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terça-feira, 18 de março de 2014

Erro grotesco em uniforme escolar faz polícia entrar no caso


Depois de denúncias que saíram na mídia, sobre o erro grotesco das camisetas das escolas públicas, do Distrito Federal, onde a palavra ensino etá grafada erradamente com "C", encino, a polícia vai investigar um a suposta fraude.

A Polícia Civil do Distrito Federal investigará, a pedido da Secretaria de Educação do Distrito Federal, possível fraude na confecção de camisetas do uniforme das escolas públicas do DF produzidas pela "Fábrica Social". De um lote de quase 2,9 mil unidades, 27 delas apresentaram diferenças grosseiras de acabamento, como arte menor, tinta desbotada e com posicionamento diferente, fonte da letra em tamanho maior e a grafia errada da palavra ensino (veja arte).

"Evidentemente, nós vamos tomar precauções em todos os lotes, mas, até o momento, o que chegou até a Secretaria e à "Fábrica Social" foi o lote do Centro de Ensino Médio 1 de Brazlândia", afirmou o subsecretário de Infraestrutura e Apoio Educacional, Marco Aurélio Soares Salgado. Para ele, o problema ocorreu ou no empacotamento, transporte, armazenamento, ou na distribuição dos uniformes.

Ainda segundo Salgado, o problema foi detectado na sexta-feira (14), quando começou a postagem na internet e acreditava-se ser uma montagem porque a foto não permitia nenhum outro tipo de dedução, até surgir outra imagem da camisa. "Identificadas essas camisetas, começamos a fazer as comparações de serigrafia, de fonte. A partir daí, constatamos que as camisetas possivelmente fraudadas têm, de fato, divergências com as produzidas pela "Fábrica"."

O coordenador da "Fábrica Social", Gerêncio de Bem, informou que existe apenas uma matriz (chapa), confeccionada em janeiro e que fica arquivada na instituição – que dá emprego a mais de 1,2 mil pessoas que estavam em situação de exclusão social. Ele acrescentou que esse episódio servirá de ensinamento para que sejam redobrados os mecanismos de controle e que isso possa fortalecer o trabalho. Até junho serão entregues 1 milhão de camisetas para a rede pública do DF.

Fonte e imagem:Agência Brasília

segunda-feira, 18 de março de 2013

Anvisa suspende fabricação de produtos Ades

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira, a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo, em todo o território nacional, de todos os lotes dos produtos ''alimento com soja'' da marca Ades, fabricados pela linha de produção TBA3G da empresa Unilever Brasil, localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais. A Agência justifica em resolução publicada também nesta segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU) que a punição aos produtos se deve "por suspeita de não atenderem às exigências legais e regulamentares" do órgão.

A suspensão abrange todos os lotes dos produtos com os sabores de abacaxi, vitamina banana, cereais com mel, zero frapê de coco, chá verde com tangerina, zero laranja, chá verde com limão, zero maçã, chocolate clássico, zero original, chocolate com coco, zero pêssego, frapê de coco, zero vitamina banana, laranja, zero uva, maçã, laranja, manga, maracujá, melão, morango, uva, original, pêssego, shake morango. Alguns sabores tiveram suspensão em mais de um tipo de embalagem. A Resolução 1.005 da Anvisa descreve as embalagens específicas de cada produto suspenso.

Recall
Na semana passada, a Unilever anunciou recall de 96 unidades do suco Ades maçã de 1,5 litro fabricadas no dia 25/02/2013, do lote com as iniciais AGB 25. Segundo a empresa, houve uma alteração no conteúdo do envase devido a uma falha no processo de higienização, o que resultou no envasamento de solução de limpeza no lugar de suco.

De acordo com nota emitida pela Unilever, o consumo dessa substância pode causar queimaduras. O lote que sofreu alteração foi distribuído nos Estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e Paraná. Na ocasião do anúncio do recall, a empresa pediu que os consumidores que estivessem de posse de sucos desse lote não consumissem o produto e entrassem em contato com a Unilever pelo telefone 0800 707 0044, das 8h às 19h, ou pelo e-mail sac@ades.com.br.
Fonte: Estadão