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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Bombeiros e Samu se unem para melhorar atendimento

Com o objetivo de evitar desperdício de recursos humanos e materiais, uma parceria do Corpo de Bombeiros Militar com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tem evitado o uso desnecessário de viaturas da corporação e do programa de socorro urgente em uma única ocorrência.

De acordo com os militares, a atuação em conjunto permite que as respectivas centrais comuniquem-se de maneira estratégica para evitar duplas saídas e intervenções nos atendimentos. As unidades móveis dos dois serviços são enviadas para o mesmo local apenas quando é realmente necessário.

A fim de decidir quem atenderá de forma mais adequada aos pedidos que chegam pelos telefones dos bombeiros (193) e do Samu (192), as solicitações são debatidas por especialistas. "Existem casos em que ambos precisam atuar, mas até isso é pensado previamente", explica o coronel Laércio Silvano de Oliveira, coordenador da Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade) — sala de controle que reúne as forças de segurança e onde os chamados são recebidos e repassados às equipes responsáveis. "Outra preocupação nossa é encaminhar aos hospitais exclusivamente os casos imprescindíveis, evitando ocupar leitos de maneira desnecessária." 

A integração não descarta atuações conjuntas, como em acidentes de automóveis em que a vítima fica presa nas ferragens. Nessas situações, a primeira intervenção cabe aos militares e, em seguida, os profissionais de saúde entram em cena. Além de um funcionário do Samu na Ciade, um bombeiro atua com a equipe do serviço de atendimento móvel.

De acordo com o Samu, durante as chamadas, um médico coleta as informações e avalia a necessidade de deslocamento. Trinta e oito viaturas tripuladas atendem todo o Distrito Federal.

Resultados
O comandante do Grupamento de Atendimento Pré-Hospitalar, tenente-coronel Alexandre Costa Guedes de Lima, ainda não fala em números, mas adianta que os primeiros 40 dias de integração já evidenciaram resultados positivos. "Houve redução de duplicidades no envio de recursos", aponta.

A iniciativa está em fase de adaptação. Passados 60 dias — a contar do início, em 6 de julho —, será efetivada com a assinatura de portaria conjunta. Depois de oficializada, serão elaborados protocolos de ação compartilhada.

Fonte:Agência Brasília/imagem:Gabriel Jabur

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Saúde terá avião para transporte de órgãos

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal receberá, em aproximadamente 30 dias, um avião, cedido pela Polícia Federal, para transporte de órgãos destinados a transplantes e pacientes de outras unidades da federação.

"A expectativa é agilizar ainda mais o processo de captação desses órgãos, já que agora teremos um serviço aeromédico próprio. Atualmente, realizamos esse tipo de transporte com o apoio de parceiros e de companhias aéreas", afirmou o secretário de Saúde, Rafael Barbosa.

A aeronave, modelo King Air Turbo-Hélice bimotora pressurizada, foi vistoriada hoje pelo governador Agnelo Queiroz, que analisou as condições do avião, em hangar do Aeroporto Internacional de Brasília.

Barbosa lembrou que o DF é a unidade da Federação que mais capta órgãos no país - são 28 doadores por milhão de habitantes - e é o líder nacional em transplantes de coração, com seis cirurgias apenas no primeiro trimestre de 2013.

Também foram realizados, desde janeiro, 19 transplantes de fígado e 65 cirurgias de córnea nos primeiros três meses deste ano, o que zerou a fila de pacientes em espera pelo procedimento oftalmológico.

Segundo o piloto da Polícia Militar, major Fábio Leite, o avião ainda passará por adaptações, que incluem a instalação de equipamentos necessários para esse tipo de operação e a retirada de cadeiras para facilitar a entrada de uma maca.

A Secretaria de Segurança e a Casa Militar, ficarão responsáveis pela parte operacional, e o Samu acompanhará o transporte.

Além do chefe do Executivo regional, participaram da vistoria do King Air, o secretário de Saúde; o secretário-chefe da Casa Militar, tenente-coronel Rogério Leão; o coordenador-geral do Samu-DF, Rodrigo Caselli; e delegados da PF.

Fonte: Agênia Brasília

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tecnologia do Samu pode salvar vidas em cinco minutos

Foto: Gerson Lucas
O Samu do Distrito Federal, conta com o que existe de mais avançado quando o assunto é problema no coração. O projeto Tele-Eletrocardiografia Digital vem salvando vidas, pois consegue diagnosticar diversas arritmias cardíacas por meio de Tecnologias de Informação e da Comunicação em pouco tempo.

Quando o usuário tem suspeita de problemas cardíacos, rapidamente o exame é realizado e enviado por celular para um cardiologista de plantão no Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, esse especialista consegue diagnosticar o problema em cerca de 5 minutos e enviar o resultado de volta para o Samu.

No ano passado foram realizados 358 exames em todo o Distrito Federal. De acordo com o gerente de apoio ao Samu, Rodrigo Caselli, o serviço é essencial. “Temos um cardiologista de plantão 24 horas, podemos discutir o problema juntos e assim chegar ao melhor resultado”, afirma Caselli. O diretor contou ainda, que por causa do aparelho muitas vidas foram salvas.

A estratégia da Telemedicina, também conhecida como “segunda opinião médica a distância”, foi implementada na tentativa de um diagnostico mais rápido e eficiente. E segundo, Rodrigo Caselli isso vem acontecendo no DF.

Foto: Gerson Lucas

Existem 10 ambulâncias e um helicóptero do Samu, com aparelhos de eletrocardiograma que contam com tecnologia para a identificação de problemas cardíacos ainda no atendimento inicial ao paciente.

No HCor 6 médicos se revezam para a análise dos eletrocardiogramas. Além disso, o responsável por determinada ocorrência pode discutir o caso com os especialistas de apoio no HCor. O trabalho é realizado 24 horas e em tempo real. 

Como funciona o sistema de Tele-Eletrocardiografia Digital:

1. O socorrista do Samu (médico ou enfermeiro) conecta os eletrodos no peito do paciente;

2. O tele-eletrocardiógrafo (aparelho decodificador digital portátil) capta e grava a frequência cardíaca do paciente em apenas dez segundos;

3. O profissional de saúde entra em contato com a Central de Telemedicina do HCor por um telefone 0800 e informa os dados do paciente: como nome completo, RG, data de nascimento, sintomas e antecedentes de saúde;

4. Repassadas essas informações, o profissional do HCor libera para a transmissão do eletrocardiograma. O exame gravado no aparelho portátil é decodificado em sinais sonoros e transmitido ao HCor por um celular (“smartphone”) para a transferência dos dados em alta velocidade;

5. A Central recebe os sinais, que são decodificados para o traçado do eletrocardiograma, no computador. O tempo médio desse processo é cinco minutos;

6. Os cardiologistas do HCor analisam o exame, elaboram o diagnóstico e o enviam com sugestões de tratamento adequado aos socorristas do Samu;

7. O profissional de saúde que está na casa do paciente ou na ambulância recebe a informação em formato de mensagem de e-mail. O laudo também é repassado automaticamente para o médico da Central (local) de Regulação do Samu;

Foto: Gerson Lucas

8. Pela tela do celular, é possível visualizar o traçado do eletrocardiograma e todas as outras informações sobre o tratamento do paciente. O sistema digital permite o aumento da amplitude do traçado em até quatro vezes. O médico do HCor fica à disposição para discutir e sugerir condutas de socorro e tratamento baseadas em evidências. Todos os dados são arquivados em bancos de dados com confidencialidade e segurança, conforme recomendações internacionais e do Conselho Federal de Medicina.

Fonte: Ascom-SES/DF

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Inaugurado Centro de Trauma do HBDF

Governador Agnelo Queiroz e Secretário de
Saúde, Rafael Barbosa inauguram
Centro de Trauma
Foto: Gerson Lucas
Brasília ganhou na manhã desta sexta-feira um moderno Centro de Trauma no Hospital de Base do DF. O governador do DF, Agnelo Queiroz, acompanhado do secretário de Saúde, Rafael Barbosa, do diretor do HBDF, Julival Fagundes, do diretor de Urgências e Emergências da SES, Ayrton Barroso e do coordenador-geral de Urgências e Emergências do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso, entregou oficialmente a unidade à população.

“Este centro não deixa nada a desejar a qualquer outro centro de trauma do mundo”, disse o governador Agnelo. Segundo ele, o centro passa a dar um atendimento  integrado ao paciente e não mais fragmentado por especialidades. Para ele, “esse é o nosso objetivo na saúde pública”. Agnelo apontou a qualificação dos profissionais envolvidos e a alta tecnologia dos equipamentos como imprescindíveis à qualidade do atendimento.

Foto: Gerson Lucas
O Centro dispõe de três leitos de Unidade semi-intensiva, quatro leitos para politraumatizados graves (Sala Vermelha) e seis leitos para atendimento em geral (sala Amarela), e ficará sob responsabilidade do SAMU.  Todos os equipamentos seguem padrões internacionais e contam com foco cirúrgico, gasômetro, ecógrafo, respiradores, monitores e aparelho de raios-X portáteis.

Serão 10 profissionais em cada equipe de plantão. Um cirurgião geral, dois enfermeiros e sete técnicos em enfermagem, com a possibilidade de expansão do quadro em decorrência da necessidade, uma vez que a sala fica no PS. Para o diretor do HBDF, Julival Ribeiro, “é um sonho que se concretiza. Esta sala não deixa nada a desejar às melhores salas de traumas de qualquer lugar do mundo”, enfatizou.

Foto: Gerson Lucas
O secretário de Saúde, Rafael Barbosa, disse esperar que a unidade seja pouco usada, manifestando o desejo de que menos acidentes aconteçam. Ele destacou que a inauguração é mais uma etapa da preparação de Brasília para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. O secretário mencionou, também, investimentos na mudança do modelo assistencial que dará maior ênfase à atenção básica e deu explicações sobre a situação das UPAS.

De acordo com Rafael Barbosa, “as UPAs estão prontas, mas precisam de recursos humanos para funcionar”, esclareceu. Ele lembrou que com o fim do contrato de administração do Hospital Regional de Santa Maria com a Real Sociedade Espanhola, foi preciso lotar dois mil servidores recém-contratados na unidade hospitalar.

O coordenador de Urgências e Emergências do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso, ressaltou que a inauguração do centro de trauma do HBDF era mais do que uma “simples inauguração”. “Trata-se da mudança de um paradigma no atendimento de urgência. É a inauguração de uma estratégia”, destacou.

O diretor de Urgências e Emergências da SES, Airton Barroso, lembrou a importância da qualificação dos profissionais  para a melhoria do atendimento aos pacientes, assim como também a regulamentação dos serviços e o acompanhamento por meio dos protocolos estabelecidos.  “É um conjunto que influi diretamente no prognóstico sobre o paciente”, ressalta

Fonte: Ascom-SES/DF

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Secretaria de Saúde inaugura Centro de Trauma


Fonto: Gerson Lucas
A Secretaria de Saúde vai inaugurar, nesta sexta-feira, 29, o Centro de Trauma no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O evento marcado para as 10h contará com a presença do governador do DF, Agnelo Queiroz, do secretário de Saúde, Rafael Barbosa, do subsecretário de Atenção à Saúde, Ivan Castelli, do diretor do HBDF, Julival Fagundes, e do gerente do SAMU, Rodrigo Caselli.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o Centro dispõe de três leitos de Unidade semi-intensiva, quatro leitos para politraumatizados graves (Sala Vermelha) e seis leitos para atendimento em geral (sala Amarela), e estará sob operação do SAMU.  Todos os equipamentos seguem padrões internacionais e contam com foco cirúrgico, gasômetro, ecógrafo, respiradores, monitores e aparelho de raios-X portáteis.

Ainda de acordo com a secretaria, serão 10 profissionais em cada equipe de plantão. Um cirurgião geral, dois enfermeiros e sete técnicos em enfermagem, com a possibilidade de expansão do quadro em decorrência da necessidade, uma vez que a sala fica no PS.

Fonte: Ascom-SES/DF