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terça-feira, 12 de maio de 2015

Começa hoje a agrotecnologia do Cerrado

A maior feira de agrotecnologia do Cerrado brasileiro, a AgroBrasília 2015, que começa hoje (12) e segue até sábado (16), deverá receber uma média de 98 mil visitantes — 3 mil a mais que no ano passado. A oitava edição, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no km 5 da BR-251, terá 400 expositores. A expectativa de faturamento é de R$ 650 milhões em negócios, segundo a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF (Seagri). Promovida pela Cooperativa Agropecuária da Região do DF, em parceria com a Seagri, o evento conta com apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e das Centrais de Abastecimento de Brasília (Ceasa).

Durante os cinco dias, das 9 às 17 horas, diferentes segmentos do agronegócio brasileiro poderão conhecer inovações tecnológicas aplicáveis ao setor. Produtores rurais e, em especial, agricultores familiares contarão com 14 circuitos tecnológicos montados pela Emater. Nesses espaços, será possível vivenciar e conhecer tecnologias para as áreas de agricultura, de fruticultura, de grãos, de agroecologia; para a utilização adequada de recursos hídricos; e para a produção de leite.

"Essas tecnologias vão permitir aos agricultores tomarem decisões para fazer novos investimentos em suas propriedades", ressaltou o presidente da Emater, Argileu Martins. Segundo ele, a ideia dos circuitos é despertar nos produtores rurais a vontade de utilizar técnicas para reduzir o trabalho e aumentar a eficiência da terra e do capital.

Serviço
AgroBrasília 2015
De 12 a 16 de maio de 2015
Das 9 às 17 horas
No Parque Tecnológico Ivaldo Cenci — km 5 da BR-251 (sentido Brasília-Unaí)
Entrada franca
Para mais informações, acesse o site da feira.

Fonte:Agência Brasília

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Responsáveis por agressão a torcedor do Flamengo seguem presos

Os três autuados responsáveis pela agressão a um torcedor do Flamengo, que ocorreu ontem (19), minutos antes da partida entre o time carioca e o São Paulo, seguem presos na 5ª Delegacia de Polícia, por lesão corporal grave, e aguardam decisão do poder Judiciário sobre a manutenção da prisão.
 
"Cabe ao poder Judiciário verificar se a prisão foi legal. Se for legal, ele não vai relaxar e vai se manifestar sobre a manutenção ou não da prisão. Se ele entender que estão presentes os requisitos para a prisão preventiva, vão permanecer presos. Caso contrário, o poder Judiciário pode arbitrar fiança", explicou o delegado-chefe da 5ª DP, Marco Antônio da Almeida.

O chefe da torcida organizada independente do São Paulo, Genildo da Silva, 34, Ricardo Maia, 37, e Moisés Oliveira Paulino, 48, foram presos em flagrante após comandarem a agressão a um torcedor do Flamengo, que foi internado no Hospital de Base de Brasília com traumatismo cranioencefálico e fratura na mandíbula.

Segundo o delegado, os três autuados seguem à tarde para a carceragem do Departamento de Polícia Federal e depois para o Complexo Penitenciário da Papuda, onde aguardarão decisão do Judiciário. A pena para o auto, caso condenados, é de um a cinco anos.

A polícia apurou que o conflito começou após torcedores do Flamengo atirarem pedras no ônibus que transportava torcedores do São Paulo ao estádio Mané Garrincha. Nesse momento, alguns são paulinos desceram e iniciaram uma briga, que foi prontamente debelada pelos policiais.

Em um momento posterior, antes do início do jogo, em frente ao portão 20, entre 40 e 60 torcedores do São Paulo, comandados por Genildo e auxiliados por Ricardo e Moisés, agrediram torcedores do Flamengo que aguardavam em fila para entrar no estádio. Não há confirmação de que tenha sido uma briga entre torcidas organizadas.

O delegado informou que a polícia não prendeu imediatamente os agressores porque ainda não havia se certificado que a agressão fora de natureza grave. "A lesão corporal de natureza leve é de ação penal pública condicionada à representação da vítima. O Estado não pode obrigar a vítima a representar contra autor do fato", disse.

Quando a vítima já estava no Hospital de Base, foi detectada a natureza grave da agressão. Nesse caso, o Estado pode agir sem que a vítima se manifeste. O delegado informou que, nesse momento – início do segundo tempo –, o comandante da polícia responsável por escoltar o ônibus que transportava os torcedores do São Paulo até o estádio os reuniu e os conduziu à delegacia, onde os comandantes da agressão foram identificados.

Os três autuados têm passagem pela polícia. Genildo da Silva já cumpriu pena de 9 anos e 6 meses por roubo, Moisés Oliveira Paulino tem registro por tráfico de drogas, roubo e homicídio, e Ricardo Maia foi processado por roubo, mas absolvido.

Fonte: Agência Brasília