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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Banco de Alimentos distribui nove toneladas de produtos

O Banco de Alimentos da Ceasa-DF distribuirá, nesta quinta-feira (25), 14 horas, nove toneladas de produtos para entidades sócio assistenciais. Serão 7,5 toneladas de produtos advindos de eventos do Ballet Bolshoi e da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, promovidos pela Secretaria de Cultura, e mais 1,5 tonelada de frango através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Esses produtos atenderão 60 entidades, que juntas beneficiam mais de nove mil pessoas, mas público assistido pelo Banco de Alimentos da Ceasa é maior. Semanalmente são atendidas 166 entidades sócio assistenciais, como creches, lar de idosos e casas de recuperação, representando 43 mil beneficiários.

Segundo o presidente da Ceasa-DF, Renato de Lima, o Banco de Alimentos da Ceasa-DF é um instrumento eficaz no combate à fome no DF. “Hoje operamos em um sistema de cooperação entre diversos órgãos do governo de Brasília e do Federal. E assim, conseguimos ser modelo para Ceasas de todo o país”, ressaltou.

O Banco de Alimentos é administrado pela Ceasa-DF, com a Secretaria de Agricultura e a Emater-DF. Além de contar com a parceria e integração das demais secretarias do governo de Brasília e órgãos federais.

Entidades
Todas as entidades participantes devem atender a uma série de critérios, visando a transparência e a credibilidade das ações. Além da documentação, as institucionais não podem ter fins lucrativos e se sujeitam a monitoramento. Outro requisito é a manipulação do alimento na instituição, ou seja, não é permitido a distribuição de produtos in natura para os beneficiários, devendo ser processado e servidos como refeições.

Além dos servidores da Ceasa-DF, Emater-DF e da Secretaria de Agricultura, o espaço conta com o apoio dos reeducandos da Fundação Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), através do programa Reintegra Cidadão.

Além da sede na Ceasa-DF, o Banco de Alimentos conta com três Unidades de Recebimento e Distribuição de Alimentos (Urdas), localizadas em Planaltina, Brazlândia e São Sebastião. O objetivo desses pontos é facilitar o acesso dos produtores e das entidades.

Programas
PAA Termo de Adesão – Funciona por meio de convênio entre o Governo Federal e o Governo de Brasília. O Ministério de Desenvolvimento Social repassa o recurso para a Secretaria de Agricultura, que compra dos produtores familiares assistidos pela Emater-DF. Os produtos são entregues no Banco de Alimentos da Ceasa-DF que faz o controle e a distribuição para as entidades.
PAA – Conab – A Conab adquire os produtos diretamente dos produtores e cooperativas, com recursos do Ministério do Desenvolvimento Social, e repassa para o Banco de Alimentos, que faz a distribuição para as entidades.
PDZ (Programa Desperdício Zero) – Neste caso, os produtores e empresários doam os produtos que não têm valor comercial, mas estão próprios para o consumo. Dentre esses, os que estiverem impróprias para o consumo são doadas para produtores que realizam a compostagem, transformando estes resíduos em adubo.
PDS (Programa de Doações Simultâneas) – Realizado em parceria com os demais órgãos governamentais, que arrecadam alimentos durante campanhas e eventos. Os produtos são repassados para o Banco de Alimentos, que confere a validade dos itens e promove a distribuição às entidades.

O Banco de Conta tem o controle de todos os produtos que entram e que são distribuídos e realiza, mensalmente, a prestação de contas para todos os programas operados no local. A quantidade recebida por cada entidade varia conforme a quantidade de beneficiários.

Banco de Alimentos
Quinta-feira (25/06)
14 horas
Ceasa-DF

Fonte:Agência Brasília

terça-feira, 16 de junho de 2015

Economia no DF cai 1,7% no primeiro trimestre

A atividade econômica no Distrito Federal caiu 1,7% no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2014. Naquela época, foi constatado um aumento de 3,2% em relação a igual período de 2013. A informação está no Índice de Desempenho Econômico do DF (Idecon), divulgado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) durante entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (15).

"A queda que observamos ficou muito próximo da nacional", ressaltou o diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas da companhia, Bruno de Oliveira. "Aqui no DF, [o índice] foi influenciado principalmente por uma baixa na administração pública, no comércio e na construção civil." O produto interno bruto (PIB) trimestral para o Brasil, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou contração de 1,6% no mesmo período analisado.

No DF, três setores apresentaram desempenhos negativos. A agropecuária, que representa 0,3% da atividade econômica, recuou 13,5% nos primeiros três meses deste ano. A indústria, com peso de 5,7%, reduziu em 2,6%. Já o setor de serviços, responsável por 94% da economia local, teve variação negativa de 1,6%. Em todos os casos, os valores referem-se ao mesmo trimestre de 2014.

Em serviços, a atividade de intermediação financeira, seguros e previdência complementar diminuiu 7,9%, o que indica queda na procura por crédito. O comércio aparece em seguida, com valor negativo de 5,8%. O grupo administração, saúde e educação públicas — 55,2% do setor de serviços — caiu 1,9%.

"O governo, tanto em nível local quanto nacional, tem tomado medidas de contenção de gastos; então isso tem impactado a redução do índice para a administração pública", explicou Bruno. Segundo ele, com a redução na atividade geral, o comércio também é afetado com a diminuição da renda. "Em outras pesquisas de acompanhamento do mercado de trabalho, já começamos a observar alguma queda no rendimento do trabalhador assalariado, o que também impacta o comércio", completou. O aumento da taxa de juros, destacou o diretor, é outro fator que influencia o comércio.

Em movimento contrário aos demais índices do grupo, a atividade de serviços da informação cresceu 4,7% no primeiro trimestre do ano contra 2,9% do porcentual nacional. Nos segmentos de telefonia móvel, acesso à internet e TV por assinatura, os indicadores refletem manutenção da demanda.

A indústria de transformação recuou 2,2%. Em âmbito nacional, 7%, conforme o IBGE. Na construção civil, que responde por 3,4% da atividade econômica local, a queda foi de 2,3%. Já no grupo que compreende atividades como indústria extrativa mineral, eletricidade e gás, a variação negativa ficou em 5,1%.

IPCA e Ceasa
Após a apresentação do Idecon, também foram divulgados, nesta segunda-feira, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Ceasa do Distrito Federal (ICDF).

O IPCA mostra que houve desaceleração da inflação em Brasília pelo segundo mês consecutivo. A variação registrada em maio foi de 0,25% — a menor entre as 13 localidades onde o índice é calculado — e de 0,85% em abril. No Brasil, o índice de maio atingiu 0,74%, e o de abril, 0,71%. Em maio, com variação de 2,3%, o grupo alimentação e bebidas consta como o que mais contribuiu para a alta do mês no DF.

Em maio, o ICDF apontou variação mensal positiva de 3,60%. No mesmo período de 2014, esse número ficou em 1,88%. "Em comparação com o mesmo período do ano passado, percebe-se que o índice foi um pouco maior em termos porcentuais", disse o economista da Centrais de Abastecimento de Brasília (Ceasa) João Bosco Soares. "No entanto, os movimentos que a gente vem percebendo durante o ano acompanham graficamente os que foram percebidos ano passado", acrescentou.

Entre os produtos comercializados na Ceasa do DF, o setor de frutas apresentou inflação de 0,22%; o de legumes, 10,25%; o de verduras, 10,14%. No de ovos e grãos, houve variação negativa de 13,88%. Segundo o estudo, os preços internos dos ovos tendem a subir nos próximos dias à medida que houver aumento das exportações.

A Codeplan divulgou, ainda, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação tendo como base a estrutura de gastos de famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos. Em Brasília, houve alta de 4,92% neste ano e de 8,36% nos últimos 12 meses. Em maio, o aumento foi de 0,85%.



Fonte:Agência Brasília

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

XI Semana do Peixe

Os peixes são ricos em Omega 3 e outros nutrientes essenciais para uma vida saudável. E para estimular o consumo de pescado, o Ministério da Pesca e Aquicultura realiza a XI Semana do Peixe, do dia 1º a 14 de setembro. O lançamento nacional acontece nesta quinta-feira (4), no Mercado de Peixe da Ceasa-DF.

Segundo o presidente da Ceasa-DF, Wilder Santos, a comercialização no Mercado do Peixe deve aumentar em 20% durante a campanha. "Temos que valorizar e incentivar a alimentação saudável e a segurança alimentar, e a Semana do Peixe promove exatamente isso", completou.

Apesar dos 8,5 mil km de costa e 12% de toda a reserva de água doce disponível no planeta, o consumo de pescado no Brasil ainda está abaixo do recomendado. Cada brasileiro consome, em média, 11,7 kg de pescado ao ano, enquanto o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de, no mínimo, 12 kg por habitante ao ano.

Mesmo não tendo uma grande produção de peixe, o consumo em Brasília está acima da média nacional e chega a 14,5 kg por habitante ao ano. Cerca de 80% das 36 mil toneladas de pescado consumidas por ano no DF são importadas de outros estados e países.

Além da Ceasa-DF, a Semana do Peixe em Brasília tem o apoio da Secretaria de Agricultura do DF, Emater-DF, Associação dos Supermercados de Brasília (Asbra), Cooperativa dos Pescadores do Lago Paranoá (Coopelap), Associação de Aquicultores e Pescadores Artesanais da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Haja Peixe), Sesi, centros universitários Unieuro, Uniceub e Iesb e entrepostos de pescados Arigatô, Rander, Peixe Brasil e Santa Lúcia.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Pedro Ventura

segunda-feira, 17 de março de 2014

DF terá Centro de Tecnologia em Piscicultura

Pescadores artesanais, produtores rurais, estudantes, técnicos e piscicultores serão beneficiados com a construção do Centro de Referência em Piscicultura do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (Ride-DF), na Granja do Ipê. O projeto está em fase de elaboração e deve ficar pronto em até 90 dias.

A empresa contratada também fará, nesse mesmo prazo, o projeto de ampliação e reforma do Mercado do Peixe de Brasília, na Ceasa, mas a entrega deverá ser antecipada. "De acordo com a representante da empresa contratada, os projetos deverão ser entregues até meados de abril", explicou o chefe do Núcleo de Tecnologia em Piscicultura e Pecuária, da Secretaria de Agricultura, Lincoln Oliveira.

Serão investidos quase R$ 4,5 milhões na construção do Centro de Referência em Piscicultura. Os recursos foram adquiridos por meio de convênio com o Ministério da Pesca e Aquicultura. O GDF terá contrapartida de R$ 1,5 milhão.

O novo centro tecnológico terá laboratórios para estudos sobre a nutrição dos peixes, estruturas de reprodução e estocagem de alevinos (filhotes), reprodução de espécies nativas e exóticas, além da construção de usina de ração de pequeno porte.

Na Granja do Ipê existe estrutura para a criação de alevinos e de peixes adultos, além de espaço para serem ministrados cursos sobre piscicultura. Com o convênio, será ampliado o número de viveiros (hoje são 20) e o local ganhará 10 tanques novos, com 200 metros cada – o que potencializará a produção para, no mínimo, 2,5 milhões de alevinos de espécies nativas e exóticas por ano.

As obras no Mercado do Peixe permitirão criar mais emprego e renda, além de ampliar o acesso a alimentos saudáveis e de qualidade aos brasilienses. "Pretendemos fazer uma ação integrada que fortaleça a participação dos produtores do DF e do Entorno no mercado de pescado, que é muito forte em Brasília. Toda a cadeia produtiva será beneficiada, desde a produção até a comercialização", explicou o subsecretário de Desenvolvimento Rural, José Nilton Campelo.

Ainda segundo Campelo, com as obras no mercado, o GDF ampliará em cinco vezes a capacidade de processamento de pescados no local, que hoje é de uma tonelada ao dia. Ele acrescentou que também será concedido mais suporte aos produtores que fornecem aos programas de compras do governo, além de mais conforto para os consumidores.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Pedro Ventura