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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Governo divulga balanço da segurança pública

O governo do Distrito Federal divulgou o primeiro balanço da segurança pública, de 2015. Dos 12 tipos de crime que a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social faz as estatísticas de criminalidade em Brasília, oito tiveram seus índices reduzidos, mas os roubos a ônibus aumentaram mais de 40%, no mês de abril, se comparado com o mesmo período de 2014.

O número de roubos a coletivos no Distrito Federal aumentou 41,2%. As cidades onde aconteceu o maior número de roubos e furtos a coletivos foram Ceilândia, Recanto das Emas, Samambaia e na Estrutural. As três cidades juntas são responsáveis por 65% dos crimes.

Caminhar pela cidade também não é muito seguro, os pedestres sofreram com a insegurança, a quantidade de roubos teve um acréscimo de 5,2%. Ano passado, 10.595 pedestres foram roubados, este ano, 11.145. Brasília, Taguatinga e Ceilândia, somam juntas 50% das ocorrências.

A taxa de homicídios caiu 7,8% de um ano para o outro; a de roubo de veículos, 41,5%; a de assaltos a comércios, 39,3%; e a de estupro, 24,4%. Ações preventivas também foram reforçadas. A repressão ao uso e ao porte de drogas aumentou 91,8% nesse período, e o flagrante de posse ilegal de arma de fogo cresceu 5,6%.

Para combater esses tipos de crime, a Polícia Militar lançou a operação Rosácea. Até domingo (10), 300 militares reforçarão o policiamento nas ruas de todas as regiões administrativas, principalmente as que tiveram maiores índices de criminalidade. 

A Polícia Civil vai ampliar o atendimento da delegacia eletrônica para que pelo menos 17 tipos de ocorrência possam ser registrados on-line — atualmente são três. Outra novidade para os próximos meses será o envio dos boletins de ocorrência por e-mail. Hoje, é preciso ir à delegacia para obter uma cópia do registro.

Veja a íntegra do balanço apresentado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

terça-feira, 5 de maio de 2015

PRF divulga balanço da operação Dia do Trabalhador

Entre os dias 30/04 e 03/05 a Polícia Rodoviária Federal realizou a Operação Dia do Trabalhador. Os principais objetivos foram: reduzir o número de acidentes, aumentar a sensação de segurança nas rodovias que cortam o DF e intensificar as ações de prevenção e repressão à criminalidade.

Com o reforço de policiais no trecho e com a otimização de recursos materias, a fiscalização foi reforçada nos pontos mais críticos. As metas de fiscalização foram alcançadas, demonstrando um grande esforço por parte do nosso efetivo. Foram fiscalizados 1.240 veículos e 2.273 pessoas. 184 condutores foram submetidos ao teste do etilômetro, totalizando 8 autuações e 2 prisões por dirigir sob influência de álcool.

Foram feitas 132 multas por ultrapassagens indevidas e 340 autos por outros tipos de infração. No período, foram 35 acidentes registrados, 31 feridos ( feridos graves e leves) e 2 mortos, um em uma colisão com objeto fixo e o outro em uma colisão lateral. Os principais tipos de acidentes foram colisão traseira e saída de pista, é possível então apontar a falha humana, responsável por cerca de 90% do acidentes, como a principal responsável pelas ocorrências nas rodovias federais. O comparativo com o mesmo período do ano passado fica afetado, já que em 2014 o feriado de 01 de maio foi em uma quinta-feira.

A PRF recuperou 2 veículos e 2 motocicletas roubados, apreendeu 1 fuzil, 1 espingarda , 2 revólveres, 45 munições, 50 gramas de crack e prendeu também 3 pessoas por furto de gasolina e que portavam documentos falsos ,RG, CPF e cédulas de Carteira Nacional de Habilitação-CNH e Certificado de Registro de Veículo-CRV .

terça-feira, 7 de abril de 2015

Operação Semana Santa

A Polícia Rodoviária Federal encerrou às 23h59 desta segunda-feira (06), a Operação Semana Santa 2015. Desde a última quinta-feira (02), policiais rodoviários federais reforçaram a fiscalização em todo o território nacional, priorizando ações de educação e policiamento ostensivo com foco na prevenção de comportamentos de risco, como excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e a mistura de álcool e direção. Durante os primeiros quatro dias de operação, a PRF fiscalizou 1.892 veículos e 3.578 pessoas. 

Foram realizados 713 testes de etilômetro. Destes, 23 motoristas foram autuados no valor de R$1.915, originando processo para suspensão do direito de dirigir. 7 motoristas foram presos por terem sido flagrados com o valor acima de 0,3 mg de álcool por litro e ar alveolar. 

Outro foco da operação foi a repressão às ultrapassagens indevidas. Foram feitas 81 multas por essa infração no período. Ressalta-se que as colisões frontais são responsáveis por mais de 1/3 das mortes em acidentes de trânsito. Durante a Operação Carnaval, foram responsáveis por todas as mortes nas rodovias que cortam o DF. E essas colisões, geralmente, são ocasionadas por ultrapassagens indevidas.

Do dia 02 ao dia 05 de abril, números preliminares apontam 34 acidentes nas rodovias que cortam o DF, que deixaram 33 pessoas feridas e 6 mortos.

O principal objetivo da PRF é reduzir a violência no trânsito, com atenção especial às causas dos acidentes graves, ou seja, aqueles que resultam em feridos graves ou óbitos. Outro foco da operação foi a repressão às ultrapassagens indevidas. Foram feitas 81 multas por essa infração no período. Ressalta-se que as colisões frontais são responsáveis por mais de 1/3 das mortes.

Fonte: PRFederal - Núcleo de Comunicação Social

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Lei Maria da Penha completa sete anos

No dia em que a Lei Maria da Penha completa sete anos, hoje (7/8), a ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, destacou a importância da denúncia para a efetividade da lei e a punição aos agressores que cometem violência contra as mulheres.

“Se as mulheres não denunciarem, não existe crime. Como podemos acabar com a impunidade sem a denúncia? Quero aqui chamar as mulheres para denunciar a violência contra qualquer mulher, criança ou adolescente”, disse a ministra que participou hoje (7) da 7° Jornada Lei Maria da Penha, organizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Dados divulgados pelo Instituto Patrícia Galvão e Data Popular mostram que, após sete anos de vigência, 98% da população dizem conhecer a lei. Ao fazer um balanço do período, a ministra Eleonora Menicucci apontou a demora do Judiciário em expedir medidas protetivas em favor das mulheres como um dos gargalos a ser resolvido.

Ela lembrou que, em alguns casos, a medida para determinar que o agressor se mantenha à distância da vítima é expedida quando a mulher já foi agredida ou até morta. “A medida protetiva salva mulheres. E eu conclamo todos os juízes a olhar com cuidado e severidade, mas com determinação para a violência contra as mulheres expedindo, o mais rápido possível, as medidas protetivas”.

O integrante do CNJ, Ney José de Freitas avaliou que a redução da violência contra a mulher é um longo processo por não se tratar apenas de medidas legais, mas também de uma mudança de comportamento. “Não é necessário apenas a alteração legislativa, é necessário também uma  mudança de comportamento. É um processo de mudança demorado”.

Dados atualizados do Mapa da Violência 2012: Homicídio de Mulheres no Brasil, apontam que é principalmente no ambiente doméstico que ocorrem as situações de violência contra a mulher. A taxa de ocorrência no ambiente doméstico é 71,8%, enquanto em vias públicas é 15,6%.

A violência física contra a mulher é predominante (44,2%), seguida da psicológica (20,8%) e da sexual (12,2%). No caso das vítimas que têm entre 20 e 50 anos de idade, o parceiro é o principal agente da violência física. Já nos casos em que as vítimas têm até nove anos de idade e a partir dos 60 anos, os pais e filhos são, respectivamente, os principais agressores, de acordo com dados do Mapa da Violência.

Para a secretária de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, ainda há muito o que fortalecer no sistema de proteção à mulher. Ela citou as delegacias especializadas como um dos pontos a ser aprimorado. “A efetividade da lei caminha lenta. Não temos delegacias especializadas em todo o país. Temos delegacias especializadas que ficam fechadas nos finais de semana e à noite, horários em que as mulheres mais precisam ter referências sobre aonde ir”, disse.

Fonte: Agência Brasil