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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começou na manhã desta segunda-feira (24) a operação da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) de desocupação da orla do Lago Paranoá. Edificações dentro de 30 metros da margem serão retiradas. Na primeira residência, na QL 12 do Lago Sul, os moradores se anteciparam e removeram as cercas. 

Nos dois terrenos seguintes, porém, foi necessária a atuação de um trator da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) para derrubar as grades. Não há qualquer resistência por parte dos moradores até o momento.

A ação está dividida em quatro etapas e contará com diversos órgãos locais. A primeira inclui 47 lotes das QL 12 do Lago Sul e QL 2 do Lago Norte — quadras com menor grau de dificuldade para serem desocupadas, porque estão parcialmente desobstruídas.

Estão sendo retirados muros, cercas, portões, alambrados e qualquer material que esteja em área pública e impeça a circulação e a chegada à margem. A ordem para deixar a faixa acessível a todos veio de uma sentença judicial de 2011, provocada por uma ação civil pública ajuizada em 2005 pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

Píeres, gazebos, quadras esportivas e outros equipamentos construídos por moradores na faixa de 30 metros serão mantidos e tornados públicos até que o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e a Secretaria de Gestão do Território e Habitação concluam o plano de uso e de recuperação da área.

Não serão alvo de remoção terrenos devidamente escriturados dentro da área de preservação permanente e lotes da União e de embaixadas. Os 80 quilômetros da orla deverão estar livres em dois anos.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Dênio Simões

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Parkour e FreeRunning no Riacho Fundo

Entre os dias 17 e 18 de agosto, o Riacho Fundo II vai receber o ParTodos, um evento que vai reunir participantes do Parkour e do FreeRunning do Brasil e do exterior. O encontro vai ter início às 8h, na Quadra Coberta da QN 14 D Riacho Fundo II.

O Parkour é uma atividade de origem francesa, que consiste em preparar o corpo através de exercícios físicos e de autocontrole para ultrapassar obstáculos de maneira rápida, segura e eficiente.  A modalidade surgiu nos anos 90, na França, e se espalhou pelo mundo. O que une os adeptos de todas as partes é a prática ao ar livre.

Recentemente, a atividade, que era praticada de forma independente pelos moradores, passou a contar com o apoio da administração regional, que investiu em estrutura e apoiou as atividades realizadas pelos participantes.

Serviço
O que: ParTodos
Quando 17 e 18 de agosto
Horário: a partir das 8h
Onde: Quadra da QN 14 D - Riacho Fundo II

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A beleza do teatro de rua

A Companhia Teatral Escambo criada a 2 anos, traz para 6 regiões administrativas do Distrito Federal, o sonho de compartilhar com as crianças a importância e a beleza do teatro de rua. O projeto traz em seu ideal a soma de diversas linguagens para a construção da cena. O espetáculo “Vou te contar” traz 2 histórias coloridas que mostram a importância do meio ambiente e como melhorar nosso convívio com ele. Música, bonecos e personagens clássicos se unem nessas histórias sérias contadas com muito humor para os pequenos. 

O espetáculo é gratuito e as apresentações serão sempre às 17h, sempre num espaço público de uma cidade administrativa. De acordo com a produção do espetáculo, a peça busca promover o respeito à diversidade, pluralidade cultural, igualdade social e racial, produção e manejo do lixo, tudo isso inserido dentro da temática maior, que é o meio ambiente, do qual somos parte.

A temporada de apresentações segue por todos os sábados de 4 de junho a 6 de julho de 2013. A peça vai passar pelo Paranoá, Itapoã, Samambaia, Planaltina, Sobradinho II e Sobradinho. A primeira apresentação do espetáculo “Vou te contar”, será no Paranoá - CEI 01 - Qd. 16, conjunto E, lote 1 às 10h.

A Companhia Teatral Escambo é formada pelos atores Letícia Souza, André Müller, formados pela Universidade de Brasília e Thiago de Moraes, formado pela Faculdade Dulcina de Moraes. O trio já trabalha junto desde 2004, tendo participado de dois grupos de teatro, um deles com foco no teatro infantil, e outro focado no teatro adulto de rua.

Sinopse
O espetáculo baseia-se na contação de duas histórias, tendo como fio condutor o meio ambiente.

Godofrida, uma minhoca descontente com sua cor, busca incessantemente livrar-se dela, adquirindo para si outras cores, de acordo com os personagens que vai cruzando pelo caminho. Só quando se vê em perigo por não mais possuir sua cor original percebe a importância de ser como é, aprendendo a valorizar a si mesma como parte do meio ambiente.

Em seguida nos deparamos com Chapeuzinho Vermelho. Na conhecida tentativa de levar a cesta de docinhos para a casa da vovó, ela encontra diversos personagens clássicos que mostram que a história não precisa ser sempre a mesma. Esse caminho pela floresta traz ensinamentos sobre educação ambiental e o correto manejo do lixo que produzimos.

As duas histórias são recheadas de música e muito humor. São diversão e educação garantida para crianças e adultos, tratando de tema universal com uma linguagem lúdica e atual.

Serviço
Apresentações de espetáculo:
Dia 4 de junho - às 10h – CEI 01 - Qd. 16, conjunto E, lote 1 às 10h - Paranoá
Dia 11 de junho - às 8h30/10h - Escola Classe 1 - Qd. 61 Área Especial Del Lago- Itapoã
Dia 15 de junho - às 17h – Qd. 1031, entre os conjuntos 1 e 2, Expansão da Samambaia
Dia 22 de junho - às 17h – Praça São Sebastião - Planaltina
Dia 29 de junho - às 17h – Praça da AR-13 (em frente ao posto de saúde) - Sobradinho II
Dia 06 de julho - às 17h - Parque dos Jequitibás - Sobradinho
Classificação indicativa: Livre

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Asa Sul vai ganhar parque

Para dar início ao cronograma das atividades previstas do programa “Brasília, cidade parque”, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Ibram) do DF lança nesta sexta-feira, 15 de julho, as obras de infraestrutura do Parque de Uso Múltiplo da Asa Sul. Localizado na quadra 614, da L2 Sul, o parque contará com quadras poliesportivas, pistas de caminhada, banheiros e áreas vivenciais para uso da população.

O Parque da Asa Sul será implantado por meio do programa “Brasília, cidade parque”, com a ajuda de recursos privados oriundos de empresas como o Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), os Institutos de Permacultura (Ipoema) e Holística de Brasília, além da verba de Compensações Ambientais previstas para a área.

De acordo com o Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Eduardo Brandão, as obras significam uma melhor qualidade de vida à população do DF. “O “Brasília, cidade parque” irá melhorar potencialmente a qualidade de vida dos moradores, que contarão com áreas de convivência em contato com a natureza além de ajudar na conservação dos recursos naturais”, explicou Brandão.

Segundo o presidente do Ibram, Moacir Bueno, é muito importante ressaltar que as parcerias também irão beneficiar a gestão dos parques, que continuam sob direção do Ibram. “O programa tem caráter participativo. Precisamos que a sociedade nos ajude a cuidar destas áreas, consolidando assim uma cultura sustentável e de preservação”, afirmou o presidente.

Brasília, Cidade Parque
Inspirado nos ideais de Lucio Costa e concebido pelo secretário Eduardo Brandão, o programa visa implantar os 68 parques ecológicos e as 22 unidades de conservação do Distrito Federal, de forma sustentável e com o apoio de instituições públicas e privadas. Para 2011, estão previstas a instalação de outras unidades prioritárias.

O decreto de criação do programa foi assinado pelo governador Agnelo Queiroz no início de junho. No dia 13 de junho, o decreto que estabelece as diretrizes e regras para a participação no programa foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.

O secretário Eduardo Brandão, aponta que o diferencial do projeto será a efetiva utilização das compensações ambientais e florestais na implantação dos parques. “Desde 2007, com a criação do Ibram, estas compensações não estavam sendo devidamente contabilizadas e revertidas para os parques. Estamos revisando todos estes processos para melhor utilizar estes recursos. Os valores de compensação florestal e ambiental somam quase R$ 100 milhões de reais”, reitera Brandão.

Compensações
As Compensações Ambientais e Florestais são mecanismos de retribuição financeira aos impactos sofridos pelo meio ambiente, identificados no processo de licenciamento ambiental no momento da implantação de empreendimentos. Foi instituída pela Lei 9.985, de 18 de julho de 2000, que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), sendo aplicada para empreendedores privados e públicos.

No Distrito Federal, o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibram) é o órgão competente para conceder licença ambiental e, por meio da Câmara de Compensação Ambiental, analisar a necessidade de retribuição de empreendimentos que causem impactos negativos ao meio ambiente. A empresa causadora da degradação deve financiar a implantação e regularização fundiária de unidades de conservação.



Fonte: Ascom-IBRAM/DF