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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Brasília será a primeira a receber a chama olímpica

Doze mil pessoas terão o privilégio de carregar a tocha dos Jogos Olímpicos Rio 2016 pelo Brasil. Branco e com detalhes coloridos, o símbolo foi apresentado hoje (3) durante cerimônia no auditório da Fundação Habitacional do Exército, em Brasília. Passará por todas as unidades da Federação antes de chegar ao Maracanã, no Rio de Janeiro, em 5 de agosto, para a cerimônia de abertura da competição.

Brasília receberá a tocha diretamente da cidade de Olímpia, na Grécia, onde, a cada quatro anos, ela é acesa no Templo de Hera — por meio de um espelho que reflete a luz do Sol, o deus Apolo — e parte rumo à cidade-sede da competição. A chegada à capital federal está prevista para maio de 2016, de onde ela sairá Brasil afora.

Cerca de 300 cidades devem receber a chama olímpica. Nesses lugares, cada pessoa a guiará por 200 metros. Em outros 200 municípios, será possível ver o fogo durante a passagem do comboio. Após ser carregada por 12 mil condutores e de cruzar 20 mil quilômetros por terra e 10 mil milhas aéreas, o objeto finalmente chegará ao destino final, o Rio de Janeiro.

A relação das 83 cidades já confirmadas para o revezamento estão disponíveis no site da competição, onde também é possível conhecer a peça de acrílico em detalhes, inclusive em um giro de 360 graus.

Futebol
Os Jogos Olímpicos de 2016 vão ocorrer entre 5 e 21 de agosto e contarão com mais de 10 mil atletas de 42 modalidades vindos de 205 países. As partidas de futebol masculino e feminino ocorrerão, além do Rio de Janeiro, em Brasília, Manaus, Salvador, São Paulo e Belo Horizonte.

Além de receber um dos principais símbolos dos Jogos Olímpicos, os brasilienses poderão acompanhar a competição no Estádio Nacional Mané Garrincha, que será palco de 12 partidas de futebol.

O Estádio Valmir Campelo Bezerra — conhecido como Bezerrão, no Gama — e o Centro de Capacitação Física do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, no Setor Policial Sul, servirão de treinamento para as equipes.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Pedro Ventura

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Atleta de Taekwondo do DF tem chance de representar o Brasil nas Olimpíadas


Atleta de Taekwondo do Distrito Federal, Diego Ramos Azevedo, quer ser o representante do Brasil nas Olimpíadas. O ex-aluno do CEAV Jr. embarcou, nesta quarta-feira, (27/5), para um desafio em busca da tão sonhada vaga nos jogos de 2016. 

O que muita gente antenada em lutas marciais deve saber é que o Brasil é medalhista olímpico no Taekwondo. Mas o que ainda pode ser novidade para algumas pessoas é que um talento desse esporte tem 24 anos, é morador de Águas Claras (DF), e tem buscado com muito treino, determinação e força de vontade ser mais um representante do país no lugar mais alto do pódio nas próximas Olímpiadas, no Rio de Janeiro. 

"Minha meta em 2015 está focada na vaga que garante a participação nos Jogos Olímpicos de 2016. Como o Brasil vai sediar o evento, das oito vagas disponíveis para competir nas olimpíadas, quatro já estão reservadas para atletas nacionais, sendo duas delas para mulheres. As outras devem ser conquistadas em uma seletiva que já começa nessa viagem que farei ao Paraguai. Depois, haverá disputas na Bolívia, Austrália, na Europa e, por fim, no Rio de Janeiro. Quem obtiver as melhores pontuações está garantido, e chegarei lá!", afirma Diego, que compete na categoria 'peso médio', até 80 quilos.

Diego tem nada menos que 20 anos de experiência no Taekwondo. Aprendeu a arte marcial com o pai. Aos 4 anos de idade iniciou na atividade com o objetivo de perder peso. Diego conta que, na época, era uma criança gordinha. Chegou a fazer natação, jogou futebol, mas a paixão pelo luta era, definitivamente, uma herança da família. Até a irmã dele é adepta do esporte. Foi se graduando na luta e, atualmente, é faixa preta 3º Dan. Também é um colecionador de vitórias: possui cerca de 100 medalhas. Além disso, ocupa a primeira colocação no ranking do esporte no Distrito Federal - está há uma década invicto em competições regionais -, o segundo lugar no ranking nacional, e é o 59 na colocação mundial. O objetivo do atleta é ficar entre os 20 melhores do mundo.

Imagem:Felipe Menezes

terça-feira, 7 de abril de 2015

Brasília busca talentos em saltos ornamentais


O programa Futuro Campeão vai selecionar novos integrantes da equipe de saltos ornamentais. A escolha ocorrerá das 9 às 12 horas de sábado (11), no Centro Olímpico e Paralímpico do Gama, mesmo local onde os candidatos aprovados treinarão. O projeto oferece estrutura de treino com intuito de preparar jovens atletas em alto rendimento (para competições de grande porte).

Ana Clara Oliveira, de 11 anos, é esportista do Futuro Campeão desde o início de 2014 e sonha em chegar aos Jogos Olímpicos. "Algumas coisas eu preciso deixar de lado, como brincar com minhas amigas e ver televisão, mas fazer parte do programa pode me ajudar a atingir meu objetivo", acredita a campeã da primeira etapa do Brasiliense de saltos ornamentais e vice do Brasileiro do ano passado.

Aluna do 7º ano do Centro de Ensino Fundamental nº 3 do Gama, Ana Clara treina quatro horas diariamente. Para a mãe, a professora Suélia Oliveira, é importante que a filha concilie as obrigações. "Ela não pode deixar os estudos de lado em hipótese alguma. Geralmente ela traz livros e cadernos para aproveitar os intervalos e fazer deveres e estudar para provas", diz Suélia, toda orgulhosa.

Trinta e dois jovens atletas fazem parte do Futuro Campeão na modalidade saltos ornamentais, mas a Secretaria do Esporte e Lazer pretende ampliar o programa criado em 2012. "O objetivo é formar jovens atletas na base que estejam aptos a representar o Distrito Federal em diversas competições", destaca a secretária Leila Barros. Atualmente, 217 crianças são atendidas em sete esportes: ginástica acrobática, saltos ornamentais, vôlei, natação, basquete, atletismo e ginástica rítmica.

Inscrições e testes
Quem quiser concorrer a uma vaga no programa Futuro Campeão deve procurar até sexta-feira (10) um dos 11 centros olímpicos e paralímpicos do DF: Brazlândia, Ceilândia (Parque da Vaquejada), Ceilândia (QNO 9), Estrutural, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho. A seleção, porém, ocorrerá exclusivamente na unidade do Gama. São 20 vagas destinadas a crianças entre 7 e 11 anos.

Para se inscrever no processo seletivo, é preciso preencher uma ficha no centro escolhido, levar comprovante de matrícula em escola, documento com foto e autorização assinada pelo responsável.

Os candidatos farão provas de aptidões físicas necessárias à prática do esporte, como envergadura, flexibilidade, agilidade e impulsão. Também será realizado um teste para detectar se a criança tem medo de entrar na água. Por isso, é obrigatório usar roupa de banho.

Três Olimpíadas
Um dos principais expoentes dos saltos ornamentais brasileiros, Hugo Parisi acredita que, quanto mais possibilidades forem geradas, mais atletas de ponta aparecerão no futuro. "Quando iniciei, era tudo muito amador. Hoje o DF é a capital dos saltos ornamentais e Brasília, a cidade mais importante para a modalidade. Temos as melhores piscinas e os melhores ginásios. Em breve aparecerão mais Hugos e Césares", cita o atleta, lembrando do colega — também brasiliense — César Castro, quinto lugar no Grand Prix do México, no sábado (4). Hugo Parisi participou das Olimpíadas de 2004 (Atenas), 2008 (Pequim) e 2012 (Londres).

Seleção para Saltos Ornamentais — programa Futuro Campeão
11 de abril de 2015 (sábado)
Das 9 às 12 horas
No Centro Olímpico e Paralímpico do Gama — ao lado do Estádio Bezerrão

Fonte:Agência Brasília/imagem:Pedro Ventura

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Ultra conectada, geração Z exige nova abordagem de ensino

Classificar gerações de épocas específicas é um hábito que vem desde a Guerra Fria, quando a denominação foi de “baby boomers” para os nascidos entre os anos 50 e 60, após a Segunda Guerra Mundial. O súbito aumento da natalidade ocorreu especialmente na Europa, Estados Unidos e Canadá. Foi a primeira geração que cresceu diante da TV.

Posteriormente, a geração X, com pessoas que vieram ao mundo no final da década de 60 e início de 70, cresceu com grande senso de responsabilidade, comprometida com o futuro.  Viu a transformação do analógico para o digital, adquirindo a capacidade de conectar os dois mundos.

Nos anos 80, surgiu a geração Y. Cidadãos ambiciosos, com grande preocupação com suas carreiras. Um público ávido por inovações tecnológicas e também mais preocupado com o meio ambiente.

Dos anos 90 até a atualidade, o domínio é da geração Z. Essa sim, a mais diferenciada de todas. A letra que dá nome ao grupo vem de “zapear”, ato de trocar constantemente de canal pelo controle remoto.  Aliás, para eles tudo tem controle remoto. Impossível viver sem internet, celular, computador, ipods, Tvs em alta definição. A informação, em excesso, torna-se obsoleta rapidamente.

Porém, se na vida virtual tudo flui perfeitamente bem, na real surgem as dificuldades de relacionamento e problemas de interação social. São incapazes de serem ouvintes. Inclusive são conhecidos também como geração “silenciosa”, pelo fato de estarem sempre com fones de ouvido. São rápidos no pensamento, porém, incapazes de manter uma linearidade sobre determinado assunto.

Diante disso, a abordagem de ensino para a geração Z tem que ser outra. Seus representantes não têm paciência de acompanhar uma aula com lousa e professor falando ininterruptamente. Nesse sentido, a oficina de robótica, oferecida no Colégio Presbiteriano Mackenzie no Distrito Federal, é uma excelente oportunidade para os integrantes da geração Z expandirem suas habilidades, em aulas práticas e dinâmicas. 

Desde 2007, os estudantes participam de competições, como a OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica, e a LBR – Liga Brasiliense de Robótica. No ano passado, os estudantes mackenzistas venceram a RoboCup com um protótipo criado para identificar e resgatar vítimas em locais de difícil acesso, atingidos por desastres naturais. Muitos deles mantiveram o interesse no tema e já avaliam usar a robótica nas áreas de medicina e odontologia, para melhoria da saúde.

Participam da oficina de robótica, alunos desde o 3º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio. No futuro, poderão seguir carreiras científico-tecnológicas e contribuir para o desenvolvimento brasileiro nesse setor.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Lounge das Olimpíadas


O Pátio Brasil aproveitou o clima olímpico para montar um lounge de transmissão dos jogos de Londres. Até o dia 12 de agosto, o público poderá assistir às competições em duas televisões de 42 polegadas, na Praça Central do shopping. 

Além de acompanhar as transmissões, quem for ao centro de compras poderá gravar vídeos de incentivo aos atletas brasileiros. O espaço também contará com uma tradicional cabine telefônica inglesa, onde o público poderá tirar fotos divertidas com o display de um guarda real britânico.

A ação é uma parceria com a TV Record, emissora oficial dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Ao todo, 205 países participam da competição. O Brasil está representado por 259 atletas. A expectativa da comitiva é de, ao menos, igualar a quantidade de medalhas de Pequim 2008: 15, sendo três de ouro, quatro de prata e oito de bronze.

Serviço
Local: Pátio Brasil
Quando: de 01/08/ a 12/08
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, de 12h às 20h.