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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Ressecamento labial: como tratar?

Lábios ressecados, com rachaduras, pele repuxada e descamando são as principais queixas e sintomas apresentados pelos brasilienses, nesta época do ano, em que o tempo é seco e as temperaturas oscilam muito durante o dia. Por ser uma região muito sensível, os lábios sofrem com agentes como o vento, a poluição, o sol e até a baixa umidade do ar, que acabam por deixá-los machucados, o que, além do desconforto, prejudica a aparência.

Quando as pelinhas começam a soltar e, por mais tentador que seja, é necessário evitar tirá-las, pois são sinais evidentes de ressecamento. "Machucar ainda mais a região puxando a pele solta resultará apenas em uma porta de entrada para bactérias, fungos e vírus", alerta o dermatologista Ricardo Fenelon.

Com o ressecamento, hábitos como passar a língua pela boca, frequentemente, também comprometem a saúde dos lábios. Apesar de parecer reconfortante para quem está sofrendo com rachaduras, o gesto de umedecer a região só agrava o problema. A saliva contém enzimas que podem favorecer o aparecimento de inflamação local, além de tirar a umidade natural da pele, o que promove maior desidratação.  

O especialista alerta que a única forma de combater o ressecamento dos lábios é a hidratação. O primeiro passo é ingerir muito liquido, para hidratar de dentro para fora. Outra recomendação é a utilização de hidratantes labiais, várias vezes ao dia. O ideal é que as fórmulas contenham, ao menos, alguns destes ativos: ceramidas, vitamina E e A, manteiga de karité, manteiga de cacau, ácido hialurônico, silicones e cera de abelhas.

Batons com hidratante e protetor solar também ajudam a manter os lábios hidratados. O gloss também pode ser uma alternativa, porém têm menor fixação e dura menos tempo. Compressas com chá de camomila gelado aliviam a ardência provocada pelas rachaduras. “É importante lembrar que passar vários tipos de produtos de uma só vez não irá trazer resultados. Muitos ativos podem piorar a situação”, ressalta Fenelon.

Mais informações
Clínica de Dermatologia DR. Ricardo Fenelon
SCN, Shopping Liberty Mall, Torre B, Cj. 1212
Brasília – DF
Tel.: (61) 3326.2213

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Cuidados com a pele durante o inverno

O inverno é a época mais indicada para a realização de certos tratamentos estéticos para a pele. A estação permite procedimentos mais ablativos, ou seja, aqueles que descamam a pele. “Como a exposição ao sol tende a ser menor, os efeitos desses procedimentos são mais intensos. Além de expor menos a pele, evitando queimaduras, as roupas usadas no inverno ainda ajudam a cobrir possíveis hematomas, vermelhidões e descamações.”, explica o dermatologista Ricardo Fenelon.

Os procedimentos mais indicados para esta época do ano são: tratamento para rugas, retirada de pintas, manchas, vasos, tratamento para flacidez, procedimentos que estimulem a produção de colágeno, e remoção de tatuagem. Esses tratamentos costumam ser à base de ácidos, laser e peeling químico, que deixam a pele mais sensível e delicada.

Mas o inverno não traz apenas boas notícias para a pele. Com a baixa umidade, a tendência é sentir a pele mais seca, especialmente nas mãos, pés e lábios. A dermatite seborreica, inflamação que causa descamação e vermelhidão em áreas como couro cabeludo e cantos do nariz é comum nessa estação, também. “Nesses casos, o ideal é passar por tratamentos especializados em hidratação e até fazer uma limpeza de pele, de acordo com a faixa etária. Hidratação é fundamental nessa época do ano”, alerta Fenelon.

Tratamentos
Peelings químicos: Utilizado para estimular a renovação celular e a produção de colágeno, melhora a textura da pele e atenua manchas e rugas. Os peelings superficiais melhoram a textura da pele. Os peelings médios provocam a descamação mais espessa da pele e são indicados para fotoenvelhecimento mais intenso. Já o peeling profundo é mais agressivo, e o pós-procedimento exige o uso de curativos e a recuperação pode durar até um mês.

Luz intensa pulsada
O aparelho emite luz e atinge vários tipos de alvos: a melanina (sardas e melanoses solares), os vasos sanguíneos (face e colo) e estimula a produção de colágeno (flacidez e rugas). Esta técnica permite corrigir lesões faciais e corporais decorrentes do fotoenvelhecimento, como rugas finas, manchas no dorso das mãos, vasos faciais muito finos, rosácea, manchas solares, mudanças de textura da pele, olheiras, entre outras. As sessões são realizadas mensalmente.

Depilação a laser
Utiliza o laser de diodo na remoção dos pelos. O laser produz um feixe de luz de alta energia que é absorvida pelo pigmento do pelo, neutralizando a raiz e impedindo-o de crescer. A pele fica sensível nos primeiros cinco dias, por isso, a recomendação é não se expor ao sol neste período.

Laser fracionado
Permite o tratamento das camadas mais profundas da pele sem perfurá-la, ou seja, sem causar feridas ou crostas. Ele é indicado para tratar estrias novas e antigas, cicatrizes de acne, cicatrizes em geral, textura da pele e para o rejuvenescimento da face, pescoço e mãos.

Laser fracionado de CO2
Atua sobre rugas profundas e cicatrizes de acne. Atingindo até a segunda camada da pele, promovendo a descamação, a renovação das células e a estimulação da produção de colágeno para suavizar os sinais da idade e as marcas deixadas pelas espinhas.

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Clínica de Dermatologia DR. Ricardo Fenelon
SCN, Shopping Liberty Mall, Torre B, Cj. 1212
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Tel.: (61) 3326.2213

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Dicas para manter a pele hidratada

O inverno começou oficialmente, neste domingo (21), e as condições climáticas mais baixas devem vir acompanhadas de cuidados com a saúde e a pele. Em algumas regiões do país, como Brasília, a estação é marcada não só pelas baixas temperaturas, mas também pela queda da umidade no ar. Nesse período, há uma série de atitudes que podem ajudar a diminuir os problemas causados pela falta de chuva.

No início de seca e tempo frio, os lábios racham, a pele fica ressecada e descamando, os olhos ficam secos e vermelhos e o nariz sangra. Em casos mais avançados pode chegar a apresentar coceiras, vermelhidão e manifestações alérgicas.  Crianças e pessoas com mais de 60 anos são as que mais sofrem. “Evitar que a pele desidrate é a principal dica. Por isso, lembre-se que a água que chega à superfície da pele e a mantém hidratada vem das camadas mais profundas, portanto, a importância de se ingerir muito líquido nesta época do ano”, ressalta o dermatologista Ricardo Fenelon.

O dermatologista alerta ainda para outros cuidados que se deve ter nesse período como evitar banhos quentes e demorados, uso excessivo de sabonetes ou buchas, hidratar a pele com cremes, aplicar soro fisiológico no nariz e olhos e manter uma alimentação leve – rica em frutas e verduras. Outro grande problema que requer atenção, nesta época de seca em Brasília, é o sol quente durante o dia. Quem anda muito ao ar livre, deve procurar a sombra, usar boné, óculos de sol com proteção UVB e protetor solar.

Veja seis dicas para amenizar o impacto da estação na pele
1-    O banho deve ser rápido, para evitar o ressecamento da pele. A temperatura da água deve oscilar entre fria e morna.
2-    Os sabonetes contribuem para o ressecamento da pele. O uso deve ser restrito aos pés, axilas e partes íntimas.
3-    Ainda no banho, evite esfregar o corpo. Dispense o uso de buchas ou outros materiais que provoquem atrito com a pele. Esse atrito remove a chamada emulsão epicutânea – hidratante natural produzido pelo próprio corpo.
4-    Após o banho, aplique hidratante em todo o corpo. Se não houver acesso a produtos industrializados, óleo de amêndoa, glicerina ou vaselina surtem os mesmos resultados.
5-    Os idosos devem passar hidratante várias vezes ao dia. Com a idade, as glândulas diminuem a secreção natural, tornando a pele mais ressecada.
6-    Importante: ingerir bastante líquido. A hidratação da pele começa de dentro para fora, feita pelo próprio organismo, enviando água às células, das camadas mais profundas às mais superficiais da pele.

Mais informações
Clínica de Dermatologia Dr. Ricardo Fenelon

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Defesa Civil declara estado de atenção no DF devido à baixa umidade do ar

A Secretaria de Defesa Civil  informa que o Distrito Federal entrou em estado de atenção, após uma avaliação das variações climáticas quanto à umidade relativa do ar. Há cinco dias consecutivos, é registrada umidade relativa do ar entre 20% de 30%. Isso tem implicações importantes para o meio ambiente e requer maior atenção da população com os cuidados com a saúde.

"A temperatura está elevada, e a umidade do ar vem baixando nos últimos dias, o que pode ocasionar problemas de saúde à população do Distrito Federal. Por isso, decidimos, estabelecer o estado de atenção, como medida preventiva", explicou o secretário de Defesa Civil, coronel Luiz Carlos Ribeiro.

Pelos padrões da Organização Mundial de Saúde (OMS), a umidade relativa do ar ideal é de 60%. A OMS recomenda a declaração do estado de atenção quando os índices ficam entre 20% e 30%.

Esta época do ano é caracterizada pela longa estiagem e baixa umidade relativa do ar, o que provoca ressecamento das mucosas (que pode causar problemas respiratórios) e da pele. Assim, algumas precauções devem ser tomadas.

A Secretaria de Defesa Civil do DF pede atenção especial para as escolas e sugere a adoção dos seguintes procedimentos:
- Manter bebedouros, inclusive de emergência (potes e garrafas) em número acima dos já existentes, com boas condições de higiene e qualidade da água;
- Perguntar com frequência (a cada 20 minutos) se algum aluno está com vontade de beber água;
- Estar atento aos alunos com ânimo abatido ou queda rápida de rendimento e comunicar a direção da escola;
- Estar atento para detectar crianças enfermas, principalmente naqueles quadros com perda de líquidos (febril, diarreia, gripe, tosse etc);
- Manter as salas de aula com a máxima ventilação possível;
- Nas salas de aulas muito aquecidas pelo sol e com pouca aeração, planejar atividades externas intercaladas e sugerir o rodízio de salas para que os mesmos alunos e professores não permaneçam muito tempo naquelas condições;
- Recomendar a merenda com alimentos mais úmidos e leves, de fácil digestão;
- Recomendar aos alunos menores que tragam copos à escola;
- Criar oportunidade para que as crianças umedeçam as narinas e a face, pelo menos uma vez no período;
- Promover reuniões com os pais ou responsáveis, se possível com apoio de um médico ou agente de saúde dos organismos locais da Secretaria de Saúde, e orientá-los sobre procedimentos domiciliares para prevenção da desidratação;
- Manter elevada vigilância de higiene no ambiente escolar, pátios, sanitários e salas de aula;
- Umedecer diariamente, se possível, o piso das salas de aula e pátios cimentados ou cerâmicos;
- Acompanhar com maior atenção às crianças com aspectos de aparente desnutrição;
- Promover atividades educativas com alunos em torno do assunto "Desidratação", ensinar sobre higiene pessoal do ambiente e dos alimentos e dar maior atenção aos procedimentos para amenizar os efeitos da baixa umidade do ar.

A Defesa Civil também orienta os brasilienses a adotarem os seguintes procedimentos a fim de minimizar os efeitos à saúde:
- Evitar aglomerações em ambientes;
- Aumentar a ingestão diária de líquidos, independentemente de apresentar sede ou não. Beber pelo menos seis copos d'água de tamanho médio;
- Evitar os banhos prolongados com água quente, bem como o uso excessivo de sabonete para não eliminar totalmente a oleosidade natural da pele;
- Pingar duas gotas de soro fisiológico em cada narina, pelo menos seis vezes ao dia. Esse procedimento evita o ressecamento nasal e a ocorrência de sangramento;
- Evitar ligar aparelhos de ar-condicionado, que retiram ainda mais a umidade do ambiente;
- Trajar roupas adequadas às condições do tempo. No calor, usar roupas leves e, se possível, de algodão;
- Fazer refeições leves, incluindo frutas e verduras sempre que possível;
- Evitar exercícios físicos entre 10h às 17h. Nesse período, a insolação e evaporação atingem seus índices máximos;
- Usar creme hidratante ou óleo vegetal em abundância para evitar o ressecamento da pele;
- Optar pelo uso de sombrinha ou guarda-chuva no período mais quente.
- Os pequenos merecem cuidados ainda mais especiais, pois têm a pele mais sensível e vulnerável. A hidratação é essencial, principalmente de dentro para fora com a ingestão de bastante líquido. Os pais precisam redobrar os cuidados para garantir que as crianças estejam sempre bem hidratadas.
- Os idosos, suscetíveis a problemas respiratórios, também exigem atenção.

No prazo de 72 horas, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil divulgará avaliação quanto ao estado de atenção e a necessidade de novas medidas.

Fonte:Agência Brasília

terça-feira, 22 de julho de 2014

Cuidados com a pele durante a seca

O período mais seco do Capital chegou e como os moradores do Distrito Federal sofrem som a baixa umidade e a pele é bastante atingida nessa época, dermatologista dá dicas para manter a pele hidratada.

Com duas estações bem definidas (chuvosa e seca), Brasília tem como principal característica climática castigar seus habitantes com a escassez de umidade durante o inverno. Nesse período, há uma série de cuidados a serem adotados, para que a pele sofra menos com a redução da umidade. “O corpo começará a sofrer os sintomas tradicionais da estação. A pele, como maior órgão do corpo humano, é uma das áreas mais afetadas”, afirma o dermatologista Ricardo Fenelon. 

A mistura entre alta radiação solar, baixa temperatura e umidade baixa são a combinação perfeita para os problemas de pele. Nessa época do ano, a pele fica desidratada, caracterizada por uma pele ressecada, descamativa e, em casos mais avançados pode apresentar coceiras, vermelhidão e manifestações alérgicas.

Evitar que a pele desidrate é a principal dica para esse período, pois nos casos extremos de irritabilidade e coceira da pele, algumas feridas podem aparecer, sendo a partir daí uma porta de entrada para bactérias. Nesses casos, o tratamento será mais profundo. “A água que chega à superfície da pele e a mantém hidratada, vem das camadas mais profundas, por isso, a importância de se ingerir muito líquido nesta época do ano”, ressalta Fenelon.

Veja algumas dicas para amenizar o impacto da estação na pele
1-    O banho deve ser rápido. Um por dia é o suficiente. Para evitar o ressecamento da pele, a temperatura da água deve oscilar entre fria e morna.
2-    Os sabonetes contribuem para o ressecamento da pele. Por mais que as propagandas divulguem, nenhum deles é “neutro”. Por isso, seu uso deve ser retrito aos pés, axilas e genitais.
3-    Ainda no banho, evite esfregar o corpo. Dispense o uso de buchas ou outros materiais que provoquem atrito com a pele. Esse atrito remove a chamada emulsão epicutânea – um hidratante natural produzido pelo próprio corpo.
4-    Após o banho, aplique hidratantes em todo o corpo. Se não houver acesso a produtos industrializados, óleo de amêndoa, glicerina ou vaselina surtem os mesmos resultados.
5-    Use hidratantes que sejam associados a filtro solar.
6-    Os idosos devem passar hidratante várias vezes ao dia. Com a idade, as glândulas diminuem a secreção natural, tornando a pele mais ressecada. O ressecamento acentua coceiras, vermelhidão e descamações. 
7-    Para os lábios, a hidratação contínua também é necessária. Evita ressecamento e rachaduras. Vale aplicar manteiga de cacau, vaselina, batons, pomadas indicadas para os lábios ou protetores labiais.
8-    Importante: ingerir bastante líquido. A hidratação da pele começa de dentro para fora, feita pelo próprio organismo, enviando água às células, das camadas mais profundas às mais superficiais da pele.
9-    Atenção: a pele ressecada coça. É uma conseqüência natural. O uso contínuo de hidratante pode evitar esse sintoma. 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

GDF decreta situação de emergência

O governador Agnelo Queiroz decretou hoje situação de emergência na capital do país por conta das ocorrências de incêndios florestais, identificadas no início deste mês por causa do período de seca.

"O GDF está totalmente empenhado na questão ambiental, e os incêndios nesta época do ano nos perturbam muito, principalmente por questões relacionadas à saúde", explicou o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Eduardo Brandão.

O período de emergência vale entre os meses de maio e novembro, com a determinação de que os órgãos integrantes do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do DF adotem as medidas necessárias para minimizar os efeitos dos incêndios.

A partir da publicação, o governo iniciará os processos para contratação, por seleção pública, da brigada específica de primeiro combate aos incêndios, medida adotada desde 2012. 
  
Os brigadistas, assim como as equipes de combate a incêndio, foram responsáveis por uma diminuição de cerca de 70% das queimadas no cerrado.

Para este ano, estão previstos 25 brigadistas para atuar, prioritariamente, nas unidades de conservação administradas pela Secretaria do Meio Ambiente e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), e trabalhar em força-tarefa com o Corpo de Bombeiros, Polícia Ambiental e demais órgãos.

Mais ações
No ano passado, o governo local comprou um helicóptero, caminhões-pipa e equipamentos para ajudar na ação do Corpo de Bombeiros.

O GDF também assinou Termo de Cooperação com a Associação de Ultraleves, para auxiliar no monitoramento das áreas de conservação, além de firmar parceria com órgãos federais.

Fonte: Agência Brasília

sábado, 10 de setembro de 2011

Distrito Federal em estado de alerta

Autoridades assinam portaria que decreta estado de alerta no DF. Governador autoriza a operação de avião de combate.
Os secretários de Governo, Paulo Tadeu; de Educação, Denílson Bento da Costa; de Segurança Pública, Sandro Avelar, e de Defesa Civil, Paulo Matos, assinaram na tarde desta sexta-feira (9), portaria conjunta declarando estado de alerta no Distrito Federal, por causa da baixa umidade relativa do ar.
De acordo com o documento estão suspensas as atividades ao ar livre em todas as unidades de ensino da rede pública do Distrito Federal. Além disso, todos os órgãos das administrações direta e indireta do DF deverão adotar medidas necessárias para organizar seus serviços de maneira a minimizar os efeitos da seca. O documento prevê uma nova avaliação no prazo de 48 horas.
“Hoje a situação é de estado de alerta. Neste momento estamos com 13% de umidade do ar e temperatura de 32°. Isso significa que devem ser evitadas atividades físicas entre 13h e 17h, e qualquer tipo de trabalho que exija esforço físico”, esclareceu o secretário de Defesa Civil, Paulo Matos.
A Secretaria de Educação já expediu recomendações para as regionais de ensino, mas prevalecerá o bom senso dos diretores de cada colégio na decisão da suspensão das aulas. “Por causa da baixa umidade do ar, orientamos que as escolas que não tenham condições de receber seus alunos, e que tiverem atividades que os exponham ao tempo seco, suspendam suas aulas”, orientou o secretário de Educação, Denílson Bento da Costa.
Combate ao fogo
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal montou uma grande estrutura para intensificar o combate aos incêndios florestais. Além do quantitativo normal dos quartéis, cerca de 600 militares e 29 viaturas estão nas ruas.
A pedido do governador Agnelo Queiroz, um novo avião, modelo Air Tractor AT-802F, também entrou em operação nesta sexta-feira: o início dos trabalhos estava previsto para começar daqui a 20 dias, mas foi antecipado devido ao alto número de queimadas. A aeronave é considerada a mais moderna do mundo para combate a incêndio e é abastecida em apenas três minutos com 3,1 mil litros de água. Além deste, outros três aviões e dois helicópteros são usados para debelar as chamas.
“Temos regiões onde o fogo é de copa, ou seja, queima a área de cima das árvores. É impossível combater esse fogo com caminhões. Daí a necessidade dos aviões e dos helicópteros”, justificou o Comandante Operacional do Corpo de Bombeiro, Coronel Luiz Blumm. De acordo com o militar, hoje são 10 mil hectares queimados em função da combinação da baixa umidade do ar, vegetação muito seca e temperatura muito alta, cerca de 2 mil hectares a mais a mais do que ano passado. A área mais preocupante é a da Floresta Nacional.
Cuidados
A Defesa Civil segue orientando a população sobre os cuidados necessários no período da seca: crianças e idosos são os mais vulneráveis. Entre as recomendações, orienta-se consumir bastante água, suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10h e 16h, evitar aglomerações em ambientes fechados e usar soro fisiológico para olhos e narinas. Recomenda também umidificar o ambiente com vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água, entre outros, bem como permanecer em locais protegidos do sol, em áreas vegetadas.
No combate aos focos de incêndios as orientações são:
· Não jogar pontas de cigarro pela janela do carro e nem fumar em locais com vegetação densa;
· Em acampamentos, evitar fazer fogueiras, mas se for realmente necessário, deixar sempre alguém vigiando e apagar totalmente antes de se afastar do local;
· Orientar e monitorar as crianças para não brincarem com isqueiros e fósforos, principalmente próximo a vegetações;
· Se necessitar fazer queimadas de plantio ou de lixo, entrar em contato com o Corpo de Bombeiros e com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para obter orientações;
· Não deixar garrafas ou pedaços de vidro próximo a vegetações.
Outras orientações
- Aumentar o consumo de água
- Alimentação leve, com preferência para sucos e frutas
- Utilizar roupas leves e claras
- Quando sair, levar uma sombrinha
- Não se expor ao sol
- Utilizar protetor solar
- Não se esquecer dos óculos de sol
- Evitar banhos quentes e demorados
- Lembrar que os animais também são vulneráveis ao calor
- Os exercícios estão proibidos entre 10h e 17h
As conseqüências para a exposição prolongada ao sol e à baixa umidade podem ser queimaduras, desidratação, sangramento nasal e disenteria.
Mais detalhes: http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/

Fonte: Ascom/GDF