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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Victor Rocha se apresenta no Quinta Musical

O cantor e compositor Victor Rocha volta, nesta quinta-feira (10), ao Boulevard Shopping trazendo um sertanejo diferenciado com canções de vários estilos. Influenciado por grandes duplas sertanejas como Milionário e José Rico, Gian e Giovani, Chitãozinho e Xororó e Zezé di Camargo e Luciano, o cantor faz questão de frisar seu amor ao rei Roberto Carlos.

Morando em Brasília há dois anos, o mineiro herdou do pai, falecido em 2003, o dom para compor, tocar e cantar. Em suas canções autorais, Victor costuma falar sobre suas experiências e de pessoas ao seu redor. A música “Pé no Balde”, por exemplo, é baseada na história de um vizinho que, “atolado” em dívidas, ainda estava com o aluguel vencido e o carro quebrado. Em seu repertório além do sertanejo universitário e o modão de viola, também estão os grandes sucessos do pop rock e MPB.

A apresentação acontece nesta quinta-feira (10), às 18h30, na Praça Gourmet do shopping. O projeto Quinta Musical traz todas as quintas-feiras, clássicos da mpb, pop rock, sertanejo, entre outros ritmos para embalar o happy hour dos clientes.

Serviço
Músico: Victor Rocha
Gênero: Sertanejo, MPB e Pop Rock
Data: 10 de setembro (quinta-feira)
Horário: Das 18h30 às 20h.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Orlando Ribeiro apresenta turnê Orquídea Rara

O cantor passeia com sua turnê Orquídea Rara pelo Distrito Federal e Goiás. A próxima apresentação será no dia 21 de agosto, às 17h, no Theatro de Pirenópolis. E terá a participação especial do Coral do TCDF, Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Orlando Ribeiro estará acompanhado dos músicos Felipe Barão (guitarra, violão e bandolim), Misael Barros ( bateria) , Carlos Pial (percussão), Marcinho Silva (teclado) e Giovani Senna ( baixo).

Para Orlando Ribeiro, que é de Sobradinho no DF, apresentar seu repertório para o público de Pirenópolis é uma grande honra. “Sou um brasiliense nato e mostrar minha música para os nossos vizinhos de “Piri”, como carinhosamente chamamos a cidade, é um grande orgulho”, declara o músico.

O cantor possui 61 músicas gravadas em cinco CDs. O trabalho atual, lançado em junho de 2012, pela Rádio Nacional FM, tem a participação da Banda Trem das Cores do Distrito Federal. O primeiro disco foi gravado em 2008 e recebeu o nome de sua primeira composição, Estação das Flores, de 1986. O projeto Orquídea Rara possui apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

Raízes
Orlando Ribeiro tem como inspiração Djavan, Jorge Vercillo, Ana Carolina, Titãs, U2, Vander Lee, entre outros. Considera-se um compositor eclético e sem preconceito com outros estilos, já que é adepto da música de qualidade, que fala do dia-a-dia das pessoas e demonstra paixão pela vida.

O cantor fez parte de vários grupos no DF, como Luz do Sol, Banda Êxtase e Banda Mutley. E fez parte do Projeto Meia Sola, no Teatro Nacional Cláudio Santoro. Também participou de diversos eventos tradicionais na capital federal e, recentemente, esteve no Exposamba, em São Paulo.
  
Um cantor social
Orlando Ribeiro aproveita seu dom para realizar, também, trabalhos sociais. Aos sábados, ele visita famílias da Cidade Estrutural para levar alimentos e tocar violão para as crianças. “É gratificante, pois sinto que a minha música tem ajudado as pessoas carentes”, conta o cantor.

Serviço
Show “Orquídea Rara”, com Orlando Ribeiro
Data: 21.08 – Sexta-feira - 17h
Local: Theatro de Pirenópolis - Pirenópolis
Praça Emanuel Jaime Lopes, 17 – Largo da Matriz
Entrada franca



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Projeto Jobim Jazz

Depois de debruçar-se sobre a obra de Tom Jobim junto a uma orquestra em “Jobim Sinfônico” e trazer à luz as composições do maestro Moacir Santos no projeto “Ouro Negro”, o compositor e arranjador Mario Adnet agora apresenta o seu projeto “Jobim Jazz” – que sugere uma conexão da obra de Jobim com os naipes de Moacir – para os palcos de todo o país. Dividido originalmente em dois CDs, lançados em 2007 e 2011, o trabalho agora ganha vida ao vivo em uma turnê nacional a partir do próximo dia 25 de setembro, quando será a estreia no Teatro Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

Em Brasília, a apresentação acontece na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional, no dia 26 de setembro, quinta-feira, a partir das 21h, com a presença especial do bandolinista Hamilton de Holanda. A produção local é assinada pela Giral Projetos Culturais. Em seguida, a turnê Jobim Jazz viaja Salvador (28/9); Recife (4/10); Fortaleza (5/10); Porto Alegre (18/10); Belo Horizonte (25/10); e termina em São Paulo (31/10), para a gravação de um DVD.

Com direção musical e arranjos do próprio Mario – também encarregado do violão no palco – a turnê Jobim Jazz conta com uma orquestra formada por 13 dos melhores músicos brasileiros e cobre cerca de 40 anos da obra de Antônio Carlos Jobim, que vai de meados da década de 50 até os anos 90, fase final da carreira do maestro. No repertório lapidado para as apresentações, um passeio pela carreira universal de Tom através de standards como “Wave”, “Samba do Avião”, “Surfboard”, “Mojave” e “Takatanga”, além de raridades como “Paulo Vôo Livre”e“Polo Pony”.

“Tocar justamente a música instrumental de Jobim, com músicos brasileiros maravilhosos, arranjos de metais e o molho completamente nosso, além de me alegrar a vida, dá a sensação de uma continuidade e da riqueza das misturas que resultaram em tantas novas e boas vertentes da música brasileira”, diz Adnet.

O jazz, que começou a dialogar com a bossa nova na década de 60, empresta sua identidade sonora mais forte, calcada nos sopros e no improviso, para a música de Tom Jobim. Mario faz uso desse intercâmbio musical para vestir com as cores do jazz um repertório sem obviedades e fruto de uma pesquisa profunda dentro do cancioneiro jobiniano. “A música de Jobim é de um espectro tão grandioso que pode agradar todo tipo de público”, afirma Adnet.

A Orquestra Jobim Jazz é formada pelos músicos Marco Nimrichter (piano e acordeon), Jorge Helder (baixo acústico), Ricardo Silveira (guitarra), Antonio Neves (bateria), Mafram do Maracanã (percussão), Eduardo Neves (flautas), Danilo Sinna (sax alto), Marcelo Martins/Josué Lopes (sax tenor), Henrique Band (sax barítono), Jessé Sadoc/Diogo Gomes (trompete), Everson Moraes/Wanderson Cunha (trombone), Philip Doyle (trompa) e Mario Adnet (violão, arranjos e direção musical).    
        
Em Brasília, com a participação do músico Hamilton de Holanda, a apresentação do projeto promete ser ainda mais marcante. Apontado como um dos mais talentosos músicos do país, Hamilton começou a se apresentar ainda muito jovem, aos seis anos de idade. Atualmente com carreira consolidada no Brasil e tendo obtido êxito em apresentações por todo o mundo, o compositor e bandolinista se soma à orquestra na homenagem a Tom Jobim.
O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Itaú BBA, realizado pela Flor de Manacá Produções Culturais.
  
Sobre Mario Adnet
Compositor, violonista, arranjador e produtor carioca, Mario atua profissionalmente desde 1980, quando foi lançado o disco “Alberto Rosenblit & Mario Adnet”. Em 1984, lançou seu primeiro disco solo, “Planeta Azul”. Nos anos 90, passou a ser gravado no exterior por intérpretes como Lisa Ono, Joyce, Charlie Byrd, Chuck Mangione, entre outros. 

Dez anos depois, Tom Jobim incluiu em seu último álbum, “Antonio Brasileiro”, o arranjo de “Maracangalha” (Dorival Caymmi) feito por Adnet, o que projetou seu trabalho. Em 2001, foi lançado o projeto “Ouro Negro”, um cd duplo – feito ao lado do músico Zé Nogueira – em cima da obra de Moacir Santos. Em 2004, Mario recebeu o Grammy Latino pelo CD duplo “Jobim Sinfônico”, com Paulo Jobim. 

Com uma trajetória intensa, Mario gravou os dois volumes de Jobim Jazz em 2007 e 2011, o que lhe rendeu – com o “+ Jobim Jazz” - a indicação de melhor arranjador na edição do Prêmio da Música Brasileira 2012. Recentemente, na edição 2013, foi vencedor em duas categorias: a de melhor projeto especial e melhor arranjador pelo CD “Vinicius e os maestros”. Mario também concorria – sendo este um feito inédito na história do prêmio – com outros dois trabalhos: “Amazônia – Na Trilha da Floresta” e “Um Olhar Sobre Villa-Lobos”.

Serviço
Jobim Jazz – Brasília
Local: Sala Villa Lobos - Teatro Nacional Cláudio Santoro
Data: 26 de setembro de 2013
Horário: 21 horas
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Pontos de vendas: bilheteria do Teatro Nacional
Informações: 3325 6256 /3034 6560

Imagem:Dani Gurgel

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Caetano Veloso chega para dar abraçaço em Brasília


“Não só um abraço grande. Mas um abraço espalhado, abrangente ou múltiplo”. Essa é a definição de Caetano Veloso para a palavra “abraçaço”. E é com o intuito de dar este abraçaço em Brasília, que ele chega no dia de 5 julho para única apresentação, no Opera Hall, às 22h. O músico já se apresentou no Rio de Janeiro, em São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza e Belo Horizonte.

No repertório, algumas músicas remetem a situações vividas por Caetano. “Um comunista” faz lembrar os tempos de canção de protesto e homenageia o guerrilheiro baiano Carlos Marighella (1911 – 1969), para quem Caetano mandou uma carta póstuma através da revista O Pasquim. “Funk melódico” se aproxima do ritmo carioca e remete a “Miami maculelê”, canção dele lançada por Gal Costa no recente Recanto.

Enquanto isso, “A Bossa Nova é foda” aproxima João Gilberto (“ o bruxo de Juazeiro”) de Bob Dylan (“o bardo judeu romântico de Minesota”). Já “Estou triste” levanta a bandeira da extrema melancolia, enquanto “Parabéns” é tão somente um email enviado pelo cineasta Mauro Lima por conta do aniversário de Caetano.

O repertório do show também tem seus momentos para cantar junto. Tirada do álbum Uns (1983), “Eclipse oculto” já mereceu boa regravação do Barão Vermelho. Cazuza até brincava dizendo que, não fosse o Caetano, era ele quem teria feito essa música. Lançadas, respectivamente, por Gal Costa e Maria Bethânia, “Mãe” e “Reconvexo” ganham, pela primeira vez, a voz do autor.

O mesmo acontece com “Alguém cantando”, lançada no disco Bicho (1977), mas com a voz doce da irmã de Caetano, Nicinha. Como o trabalho com a BandaCê tem sido comparado ao arrebatador e experimental Transa (1972), Caetano também resgata “Triste Bahia”.

Caetano Veloso já anunciou que Abraçaço encerra a trilogia da BandaCê. Trilogia que já chegou a cinco discos. Cê (2006) foi uma carta de apresentação roqueira, que gerou um Multishow Ao Vivo. Zii e Ziê veio três anos depois, transportando o samba para a sonoridade do quarteto.

Serviço
O que: Show Abraçaço de Caetano Veloso
Quando: 5 de Julho de 2013, sexta-feira
Horário: 22h.
Onde: Opera Hall - SHTN, Trecho 2
(antigo Marina Hall) – Vila Planalto

Ingressos (1º lote)
Pista R$ 100,00
Área Vip (Em pé em frente ao palco) R$ 150,00
Mesa (Quatro lugares com piso elevado para melhor visualização,
bar, entrada e banheiros exclusivo e acesso área VIP) R$ 800,00
*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio
*Valores referente à meia entrada

Pontos de Venda
Central de Ingressos – (Brasilia Shopping)
Pela internet: Bilheteria Digital
Classificação Indicativa: 18 anos

Imagem: Fernando Young