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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ellen Oléria

Ellen Gomes de Oléria, mais conhecida como Ellen Oléria, nasceu em Brasília, no dia 12 de novembro de 1982 e ficou conhecida nacionalmente, depois de participar e ganhar o programa The Voice, da Rede Globo. Ellen é cantora, compositora, atriz e com a vitória no programa, por 39%, sobre as candidatas Maria Christina, Liah Soares e Ju Moraes, a brasiliense ganhou um contrato com a gravadora Universal Music, R$ 500 mil, um carro e, de quebra, vai cantar no Réveillon de Copacabana, do Rio de Janeiro.

Ela já foi apontada como um dos maiores expoentes do cenário musical brasiliense. Com shows que misturam funk, samba, soul, bossa nova, hip-hop,  a cantora e compositora Ellen Oléria consolidou seu trabalho na capital federal. Depois de se apresentar em vários espaços da cidade, lançar seu CD, intitulado Peça e ganhar o The Voice, ela vem arrancando elogios da crítica e do público. 

A trajetória musical da brasiliense Ellen Oléria começou no ano 2000 como vocalista e percussionista da banda de black music N Razões. Ellen iniciou sua carreira solo dois anos depois, mas desde criança a música esteve presente em sua vida. "Acompanhava o papai na sanfona ao lado dos meus irmãos", conta. "Foi com meu irmão mais velho que aprendi a tocar violão, em seguida pandeiro, depois cavaco... e hoje toco um pouco disso tudo". Pode parecer que Ellen sabia o que queria quando pequena, mas não foi bem assim: "Eu jogava basquete e futebol, mas durante muito tempo quis ser juíza de direito. Depois pensei em Psicologia, História". Acabou, no entanto, estudando e graduando-se em Artes Cênicas. "Agora eu componho e canto", afirma com segurança. 

Em relação a Brasília, a dificuldade que Ellen aponta é a mesma que outros músicos e artistas ressaltam. "Temos aqui um celeiro de músicos de qualidade, acredito que por não termos o atrativo do mar, os adolecentes desde cedo se enfurnam em estúdios e formam bandas pra aproveitar o tempo. Mas sempre vão embora porque aqui não conseguem se projetar nacionalmente". A cantora ainda explica que a produção de eventos na capital é restrita: "Falo de eventos contínuos, que criem um espaço permanente de exposição da boa e variada música brasiliense". 

Segundo ela, tudo em Brasília começa e acaba muito rápido, sem dar tempo e chance para o público e para os artistas. Sobre o lado bom de sua arte, ela revela: "Gosto muito de fazer o que já não faço mais há um tempo: inventar uma música que a banda nunca tocou antes e enfiá-la no repertório no meio do show... A banda ficava louca", diverte-se. Os hobbies de Ellen são bem simples. Ela curte procurar cantoras e bandas na internet e "acompanhar o mengão e, quem sabe, bater canelas na quadra", confessa sorrindo. 

Apesar dos diversos prêmios que recebeu, Ellen lembra que as dificuldades ainda são grandes: "Falta patrocínio e o acesso aos fundos de apoio e incentivo à produção musical ainda é difícil". A artista ainda acumula as funções das diversas etapas da produção, da elaboração de projetos à prestação de contas, da composição à captação de recursos e assessoria de imprensa. 

Mas o otimismo de Ellen supera o lado duro da vida de artista e se mostra realizada: "Sinto muita emoção de poder celebrar esse tempo, esse espaço, com amigas e amigos e com tanta gente que aposta nesse trabalho".

Fonte: Site  Candando

quinta-feira, 15 de março de 2012

Lúcio Mauro Filho se apresenta em Brasília


O global Lúcio Mauro Filho estreia em Brasília seu mais novo espetáculo, “Clichê”. Nos dias 16, 17 e 18 de março, na sala Villa Lobos do Teatro Nacional, o “Tuco” da série “A Grande Família” da Rede Globo, faz uma brincadeira com o uso excessivo de frases feitas, situações recorrentes e lugares comuns, presentes em qualquer diálogo, especialmente nos dias de hoje.

Em mais de uma hora de espetáculo, Lúcio Mauro Filho promete interagir com a platéia, num monólogo recheado de piadas em que o ator explica a origem de mais de 600 tipos de clichês, numa crítica inteligente e divertida à tendência do brasileiro de aderir, quase sem querer, a recursos batidos e bordões. Sucesso absoluto de público e crítica em todo o Brasil, a comédia tem texto de Marcelo Pedreira e direção de Rubens Camelo.

"O grande barato é que as pessoas não percebem que usam clichês o tempo todo. A peça sempre causa um grande espanto na plateia ao levantar a seguinte questão: os clichês tornam a vida confortável ou são criados para massificar uma civilização?", explica Lúcio Mauro Filho.

"Adorei de verdade. Vou virar garota propaganda do monólogo. Só mesmo alguém com o talento do Lucinho para segurar a plateia com essa animação e tantas gargalhadas. O texto é ótimo e flui bem demais. A gente percebe que ele já está com intimidade com o espetáculo e fala tudo com muita propriedade. Vou recomendar total", comenta a atriz Heloísa Périssé.

"O Lúcio é um talento extraordinário. Achei o espetáculo leve, divertido, mas ao mesmo tempo simples e despretensioso ao tratar de tantos clichês. O texto faz com que a gente pense sobre o uso dos clichês e também aprenda a identificá-los", ressalta o ator Wagner Moura.

Mais sobre o espetáculo
Quem com ferro fere com ferro será ferido, e, como diz o ditado, a justiça tarda mas não falha. Por isso mesmo, já era mais do que chegada a hora e a vez de alguém acertar as contas com os clichês, fazendo um espetáculo que colocasse os pingos nos is.

Dizem que a vingança é um prato que se come frio, mas em CLICHÊ os espectadores podem esperar pelo calor do momento e altas doses de adrenalina, pois reza a lenda que Lúcio Mauro Filho não é flor que se cheire, nunca sobe num palco pra jogar conversa fora e adora jogar merda no ventilador…

E para comandar esse combate sem trégua contra os clichês ninguém melhor do que Rubens Camelo, que por N motivos de A a Z é o cão chupando manga quando se trata de colocar ordem nessa casa da mãe Joana, onde nem tudo que reluz é ouro.

E foi assim, movidos pelo X da questão de ver o circo pegar fogo que criamos este espetáculo, pois a bem da verdade, verdade seja dita, quando se trata de clichês da linguagem, a verdade nua e crua é ruim demais para ser mentira.
Marcelo Pedreira – autor

Mais informações:
CLICHÊ com Lúcio Mauro Filho
Dias: 16, 17 e 18 de março
Sexta e Sábado às 21h. Domingo às 20h.
Teatro Nacional – Sala Villa Lobos
Informações: (61) 3325-6256 / 3325-6239
Não recomendado para menores de 14 anos
Ingressos: R$60,00 (inteira) R$30,00 (meia)

Quem paga meia?
Idosos, Estudantes e Professores
Portadores de Necessidades Especiais
Assinantes do Correio Braziliense
Clientes CLARO
Funcionários e/ou associados do Sindicato dos Jornalistas do DF
Funcionários dos Correios / ECT 
Funcionários e/ou associados da OAB
Funcionários e/ou associados Conselho Regional de Psicologia DF
Funcionários e/ou associados do IICA

sábado, 10 de dezembro de 2011

Brasília será cenário para minissérie


As ruas, monumentos e peculiaridades que fazem parte da vidados brasilienses ficarão famosos em todo o país, e até fora dele, a partir dopróximo ano. A paisagem e hábitos da Capital Federal servirão de pano de fundopara uma minissérie produzida pela Rede Globo de Televisão.  As cenas externas já foram todas gravadas e devem ir ao ar em janeiro.

O enredo narrará uma situação em que um cidadão comum acorda em um dia qualquer como presidente do Brasil. A história deve abordar a surpresa e ações que o personagem principal desenvolverá como chefe do Estado. No elenco, há artistas de primeira linha, como a atriz Maria Fernanda Cândido.

Para contextualizar, uma equipe de produção da emissora gravou, durante três dias, alguns pontos que serão exibidos no decorrer da trama. Entraram no roteiro, o Museu Nacional da República, a Torre de TV, o espetáculo da Fonte Luminosa, a Catedral Metropolitana de Brasília e a Ponte Juscelino Kubitscheck. 

Um carro equipado com câmeras externas também fez imagens da vida noturna e das principais vias de acesso ao centro da cidade, mostrando parte do trânsito, movimentação noturna nos bares e entrequadras. A vista panorâmica foi feita do mirante da Torre de TV. 
Fonte: Setur/DF
  

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Jornalista lança livro com dicas de como ser um repórter

No dia 26 de agosto, às 19h, no Museu da República, na abertura do Comunicar 2011- um encontro que vai reunir estudantes de Comunicação Social de todo país - a jornalista Aliene Coutinho vai lançar o livro A,B,C...TV- dicas de como ser um repórter. De forma direta, objetiva, simples e coloquial, como deve ser o texto de tevê, a jornalista descreve a rotina de uma redação de um telejornal, a cobertura, o deadline, a fonte, como fazer uma externa e claro, como enfrentar a temida câmera.

O livro - como a autora descreve, fica entre cartilha e manual. São 28 páginas, com ilustrações coloridas que prendem a atenção. “A ideia é que o livro tivesse a cara da tevê, ou seja, com imagens e textos leves e curtos, mas que cumprem o objetivo de transmitir a mensagem principal, e nesse caso a “notícia” é dar noções básicas de como fazer telejornalismo”, salienta Aliene Coutinho.

A jornalista “nasceu” profissionalmente em televisão, tem 23 anos de experiência, desse total, 20 anos na TV Globo/Brasília. Foi professora de telejornalismo em uma faculdade particular da capital durante cinco anos, e desde 2002 ministra em parceria com a produtora Vídeo Release cursos práticos de tevê para estudantes de comunicação e jornalistas profissionais. Aliene contabiliza com orgulho: “Já foram 54 turmas, com uma média de 15 alunos. Hoje, sem medo de errar, 85% de quem trabalha em tevê em Brasília fizeram meu curso”.

A,B,C...TV - dicas de como ser um repórter, está sendo lançado como parte do evento Comunicar 2011, e em breve estará à venda pela internet e nas principais livrarias da cidade. A apresentação é de outra jornalista e escritora, a carioca Vera Íris Paternostro, autora do livro “O texto na TV- Manual de Telejornalismo”, que diz que o livro da Aliene é resultado do prazer que ela sente em fazer e ensinar televisão.

Serviço
O que: Lançamento do Livro
A,B,C...TV- dicas de como ser um repórter
Local: Museu da República
Dia: 26/08
Hora: 19 horas

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

BBB 11 mais ousado do que nunca

Depois do público conhecer os 17 novos moradores da casa do Big Brother Brasil, a impressão foi de que a edição será a mais apimentada dos últimos tempos.

Das nove mulheres, uma chamou mais atenção. Assim que Ariadna apareceu, notícias sobre a moça ser transexual estouraram na net.

No mais, outra novidade é Paula, uma roraimense fora dos padrões que assumiu ser como ela mesmo disse tri. “Sou tri, eu gosto de mulher, de homem e de gays”, brincou a moça.

Entre os outros moradores da casa tudo dentro dos conformes, bonitões, sarados e muita mulher bonita.

A primeira festa foi dividida em duas e os brothers que ficaram dentro da casa tiveram camarão e lagosta. Já os moradores do acampamento se contentaram com espetinhos e salgadinhos.

Depois de algumas doses de vodka as coisas esquentaram e o primeiro casal foi formado. Mauricio e Maria não resistiram e deram o primeiro beijo do programa. O clima também está quente entre Diogo e Michelluy, mas até agora não rolou o beijo. 

Quem também fez uma revelação foi a carioca Diana. Em conversa com Cristiano, a moça assumiu ser bissexual. Em tom de brincadeira ela perguntou: “O que você acha que eu sou?” Sem perder tempo o rapaz respondeu: “Você é linda!” Rindo Diana disse: “Sou bi e pego quem eu tiver vontade, tanto faz ser homem ou mulher” conclui a carioca.

Ao som do melhor funk carioca, as mulheres se soltaram e desceram até o chão deixando os homens digamos “sem jeito”. A bela Jaqueline dançou sem parar sempre acompanhada de Ariadna que fez coreografias ousadas todas acompanhadas dos meninos da casa.

Como não podia faltar as fofocas já começaram e Paula e Michelly não perderam tempo e fuzilaram Natalia. Depois, de uma longa discussão as moças chegaram a conclusão de que a sister não é confiável.

Depois de muita bebida os novos “amigos” conversam sobre como poderia ser a prova do líder de amanhã e resolvem desacelerar. Alguns comeram mais um pouco e outros foram tomar banho.