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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Presidiários transformam placas danificadas em objetos de uso coletivo

Detentos do regime semiaberto trabalham na confecção de objetos de uso coletivo a partir de placas de sinalização usadas. Estragadas, enferrujadas ou danificadas em acidentes, as placas são transformadas em bancos, lixeiras e armários. O trabalho e coordenado pela Secretaria de Transportes por meio da Coordenadoria de Infraestrutura.

Segundo a Secretaria de Transporte, cerca de 90% dos trabalhadores são presidiários do regime semiaberto, que conseguem redução na pena em troca do trabalho.

Eles recebem bolsa-auxílio com um salário mínimo (R$ 724), auxílios alimentação e transporte, além da redução de um dia da pena a cada três dias de trabalhado cumprido. Os presos são contratados por meio de um termo de prestação de serviços firmado entre a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e a pasta.

Para o coordenador de Infraestrutura de Sinalização da Secretaria de Transportes, Ivaldo Teixeira, que acompanha de perto o trabalho desenvolvido pelos apenados, essas atividades contribuem para a ressocialização.

"É uma oportunidade para que eles se sintam úteis e desenvolvam um trabalho importante", afirmou em entrevista à Agência Brasília.

Os três tipos de materiais produzidos são cedidos para os terminais rodoviários, administrações regionais e praças públicas do DF.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Hmenon Oliveira

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Uso de papel reciclado nos órgãos públicos do DF é lei

Dentro da pauta de preservação do meio ambiente, nova lei que prevê o uso de papel reciclado em todos os órgãos públicos passa a vigorar no Distrito Federal. O texto, publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (19), vale para 40% do material de expediente consumido nas atividades do Executivo, Câmara Legislativa e Tribunal de Contas. A autoria é do deputado Professor Israel (PV).

A norma regulamenta a utilização dos reciclados em itens como envelopes, cartões, formulários, blocos, publicações, processos e boletins nas repartições públicas. O foco é a promoção de práticas sustentáveis, uma vez que esse tipo de papel permite a redução do uso de matéria-prima e economia de recursos naturais no processo de produção.

“É preciso que o Estado, que é o maior comprador, dê exemplo e estimule o mercado para tornar o papel reciclado menos dispendioso e incentivar a população a consumi-lo também”, defende o parlamentar. Com a sanção da Lei nº 5.312, Israel quer agora que seja realizada uma campanha de conscientização voltada para a população, iniciando pelos servidores públicos.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CEB inaugura primeira agência de atendimento sustentável

A CEB Distribuição inaugurará hoje, às 10h, sua primeira unidade de atendimento sustentável em Brazlândia, com o reaproveitamento de equipamentos e peças que seriam jogados fora como sucata.

"Esse foi um projeto inovador da CEB e tem como principal foco a sustentabilidade", destacou Rubem Fonseca, presidente da CEB.

Em três semanas de reforma, a Agência de Atendimento Comercial de Brazlândia ganhou uma cara nova por meio da reutilização de materiais, como fios de alta tensão, tambores de óleo, tampas de postes e medidores de energia.

Além da utilização dos materiais descartados, a unidade sustentável contempla, ainda, o uso racional da energia e da água, coleta seletiva do lixo e coleta de lâmpadas e baterias usadas.

O projeto sustentável economizou cerca de 80% dos gastos previstos para a reforma padrão da agência. A previsão da CEB é que esse tipo de reforma se estenda a outras unidades da empresa, sendo a Agência de Atendimento do Guará a próxima a se tornar sustentável.

Serviço

Agência de Atendimento Comercial de Brazlândia
Local: Quadra 02 Norte, Lote 37, Lojas - 01 / 02

Fonte:Agência Brasília/imagem:Brito

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

DFTrans limita uso do Vale-Transporte


A partir de segunda-feira (23), mais de 600 mil usuários que usufruem do Vale-Transporte só poderão utilizar o benefício uma vez em cada ônibus, por viagem, e caso o passageiro desrespeite esse limite, o cartão será bloqueado.

"Com essa ação, evitamos o uso indevido desses cartões. Estamos amparados pela legislação, que prevê o uso do benefício somente no deslocamento residência-trabalho e vice-versa", explicou hoje o diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Marco Antonio Campanella. A mudança será feita somente no sistema, ou seja, não é necessário comparecer a um dos postos de bilhetagem para fazer alteração de cadastro.

Segundo Campanella, a medida não onera aquele usuário que utiliza mais de um veículo para chegar ao trabalho ou retornar para a residência: "Esse passageiro poderá utilizar o benefício mais de uma vez em uma mesma viagem, desde que seja em coletivos diferentes", ressaltou. O uso do Vale-Transporte foi instituído pela Lei Federal nº 7.418/85 e regulamentado pelo Decreto nº 9.5247/87.

Os benefícios do Passe Livre Estudantil e Especial (para os Portadores de Necessidades Especiais) possuem essa mesma limitação. Ao todo, mais de 800 mil passageiros têm acesso ao transporte público coletivo com esses cartões.

Cartão

Recentemente, o DFTrans determinou que os usuários não podem acumular mais de um benefício em um mesmo cartão. Por exemplo, um mesmo cadastro não pode ser usado para o Passe Livre Estudantil e para o Vale-Transporte. A medida teve por objetivo melhorar a qualidade e organização dos serviços prestados.

Aqueles que utilizam mais de um benefício para ter acesso ao transporte público –Passe Livre e Vale-Transporte, por exemplo – devem procurar os postos do Sistema de Bilhetagem Automática (SBA/DFTrans) da Galeria dos Estados, Gama, Conic, Sobradinho e Taguatinga para fazer atualização cadastral.

Fonte: Agência Brasília

Pesquisa vai avaliar uso de medicamentos pela população brasileira

O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (19) uma pesquisa inédita no país sobre o acesso da população a medicamentos. A Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM) vai entrevistar, a partir de segunda-feira, 38,4 mil pessoas, em 245 municípios brasileiros, sobre temas como o uso de remédios, acesso aos produtos no Sistema Único de Saúde (SUS), uso racional de medicamentos e a automedicação. O público entrevistado será dividido por gênero, escolaridade e em sete faixas etárias - desde crianças a idosos. As informações serão transmitidas em tempo real por tablets e a previsão é que, no início de 2014, os dados do inquérito estejam finalizados.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, os resultados da pesquisa vão possibilitar conhecer os hábitos da população e possibilitar o uso racional de medicamentos. Só nos últimos cinco anos, houve quase 60 mil internações por intoxicação medicamentosa. “A pesquisa vai oferecer um diagnóstico sobre a relação da população com o remédio e mostrar o que ainda podemos melhorar. Já aumentamos a oferta de remédios e o orçamento para a compra de medicamentos subiu quase seis vezes nos últimos dez anos. Queremos garantir que toda a população saiba que o tratamento está à disposição e como fazê-lo da forma mais segura possível”, afirmou.

Ainda segundo Gadelha, o medicamento é um bem somente se for usado de forma adequada.  “Queremos mostrar para as pessoas que a saúde é composta por uma série de bons hábitos, desde uma boa alimentação a prática regular de exercícios. Precisamos evitar que o brasileiro continue com esta ideia de que somente o medicamento que traz saúde e a qualidade de vida. A saúde é um conjunto de ações”, destacou o secretário. 

Apuração
Os 140 entrevistadores estarão em campo na próxima segunda-feira (23) para coletar os dados que serão analisados por professores-pesquisadores de 12 instituições parceiras do Ministério: Universidades Federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), Minas Gerais (UFMG), Ceará (UFC), Brasília (UnB), Santa Catarina (UFSC), Bahia (UFBA), São Paulo (Unifesp), Pelotas (UFPel) e Campinas (Unicamp), Faculdade de Medicina da Santa Casa de São
 
A pesquisa também vai revelar como ocorre o acesso a esses produtos no SUS, pelo programa Farmácia Popular e pelas drogarias privadas; se as pessoas seguem as prescrições médicas e se persistem no tratamento com medicamentos; se há variação no acesso aos remédios de acordo com condições sociais, econômicas e demográficas; e a avaliação dos serviços de assistência farmacêutica na Atenção Básica e uso racional de medicamentos da população. O levantamento vai contar um investimento de R$ 9,4 milhões e vai mostrar como é a utilização dos medicamentos para as doenças mais comuns e para as doenças crônicas.

Entrevista
A pesquisa será dividida em duas etapas. A primeira, que começa na próxima semana, será realizada nos domicílios dos 26 estados e no Distrito Federal. Os entrevistadores, identificados com crachás e com a carta de apresentação do Ministério da Saúde, vão questionar sobre os hábitos e, inclusive, verificar quais os medicamentos que a população possui em casa.

O questionário será respondido em um tablet e, em caso de haver conexão 3G no município, será transmitido em tempo real para o instituto de pesquisa. Quando esse tipo de conexão não estiver disponível, o entrevistador enviará os dados assim que tiver acesso à internet.

A segunda parte da PNAUM será a aplicação de questionário nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos locais de entrega dos medicamentos nesses serviços. Nesta etapa, secretários de saúde, coordenadores municipais da assistência farmacêutica, responsáveis pela distribuição de medicamentos nas farmácias ligadas ao SUS, médicos e usuários também serão entrevistados. O enfoque será o funcionamento dos serviços de assistência farmacêutica.