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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

PCDF prende estelionatários

A Polícia Civil do Distrito Federal realizou nesta quinta-feira (13/08), uma ação policial, que resultou na prisão de dois homens por estelionato e associação criminosa.

De acordo com informações da polícia, a associação criminosa agia ligando para anúncios de vendas de veículos de alto valor e demonstrar interesse na concretização do negócio. Os acusados prometiam que fariam a transferência dos valores via TED, logo depois, alegavam que não seria possível tal transferência, razão pela qual simulavam um depósito de um cheque administrativo. 

Ainda de acordo com informações da polícia, a vítima, sem conferir a compensação do cheque, assinava e entregava o DUT dos referidos veículos aos criminosos. Com eles foram apreendidos dinheiro (real e dólar), relógios, joias e celulares.

Fonte e imagem:Divicom Jornalismo/PCDF

Polícia prende suspeito por grilagem e quadrilha por estelionato

A polícia do Distrito Federal realizou, duas ações que resultaram na prisão de uma pessoa acusada de grilagem, e cinco acusadas de aplicarem o golpe do livro.

De acordo com informações da polícia, a 19ª Delegacia de Polícia realizou a prisão, de um homem acusado de ameaçar, agredir e expulsar moradores do Sol Nascente mediante grave violência física. Na quarta-feira (12/08), uma das vítimas teve o braço quebrado.

Ainda de acordo com a polícia, o autor teria agido na companhia de duas mulheres que fugiram. Eles usavam marretas, pedaços de pau e faca para cometer as agressões. Esse material foi apreendido com o envolvido. 

Na delegacia, os agentes descobriam que contra o autor havia, ainda, 11 mandados de prisão em aberto, pelos crimes de roubo, furto, tráfico e porte de arma de fogo.

A polícia realizou ainda, a prisão em flagrante de cinco homens acusados pelo crime de estelionato. Aquadrilha era conhecida por aplicar o golpe do livro, já que três vítimas registraram ocorrências na 9ª DP. 

De acordo com informações da polícia, eles vendiam kit de livros por R$ 690, cujo valor venal de alguns era de R$ 40, alegando ajudar entidade de recuperação de usuários de drogas ou complementar bolsa escolar, que não existiam. 

Fonte:Divisão de Comunicação/DGPC

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Polícia de Jersey afirma que Telexfree é golpe

Representantes e investidores da Telexfree, acusada de ser uma pirâmide financeira e patrocinadora do Botafogo, sempre negaram qualquer irregularidade. Um evento de divulgação na ilha de Jersey, entretanto, foi cancelado tão logo a polícia local começou a indagar sobre as atividades da empresa.

Nesta semana, a polícia da ilha britânica emitiu um alerta em que descreve a Telexfree como “potencial fraude” e pede a quem investiu no negócio para procurar a divisão de crimes financeiros da corporação.

“Quando ficaram sabendo que nós sabíamos, eles cancelaram a reunião”, diz Andrew Smith, sargento-detetive da Polícia de Jersey, ao iG. “Nós sabemos que se trata de uma fraude, de um golpe.”

De acordo com Smith, representantes da Telexfree do exterior eram esperados para o evento. O policial se recusou a informar os nomes, e negou que se tratassem de Carlos Costa, Carlos Wanzeler, James Merrill ou Steve Labriola, líderes do negócio que participaram de um cruzeiro da empresa no Brasil em dezembro de 2013. “Repassamos a informação para a autoridade relevante de onde eles estão baseados”, disse Smith.

As reuniões públicas são umas das principais ferramentas de divulgação da Telexfree. Em geral, elas são organizadas pelos próprios investidores, como forma de convencer mais gente a entrar no negócio. Segundo Smith, os organizadores do evento em Jersey receberiam dinheiro pelo trabalho.

O policial ressalta não ter havido proibição ao evento – apenas orientações sobre os riscos do negócio, reproduzidas pela imprensa local.

"Espero que, alertando, ninguém vá perder seu dinheiro. As pessoas aqui estão totalmente conscientes sobre a Telexfree agora, de que isso é uma fraude”, diz.

Dois advogados que atuam em favor da Telexfree no Brasil foram procurados por email mas não quiseram comentar as informações. Em outras ocasiões, os representantes da empresa sempre negaram irregularidades.

A Telexfree informa comercializar pacotes de telefonia VoIP por meio de marketing multinível  – modelo legal de varejo em que representantes autônomos são remunerados por outros representantes que atraem para rede. A empresa também alega atuar no mercado de anúncios na internet.

Alvo é comunidade portuguesa na ilha
A Telexfree chegou a Jersey por meio de imigrantes oriundos da Ilha da Madeira, território português onde o negócio conquistou cerca de 16% da população, segundo a TV oficial do país. Os madeirenses são a maior colônica estrangeira na ilha britânica.

No Brasil, a Telexfree desembarcou oficialmente em 2010, por meio da Ympactus Comercial – da qual os brasileiros Carlos Costa e Carlos Wanzeler, além do americano James Merrill, eram sócios pelo menos até meados de 2013.

Em junho, a 2ª Vara Cível de Rio Branco bloqueou as contas da Ympactus e de seus sócios, e impediu o negócio de continuar a captar investidores no Brasil, por meio de uma decisão liminar (provisória). Como o iG mostrou, entretanto, esses cadastros ainda são possíveis.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) pediu que a Ympactus seja encerrada e que seus sócios sejam impedidos de continuar a praticar o que classifica como pirâmide financeira. O processo, em tramitação desde julho de 2013, ainda não foi julgado.

Além do Brasil, a empresa chamou a atenção das autoridades no Peru e na República Dominicana – onde informa não ser alvo de nenhuma investigação por parte do Ministério Público local – e da associação de defesa do consumidor de Portugal.

Fonte: Portal iG

terça-feira, 27 de agosto de 2013

MPF/DF arquiva inquérito policial sobre suposto boicote ao Programa Mais Médicos

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) arquivou o inquérito policial aberto para apurar possível boicote ao Programa Mais Médicos do governo federal. A investigação foi iniciada em julho pela Polícia Federal, a pedido do ministro da Justiça, após o Ministério da Saúde noticiar um suposto movimento, por meio de redes sociais, de incitação de médicos brasileiros a fazerem inscrição sem pretensão efetiva de participar do programa. O objetivo seria tumultuar a seleção pública e inviabilizar a contratação de profissionais estrangeiros.

Os autos do inquérito foram encaminhados pela primeira vez ao MPF/DF, em 21 de agosto, com solicitação de prorrogação de prazo para o prosseguimento das investigações. Após a análise do caso, porém, o Ministério Público Federal concluiu que não há crime a ser investigado, uma vez que tanto a inscrição no programa quanto sua desistência são atos lícitos, previstos no próprio edital que regulamenta a seleção. Além disso, os crimes previstos na Lei de Licitações não se aplicam a esse tipo de processo seletivo.

Tecnicamente, portanto, quem manifestou insatisfação com o programa incitando inscrições e desistências em massa nas redes sociais não cometeu crime, considerando que tal conduta não está proibida por nenhuma lei penal.

Clique aqui para conferir a íntegra da promoção de arquivamento do Inquérito Policial nº 011/2013.

Fonte: Ascom/MPF/DF

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Polícia identifica novo golpe em bancos

A Polícia Civil do DF está à procura, no Rio de Janeiro, do autor de uma nova modalidade de golpe em agência bancária que ocorreu na unidade do BRB do Hospital de Base. A ação policial resultou na prisão de um casal e na recuperação de R$ 80 mil transferidos para os suspeitos durante a extorsão.

"Tivemos o êxito nessa operação porque o banco confiou na polícia e nos acionou rapidamente. Assim, tivemos a chance de prender o casal, recuperar o dinheiro e identificar o criminoso que comandava", explicou hoje a titular da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, à Ordem Tributária e a Fraudes (CORF), Cláudia Alcântara.

O crime ocorreu por volta das 15h de ontem, quando uma funcionária do banco recebeu uma ligação informando que ela estaria sob a mira de armas de fogo e que o banco seria explodido caso não fosse depositado a quantia de R$ 80 mil em uma conta indicada pelo criminoso.
 
A atendente realizou a transferência do valor e obteve a recomendação de que rasgasse o comprovante de depósito, para dificultar a identificação.

A polícia foi informada do ocorrido e monitorou o dinheiro. Durante as investigações, o casal realizou um saque de R$ 60 mil na agência do BRB da 507 Norte e o depositou em outro banco, na conta do autor do crime, que é morador do Rio de Janeiro.

Ao voltar para sacar o restante do valor -R$20 mil- depositado pela atendente, o casal foi preso em flagrante e levado à delegacia.

Em depoimento, a mulher revelou que deixou o número do celular divulgado na internet e que um homem entrou em contato perguntando se ela poderia emprestar uma conta bancária para o depósito de uma quantia alta, com a intenção de sonegar impostos.

A mulher aceitou participar da ação, chegou a abrir uma conta no BRB, mas não pôde realizar o depósito porque a conta é recente.

Devido a isso, ela convenceu o namorado a emprestar a conta pessoal em que foi depositado o dinheiro pela vítima.

De acordo com a titular da Corf, várias agências do banco receberam a ligação, mas não caíram no golpe.

Ela destacou que esta é a primeira vez que se registra este tipo de crime no DF e orientou que a população fique atenta para não cair na armadilha:

"Em situações como tal a polícia deve ser comunicada imediatamente. Nesse tipo de crime as mulheres são mais visadas, justamente por se exporem. As pessoas nunca podem colocar dados pessoais na internet, muito menos fazer depósitos quando forem exigidos", orientou a delegada.

O casal responderá pelo crime de extorsão com penas entre quatro e 10 anos de reclusão, que podem ser reduzidas a depender do grau de participação.

O morador do RJ que está sob investigação também irá responder, assim que for capturado, pelo crime de extorsão, sem atenuantes.

A funcionária do banco não tem participação no crime, segundo investigações da Polícia Civil.

Fonte: Agência Brasília

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Polícia prende quadrilha que aplicava golpes em 12 estados e no DF

Seis homens, indiciados por estelionato, foram presos pela Polícia Civil do Distrito Federal por não entregarem os carros de luxos anunciados nos classificados de jornais em 12 estados e também da capital do país.

"Eles anunciavam carros de luxo e, quando o interessado ligava, se apresentavam como juízes e diziam que o veículo já havia sido vendido", explicou hoje a delegada Cláudia Alcântara, responsável pelo caso.

Segundo a delegada, os golpes se efetivavam quando o suposto juiz indicava comparsas para se passarem por funcionários de concessionárias, que teriam descontos na aquisição de veículos novos.

A quadrilha atuava, principalmente, em São Paulo e no Paraná, e mesmo de longe, tinham acesso a telefones com o DDD de Brasília justamente para não levantar suspeitas e dificultar a investigação da polícia.

De acordo com o diretor do Departamento de Polícia Especializada, Marcelo de Paula, a polícia pode atuar fora do DF a partir de autorizações judiciais e deixou um recado: "A polícia do DF não enxerga fronteiras em relação à sua atuação".

Golpes
Os crimes eram praticados a partir de anúncios simples em classificados de jornais de grande circulação, nos quais eram oferecidos veículos de luxo novos e semi-novos por preços abaixo dos praticados pelo mercado.

De acordo com a polícia, só no DF foram pelo menos 22 vítimas -uma delas teve prejuízo de R$220 mil-; no resto do país a quadrilha teria arrecado mais de R$30 milhões.

Os chefes da quadrilha foram identificados como Edes Domingues da Silva (Paraná) e Jovêncio Soares de Andrade (São Paulo) – junto com eles atuavam outros oito comparsas e 20 laranjas, totalizando 30 integrantes.

Quatro membros do grupo criminoso ainda estão foragidos -Diego Domingues da Silva, Edylaine C. M. Czumoc, Sidnei dos Santos e Wandderlei Czumoch- e outros 20 respondem aos crimes em liberdade.

Foram apreendidos quatro carros de luxo, R$6.200 mil em espécie, três notebooks, além de diversos aparelhos de telefone.

Se condenados, eles podem pegar de dois a oito anos de prisão pelos crimes de estelionato (1 a 5 anos) e formação de quadrilha (1 a 3 anos).

Fonte: Agência Brasília/imagem: Mary Leal

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Homem é preso suspeito de aplicar golpe do dólar preto

A Polícia Distrito Federal prendeu, em flagrante nesta quinta-feira (23), na Esplanada dos Ministérios, um homem suspeito de aplicar o golpe conhecido por "golpe do dólar preto".

De acordo com informações da polícia, Abrham Dazigha, de 40 anos é nigeriano e procurava empresários da cidade, para oferecer dólares, os quais eram pintados de preto para burlar a fiscalização alfandegária.

Ainda de acordo com a polícia, o golpista argumentava, que possuía a moeda no exterior e não podia trazê-la, por vias legais, para o Brasil, pois assim não teria lucro por conta da tributação. Por esse motivo, o homem tingia as notas, mas afirmava aos empresários que, ao passar um removedor nas cédulas, a tinta era logo retirada e o dinheiro voltaria à cor original. O procedimento era demonstrado à vítima que, convencida do procedimento, acabava adquirindo a moeda falsa.

Abrham Dazigha foi encaminhado, para a 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires) e se condenado pode pegar até cinco anos de prisão.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Polícia prende acusado de estelionato


A Polícia Civil, do Distrito Federal prendeu, em Planaltina, um homem acusado do crime de estelionato. Com o acusado, a polícia encontrou diversos documentos falsos.

De acordo com informações da polícia, os agentes encontraram, com o homem, documentos falsos, passaportes em nome de terceiros, espelhos de CNH, cheques adulterados, além de objetos adquiridos mediante fraude.

Ainda de acordo com a polícia, na residência do autor, também foram localizados apetrechos utilizados na falsificação, tais como impressoras, computadores e outros. 

O homem foi encaminhado para a 31ª Delegacia de polícia e segundo apurado, o acusado teria aplicado diversos golpes no Distrito Federal.

Fonte: Divicom-DF

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Falsos corretores são presos


A Polícia Militar prendeu, em flagrante um casal, que se passava por corretores de imóvel e tentavam vender um lote, no Setro P Sul, de Ceilândia.

De acordo com informações de policiais militares do oitavo batalhão, agentes foram acionados, na tarde desta quinta-feira (7), por duas pessoas, que se diziam vítimas de um golpe. As pessoas alegaram que, dois corretores de imóveis estavam vendendo, um lote de beco no setor p-sul com documentação falsa.

Diante da informação, os policiais foram até a QNP 34, conjunto "L", lote 20, local onde funcionava um escritório para vendas e constataram, que um casal, uma mulher de 41 anos e um homem de 56 anos, estavam aplicando o golpe do falso lote. Assim, que os agentes verificaram que a documentação era falsa, deram voz de prisão a dupla.

Ainda de acordo com polícia, a dupla foi encaminhada para a 23ª Delegacia de Polícia e lá foi constatado que, ambos não tinham passagem por nenhum crime.