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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Brasília 55 anos – da utopia à capital


A partir de hoje (24), o público poderá ver detalhes da capital do País quando ela ainda estava no plano das ideias de seus criadores. Até 31 de maio, a Galeria Athos Bulcão abrigará mais de 300 peças — entre fotografias, objetos, mapas, vídeos e maquetes — na mostra Brasília 55 anos – da utopia à capital. Antes de chegar ao Brasil, a exposição passou por Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, França, Índia e Portugal e foi vista por aproximadamente 300 mil pessoas. "Queria mostrar Brasília para o mundo", afirmou a produtora cultural e curadora do evento, Danielle Athayde.

A mostra traz registros da vanguarda dos traços do arquiteto Oscar Niemeyer e dos planos do urbanista Lucio Costa. Há ainda registros da construção da cidade — por exemplo, do fotógrafo alemão Peter Scheier, que viveu no Brasil de 1938 a 1975 —; imagens aéreas atuais feitas por João Facó; obras de Athos Bulcão; e espaços dedicados a Juscelino Kubitschek e Roberto Burle Marx.

O material, dividido em oito blocos, segue uma linha do tempo que conta a história da gênese da criação de Brasília — desde 1751 até a inauguração em 21 de abril de 1960. Também será exibida uma maquete de 2010, produzida por Antônio José Pereira de Oliveira, na dimensão de 6 metros x 4,80 metros. Após Brasília, a mostra seguirá para Recife, mas ainda não há data prevista.

Serviço
Brasília 55 anos – da utopia à capital
De 24 de abril a 31 de maio
Galeria Athos Bulcão, anexa ao Teatro Nacional (Via N2)
Visitação todos os dias da semana, das 10 às 20 horas
Entrada gratuita

Fonte:Agência Brasília/imagem:André Borges

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Presidiários transformam placas danificadas em objetos de uso coletivo

Detentos do regime semiaberto trabalham na confecção de objetos de uso coletivo a partir de placas de sinalização usadas. Estragadas, enferrujadas ou danificadas em acidentes, as placas são transformadas em bancos, lixeiras e armários. O trabalho e coordenado pela Secretaria de Transportes por meio da Coordenadoria de Infraestrutura.

Segundo a Secretaria de Transporte, cerca de 90% dos trabalhadores são presidiários do regime semiaberto, que conseguem redução na pena em troca do trabalho.

Eles recebem bolsa-auxílio com um salário mínimo (R$ 724), auxílios alimentação e transporte, além da redução de um dia da pena a cada três dias de trabalhado cumprido. Os presos são contratados por meio de um termo de prestação de serviços firmado entre a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e a pasta.

Para o coordenador de Infraestrutura de Sinalização da Secretaria de Transportes, Ivaldo Teixeira, que acompanha de perto o trabalho desenvolvido pelos apenados, essas atividades contribuem para a ressocialização.

"É uma oportunidade para que eles se sintam úteis e desenvolvam um trabalho importante", afirmou em entrevista à Agência Brasília.

Os três tipos de materiais produzidos são cedidos para os terminais rodoviários, administrações regionais e praças públicas do DF.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Hmenon Oliveira