Mostrando postagens com marcador OMS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OMS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Governo sanciona o Estatuto do Parto Humanizado

Cinco leis de autoria do Legislativo foram sancionadas pelo governador Rodrigo Rollemberg e publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal. Parte importante das sanções feitas pelo Executivo, a Lei nº 5.534 institui o Estatuto do Parto Humanizado, com o objetivo de assegurar assistência às gestantes em todas as unidades de saúde do Distrito Federal, públicas ou privadas. O texto indica e esclarece critérios que devem ser seguidos por quaisquer profissionais que atendam pessoas no período gestacional e pré-natal. Um dos textos das leis publicadas possibilita a presença de doula em unidades públicas ou privadas. Prática é adotada em São Sebastião

São direitos das grávidas: ter dúvidas esclarecidas e receber informações e explicações necessárias, em especial no caso de impedimentos ao parto normal; dispor de acompanhante de sua escolha durante o trabalho de parto, o parto e o pós-parto; escolher a melhor posição e ser incentivada a adotar posições como sentada ou de cócoras, mais favoráveis ao parto natural; ter acesso a métodos não farmacológicos para conforto e alívio da dor, como massagens e banhos; receber apoio físico e emocional de doula, (assistente sem formação médica), durante o trabalho de parto, o parto e o pós-parto, sempre que solicitar; ter acesso ao bebê logo após o nascimento para amamentação na primeira hora de vida.

No caso de a gestante optar pela presença de uma doula, esta deve ser considerada independente do acompanhante e não acarretará em ônus adicional à instituição. A atuação da profissional deve seguir as recomendações descritas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A lei também incentiva que as grávidas façam partos planejados e esclarece que a assistência a essas mulheres, quando em trabalho de parto e durante o próprio, deve ser feita por médico obstetra, enfermeiro obstetra e técnico de enfermagem, com apoio de doula, quando solicitado. Com exceção à Casa de Parto de São Sebastião, a equipe responsável é composta por enfermeiro obstetra e por técnico de enfermagem.

Referência
Única unidade de saúde do DF que só faz parto normal, a Casa de Parto de São Sebastião atende cerca de 500 mulheres e recebe uma média de 42 recém-nascidos em três salas a cada mês. “Temos o compromisso com a inserção da mulher como protagonista do parto”, resume a chefe da unidade, Jussara Vieira.

A casa conta com uma equipe de 28 pessoas entre enfermeiros obstetras, técnicos de enfermagem e enfermeiros residentes. As instalações contam com dois consultórios, três salas de parto e um alojamento comunitário com três leitos. Em cada quarto, há varanda, banheira, bola de Pilates e cama.

Na contramão da recomendação da Organização Mundial da Saúde de que apenas 15% dos partos devam ser feitos por meio de cesariana, estudo divulgado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) mostrou que 54,78% das gestantes fizeram a cirurgia em 2013.

Segundo a chefe da Casa de Parto de São Sebastião, a quantidade de cesarianas no Distrito Federal pode refletir uma segurança precipitada de alguns profissionais que querem evitar intercorrências no momento do parto. “Há todos os riscos de uma grande cirurgia, como infecções, complicações anestésicas”, destaca Jussara. Além de tudo, o procedimento impede que a mãe fique 100% dedicada ao bebê após o parto, devido aos cuidados pós-operatórios. “A humanização é a maneira como você vai lidar com o outro, respeitar as boas práticas de assistência, o tempo da mulher e o do bebê.”

Para serem atendidas no local, as mães precisam ter feito o pré-natal completo na unidade regional de saúde, nunca ter passado por uma cesariana e não apresentar indicativo de gravidez de risco, como no caso de gêmeos, pressão alta e diabetes.

Outras sanções
Seguindo o critério de transparência reforçado pela gestão, a Lei nº 5.532, determina que os dados de contratos de locação de imóveis firmados pelo Executivo sejam divulgados semestralmente. O documento determina que o governo mantenha o cadastro de imóveis locados para abrigar órgãos públicos da administração direta e indireta de forma acessível e organizada. Devem ser publicadas as seguintes informações: descrição do imóvel; finalidade da locação e a que órgão se destina; valor do contrato; valor da locação por metro quadrado; nome do proprietário; prazo de vigência do contrato; despesa total com o contrato de locação.

Entre as sancionadas, também está a Lei nº 5.533. Segundo a legislação, qualquer estabelecimento do tipo hotel, motel ou pensão deve ter uma placa com o Artigo 82, da Lei federal nº 8.069, de julho de 1990, referente ao Estatuto da Criança e do Adolescente — que proíbe a hospedagem de criança ou adolescente nesses estabelecimentos, salvo se acompanhados de pais ou responsáveis.

O local que não cumprir o disposto na lei ficará sujeito à multa de 20 salários mínimos, a ser revertida para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal. Em caso de reincidência, a pena é aplicada em dobro.

Também passa a vigorar, com a publicação da Lei nº 5.535, a obrigatoriedade de implantação de válvula de descarga que dispõe de acionamento individualizado para líquidos e sólido nos banheiros dos órgãos públicos do Distrito Federal.

Já a Lei nº 5.536 libera o ingresso de pessoas não matriculadas na rede pública de ensino em instituições educacionais de formação complementar que integram a estrutura de educação pública do DF. Elas deverão preencher vagas remanescentes não ocupadas por estudantes matriculados em todos os níveis dos cursos. Veja as leis na íntegra.

Imagem:Pedro Ventura

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

XI Semana do Peixe

Os peixes são ricos em Omega 3 e outros nutrientes essenciais para uma vida saudável. E para estimular o consumo de pescado, o Ministério da Pesca e Aquicultura realiza a XI Semana do Peixe, do dia 1º a 14 de setembro. O lançamento nacional acontece nesta quinta-feira (4), no Mercado de Peixe da Ceasa-DF.

Segundo o presidente da Ceasa-DF, Wilder Santos, a comercialização no Mercado do Peixe deve aumentar em 20% durante a campanha. "Temos que valorizar e incentivar a alimentação saudável e a segurança alimentar, e a Semana do Peixe promove exatamente isso", completou.

Apesar dos 8,5 mil km de costa e 12% de toda a reserva de água doce disponível no planeta, o consumo de pescado no Brasil ainda está abaixo do recomendado. Cada brasileiro consome, em média, 11,7 kg de pescado ao ano, enquanto o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de, no mínimo, 12 kg por habitante ao ano.

Mesmo não tendo uma grande produção de peixe, o consumo em Brasília está acima da média nacional e chega a 14,5 kg por habitante ao ano. Cerca de 80% das 36 mil toneladas de pescado consumidas por ano no DF são importadas de outros estados e países.

Além da Ceasa-DF, a Semana do Peixe em Brasília tem o apoio da Secretaria de Agricultura do DF, Emater-DF, Associação dos Supermercados de Brasília (Asbra), Cooperativa dos Pescadores do Lago Paranoá (Coopelap), Associação de Aquicultores e Pescadores Artesanais da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Haja Peixe), Sesi, centros universitários Unieuro, Uniceub e Iesb e entrepostos de pescados Arigatô, Rander, Peixe Brasil e Santa Lúcia.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Pedro Ventura

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Praticar atividades físicas prazerosas pode acelerar resultados da boa forma

Estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que os brasileiros estão praticando mais atividades físicas desde 2008. Hoje, cerca de 20% da população é considerada ativa. Fatores como a busca pela qualidade de vida e a melhora da estética corporal estão entre os principais motivos que levam as pessoas a se exercitarem cada vez mais. Entretanto, especialistas da área ressaltam que quem pratica atividades de forma prazerosa, tende a obter melhores resultados.

Segundo o professor de Educação Física da Unique Fitness, Cristiano Leite, a preferência do aluno por uma determinada modalidade que mais lhe agrade pode gerar resultados positivos para sua condição física. “Aliar o exercício físico com as atividades recreativas é outra opção eficaz na mudança de estilo de vida mais saudável, principalmente o de pessoas sedentárias ou que não gostam de se exercitar”, explica.

No entanto, a atividade física também deve estar alinhada com a necessidade do aluno e não somente com a preferência, como avalia o professor Cristiano. “Na maioria das vezes, o aluno se interessa pelas atividades aeróbicas, mas às vezes ele não sabe que a base para um bom desempenho nestas atividades depende do fortalecimento muscular, realizado por meio do trabalho de força, ou seja, musculação”, ressalta o profissional. 

De acordo com Cristiano Leite, atividades como natação, corrida e spinning são as mais preferidas entre os alunos. “Em nível fisiológico, temos a endorfina, conhecida como o hormônio do prazer, que é liberada em resposta à atividade física. Entre os seus benefícios encontramos a melhora do bom humor, a memória e a concentração”, afirma.

As academias também podem ajudar no bem estar do aluno na prática de exercícios. Na Unique Fitness, por exemplo, os professores de Educação Física acompanham de perto o rendimento do aluno com máxima atenção. Alguns mimos como massagem manual, objetos de higiene pessoal e até passadeira, além do ambiente moderno e descontraído, favorecem o prazer que o aluno possui para se sentir motivado na prática de exercícios físicos.