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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Poderes da Arte

Ao lado da escultura da cabeça de Juscelino Kubitscheck, em um pequeno prédio de dois andares projetado por Oscar Niemeyer na Praça dos Três Poderes — o Museu Histórico de Brasília —, uma porta discreta dá acesso à história da capital do Brasil. A exposição permanente com inscrições em mármore que está ali desde a fundação da cidade, em 1960, é pouco visitada e praticamente desconhecida pelos brasilienses. Atenta a isso, a direção do Centro Cultural Três Poderes vai promover uma série de eventos com música, arte e astronomia a fim de incentivar o uso mais frequente da praça, principalmente em eventos culturais.

A segunda edição do Poderes da Arte ocorre neste sábado (27) e começa às 10 horas, com uma feira de orgânicos aos pés do Panteão da Pátria Tancredo Neves — outro monumento que, com o Espaço Lucio Costa, forma o Conjunto Cultural Três Poderes. A primeira foi em 21 de abril, dia do aniversário de 55 anos de Brasília. Sob o apoio da Secretaria de Cultura e patrocínio do Serviço Social do Comércio (Sesc), o evento terá outras cinco edições até outubro, sempre ligadas a intervenções de artistas, shows de bandas locais e apoio a ações voltadas à sustentabilidade.

Uma feira de produtos da cidade, uma feira de vinis e rodas de conversa também serão promovidas durante o sábado. “Queremos com ações como essa dizer às pessoas que existimos e chamá-las a ocupar a praça com eventos que envolvam arte e cultura, além de visitarem os monumentos da cidade”, afirma a diretora do Centro Cultural Três Poderes, Jussara de Almeida Menezes.

Às 16 horas, haverá uma apresentação de hip hop com o rapper paraibano SH Torres e os convidados Harrison Maverick e Handz Up, enquanto grafiteiros farão uma intervenção ao vivo, em um painel móvel. A partir das 18 horas, integrantes do Clube de Astronomia de Brasília ocupam a praça com telescópios para observar planetas, estrelas e a lua. Depois das 20 horas, subirão ao palco as bandas de blues Ligação Direta, Protofonia, Celtic Soul e B Lady & The Band.

Uma campanha do agasalho também será promovida no dia do evento. Todo o vestuário e cobertores arrecadados serão encaminhados a projetos sociais que atendem dependentes químicos nos arredores da Rodoviária do Plano Piloto.

Serviço
Poderes da Arte — 2ª edição
27 de junho de 2015 (sábado)
A partir das 10 horas
Praça dos Três Poderes

Fonte:Agência Brasília/imagem:Tony Winston

terça-feira, 12 de maio de 2015

Aberto o prazo para se inscrever na Lei de Incentivo à Cultura

Estão abertas as inscrições para artistas interessados em obter recursos por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, que concede a empresas ou entidades benefícios fiscais para realização de projetos culturais. O prazo termina quando se atingir o limite financeiro de abatimento para o ano, de R$ 12 milhões.

A portaria que estabelece as regras para apresentação de projetos culturais foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira (11). Uma das principais novidades em relação aos anos anteriores é que os interessados não precisam mais apresentar três orçamentos na hora da inscrição. Basta adotar os valores de mercado e justificar os itens previstos. Os avaliadores podem julgar os preços como elevados e sugerir reenquadramentos.

Outra mudança permite a utilização de diferentes fontes de recursos públicos para executar o projeto, desde que não haja duplicidade de pagamento para um mesmo item — o que deve ser comprovado na prestação de contas. Por exemplo, o agente não pode pagar o aluguel de um palco com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do DF e da Lei Rouanet, do governo federal. É preciso optar por um deles. Além disso, o agente cultural poderá utilizar o próprio orçamento para pagar a elaboração do projeto. Antes, essa previsão não era explícita na portaria.

Mais investimento
A Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal amplia o investimento de capital privado na área cultural uma vez que, para acessar os recursos de incentivo fiscal, as empresas ou entidades interessadas devem participar do custeio dos projetos culturais no DF.

Pessoas físicas ou jurídicas podem apresentar projetos de até R$ 120 mil ou de até R$ 600 mil, respectivamente. Os valores de abatimento para as empresas patrocinadoras variam de acordo com o valor do projeto.

Como participar
Qualquer profissional da cultura que tenha Cadastro de Ente e Agente Cultural válido (cadastro de artistas, produtores e entidades culturais do DF, mantido pela Secretaria de Cultura e que pode ser solicitado a qualquer momento) e que tenha Carta de Intenção de Incentivo de Incentivadora Cultural (documento de empresa patrocinadora com informações sobre a intenção de patrocínio) pode apresentar seu projeto à Secretaria de Cultura, com toda a documentação solicitada na portaria publicada nesta segunda-feira.

Veja lista a completa das empresas ou entidades habilitadas e outras informações sobre o processo. Mais informações: 3325-5218 ou lic@cultura.df.gov.br

Fonte:Agência Brasília

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Projeto coopera na reconstrução da memória cultural do Varjão

A comunidade do Varjão recebe projeto dedicado à sua história e memória cultural. “Boto Fé na minha história!” é um projeto realizado pela Enzima Cultural e patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do GDF que incentiva os moradores de cidades-satélites do DF a reconhecerem e valorizarem sua própria cultura e espaço urbano em que vivem e no qual construíram sua história.

E a arte é ponte para este encontro com as memórias e as vivências. Ícones pacificadores e promotores de cidadania da região do Varjão, abarcada pelo projeto, são escolhidos para trabalhar temáticas que geram ações de cultura de paz nas comunidades. É uma tentativa de resgate da história do lugar pelo viés da geografia humana.

O projeto oferece sete oficinas artísticas para jovens e adultos com perspectivas de profissionalização e democratização ao acesso e à produção de arte no Distrito Federal. Os jovens que se inscrevem são convidados a contar sua história de um jeito novo: seja por meio da fotografia, teatro, música ou ilustração, passam a manusear técnicas dessas artes no meio onde estão inseridos.

Cada oficina proposta apresenta uma maneira de se falar sobre a comunidade. Elas são de Pesquisa Histórica, Mídias Digitais (Fotografia, Vídeo, Edição de Imagens, Redes Sociais e Texto), Iniciação Teatral, Ilustração, Design Gráfico, Serigrafia e Figurino Teatral para costureiras.

Ao final de todas as oficinas, o projeto resultará em uma intervenção cênica no espaço urbano e em produtos artísticos geradores de visibilidade como outdoors, busdoors, camisetas, lápis, canetas e outros materiais comercializáveis.  A matriz inspiradora do projeto é a pop art, com cores e formas imortalizadas pelas mãos de Andy Wahrol, Laurence Alloway, Roy Lichtenstein e Tom Wesselmann.

Oficina em curso
A partir do dia 20 de agosto, o projeto apresenta a Oficina de Ilustração, ministrada por João Teófilo e Felipe Cavalcante, dois grandes ilustradores/designers brasilienses. Nesta etapa, com 8 aulas, busca-se expandir o contato com o tema por meio de exercícios práticos, sem a necessidade de domínio técnico anterior. O objetivo é envolver os participantes na construção da memória local do Varjão, por meio do design e da ilustração.  As aulas, bem como todo o projeto, acontecem na Casa São José, todas as terças e quintas-feiras, entre 15h e 18h.

Serviço
Boto Fé na Minha História!
Datas: Abril de 2013 a abril de 2014
Local: Casa São José – Varjão

Oficina de Ilustração, com João Teófilo e Felipe Cavalcante
Data: 20 de agosto a 12 de setembro
Horário: 15h às 18h
Local: Casa São José – Varjão
Oficinas gratuitas
Inscrições: botofenaminhahistoria@gmail.com
Informações: (61) 3323-4079

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Edital vai promover a qualificação de jovens negros e negras para o mercado cultural


Cerca de 1.200 jovens negros e negras serão capacitados para atuar no mercado cultural por meio do edital da Fundação Cultural Palmares, lançado no dia 1º de julho. A chamada pública nº 01/2013 garante a implantação dos Núcleos de Formação de Agentes de Cultura da Juventude Negra – NUFAC’s em todo o Brasil. As inscrições seguem até 30 de julho.

Esta é a segunda edição do certame que selecionará 10 (dez) propostas de entidades que possuam capacidade técnica e administrativa para oferecer cursos de formação profissional na área cultural para jovens negras e negros do ensino fundamental e médio, completo e incompleto, oriundos das classes sociais C, D e E de todas as regiões brasileiras.

Qualificação profissional e identidade – O diretor do Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da FCP, Lindivaldo Júnior, explica que o principal objetivo é formar agentes de cultura que possam atuar como promotores da cultura negra brasileira no mercado de trabalho e nas comunidades onde vivem. “A ideia, além da capacitação, é permitir que eles adquiram consciência da forte influência das culturas africanas na identidade brasileira”, afirma.

Poderão se inscrever na chamada pública entidades privadas sem fins lucrativos que tenham como foco de atuação a cultura e a educação, comprovado por meio do histórico da instituição proponente e da aferição do efetivo exercício de atividades referentes ao objeto da parceria durante os últimos três anos; desenvolvam trabalhos em prol da cultura afro-brasileira, nas condições e exigências estabelecidas neste Edital; e estejam credenciadas e cadastradas no portal de convênios/SICONV do Governo Federal.

Para Vilmar Pereira de Souza, coordenador do NUFAC de Minas Gerais, os núcleos são uma importante oportunidade para incluir os jovens negros e negras na produção da cultura brasileira. Segundo ele, a capacitação ajuda os alunos a se tornarem protagonistas de sua própria história. “Nós percebemos que eles reencontram sua autoestima”, conta. “São jovens que estavam excluídos das oportunidades e agora podem superar essa condição de suscetibilidade”, analisa.

Juventude negra viva – A situação de vulnerabilidade da juventude negra no Brasil se traduz em números. Dados do Ministério da Saúde mostram que mais da metade (53,3%) dos 49.932 mortos por homicídios em 2010 no Brasil eram jovens, dos quais 76,6% negros (pretos e pardos) e 91,3% do sexo masculino.

Esses jovens têm de 15 a 29 anos, são moradores das periferias e áreas metropolitanas dos centros urbanos, não chegam a completar o ensino fundamental. Segundo dados do Censo 2010, divulgado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, os percentuais de pessoas de 10 anos ou mais de idade sem instrução ou com ensino fundamental incompleto são de 56,8% entre os pretos e 57,3% para os pardos.

Lindivaldo Júnior ressalta que além de criatividade, inovação e articulação com outras ações e iniciativas pedagógicas, as propostas inscritas no SICONV (Sistema de Convênios do Governo Federal) deverão apresentar, sempre que possível, produtos finais articulados com a temática do Plano Juventude Viva. “O NUFAC é uma ação que cria oportunidades para prevenir a vulnerabilidade dos jovens negros do Brasil, a situações de violência a que são expostos diariamente”, aponta. “É nossa responsabilidade pensar alternativas para que esse cenário mude”, conclui.

O prazo para inscrição é até 30 de julho de 2013. 
Para visualizar ou imprimir a versão em PDF do Edital e seus anexos, clique aqui.
Para visualizar ou imprimir a versão em PDF da publicação no Diário Oficial da União, clique aqui.
 
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eu Faço Cultura


Este mês, é a vez da capital federal, Brasília, receber a programação do  Eu Faço Cultura, que terá as oficinas no dia 17 de maio e os shows da banda instrumental Marambaia e da cantora Ellen Oléria, que lança seu DVD, no dia 18 de maio. Para o show é importante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Em anos anteriores, o projeto destinou 2,5 toneladas de alimentos a 27 instituições de caridade, arrecadados nos eventos. Os alimentos serão destinados à ONGs, Centros Comunitários ou escolas que receberão as oficinas nas cidades.

Depois de seis anos de sucesso, o Eu Faço Cultura volta a percorrer o Brasil. Mais de 20 cidades, entre municípios e capitais receberam as atividades do projeto que levou oficinas gratuitas para ONGs, escolas e centros comunitários, além de shows com bandas instrumentais e de MPB. Durante todo o ano de 2012, as oficinas fizeram homenagem ao cantor e compositor Luiz Gonzaga que completaria 100 anos nesse ano.

Nos seis primeiros anos de realização, o Eu Faço Cultura conseguiu atingir mais de 600 mil pessoas entre participantes das oficinas e espectadores dos shows. A grande participação e apoio dos empregados da CAIXA, mobilizados pelo Movimento Cultural do Pessoal da CAIXA (MCPC) motivou a continuação do projeto, que volta a percorrer algumas cidades do Brasil.

Oficina de percussão gratuita
Para a população de Brasília será oferecida, gratuitamente, oficina de percussão, no CEAN - Centro de Ensino Médio da Asa Norte, no dia 17 de maio, das 9h às 13h. A oficina será ministrada por Léo Barbosa, professor e percussionista das bandas instrumentais Funkieira e Marambaia. Léo participa do projeto desde o começo e tem orgulho do que já conquistou. “A oficina ensina percussão e desperta o interesse pelos instrumentos de pessoas que nunca teriam essa oportunidade”, acrescenta. A oficina vai abordar, nos dois dias, ritmos como galope, afoxé e frevo. Para a oficina, são oferecidas 40 vagas.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.eufacocultura.com.br.

Após as aulas, 10 alunos farão uma apresentação no show da banda Marambaia, composta por Marcus Moraes, Marcelo Lima, Alexandre Macarrão, Léo Barbosa e Célio Maciel.

Show com a cantora Ellen Oléria
No dia 18 de maio, no Museu Nacional da República, a partir das 18h00, as cantoras Ellen Oléria e Ana Reis e a banda Marambaia apresentam o show gratuito que encerra as atividades do projeto Eu Faço Cultura em Brasília.

Nomeada como a voz do Brasil em 2012, aos trinta anos, Ellen Oléria condensa em sua performance tudo o que o povo brasileiro reconhece como seu: perseverança, entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto, iluminando cada canção que canta. Compositora em essência, multi-instrumentista, cantora e atriz, ela é brasileira, e se reconhece como tal, mas faz música pro mundo inteiro. Com estilo variado e rico, Ellen Oléria poderia ser sambista e é. Poderia ser uma cantora de MPB e é. Poderia ser cantora de soul, jazz, afoxés ou ser chamada MC, porque é. De uma maneira revolucionária, ela aglutina em sua voz todas essas expressões da música, e algo mais, reflexo de seu tempo e seu lugar de fala: mulher negra de periferia, urbanóide de quilombo-cosmopolita.

No show de Brasília, a cantora lança seu DVD intitulado “Ellen Oléria e Pretu.tu - Ao vivo no Garagem!” para o público de sua cidade natal. No trabalho, a cantora foi acompanhada da banda Pretu.tu e condensou seu estilo em uma mistura de ritmos e influências que a trouxe até o local onde chegou e que promete levá-la muito além.

Show com a cantora Ana Reis
A sambista brasiliense une influências principalmente de Paulinho da Viola, Mônica Salmaso e Teresa Cristina, mas também de clássicos e renomados artistas como Clara Nunes, Cartola, Noel e Geraldo Pereira. Com repertório variado, que passeia da MPB ao samba, seu estilo preferido, a cantora se apresenta com frequência na cidade, já tendo feito parceria com grandes cantores locais como Renata Jambeiro e Cris Pereira.

Show com a banda Marambaia (Música Instrumental Brasileira)
A banda Marambaia se apresenta dia 18 de maio, no Museu Nacional da República, a partir das 18h, no show que encerra as atividades do projeto Eu Faço Cultura em Brasília. Na abertura do show, a apresentação dos 10 alunos escolhidos da oficina de música junto à banda Marambaia. Formado em 2002 e composta por Marcus Moraes (violão e guitarra), Marcelo Lima (bandolim, guitarra e violão), Alexandre Macarrão (baixo), Léo Barbosa (percussão) e Célio Maciel (bateria), o Marambaia é um grupo que desenvolve um trabalho de música instrumental independente mesclando informações de origens diversas. A banda, responsável pela abertura do evento, tem o objetivo de alcançar uma musicalidade própria através de composições inéditas, porém sem nunca esquecer a influência dos grandes compositores. “A ideia é fazer o público dançar”, comenta o percussionista Léo Barbosa. E pelo jeito vai ser difícil ficar parado. Abram alas que a Banda Marambaia vai passar!

Oficina De Percussão
Data da oficina: 17 de maio
Horário: das 09 às 13hs
Local: CEAN - Centro de Ensino Médio da Asa Norte
Endereço: SGAN 606/ 607 (Asa Norte)
Professor: Leonardo Barbosa

Show com Ellen Oléria
Local: Museu Nacional da República
Data: 18/05/2013
Horário: 18h
Valores: Apresentação gratuita. 
Se possível, levar 1 kg de alimento não perecível.

terça-feira, 5 de março de 2013

Decreto altera normas sobre segurança em eventos

Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal o Decreto nº 34.178, que altera as normas sobre o licenciamento para funcionamento das atividades econômicas dos eventos sem fins lucrativos. O objetivo é conferir melhores condições ao Poder Público para que sejam garantidas as condições de segurança exigidas aos eventos, seja em área pública ou privada.

De acordo com o decreto, foram reguladas as atividades recreativas, sociais, culturais, religiosas, esportivas, ou acontecimento institucional ou promocional, comunitário ou não, cuja realização tenha caráter temporário e local determinado, em áreas públicas ou privadas, com reflexos no sistema viário ou na segurança pública.

A normatização é resultado do grupo de trabalho instituído pelo Decreto N° 33.953/2012, do qual fazem parte a Casa Civil do DF e as Secretarias de Estado de Segurança Pública, Esporte, Turismo, Cultura e Defesa Civil. Entre as principais mudanças está a ampliação do prazo de 7 para 20 dias para que os interessados apresentem requerimento para realização de eventos, a exigência de novos documentos e de um termo de responsabilidade.

Além do projeto básico que ateste as condições de segurança e as medidas de prevenção contra incêndio e pânico, são exigidos os seguintes documentos: 

Comprovante de atendimento das condições necessárias de segurança;

Comprovante de atendimento das medidas de prevenção, conforme o Regulamento de Segurança contra Incêndio e Pânico do Distrito Federal;
  
Atestado de Regularidade Técnica assinado por profissional habilitado e registrado em órgão de classe; 

Termo de Ajuste Técnico de consulta prévia da Secretaria de Estado de Defesa Civil; 

Autorização para utilização de área pública, ou documento probatório de posse ou propriedade do local de realização do evento; 

Análise e aprovação prévia dos órgãos competentes, quanto à localização, acessos e planejamento do sistema viário local, inclusive estacionamentos adequados e dimensionados de acordo com o público estimado;

Termo de responsabilidade.

Os locais e as instalações serão vistoriados pelos órgãos competentes. Se as medidas de segurança não forem suficientes, as entidades de fiscalização e controle exigirão as medidas corretivas, podendo impedir a realização ou a continuidade do evento.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Inscrições abertas para o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade

Estão abertas as inscrições para a 24ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, que este ano está inserido nas comemorações do Ano Internacional do Afrodescendente e homenageia os 100 anos de nascimento do artista plástico Carybé. As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de julho nas Superintendências do Iphan em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

Cada ação só poderá ser inscrita em um das sete categorias previstas no Edital. Os candidatos, pessoas físicas ou jurídicas, deverão apresentar um dossiê, ilustrado para caracterizar plenamente a atividade. Comissões presididas pelas Superintendências do Iphan em cada unidade federativa promoverão a pré-seleção das ações correspondentes aos seus estados ou Distrito Federal. Em seguida, as ações pré-selecionadas serão encaminhadas para a Comissão Nacional de Avaliação. Os resultados serão anunciados no mês de outubro. Os vencedores de cada categoria serão premiados com troféu, certificado, selo de identificação e R$ 20 mil.

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade foi criado em 1987 em reconhecimento a ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro e está dividido em sete categorias:
• Promoção e Comunicação
• Educação patrimonial
• Pesquisa e inventário de acervos
• Preservação de bens Móveis
• Preservação de bens Imóveis
• Proteção do patrimônio natural e arqueológico; e
• Salvaguarda de bens de natureza imaterial

O edital da 24ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade está à disposição nas Superintendências do Iphan e nos sites www.iphan.gov.br e www.comprasnet.gov.br. Informações gerais podem ser obtidas no Departamento de Articulação e Fomento - DAF / Coordenação-Geral de Difusão e Projetos, em Brasília, SBN Quadra 02, Edifício Central Brasília, 2º andar - Cep: 70040-904.
Telefones: (61) 2024.6199, 2024.6245 e 2024.6176. Fax: (61) 2024.6198. Endereço eletrônico:
daf@iphan.gov.br

Fonte: Secretaria de Cultura-DF