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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Márcia Tauil se apresenta no Quinta Musical

A cantora, compositora e professora de canto cultural, Márcia Tauil se apresenta nesta quinta-feira, 30, no projeto Quinta Musical do Boulevard Shopping. 

Em 2011, foi citada como uma das cinco melhores vozes da MPB atual pelo Clube do Choro de Santos, em São Paulo. Além disso, recebeu um diploma de reconhecimento do Ministério da Cultura, Funarte e Um-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos) pela participação no CD “Rios e Rios”, um projeto humanitário.

A artista também empresta o nome a um troféu, instituído em 2013, que premia novos intérpretes. Para o ano que vem, a cantora se prepara para lançar o EP “Vai lá”, em parceria com Roberto Menescal e viaja com o show “Todo Sentimento”, ao lado de Cristovão Bastos. Márcia Tauil, que também fez parte da Coletânea "Elas cantam Menescal", como cantora e também como letrista convidada por Roberto Menescal, fará um apresentação eclética no Boulevard Shopping.

O repertório da apresentação da cantora conta com nomes como Titãs, Gilberto Gil, Marina Lima, Legião Urbana, Adoniran Barbosa e até mesmo Bob Marley. A apresentação acontece às 18h30, na Praça Gourmet do shopping.

O projeto Quinta Musical traz todas as quintas-feiras, clássicos da mpb, pop rock, sertanejo, entre outros ritmos para embalar o happy hour dos clientes.

Serviço
Músico:  Márcia Tauil
Gênero:  MPB
Data: 30 de julho (quinta-feira)
Horário: Das 18h30 às 20h.
Localização: Final da Via W3 Norte, no STN, Cj. J, Asa Norte

Imaagem:Adalberto Carvalho

terça-feira, 23 de junho de 2015

I'll Be There Seven, volta a Brasília com homenagem a Michael Jackson


O Projeto I'll Be There é fruto de uma ideia da cantora Célia Porto. Partiu de trabalho sobre saúde vocal e tornou-se um trabalho coletivo, envolvendo vários segmentos artísticos como música, dança e teatro. É um espetáculo de música com talentos de Brasília/Brasil tendo em comum o repertório carismático de Michael Jackson. Além do incentivo do movimento pela coletividade e movimento da cadeia produtiva entre os artistas, este Projeto prima pela formação de plateia.

Com 6 anos de existência a sétima edição será realizada dia 28 de junho de 2015, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O Projeto tem a concepção de ser uma vitrine dos talentos já consagrados nos palcos da cidade e do Brasil. Nomes como Milton Guedes, Carmem Manfredini (irmã de Renato Russo), Rubi, Rafael Alves, Célia Porto, André 14 Voltas,  Georgia W. Alô, Sergei Quintas,  grupo de teatro Caixa Cênica, Grupo Tribo de dança, e ainda novos talentos do cenário musical Brasiliense têm total liberdade de interpretação e, em comum, o repertório do maior ídolo Pop, desde o início de sua carreira até suas últimas composições.

Nesta sétima edição contaremos pelo segundo ano consecutivo com a participação especial do Cover Oficial de Michael Jackson na América Latina, Rodrigo Teaser  e pela primeira vez  a participação de Edu Falaschi, vocalista e compositor, líder da banda de heavy metal  Almah. São exatos 75 integrantes, contando com músicos, intérpretes, bailarinos, atores e técnicos.

Serviço
I'll Be There Seven
Local: Salão Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Eixo Monumental
Data: 28 de junho (domingo)
Horários
Musical infantil
Grande tributo: 20h
Valores musical infantil 16h:
Pláteia inferior: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Poltrona superior: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

Valores grande tributo 20h
Poltrona inferior: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia) 
Poltrona superior: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Ingressos à venda na central de ingressos do Brasília Shopping e site ingresso.com.
Informações: (61) 3034 6560

Imagem:Amina Freitas

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Aline Calixto homenageia Candeia e Ismael Silva no projeto Samba de Bamba


A cantora mineira Aline Calixto, considerada uma das grandes sambistas da nova geração, se apresenta pela primeira vez em Brasília no próximo dia 28 de maio, quinta-feira, às 20 horas, na Caixa Cultural (SBS Quadra 4 Lotes 3 e 4 - Edifício anexo à matriz da Caixa). A cantora – segunda atração do projeto Samba de Bamba – vai apresentar o show “Iscandeia”, um tributo a Ismael Silva e Candeia.

No show, Aline Calixto estará acompanhada dos músicos Thiago Delegado (violão sete cordas) e Robson Batata (percussão). O set list trará releituras de sucessos da dupla de bambas como “Filosofia do Samba”, “Se você Jurar”, “Minhas Madrugadas”, “Antonico”, “Peixeiro Grã-fino”, “O mar serenou”, “Receio”, “O último bloco”, “Gosto, mas não é muito”, “Vem menina moça”, “O sonho não acabou” e muitos outros. O projeto, com patrocínio da Caixa, realiza, até dezembro, uma série de dez shows com os novos expoentes do samba brasileiro.

Cantora e compositora, Aline Calixto se destaca há quase uma década no samba mineiro e, desde 2011, vem ganhando notoriedade no cenário nacional emplacando músicas nas rádios, em trilhas sonoras de novelas e chamando a atenção tanto do público quanto de importantes profissionais da crítica especializada. A próxima atração do projeto Samba de Bamba é o músico capixaba Makley Matos, dia 9 de junho.

Serviço
Aline Calixto no projeto Samba de Bamba na Caixa Cultural Brasília
Dia: 28 de maio (quinta-feira)
Local: Caixa Cultural Brasília 
(SBS Quadra 4 Lotes 3 e 4 - Edifício anexo à matriz da Caixa)
Horário: 20h
Ingressos*: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)
*desconto de 50% para assinantes do Correio Braziliense,
sobre preço de inteira mediante apresentação do cupom “Sempre Você”
Classificação indicativa: 12 anos

terça-feira, 29 de abril de 2014

Demi Lovato se apresenta em Brasília


A cantora norte-americana Demi Lovato traz ao Brasil, o show da turnê "The Neon Lights", e Brasília será uma das cidades que receberá o show. 

A passagem da cantora pelo país inclui ainda apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

O show acontece no Opera Hall, nesta quarta-feita (30/04), a partir das 21h e  a cantora promete apresentar músicas do disco que dá nome a turnê, além de antigos sucessos como "Skyscraper", "Don't Forget" e "Get Back".

Serviço
Demi Lovato
Quando: 30/04
Horário: 21h00
Onde: Opera Hall - SHTN Trecho 02 Conj 05 Bloco A Parte A
Ingresso: Pista Premium: R$ 380,00 (1° lote)
Pista Premium: R$ 420,00 (2° lote)
Pista: R$ 200,00 (1° lote)
Pista: R$ 250,00 (2° lote)
Camarote: R$ 500,00
Valores referentes a inteira.
Local de venda:
Central Ingressos – Brasília Shopping
Vendas online através do site Tickets For Fun
Televendas através do 4003-5588 das 9h às 21h – segunda a sábado

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ellen Oléria

Ellen Gomes de Oléria, mais conhecida como Ellen Oléria, nasceu em Brasília, no dia 12 de novembro de 1982 e ficou conhecida nacionalmente, depois de participar e ganhar o programa The Voice, da Rede Globo. Ellen é cantora, compositora, atriz e com a vitória no programa, por 39%, sobre as candidatas Maria Christina, Liah Soares e Ju Moraes, a brasiliense ganhou um contrato com a gravadora Universal Music, R$ 500 mil, um carro e, de quebra, vai cantar no Réveillon de Copacabana, do Rio de Janeiro.

Ela já foi apontada como um dos maiores expoentes do cenário musical brasiliense. Com shows que misturam funk, samba, soul, bossa nova, hip-hop,  a cantora e compositora Ellen Oléria consolidou seu trabalho na capital federal. Depois de se apresentar em vários espaços da cidade, lançar seu CD, intitulado Peça e ganhar o The Voice, ela vem arrancando elogios da crítica e do público. 

A trajetória musical da brasiliense Ellen Oléria começou no ano 2000 como vocalista e percussionista da banda de black music N Razões. Ellen iniciou sua carreira solo dois anos depois, mas desde criança a música esteve presente em sua vida. "Acompanhava o papai na sanfona ao lado dos meus irmãos", conta. "Foi com meu irmão mais velho que aprendi a tocar violão, em seguida pandeiro, depois cavaco... e hoje toco um pouco disso tudo". Pode parecer que Ellen sabia o que queria quando pequena, mas não foi bem assim: "Eu jogava basquete e futebol, mas durante muito tempo quis ser juíza de direito. Depois pensei em Psicologia, História". Acabou, no entanto, estudando e graduando-se em Artes Cênicas. "Agora eu componho e canto", afirma com segurança. 

Em relação a Brasília, a dificuldade que Ellen aponta é a mesma que outros músicos e artistas ressaltam. "Temos aqui um celeiro de músicos de qualidade, acredito que por não termos o atrativo do mar, os adolecentes desde cedo se enfurnam em estúdios e formam bandas pra aproveitar o tempo. Mas sempre vão embora porque aqui não conseguem se projetar nacionalmente". A cantora ainda explica que a produção de eventos na capital é restrita: "Falo de eventos contínuos, que criem um espaço permanente de exposição da boa e variada música brasiliense". 

Segundo ela, tudo em Brasília começa e acaba muito rápido, sem dar tempo e chance para o público e para os artistas. Sobre o lado bom de sua arte, ela revela: "Gosto muito de fazer o que já não faço mais há um tempo: inventar uma música que a banda nunca tocou antes e enfiá-la no repertório no meio do show... A banda ficava louca", diverte-se. Os hobbies de Ellen são bem simples. Ela curte procurar cantoras e bandas na internet e "acompanhar o mengão e, quem sabe, bater canelas na quadra", confessa sorrindo. 

Apesar dos diversos prêmios que recebeu, Ellen lembra que as dificuldades ainda são grandes: "Falta patrocínio e o acesso aos fundos de apoio e incentivo à produção musical ainda é difícil". A artista ainda acumula as funções das diversas etapas da produção, da elaboração de projetos à prestação de contas, da composição à captação de recursos e assessoria de imprensa. 

Mas o otimismo de Ellen supera o lado duro da vida de artista e se mostra realizada: "Sinto muita emoção de poder celebrar esse tempo, esse espaço, com amigas e amigos e com tanta gente que aposta nesse trabalho".

Fonte: Site  Candando

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um ano sem Awy Winehouse

O refrão de He Can Only Hold Her, do album Back to Black, diz “o que há dentro dela nunca morre”. Bastaram dois discos e uma vida sem limites para que o que havia dentro de Amy Winehouse nunca morresse, mesmo após 23 de julho de 2011, dia em que o mundo foi surpreendido com a notícia de seu falecimento, aos 27 anos, vítima do consumo excessivo de álcool e drogas.

Um ano depois, a história da diva vai ser contada pelo pai, Mitch, no livro Amy – a História da Cantora Contada Por Seu Pai, que retratará a infância e adolescência de Amy, até se tornar uma das maiores artistas do século XXI. Lançado nos EUA no começo desse mês, chegará às livrarias brasileiras no dia 3 de agosto já como um sucesso.

A biografia vai expor a Amy que não aparecia nas revistas, mas não muito distante do que se ouvia em suas músicas. Winehouse não escondia o que sentia e se esforçava para viver como uma jovem, não como celebridade. Mesmo em seu disco de estreia, Frank, de 2003, ela já escrevia letras sinceras e ácidas, como  Stronger Than Me, onde canta sobre a necessidade que sentia de ser protegida pelo companheiro e pede ao namorado para agir como homem, enfrentando-o com uma pergunta simples: ”Você é gay?”.

Já no fenômeno Back to Black, o mundo conheceu uma face obscura da cantora. Amy compôs versos que exibiam as feridas pelo término do relacionamento com Blake Fielder-Civil, homem que a apresentou às drogas. O disco é um passeio pelo sombrio mundo de Amy, onde ela fala de drogas e solidão. “Achei que nunca mais iríamos nos ver. Hoje ele ri disso: 'Como assim, você achou que a gente nunca mais ia se ver? A gente se ama. A gente sempre se amou'. Mas não achei engraçado. Queria morrer", confessou em entrevista à Rolling Stone, logo após reatar com o marido, em 2007. 

Depois disso, Amy e Blake voltaram a se separar. Sofrendo, ela deixou que sua carreira e vida pessoal desmoronassem. A turnê foi cancelada, as tentativas de retomar a carreira fracassadas e as drogas a dominavam com mais intensidade, enquanto gravadoras e empresários tentavam trazê-la de volta ou achar uma nova estrela capaz de substituí-la. Amy não produziu mais nada após Back to Black. E nem precisava. Foi uma perda irreparável, mas seu talento e sensibilidade já tinham marcado a história da música e a vida dos fãs de forma a torná-la eterna.

Homenagens póstumas
Em 2011, enquanto fãs prestavam homenagem em frente à casa da cantora, no bairro de Camden Square, Patti Smith compunha This is The Girl, do disco Banga, em um estúdio de Nova York. “Escrevi um poema para Amy quando ela morreu. Meu baixista, Tony Shanahan, compôs outro pedaço da música e os dois combinaram perfeitamente”, contou Patti, em entrevista à revista NME.

Quem também se prepara para lançar uma homenagem é a banda Green Day. Intitulada Amy, a música já foi tocada nos shows da banda, e o vocalista Billie Joe confirmou que estará em ¡Dos!, disco que deve chegar às lojas no dia 13 de novembro.

Já Amy deixou muito material gravado. Parte dessas músicas foi lançada logo após a morte dela, no disco póstumo  Lioness: Hidden Treasures . Recentemente, o pai da cantora afirmou que devem sair mais CDs póstumos com covers e faixas inéditas.

Texto: Rosane Amaral

quinta-feira, 8 de março de 2012

Confusão na distribuição de ingressos para o show de Maria Bethânia

Novamente a distribuição de ingressos gratuitos para shows, feita pelo GDF deu problema. Desta vez, na entrega dos convites para o espetáculo da cantora baiana, Maria Bethânia.

Organizado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, em parceria com a Secretaria de Cultura e a Secretaria de Turismo, a entrega foi um desastre total. A fila para pegar as cortesias começou a ser formada antes das 6 horas da manhã, pois a entrega começaria as 9 horas, na bilheteria do Teatro Nacional, mas depois de pouco tempo a bilheteria fechou.

De acordo com as pessoas que estavam no local, mesmo quem ficou na fila desde cedo não conseguiu pegar o ingressos. Bruno Poletto estava na fila com mais três amigos desde as 6 horas da manhã e mesmo o grupo chegando tão cedo, eles não conseguiram pegar os convites. "Isso é uma palhaçada eu cheguei cedo e poucas pessoas estavam na minha frente, mesmo assim não consegui pegar o ingresso". Bruno afirmou ainda, que nenhuma explicação foi dada as pessoas que estavam na bilheteria do Teatro.

Como a bilheteria foi fechada cerca de 9h10, algumas pessoas mais nervosas estavam ameaçando invadir o local, nem a fila especial de idosos e portadores de deficiências foi respeitada, o clima ficou bastante tenso mas tudo foi controlado. Até o momento, ninguém do governo explicou porque a maioria das pessoas não conseguiram pegar os ingressos. Pelo visto a comemoração do Dia Internacional das Mulheres, não começou bem para as de Brasília.