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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ocupação Funarte apresenta trajetória do homem sertanejo

No mês de junho, a Ocupação Funarte traz grandes atrações para o Teatro Plínio Marcos. Neste final de semana, o ator-performer baiano, Fábio Vidal, da Território Sirius, apresenta duas produções que têm como tema a trajetória do homem sertanejo, são os monólogos Sebastião e Seu Bonfim. 

Teatralizando um acontecimento verídico em Maracangalha, na Bahia, o espetáculo Sebastião apresenta um nordestino que se vê envolvido em uma trama de perseguição depois que participa do saque de um avião, que caiu com R$ 5,6 milhões. Devoto de Padre Cícero, viciado em jogos e totalmente endividado, ele, por obra do acaso, o que parecia presente divino em suas mãos, acaba sendo o motivo de sua tragédia. Questões relacionadas ao poder, ao dinheiro, aos direitos humanos e à ética são discutidas neste espetáculo. 

Seu Bonfim tem livre inspiração no conto "A Terceira Margem do Rio", de Guimarães Rosa. Um sertanejo, contador de histórias,narra episódio presenciado por ele sobre um “homem do rio” que deixou sua família e sua vida para se colocar numa canoa, no meio do rio, de onde não sai mais. A história mistura-se à de Seu Bonfim, que conta sobre o passado, rememora pessoas e locais, expõe pensamentos e sustenta uma realidade paralela criada por ele mesmo. Confira datas e horários de nossa programação completa no site

Serviço
Sebastião
6 e 7/6 (quinta e sexta), às 21h
Entrada Franca
14 anos

Seu Bonfim
8/6 (sábado), às 21h e 
9/6 (domingo), às 20h
Entrada Franca
14 anos

quinta-feira, 15 de março de 2012

Lúcio Mauro Filho se apresenta em Brasília


O global Lúcio Mauro Filho estreia em Brasília seu mais novo espetáculo, “Clichê”. Nos dias 16, 17 e 18 de março, na sala Villa Lobos do Teatro Nacional, o “Tuco” da série “A Grande Família” da Rede Globo, faz uma brincadeira com o uso excessivo de frases feitas, situações recorrentes e lugares comuns, presentes em qualquer diálogo, especialmente nos dias de hoje.

Em mais de uma hora de espetáculo, Lúcio Mauro Filho promete interagir com a platéia, num monólogo recheado de piadas em que o ator explica a origem de mais de 600 tipos de clichês, numa crítica inteligente e divertida à tendência do brasileiro de aderir, quase sem querer, a recursos batidos e bordões. Sucesso absoluto de público e crítica em todo o Brasil, a comédia tem texto de Marcelo Pedreira e direção de Rubens Camelo.

"O grande barato é que as pessoas não percebem que usam clichês o tempo todo. A peça sempre causa um grande espanto na plateia ao levantar a seguinte questão: os clichês tornam a vida confortável ou são criados para massificar uma civilização?", explica Lúcio Mauro Filho.

"Adorei de verdade. Vou virar garota propaganda do monólogo. Só mesmo alguém com o talento do Lucinho para segurar a plateia com essa animação e tantas gargalhadas. O texto é ótimo e flui bem demais. A gente percebe que ele já está com intimidade com o espetáculo e fala tudo com muita propriedade. Vou recomendar total", comenta a atriz Heloísa Périssé.

"O Lúcio é um talento extraordinário. Achei o espetáculo leve, divertido, mas ao mesmo tempo simples e despretensioso ao tratar de tantos clichês. O texto faz com que a gente pense sobre o uso dos clichês e também aprenda a identificá-los", ressalta o ator Wagner Moura.

Mais sobre o espetáculo
Quem com ferro fere com ferro será ferido, e, como diz o ditado, a justiça tarda mas não falha. Por isso mesmo, já era mais do que chegada a hora e a vez de alguém acertar as contas com os clichês, fazendo um espetáculo que colocasse os pingos nos is.

Dizem que a vingança é um prato que se come frio, mas em CLICHÊ os espectadores podem esperar pelo calor do momento e altas doses de adrenalina, pois reza a lenda que Lúcio Mauro Filho não é flor que se cheire, nunca sobe num palco pra jogar conversa fora e adora jogar merda no ventilador…

E para comandar esse combate sem trégua contra os clichês ninguém melhor do que Rubens Camelo, que por N motivos de A a Z é o cão chupando manga quando se trata de colocar ordem nessa casa da mãe Joana, onde nem tudo que reluz é ouro.

E foi assim, movidos pelo X da questão de ver o circo pegar fogo que criamos este espetáculo, pois a bem da verdade, verdade seja dita, quando se trata de clichês da linguagem, a verdade nua e crua é ruim demais para ser mentira.
Marcelo Pedreira – autor

Mais informações:
CLICHÊ com Lúcio Mauro Filho
Dias: 16, 17 e 18 de março
Sexta e Sábado às 21h. Domingo às 20h.
Teatro Nacional – Sala Villa Lobos
Informações: (61) 3325-6256 / 3325-6239
Não recomendado para menores de 14 anos
Ingressos: R$60,00 (inteira) R$30,00 (meia)

Quem paga meia?
Idosos, Estudantes e Professores
Portadores de Necessidades Especiais
Assinantes do Correio Braziliense
Clientes CLARO
Funcionários e/ou associados do Sindicato dos Jornalistas do DF
Funcionários dos Correios / ECT 
Funcionários e/ou associados da OAB
Funcionários e/ou associados Conselho Regional de Psicologia DF
Funcionários e/ou associados do IICA