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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Oito empresas fizeram propostas para coleta seletiva

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recebeu propostas de oito empresas para realizar a coleta dos resíduos secos em todo o DF, inclusive em áreas rurais.

Para o lote 1, seis empresas demonstraram interesse, e para o lote 2, cinco se candidataram. O lote 3 recebeu três propostas, e o 4 foi mais disputado – sete empresas interessadas em realizar a coleta seletiva.

O nome das vencedoras deve ser divulgado até meados de outubro, após a análise da Comissão de Licitações da autarquia. As primeiras ordens de serviço devem ser executadas em novembro. Todos os resíduos secos recolhidos serão doados para as cooperativas de catadores e associações cadastradas.

O acordo foi acertado entre o governador Agnelo Queiroz e o diretor-geral do SLU, Gastão Ramos. Ao todo, 63 representantes de 31 cooperativas de materiais recicláveis participaram de um café da manhã na residência oficial do governador.

"Hoje alcançamos uma grande vitória. A coleta seletiva vai ser implantada em breve e os catadores vão ter locais apropriados para fazer seu trabalho, separando o material para reciclagem", afirmou Ramos.

O governo prevê, ainda, a construção de 12 galpões de triagem de resíduos. O dinheiro para as obras foi disponibilizado pelo GDF e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

Os quatro primeiros centros, que serão construídos em terrenos do SLU na Asa Sul, Asa Norte, Ceilândia e Gama, estão com o projeto executivo finalizado e o edital previsto para ser lançado em outubro. "Esses centros são lugares pensados para os catadores trabalharem com toda segurança e dignidade", destacou o diretor.

Licitação
No edital lançado, o SLU dividiu o DF em quatro grandes lotes, de forma que sejam coletadas, em todo o DF, cerca de 400 toneladas/dia de recicláveis. "Hoje, apenas 3% do lixo é reaproveitado, mas a meta é que a gente alcance 15% até o ano que vem", concluiu Ramos.

Depois de concluída a licitação, será feita uma campanha de conscientização para esclarecer a sociedade sobre o tema. O principal foco vai ser a importância de separar o lixo orgânico do lixo seco.

Fonte: Agência Brasília/imagem:Mary Leal

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Anunciada operadora da Bacia 3 do transporte coletivo

Na reta final para a renovação de 80% das concessões do transporte coletivo, a vencedora da Bacia 3, que inclui as cidades de Samambaia, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas e Riacho Fundo I e II foi divulgada hoje (3) no Diário Oficial do DF. O consórcio HP-ITA, composto por empresas do estado de Goiás, foi o vencedor. O governo abrirá amanhã (4) o envelope da única candidata para a Bacia 4, penúltima a ser licitada.

Nas próximas semanas, o governador Agnelo Queiroz assinará o contrato de concessão com a empresa goiana. A partir daí, ela terá seis meses para adquirir os ônibus, que deverão seguir o padrão Euro-5 – o menos poluente –, e iniciar suas operações.

O envelope da Bacia 4, que inclui parte de Taguatinga, de Ceilândia e do Parkway, além de todo o Guará e Águas Claras, será aberto nesta quinta-feira (4) às 10h. Apenas duas empresas foram habilitadas para a região: o consórcio HP-ITA e a Auto Viação Marechal Ltda., de Curitiba (PR). Como a primeira saiu vencedora da Bacia 3, a única concorrente para a 4 será a empresa paranaense, que, nos próximos dias, caso a documentação esteja de acordo, será confirmada vencedora.

A última bacia a ser licitada será a 1, que inclui Plano Piloto, Sobradinho I e II, Planaltina, Cruzeiro, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal. Três empresas foram habilitadas, o Consórcio HP-ITA (GO), a Auto Viação Marechal Ltda, de Curitiba (PR) e a Viação Piracicabana, de Piracicaba (SP). Como cada empresa só pode assumir uma bacia, a expectativa é que, caso a documentação esteja correta, a Viação Piracicabana fique com a bacia 1.

Em dezembro, o GDF assinou o contrato de concessão com as empresas Viação Pioneira e a Expresso São José, que foram as vencedoras para operarem, respectivamente, as bacias 2 e 5. Elas têm até a primeira semana de julho para iniciarem as operações.


Fonte: Agência Brasília

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ellen Oléria

Ellen Gomes de Oléria, mais conhecida como Ellen Oléria, nasceu em Brasília, no dia 12 de novembro de 1982 e ficou conhecida nacionalmente, depois de participar e ganhar o programa The Voice, da Rede Globo. Ellen é cantora, compositora, atriz e com a vitória no programa, por 39%, sobre as candidatas Maria Christina, Liah Soares e Ju Moraes, a brasiliense ganhou um contrato com a gravadora Universal Music, R$ 500 mil, um carro e, de quebra, vai cantar no Réveillon de Copacabana, do Rio de Janeiro.

Ela já foi apontada como um dos maiores expoentes do cenário musical brasiliense. Com shows que misturam funk, samba, soul, bossa nova, hip-hop,  a cantora e compositora Ellen Oléria consolidou seu trabalho na capital federal. Depois de se apresentar em vários espaços da cidade, lançar seu CD, intitulado Peça e ganhar o The Voice, ela vem arrancando elogios da crítica e do público. 

A trajetória musical da brasiliense Ellen Oléria começou no ano 2000 como vocalista e percussionista da banda de black music N Razões. Ellen iniciou sua carreira solo dois anos depois, mas desde criança a música esteve presente em sua vida. "Acompanhava o papai na sanfona ao lado dos meus irmãos", conta. "Foi com meu irmão mais velho que aprendi a tocar violão, em seguida pandeiro, depois cavaco... e hoje toco um pouco disso tudo". Pode parecer que Ellen sabia o que queria quando pequena, mas não foi bem assim: "Eu jogava basquete e futebol, mas durante muito tempo quis ser juíza de direito. Depois pensei em Psicologia, História". Acabou, no entanto, estudando e graduando-se em Artes Cênicas. "Agora eu componho e canto", afirma com segurança. 

Em relação a Brasília, a dificuldade que Ellen aponta é a mesma que outros músicos e artistas ressaltam. "Temos aqui um celeiro de músicos de qualidade, acredito que por não termos o atrativo do mar, os adolecentes desde cedo se enfurnam em estúdios e formam bandas pra aproveitar o tempo. Mas sempre vão embora porque aqui não conseguem se projetar nacionalmente". A cantora ainda explica que a produção de eventos na capital é restrita: "Falo de eventos contínuos, que criem um espaço permanente de exposição da boa e variada música brasiliense". 

Segundo ela, tudo em Brasília começa e acaba muito rápido, sem dar tempo e chance para o público e para os artistas. Sobre o lado bom de sua arte, ela revela: "Gosto muito de fazer o que já não faço mais há um tempo: inventar uma música que a banda nunca tocou antes e enfiá-la no repertório no meio do show... A banda ficava louca", diverte-se. Os hobbies de Ellen são bem simples. Ela curte procurar cantoras e bandas na internet e "acompanhar o mengão e, quem sabe, bater canelas na quadra", confessa sorrindo. 

Apesar dos diversos prêmios que recebeu, Ellen lembra que as dificuldades ainda são grandes: "Falta patrocínio e o acesso aos fundos de apoio e incentivo à produção musical ainda é difícil". A artista ainda acumula as funções das diversas etapas da produção, da elaboração de projetos à prestação de contas, da composição à captação de recursos e assessoria de imprensa. 

Mas o otimismo de Ellen supera o lado duro da vida de artista e se mostra realizada: "Sinto muita emoção de poder celebrar esse tempo, esse espaço, com amigas e amigos e com tanta gente que aposta nesse trabalho".

Fonte: Site  Candando