios Voadores que promove oficinas de formação para professores de escolas públicas sobre o tema desde 2011, o interesse em assuntos ambientais começa com crianças cada vez menores. Justamente para abraçar também o público infanto-juvenil, o projeto vai capacitar professores com materiais exclusivos direcionados às crianças. Através dos professores, o projeto multiplica o conhecimento e gera esperança na conservação das florestas e das águas do Brasil. Serão beneficiados alunos desde a educação infantil  até o ensino médio. Nestas primeiras oficinas, cerca de 200 professores (das disciplinas de ciências e geografia) serão capacitados no DF em parceria com a Escola da Natureza.

“Com o lançamento do livro Rios que voam, temos agora um material colorido e cativante para as crianças pequenas. Nossa meta é alcançar milhares delas, principalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste, mas também em outras regiões do Brasil. Nossa intenção é que até mesmo os pequenininhos entendam e sejam mais conscientes da importância da floresta, e mesmo da árvore em frente à sua casa, que também faz sua parte para fornecer vapor de água para a atmosfera”, diz Gérard, que acompanhou o treinamento de 625 professores em ações anteriores do projeto, os quais repassaram a matéria para mais de 80 mil alunos nos últimos três anos.

País de água
Para o aventureiro suíço, naturalizado brasileiro, que ficou conhecido em todo Brasil por ser o primeiro piloto a dar a volta ao mundo em um motoplanador, apesar da decepção com a falta de comprometimento do mundo com a Rio+20, o Brasil possui vantagem em relação à sustentabilidade. No entanto, é preciso mais informação e conscientização entre seus próprios cidadãos.

“O Brasil é o país campeão de chuvas no mundo (com o volume de 15.200 km³ de água por ano) graças à existência de dois elementos: a Floresta Amazônica e a Cordilheira dos Andes. A evapotranspiração das árvores da floresta lança vapor de água para a atmosfera. As massas de ar úmido, ou rios voadores, são empurradas ao oeste e encontram a barreira natural da cordilheira, onde são desviadas rumo ao sul.”, explica.

“Da mesma forma que todos conhecem as peculiaridades climáticas da sua respectiva região (época das chuvas ou da estiagem), é importante que entendam a dinâmica que influencia o clima do país e sua sustentabilidade. O Brasil é um país de água, mas em certas regiões, não podemos nos dar o luxo de desperdiçá-la. Onde não há água suficiente, pelo motivo que for, precisamos dar mais valor e respeito a ela e à vegetação”, avalia Gérard, ao destacar que uma árvore de grande porte da Floresta Amazônica é capaz de produzir mais de mil litros de água por dia.

Para o piloto de 58 anos, o Dia Mundial da Água significa não somente refletir sobre o uso da água, mas comemorar a existência da Floresta Amazônica, que funciona como uma imensa bomba d’água. “Temos que reconhecer o papel da floresta no conforto das nossas vidas, mesmo para quem vive bem longe da Bacia Amazônica. No Brasil, temos o luxo de abrigar  a maior floresta tropical do mundo no nosso quintal, e vale a pena refletir sobre as consequências sérias que seria perdê-la para sempre”, comenta.

“A agricultura em outros países grandes, como a China e os Estados Unidos, não é sustentável porque depende bastante de água do subsolo, bombeada de profundidades cada vez maiores, para irrigar o cultivo. No Brasil, apenas 5% da agricultura usam irrigação mecanizada e 95% se beneficiam das chuvas que caem gratuitamente do céu. Devemos dar mais valor à abundância de chuva que temos no Brasil, pensando no futuro e preservando a floresta que fornece uma boa parte da umidade que se transforma em precipitações. Vale a pena derrubar as árvores para eventualmente, um dia, ficar com escassez de água? Acho que o Brasil é o único país do planeta que, em longo prazo, seja capaz de fornecer alimentos para países como a China e a Índia, com acelerado crescimento populacional e sem os recursos de água que nós temos.”, conclui.

Aprendizado lúdico
Para a diretora da Escola da Natureza, Lêda Bhadra, a parceria com o projeto tem sido satisfatória tanto para alunos quanto para professores de Brasília. Segundo ela, a iniciativa faz toda a diferença no aprendizado. Desde 1997, a escola é voltada para o atendimento de professores, alunos e projetos ligados ao tema ambiental, com atividades diárias.
“Com esse tipo de iniciativa o professor se sente mais seguro e com mais propriedade para trabalhar, e de forma diversificada e lúdica com seus alunos. É uma oportunidade de trabalhar de forma diferenciada e sair um pouco do comum, com um material que é bastante rico”, afirma.

Livro Rios que Voam
O livro infanto-juvenil Rios que Voam traz em suas 24 páginas ilustrações divertidas e textos enxutos que explicam o fenômeno dos rios voadores e seu impacto na relação com o ser humano e a natureza. Escrito e ilustrado pela jornalista Yana Marull, que possui experiência na cobertura de matérias comportamentais e sobre o meio ambiente, a obra também conta com colaboração de Margi Moss. Além de reflexões sobre a conservação da água e das florestas, o livro traz ainda curiosidades diversas como, por exemplo, como ocorre o processo de evaporação da água, a formação das nuvens e da chuva.


Serviço
Lançamento e capacitação - Projeto Rios Voadores
Data: 21/03/2014 (sexta)
Hora: das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h
Local: Escola da Natureza
Centro de Referência em Atividades de Educação Ambiental da SEDF
Endereço: Parque da Cidade (portão 5)
Telefone: (61) 3901-7756 / 3901-8137
Mais informações no site 
Patrocínio master: Programa Petrobras Socioambiental, da Petrobras

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Uso de papel reciclado nos órgãos públicos do DF é lei

Dentro da pauta de preservação do meio ambiente, nova lei que prevê o uso de papel reciclado em todos os órgãos públicos passa a vigorar no Distrito Federal. O texto, publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (19), vale para 40% do material de expediente consumido nas atividades do Executivo, Câmara Legislativa e Tribunal de Contas. A autoria é do deputado Professor Israel (PV).

A norma regulamenta a utilização dos reciclados em itens como envelopes, cartões, formulários, blocos, publicações, processos e boletins nas repartições públicas. O foco é a promoção de práticas sustentáveis, uma vez que esse tipo de papel permite a redução do uso de matéria-prima e economia de recursos naturais no processo de produção.

“É preciso que o Estado, que é o maior comprador, dê exemplo e estimule o mercado para tornar o papel reciclado menos dispendioso e incentivar a população a consumi-lo também”, defende o parlamentar. Com a sanção da Lei nº 5.312, Israel quer agora que seja realizada uma campanha de conscientização voltada para a população, iniciando pelos servidores públicos.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Green Move Festival

O Green Move Festival promove no próximo dia 5 de outubro no Jardim Botânico a Ação Plantar Green Move. A concentração para a atividade será a partir das 15h no Teatro de Arena. O objetivo da ação é contribuir com a recomposição de uma mata de galeria (vegetação que fica na beira de um córrego) às margens de um córrego dentro do Jardim Botânico de Brasília. 

No local, será realizado um mutirão de plantio para neutralização de parte das emissões de carbono do Festival 2012. Sob a coordenação do IPOEMA - Instituto de Permacultura: Organização Ecovilas e Meio Ambiente e com a parceria da Fundação Pedro Jorge serão plantadas 150 mudas de várias espécies.

Realizado pela UPiano Entretenimento com patrocínios do Banco do Brasil, Tetra Pak e Petrobras, o Green Move Festival  é um projeto que tem como principal função gerar informações e estimular a realização de ações voltadas para conscientização e atitudes de responsabilidade no que se refere à contribuição para a preservação do planeta e o crescimento econômico sustentável.

O festival será realizado no dia 13 de outubro, na área central da Esplanada dos Ministérios, a partir das 10h.  Quem participar da ação ganha o acesso à Área Consciente no dia dos shows em comemoração às ações ambientais do festival e poderá ver seu artista preferido de mais perto.

Serviço

Ação Plantar Green Move
Dia 5 de outubro
15h
Concentração no Teatro de Arena do Jardim Botânico
Acesso livre

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Preso grileiro que comercializava áreas em Taguatinga

Um falso corretor foi preso depois de ser flagrado por agentes da Secretaria da Ordem Pública (Seops) durante a negociação de lotes da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) localizados no Assentamento 26 de Setembro, em Taguatinga.

"Identificamos o corretor durante uma ação de rotina da secretaria no condomínio, que já era monitorado junto com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente para coibir a ação de grileiros", explicou o secretário da Seops, José Grijalma Farias. A área tem 5 mil hectares, e, segundo Farias, o suspeito pode ter lucrado R$4,6 milhões com a venda de 101 frações, de 400 m² cada.

"Já havia ruas abertas, e os lotes estavam marcados com piquetes, o que acabava ludibriando as pessoas. A área fica próximo à Floresta Nacional de Brasília e não pode ser habitada, por isso não será regularizada", complementou o secretario da Seops.

Essa foi quarta prisão do ano pelo crime de grilagem de terras no assentamento e a 28ª efetuada pelo Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo.

"É difícil prendermos esses criminosos em flagrante porque não conseguimos provar que eles estavam vendendo os lotes de forma irregular. Desta vez, o corretor estava com mapas, notas promissórias e carimbos, o que configura grilagem", destacou José Grijalma Farias.

O suspeito, levado à Delegacia do Meio Ambiente, será autuado pelo crime de parcelamento irregular do solo e, se condenado, poderá ficar até cinco anos preso além de pagar multa entre 10 e 100 salários mínimos. As pessoas que compraram os lotes também serão chamadas para prestar depoimento.

"Ainda existe na população a cultura de que uma vez invadindo, a área será regularizada. Mas esta não é a política deste governo, que pretende combater com rigor a invasão de terras", enfatizou o secretário.

Antes de comprar um lote, Farias aconselha que o cidadão procure órgãos do poder público como a Terracap, administrações regionais e Agência de Fiscalização (Agefis) para verificar a situação da área.

Fonte: Agência Brasília/ imagem: Mary Leal

terça-feira, 19 de março de 2013

Dia Mundial da Água



A Agência Nacional de Águas, o Governo do Distrito Federal, a UNESCO no Brasil, o WWF Brasil e o programa Água Brasil do Banco do Brasil vão iluminar em azul os principais edifícios da Esplanada dos Ministérios, a partir da próxima sexta-feira, 22 de março, Dia Mundial da Água, para comemorar o Ano Internacional de Cooperação pela Água e incentivar a participação na Hora do Planeta. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para as questões que envolvem o uso e a preservação da água, um desafio crescente.

No sábado, dia 23, por volta das 20:30, o azul da esplanada será apagado, junto com os demais edifícios públicos do GDF, durante a 5ª edição da Hora do Planeta. Na sequência, os edifícios voltam a acender em azul até domingo, 31 de março. Serão iluminados o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, o Palácio do Buriti e a Catedral.

Ano Internacional de Cooperação pela Água
A água é vital para a manutenção da vida, do bem-estar e para o desenvolvimento social e econômico, mas as fontes do planeta são limitadas. Em todos os cenários, lidar com água demanda colaboração: é apenas por meio da cooperação que poderemos no futuro obter sucesso ao gerenciar nossas fontes finitas e frágeis de água, que estão sob crescente pressão exercida pelas atividades de uma população mundial em crescimento que já ultrapassa sete bilhões. Por isso, em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2013 o Ano Internacional das Nações Unidas de Cooperação pela Água e designou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para coordenar as ações oficiais.

Dia Mundial da Água
Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a conhecida Eco-92. Desde então, as celebrações acontecem em todo o mundo a partir de um tema anual definido pela ONU, que este ano é "Cooperação pela Água".
  
Hora do Planeta
Conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF sobre mudanças climáticas.  No sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governos são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, dois milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes. Em 2012, o movimento atingiu mais de sete mil cidades em 152 países.
  
Atrações Culturais
Na tarde do dia 22, os organizadores e apoiadores promovem o Seminário Água, Comunicação e Sociedade no Ano Internacional de Cooperação pela Água. Aberto a todos os interessados, o Seminário reúne especialistas e comunicadores em um espaço aberto para troca de experiências e debates. 

Os objetivos são divulgar como é feita a gestão dos recursos hídricos no Brasil, dar visibilidade a ações de cooperação e mobilização para ações de boa gestão e uso sustentável da água e envolver a sociedade nas discussões sobre o crescente desafio de garantir água em quantidade e qualidade a todos. 

As inscrições para o Seminário podem ser feitas até o dia 20 de março nos sites institucionais dos realizadores e apoiadores do evento ou diretamente pelo link, que tem a programação completa.

Na sexta-feira (22), a partir das 20:30, haverá show gratuito do grupo de percussão Companhia das Índias e da banda Pé de Cerrado, no auditório principal do Museu da República. No sábado, 23, na área externa do Museu, a partir das 20h, durante a Hora do Planeta, a festa será conduzida pelo grupo Patubatê (de percussão com instrumentos reciclados) e pelos Dj’s Criolina.

Serviço
Show : Pé de Cerrado
Companhia das Índias 
Quando: 22/03
Hora: A partir das 20:30h
Local: Museu da República

Show : Patubatê e Dj’s Criolina.
Quando: 23/03
Hora: A partir das 20h
Local: Museu da República

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Grafiteiros recuperam espaços públicos

Um grupo de grafiteiros vai realizar, neste fim de semana (12 e 13), a pintura do muro do Centro de Ensino Fundamental 01, na QN 7D do Riacho Fundo II.

O local está pichado e depredado por ação de vândalos. O objetivo da ação é conscientizar a população, sobre a preservação dos espaços públicos. Garantindo assim, a expressão artística dos jovens por meio da arte, no caso o grafite.

A pintura do muro, que conta com o apoio da Administração do Riacho Fundo II, vai ocorrer nos dias 12 e 13 de janeiro (sábado e domingo), a partir das 8 horas da manhã , e foi organizado pela Secretaria de Educação.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Inscrições abertas para o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade

Estão abertas as inscrições para a 24ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, que este ano está inserido nas comemorações do Ano Internacional do Afrodescendente e homenageia os 100 anos de nascimento do artista plástico Carybé. As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de julho nas Superintendências do Iphan em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

Cada ação só poderá ser inscrita em um das sete categorias previstas no Edital. Os candidatos, pessoas físicas ou jurídicas, deverão apresentar um dossiê, ilustrado para caracterizar plenamente a atividade. Comissões presididas pelas Superintendências do Iphan em cada unidade federativa promoverão a pré-seleção das ações correspondentes aos seus estados ou Distrito Federal. Em seguida, as ações pré-selecionadas serão encaminhadas para a Comissão Nacional de Avaliação. Os resultados serão anunciados no mês de outubro. Os vencedores de cada categoria serão premiados com troféu, certificado, selo de identificação e R$ 20 mil.

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade foi criado em 1987 em reconhecimento a ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro e está dividido em sete categorias:
• Promoção e Comunicação
• Educação patrimonial
• Pesquisa e inventário de acervos
• Preservação de bens Móveis
• Preservação de bens Imóveis
• Proteção do patrimônio natural e arqueológico; e
• Salvaguarda de bens de natureza imaterial

O edital da 24ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade está à disposição nas Superintendências do Iphan e nos sites www.iphan.gov.br e www.comprasnet.gov.br. Informações gerais podem ser obtidas no Departamento de Articulação e Fomento - DAF / Coordenação-Geral de Difusão e Projetos, em Brasília, SBN Quadra 02, Edifício Central Brasília, 2º andar - Cep: 70040-904.
Telefones: (61) 2024.6199, 2024.6245 e 2024.6176. Fax: (61) 2024.6198. Endereço eletrônico:
daf@iphan.gov.br

Fonte: Secretaria de Cultura-DF